Klaroline- Devilish Baby.
13 Com essa... eles não contavam
Notas iniciais
P.O.V. Elijah.
Medusa teve um estirão de crescimento ela tem lindos olhos verdes e cabelos ruivos.
A mãe passou os últimos meses ensinando-a a fazer feitiços, a canalizar e a controlar seu poder com a ajuda de Davina. E finalmente a hora do confronto chegou.
—Vamos nessa.
P.O.V. Aro.
Assim que chegamos eles nos esperavam e seu exército era ainda maior e mais vasto do que da última vez.
—Eles parecem demônios.
—Parecem mesmo.
—Não, demônios são diferentes.
Eu vi a menina ruiva agarrada á híbrida Cullen e uma outra, uma humana de mãos dadas com um dos membros do exército.
—Então, as testemunhas estavam erradas e você teve duas filhas?
—Não. Elas não são irmãs, nem ao menos são parentes eu só tive uma filha.
—Você não deveria mentir.
—Não to mentindo.
Ela estalou os dedos e começaram a sair mulheres iguais a ela de todos os lugares.
—O que?
—Duplicatas. Elas são minhas ancestrais. Amara, Tatia, Katerina e minha prima Elena. Somos místicas, poderosas e ocorremos naturalmente e ainda assim somos sobrenaturais.
A Cullen olhou para a filha que devolveu o olhar, um olhar de cumplicidade, então a menina explodiu todos os vidros do lugar.
—Fascinante.
A Cullen falou numa língua desconhecida e três enormes dragões pousaram no chão e então elas montaram nos bichos, a mãe e a filha. Eu não podia acreditar nos meus olhos.
—Dragões.
—Dracares.
Os bichos cuspiram fogo e incineraram todo o meu exército.
—Toma essa babaca!
Elas bateram as mãos e comemoraram.
—Jane.
—Dor.
Nenhum deles se mexeu. Nenhum deles foi afetado e então a menina com uma espadada cortou a cabeça de Jane e então ela disse:
—Phasmathos Incendea!
E o corpo pegou fogo. Alec ficou louco de raiva e foi morto logo depois com uma estaca prateada, o pai da menina o matou. Depois foi a vez de Felix que foi mordido pelo homem que não parava de gritar e a mordida infeccionou e ele ficou mal muito mal.
—Pouco me importa se vou ter que sentir sua morte, nada vai tirar a gratificação de destruir aqueles que querem me destruir.
Caius avançou encima da menina e ela o matou, depois Marcus foi pra cima da outra e o homem o matou com uma daquelas estacas prateadas. Um a um a minha guarda morreu e fiquei apenas eu.
De repente, a visão parou.
—Esse é o seu futuro. Á não ser que escolha outro caminho.
Era a segunda vez que eu ouvia aquela fala de uma Cullen. E dessa vez, a Cullen tinha um sorriso sacana no rosto.
—Você ainda se lembra do que aconteceu na clareira aquele dia.
—É claro. Como poderia esquecer?
—Isso é que é um prêmio. O seu bebê tem dons incríveis.
—Ai! O meu nome é Medusa!
—Medusa?
Ela tirou uma naja de um cesto de vime e a controlou, a cobra estava enrolada em seu braço e nos ameaçava.
—Medusa. Faço os bichos me obedecerem sem treinamento, eu escuto as cobras, elas sussurram coisas, eu as entendo e elas me entendem. Eu tenho magia, sou uma das últimas descendentes vivas de três das mais poderosas linhagens que remontam aos primórdios da bruxaria. Você não é oponente pra mim, maricas.
—Maricas?
—Você passou quatrocentos anos derramando o sangue dos inocentes. Porque não se afoga nele?
P.O.V. Alec.
Ela fez Aro se afogar no sangue, em litros e litros de sangue que saiam de sua boca, olhos, nariz e orelhas.
—Mestre! Mestre Aro! Irmão, faça alguma coisa!
—Ahn?
—Alec! Anestesia ele.
Para a minha total surpresa o meu dom não funcionou, o que quer que fosse aquilo era imune ao meu poder.
—O que?!
—Já chega querida.
—Você fez isso?
—Fiz.
—Sua maldita cria de Cullen!
—Olha que eu posso te matar. Pensa que não?
—Então mata.
—Não. Ver você se odiar por não conseguir nos destruir e ficar na rua da amargura é bem mais gratificante.
P.O.V. Aro.
Eu fiquei puto da vida e parti pra cima dela.
—Aro não!
Tarde demais, eu senti a lâmina sendo enfiada no meu coração.
—Você não pode ter o meu poder e nem o meu coração. Você não é digno.
—Irmão!
—Vão embora e não voltem mais aqui. Ou vão se arrepender amargamente.
—Caiam fora.
P.O.V. Alec.
Ela matou o Mestre Aro. Matou-o com uma estaca.
—Eu vou te matar.
—Você vai tentar. Manda ver seu loiro com cara de fuinha!
Mestre Caius a atacou e o dragão soltou uma baforada de fogo matando-o. E a cada pessoa que morria o homem gritava.
—Vamos embora.
—Covarde. Prefere fugir do que enfrentar a fúria que incitaram.
—O que?
—Co-var-de. Covarde. Marcus, o covarde. Até que combina. Eu sempre te achei meio mosca morta.
Mestre Marcus foi tomado por uma fúria e a Cullen o matou assim que ele avançou sob sua filha.
—Covarde. Usando a minha filha. Seu Volturi sem vergonha!
Medusa caminhou até mim e disse:
—O Clã Volturi agora é seu para liderar. Faça melhor do que eles, não faça com os outros o que esses três fizeram com você e sua irmã, todos merecem ser livres para escolher.
Ela colocou algo em minhas mãos.
—Um anel?
—Enquanto usar o anel vai poder sair ao sol sem ser notado. Tome-o como uma oferta de paz e esteja preparado para enfrentar as consequências dos seus atos.
Ela se virou e saiu.
Eu coloquei o anel no dedo e assim que o fiz o tempo abriu, todos os outros brilharam, mas eu não. Eu não mudei, o sol não me afetou.
—O que?
—Tira o anel e dá na mão da sua irmã.
Fiz o que ela mandou e o sol voltou a me afetar.
—Coloca de volta no dedo.
Foi eu colocar e eu parei de brilhar.
—Incrível.
—Como você fez isso?
—Mágica.
—Pode fazer um pra mim?
—Posso, mas não vou. Eu não gosto de você.
Eles saíram, voltaram pra casa.
P.O.V. Klaus.
Essa minha cunhada é completamente doida.
—Você é completamente doida.
—Sou. Pior que sou.
—A Tia Ness não é doida papai, ela é legal. Ás vezes ela dá medo, mas você dá mais medo que ela, você é descontrolado.
—Você tem medo de mim?
—Tenho. Quando você fica nervoso você taca as coisas na gente, ne mim, na Hannah e na mamãe. Uma vez, uma das coisas que você tacou quebrou e eu ganhei um racho na cabeça. Olha.
Ela afastou o cabelo e eu vi a cicatriz.
—Como isso aconteceu? Quando?
—Já faz um tempão. Foi um pedaço de um vaso japonês, aquele bonitinho com as bonequinhas desenhadas, os pedaços voaram e um deles bateu na minha cabeça. Daí a mamãe me levou pro hospital e quando a gente voltou... a casa tava toda quebrada.
Então eu me lembrei que durante alguns meses Hope não quis ficar perto de mim, vivia fugindo e correndo para o quarto ou para o colo de Caroline. Nenhuma das meninas queria ficar perto de mim naquela época. Eu nunca entendi o porque, agora entendo.
—Eu sinto muito.
—A mamãe disse que você não tava pensando direito. Que você tava vendo vermelho.
—Eu nunca mais vou machucar você. Eu prometo.
—Não se deve fazer promessas que não se pode cumprir. É feio. Muito feio.
Ela olhou feio pra mim e saiu correndo abraçada ao urso de pelúcia.

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