Konseki
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Capítulo 10
REITA’s POV
Eu estava nervoso e ansioso...
Estranho eu me sentir assim, mas acho que isso é normal quando se é desafiado dessa forma! Nunca tive que fazer algo parecido antes.
-Ele ainda não chegou? – perguntei pela milésima vez aos quatro membros da equipe rosa que tinham chegado a pouco mais de uma hora e continuavam seu trabalho... eu tinha que admitir estavam fazendo um ótimo trabalho.
Entretanto que eu não conseguia prestar atenção e nem contemplar nada com o meu nervosismo todo.
-Não, ele foi para o escritório, mas apareceram mais clientes – o palhaço Ken -qualquer- coisa respondeu
Por um momento me senti enciumado, como ele atendia outros clientes quando estava em um acordo comigo?
-Como assim outros clientes? – bradei, eu já tinha preparado tudo
-Você não acha que ele paga as contas só com trabalhos de troca, neh? Tem apenas dois meses que ele conseguiu se desligar da empresa pra qual ele trabalhava e abrir um escritório a parte, fomos até bem de início, mas esse segundo mês estava tendo uma rentabilidade realmente ruim, por causa dos boatos, é realmente ótimo que finalmente tenhamos outro trabalho! – Kyan-san continuou
-Que boatos? – perguntei curioso, então era por algo assim que ele tinha dito que o mês não estava bom?
-O nosso antigo chefe não ficou feliz em perder o Ruki, já que ele era o melhor decorador da empresa, aí começou a espalhar boatos mentirosos para estragar a imagem dele, alguns dos antigos clientes do Ruki o deixaram por causa disso, esse foi o motivo de nenhuma das propagandas ter o nome dele, mas alguns realmente não se importam com o que dizem e isso é bom, Ruki é um gênio e tem sem dúvida o melhor preço e qualidade do mercado, é normal que depois do choque todo as pessoas percebessem isso – Kiryuuin-san completou, me deixando ainda mais curioso sobre tudo aquilo... “E imaginar que aquele baixinho estava passando por algo assim!”
“Acho que mudei um pouco minha visão sobre ele... parece ser uma pessoa admirável!”
-Mas que boatos eram? – insisti
-Achamos melhor não dizer – Jun-san impediu Kyan-san de falar e eu quase o mandei calar a boca por isso, pensei que ele iria me ajudar
-Por favor! – pedi
-Vamos falar logo, quem sabe ele não perde o interesse e deixa Ruki em paz? È melhor agora do que isso acabar se tornando mais sério depois, e sabemos que Ruki pode tentar disfarçar, mas percebemos o quanto ele sofre a cada namoro finalizado – o garoto de maquiagem de palhaço bradou em um tom ameno
-Hoje ele não estava muito feliz, o tal problema deve ter sido sério – Jun-san comentou
E eu não sabia mais se perguntava sobre o que diabos eram os tais boatos ou se eles tinham idéia de qual era o maldito problema que o impediu de voltar ontem... decidi por saber logo sobre os boatos
-Que porra de boatos? – inquiri mais rispidamente, aquilo tudo só estava piorando a minha ansiedade
Percebi pela minha visão periférica que até meus amigos se sobressaltaram e pararam suas atividades, tomando-nos como centro de atenção
-Tentaram espalhar boatos de que Ruki já se prostituiu e foi usuário de drogas, tentaram dizer que ele ainda estava ligado com esse mundo e que não era digno de confiança, que dava fins ilícitos ao lucro que tem – Kyan-san finalizou finalmente
Meus olhos se alarmaram e eu sabia que tinha ficado petrificado com a nova informação... mesmo que talvez não fosse verdade, pensar nele daquele jeito era... totalmente estranho! Ele parecia tão frágil e valente ao mesmo tempo, tão ético, certo e fofo! Tão dono de si, convencido e fresco algumas vezes! Estressado e mesmo assim um anjo quando mostrava sua gentileza!
“Isso é mentira!”
-Mas isso é mentira, é claro! – aquilo soou como uma afirmação vinda de mim,era impossível pensar no Ruki-san com um passado e um presente daqueles
-É claro que é! Kai-san só espalhou isso para tentar estragar os negócios – Jun-san protestou
-A verdade é que não sabemos,Ruki não negou e nem confirmou, apenas agiu da forma que achou melhor para salvar o empreendimento, ele sempre é uma pessoa divertida na maior parte do tempo, realmente um ótimo líder e chefe, um excelente amigo e colega para nós, mas... como dissemos, ele é muito reservado, mantém assuntos muito pessoais distantes – Ken-san, já que eu não lembrava o final do nome dele, interrompeu
-É claro que deve ser mentira, já viu a prepotência e o humor daquele anão? Ele nunca que iria aceitar uma vida assim! – me surpreendi com a defesa impaciente de Akuma
Notei que estávamos todos ali, parados naquela conversa no mínimo estranha
-O que estão fazendo? Voltem ao trabalho! – ralhei, respirando fundo e voltando para a roda dianteira já parcialmente refeita do Corolla... eu não sabia o que fazer com aquelas suposições... não sabia se continuaria com o que tinha planejado...mas...
“Eu não quero desistir”
Por algum motivo, pensar na possibilidade de desistir do baixinho não me agradava, nem um pouco, meu cérebro parecia querer classificar isso como impossível... se fosse só por uma transa, só para tê-lo... talvez eu não fosse tão insistente assim... será que eu... me apaixonei?
“Apaixonado? Pelo Ruki-san?... não, é só tesão e desejo, mas... paixão?”
-Boa tarde! Desculpem pelo atraso, tive outros clientes hoje! – a voz estava meio rouca, mas eu reconheci no mesmo momento.
Me ergui e me virei de frente para a entrada da oficina, por onde ele entrava, com a camiseta social folgada e por fora do jeans elegante de sempre, o colete preto e as pulseiras de fivelas nos pulsos, o sapato de uma marca provavelmente famosa, os cabelos loiros bem organizados de uma forma moderna e a maquiagem escura dos olhos. Koron nos braços e maleta com uma alça de lado... “porque eu reparei tanto nele agora?”
“Ele é lindo!”
-Oh! Já estamos finalizando aqui, que bom, temos mais três novos trabalhos e um deles começaremos amanhã, por isso Kenji e Jun vocês vão terminar tudo aqui amanhã, eu vou com Kyan e Kiryuuin para a casa de uma cliente, mas passo aqui no final da tarde para checar tudo e acompanhar a entrega dos móveis – o pequeno ditou em um tom profissional e excessivamente sério... foi só aí que notei que... ele estava meio estranho! “Abatido?” – Reita-san,escolhi os móveis hoje de manhã, amanhã eles entregam, o revitalizador de máquinas que você pediu também vem amanhã, o resto é com você, certo? – se dirigiu a mim no mesmo timbre
Corei involuntariamente por estar praticamente babando, na verdade tive que fechar a minha boca, que não percebi ter aberto, antes de processar o que ele tinha me dito.
-Sim! – respondi, com dificuldade... havia tanta coisa que eu queria falar!
“Por onde eu começo?”
-Ótimo, então depois de amanhã tudo estará pronto e minha parte do acordo já vai ter sido cumprida! Está gostando do resultado?
Foi só quando ele me fez a pergunta que eu percebi o quão o resultado da reforma tinha ficado em segundo plano para mim esses dias. Dei uma tosse nervosa e decidi dar uma bela olhada no local.
“Como eu não vi isso?”
Me surpreendi! Ainda não tinha parado para reparar no quanto aquele galpão que sempre fui acostumado a trabalhar tinha mudado... estava elegante! A cor branca realmente havia deixado um ar de sofisticação e as divisórias, semelhantes a paredes transparentes pareciam coisa futurística, estava tudo organizado, meio sujo pelos dias de trabalho, e ainda sem limpeza, mas o chão estava perfeitamente plano, as paredes sem buracos e o teto forrado por algum material também de coloração branca, alguns detalhes vermelho e preto ali e aqui, como se fosse para deixar o lugar mais harmônico...
“Realmente! Ele trabalha muito bem!”
-Está perfeito! – comentei em um impulso, sorrindo para mim mesmo
-Ainda falta o trato nas máquinas e novos móveis, eu particularmente gostei da reforma na entrada, mas posso dizer que qualquer um ficaria confiante em deixar seu carro aqui, é claro, se vocês mantiverem ao menos um mínimo de higiene e conservarem o local! – finalizou
Voltei a me virar para ele, e não me reprimi a um sorriso mais amplo
-Você é realmente incrível! Achei que para fazer essas coisas eu gastaria uma fortuna, mas o preço foi tão razoável! – elogiei
-Que bom que gostou! – respondeu em uma gentileza fraca e num sorriso mínimo... ele não me parecia muito bem
-Você... está legal? – perguntei
-Sim! – respondeu simplista – bem, vamos finalizar logo esses retoques! – continuou para a sua equipe que parecia ter parado o serviço para nos observar
-Ruki-san – me adiantei, não poderia mais me distrair, apenas mais dois dias e nosso acordo teria sido cumprido, eu não tinha muito tempo – quer jantar? Hoje? Aqui? – propus, de forma educada e meio receosa... eu nunca fui assim, mas... ele tinha me deixado inseguro
-Reita-san, pensei que tivesse deixado claro que isso não é possível – rebateu em uma quase impaciência
-Eu quero me desculpar, prometo que vou me comportar e... queria agradecer pela reforma! – continuei
-Você já está me agradecendo com o conserto do meu carro – manteve-se
-Por favor! Eu sei que não fui muito legal, mas... por favor, eu cozinho e... comprei chocolate! – tentei mais uma vez
-C-co... – ele começou meio constrangido, olhou em volta e pareceu se irritar com algo foi aí que eu notei sermos o alvo da atenção de sete pares de olhos naquele galpão
-O que estão olhando? Não tem outras coisas para fazerem não? – bradei em direção a todos ali, uma coisa era eu não ter vergonha de me expressar na frente de ninguém, outra era ficar sendo atração
Meus amigos tossiram e fingiram voltar aos seus afazeres enquanto a equipe rosa soltaram estranhas risadas e também retornaram ao que faziam
-Por favor? – pedi mais uma vez, ousando me aproximar um pouco, Koron latiu para mim, alegre e eu não me neguei a pagá-lo no colo – Koron-chan já aceitou, só falta o dono dele... e então?
Me animei quando arranquei um sorriso mais verdadeiro dele
-Você é muito gostoso Reita-san, realmente um desperdício ser hetero, ou bi, já que tentou me agarrar – falou em um quase humor – eu aceito o convite para jantar, mas tente entender, não é que você não me agrade, eu me sentiria muito bem estando com você, se você fosse gay... eu tenho uma regra...
-Eu sei você não namora ninguém que não seja exclusivamente gay! Eu andei arrancando informação de pessoas – interrompi, gentil e animado, apontando a equipe Pink com a cabeça
O riso pequeno e fofo dele me deixou quase radiante... “Não acredito que fico feliz com coisas tão bobas assim!”
-Então, eu não desrespeito essa regra por motivos pessoais que eu não gostaria de explicar, você consegue entender? – continuou
-Sim, entender eu entendo, só não aceito, não sem tentar primeiro – rebati – hun!? Me dá ao menos a chance de tentar?
Ele sorriu novamente e me encarou por alguns segundos, olhou para Koron no meu colo e tornou a sorrir
-Tudo bem! Mas você prometeu se comportar! – respondeu por fim
Eu sei que poderia parecer idiota, mas tenho certeza de que o sorriso que abri e a euforia que demonstrei teriam deixado qualquer um constrangido... mas como eu disse... nunca fui do tipo que se envergonha de algo!
-Obrigado! – agradeci, matando a minha vontade de abraçá-lo em Koron – porque sei que ele se ofenderia se eu o tocasse agora -, apertando o pequeno chiuaua contra mim “Obrigado por me ajudar, pequeno” Tinha certeza de que Koron tinha ajudado a convencê-lo
-Eu não esperava algo assim de alguém como você! – o comentário descrente e debochado veio da direção de Ruki-san
-Nem eu, a culpa é toda sua! – rebati, lançando uma piscadela para ele enquanto entregava Koron-chan em seus braços
Me senti bem com o corar de suas bochechas e sorri de lado ao me virar e voltar para o Corolla...
“Essa insistência poderia significar paixão?... Talvez, isso não importa... é melhor aproveitar a chance!”
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URUHA’s POV
Eu estava nervoso e ansioso...
Eu nunca me senti assim apenas por ouvir o meu celular tocar, mas corri para encontrá-lo na mesma hora. Joguei as roupas para o lado, tirando-as de cima da minha cama até encontrar o aparelho e atendê-lo
-Yuu – falei assim que coloquei o celular em minha orelha
“Uruha!... Kami! Como é bom falar com você, queria te ligar mais cedo, mas aconteceram mais coisas... me desculpe por ontem, um amigo meu passou por algo complicado e eu tive que ajudá-lo, não tinha como dizer não e...eu senti tanto a sua falta!” a voz estava sinceramente tão ansiosa quanto a minha e só em ouvi-la eu soube que tinha sido idiota por ficar pensando coisas estranhas
-Tudo bem, eu... apenas fiquei um pouco... inseguro! – acabei por confessar em um suspiro fundo... como eu tinha mudado tanto em apenas uma semana?
“Me desculpe, não queria te deixar assim... eu sinto muito, muito mesmo, amor!” e pelo tom que ele usava, reconheci o quão verdadeira ele estava sendo
-Bem, e seu amigo, ele ficou bem? – decidi mudar de assunto
“Sim! Depois de três xícaras de chocolate quente, duas horas de conversa e oito horas de sono ele é praticamente um homem novo” – respondeu em um humor natural, me arrancando alguma risada
-Você é um ótimo amigo não é?! – aquilo era mais uma afirmação do que uma pergunta
“Ah! Não sei, mas o baixinho é como se fosse um irmão mais novo para mim, eu meio que... gosto de cuidar dele!” comentou em uma nostalgia desconhecida para mim, mas eu me senti feliz... estava descobrindo mais sobre ele
-Oh! Então você não tem irmãos? – perguntei de algum modo a minha curiosidade crescia a cada segundo, mesmo tendo decidido que não entraríamos em coisas tão pessoais e mesmo depois de dizer que não queria vê-lo... talvez eu tivesse mudado de opinião
“Tenho um irmão e uma irmã, só que eles são bem mais velhos e moram cada um em outras cidades”
-Hum! Você vem de alguma cidade do interior, não é? Seu sotaque... – continuei a conversa, relaxando mais e me sentando no colchão... parecia irreal está falando de coisas assim com ele
“Oh! Meu sotaque denuncia, não é? Sou de Mie, mas vivo em Tóquio desde os 16 anos, pelo visto o sotaque não dá pra perder mesmo” sorriu amavelmente e eu impulsivamente o correspondi
-Mas eu adoro o seu jeito de falar, que bom que não o perdeu!
“Se te agrada, eu fico feliz!...” – o sorriso cessou e uma hesitação se fez presente... eu não sabia o que ele diria e aquilo de certa forma me deixou em uma expectativa estranha “Uru... eu... estava pensando hoje e... nós não poderíamos nos encontrar? Eu sei que você disse que preferia que não e eu também pensava assim, mas... eu quero muito te ver... sei que pode ser até suspeito, mas você pode escolher o lugar, pode escolher a hora eu... quero te ver”
Meu peito apertou, e ao mesmo tempo em que me senti feliz por ele me pedir aquilo eu senti medo e receio.
“E se quando nos víssemos não nos sentíssemos atraídos um pelo outro?”
“E se eu não gostasse da aparência dele, e ele da minha?”
“E se ele fosse uma pessoa diferente da que parecia ser ao telefone?”
“E se eu descobrisse que era apenas um lance estranho e que na verdade eu não o amava?”
Eram muitas possibilidades negativas, e pela primeira vez eu me sentira temeroso em arriscar algo, por que... eu estava amando completamente o fato de estar apaixonado por alguém, eu estava amando estar amando Yuu, o meu Yuu, o que eu achava que ele fosse... tinha medo de apenas ter fantasiado demais, mas... eu também quero vê-lo, quero saber mais sobre ele... não pode ser apenas confusão e...
-Tudo bem! Tem tempo daqui a três horas? – perguntei por fim, me enchendo de coragem e decisão
“Hã? Três horas? Sim? Vou fechar a loja daqui a cinqüenta minutos!” respondeu meio surpreso e eu eufórico
-Então, nos vemos às oito e meia, sabe onde fica o Bar Artia?
“Sim, é nesse bar que eu vou às vezes, com aquele meu amigo que eu falei” – ele respondeu a voz tão animada que eu me peguei sorrindo do quão feliz ele parecia
-Então nos vemos lá! Eu te telefono quando chegar lá deixe o celular num volume alto, vou saber quem você é quando ele tocar – sugeri
“Hum! E se você chegar primeiro?”
-Você costuma se atrasar para compromissos?
“Não”
-Pois eu sim, então provavelmente eu chegue depois de você, de qualquer forma, já que eu vou estar te ligando eu vou saber se você chegou ou não! – expliquei
“Ah! Ta! Uruha... só por curiosidade, parece meio estranho, mas eu tenho te chamado por esse apelido todo o tempo, qual o seu nome?”
Sorri com o constrangimento de seu timbre
-Takashima, Takashima Kouyou! – respondi
“Hum! Seu sobrenome é Takashima!” ele pareceu observar mais para si mesmo do que para mim
-Sim, algum problema? – perguntei, estranhando sua observação
“Não, é que hoje eu vi uma pessoa, e fiquei imaginando se poderia ser você, ou se você seria assim... mas o sobrenome não bate, então não era você!” ele se explicou e eu sorri novamente
-Huum! Me fantasiando em outra pessoa, Shiroyama-san? Não tenho sido o suficiente? – provoquei em meu tom gemido que eu sabia deixá-lo louco
“Ah! Apenas curioso!Você é mais do que suficiente para mim, e nós nem ao menos nos vimos ainda!” ele retribuiu
-Neh! Você está muito ocupado? – perguntei sacanamente, arquitetando algo em minha mente
“Não, o movimento hoje está fraco, estou na minha sala, sozinho e apenas esperando o horário certo para fechar as portas!” – ele respondeu, e pela a sua voz e o detalhe de sua fala eu sabia... ele tinha entendido exatamente aonde eu queria chegar
-O que acha de termos nossa despedida desse relacionamento estranho? – propus, sem pudor e me adiantei para a porta de meu quarto, trancado-a, não queria que ninguém me atrapalhasse
“Huum! Eu não se eu já te falei, mas... eu adoro quando você é tão pervertido assim!”
-Eu sei – assenti, sem modéstia, abrindo a gaveta de meu criado mudo e pegando o brinquedo que havia usado da última vez para aquilo... só de saber que logo estaria naquela situação maravilhosa novamente pude me sentir acender
“Amor... como você está vestido?” – perguntou em uma voz necessitada, ele também já se sentia excitado
-Eu estava apenas com um short folgado... –comecei, utilizando a mão que segurava o vibrador para ir retirando a peça de roupa pelas minhas pernas, finalmente arrancando-a de meu corpo — ... mas acabei de tirá-lo... o que acha?
Pulsei com grunhido rouco e longo que ele soltou. Me ajoelhei em minha cama e me deitei, relaxando e aproveitando os espasmos gostosos pelo meu corpo... “Ah! Eu adoro isso”
-Eu acho perfeito... completamente perfeito! – respondeu em uma rouquidão erótica, fazendo meu baixo ventre fisgar
-Vamos nos despedir, Yuu... por que a próxima vez... vai ser pessoalmente
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