Killers Lovers
4 Secrets of a killer
Notas iniciais
16 de Novembro de 2014
New York-Estados Unidos
Os lábios de Damon recorriam aos seios de Elena que ria alto enquanto as mãos do rapaz percorria pelo corpo da tão amada e feroz esposa.
Elena empresou as pernas no amado continuando a soltar aquela gargalhada alta com gosto, Damon não conseguiu segurar e em segundos foi contagiado pela risada da mulher, fazendo com que seus beijos e chupões que ele espalhava pelo corpo da mulher fossem distribuídos com um sorriso.
Bem a rotina dos dois se resumia basicamente assim: Damon e Elena acordavam aos beijos e nas manhãs de domingo acordavam com um sexo longo e demorado já que ambos podiam chegar um pouco atrasados no trabalho nesse dia de semana. Tomavam seus banhos enquanto um dos dois fazia alguma coisa pra comer às pressas. Damon e Elena nunca comiam numa mesa na hora do café da manhã, ou Elena ficava no balcão comendo o que havia feito pra si enquanto olhava o marido cozinhar para si mesmo ou simplesmente comiam antes do outro terminar o banho, geralmente o tchau deles ocorria enquanto um estava tomando banho, onde Elena ou Damon davam um beijo no outro dentro do boxe, ou as raras vezes em que se despediam na cozinha, depois que alguém termina de comer primeiro.
Iam para seus devidos trabalhos matadores, onde Elena achava que Damon se encontrava no enorme prédio de sua empresa, e Damon achava que Elena se encontrava no hospital, dois tolos, tão enganados, e se achavam tão espertos. Depois voltavam para casa, conferiam se não estavam manchados de sangue, e entravam, comiam juntos na enorme mesa de madeira localizada na sala de jantar da mansão localizada no subúrbio rico da New York. As vezes governavam enquanto um fazia massagem no outro ou iam atirar no porão do jardim, ou jogar vídeo games violentos, ou simplesmente transar.
Ok sejamos francos, acho que todos aqui estam mortos de curiosidade para saber mais sobre a vida do Salvatore estou certa? Aposto que tudo que leram no capítulo anterior os deixaram loucas para saber como Damon conseguiu jamais ter sido descoberto, se ele traia Elena ou até como ele era com as mortes provocadas pelo serial killer.
Ok leitoras não se preocupem eu como uma escritora e narradora maravilhosa que sou vou dar a cereja do bolo e matar a curiosidade de vocês.
Bem, acho que como percebido, hoje era domingo. Depois de alguma piada sacana que Damon soltou? Elena começou a rir descontroladamente e começou a rir mais quando Damon começou a devorar o corpo da morena, que venerava a cinco anos. Pois é Damon e Elena estavam casados a cinco anos e já haviam se acostumado com a rotina de casados. Damon amava Elena e era louco por ela ela era a única coisa que deixava o rapaz um pouco mais leve, ele faria tudo por ela. Bem quanto a Elena, a mulhe tinha um gênio forte, era durona é muito ríspida, mas nem isso a impediu de amar, mas cai entre nós Damon não sabe que ele é mais louco por ela do que ela é por ele, pra falar a verdade Elena não morreria por Damon, quer dizer se tivesse que escolher entre Damon e o trabalho, Damon não seria sua escolha, o que é o oposto no caso do homem.
Bem depois de uma manhã quente no chuveiro, é uma longa conversa no terraço da casa, Damon largou os pés que massageava de sua morena ao saber que sua mulher teria que sair mai uma vez e correr para o trabalho.
Assim que a porta se fechou, Damon colocou seu terno e então guardou sua Uzi na pasta preta onde dizia estar cheia de papéis.
Saiu da mansão pegando sua ferrari vermelha, e partindo em alta velocidade até o prédio onde trabalhava, bem ao centro da movimentada New York.
Jogou as chaves de seu carro caro para o manobrista que sorriu para o patrão, Damon passou por todos seus funcionários que sorriram ao vê-lo.
Era sempre assim na Salvatore's, Damon era imprevisível poderia chegar a qualquer hora no seu prédio de trabalho de 4 da manhã até ao meio dia no domingo, por isso a empresa estava sempre 24 horas aberta, tudo por causa do patrão.
Damon piscou para sua secretária lésbica ao qual Elena fez questão de escolher, por conta do ciúme doentio que tinha por Damon.
O moreno entrou na sala de sua irmã Caroline que da mesma maneira que o irmão mais velho sempre estava trabalhando ou transando na mesa com seu amado britânico Klaus Mikaelson da máfia Inglesa.
—Maninho! O que o trás aqui hoje? Quem deu o fora você ou Elena?-Carol perguntou virando a cadeira para o moreno.
—Você sabe como a Lena é-Damon sorriu de lado se jogando na cadeira em frente a loira e jogando as pernas por cima da mesa.
—É eu sei, sempre ocupada para o meu maninho-disse ela provocando o Salvatore mais velho sabendo muito bem quanta irritação falar sobre isso com Damon causava.
—Caroline...-Damon repreendeu já raivoso.
—Você a escolheu como esposa, fazer o que né? Então quer saber o que tem pra você ou não?
—Manda brasa-falou Damon animado para poder pegar na sua Uzi.
—Máfia vido direto de nossa terrinha-Care disse.
—Qual das Italianas?-Damon falou com menos animação que antes.
—Oh bambino não fique assim, sua irmã sabe o que faz: Enrico Belline lembra dele?
—Não brinca?-Damon saltou da cadeira-Serio?
—Sério!-Caroline falou sorrindo junto a Damon-Mas vá logo eles estão naquele depósito perto do Central Park, mate todos mais deixe Enrico vivo-disse pegando a serrinha de unha.
—Por que, porra? Sou louco para tirar a cabeça daquele imbecil-Damon resmungou.
Realmente um de seus maiores desejos era arrancar a cabeça de Enrico, Damon odiava aquele homem mais do que odiava seu próprio pai.
Depois da morte de sua mãe, Caroline e Damon só tinha seu pai que só tinha tempo para resolver coisas quanto ao trabalho sujo ao qual fazia, e com isso Caroline e Damon se postos em uma casa onde tinha que aturar Belline, ao qual odiava principalmente a Damon, e ainda fazia muitos comentários quanto a Caroline o que deixava Damon com ainda mais ódio mesmo que a irmã não desse bola.
Belline era terrível com Damon, não só fisicamente quanto verbalmente, Belline foi o terror de Damon até o rapaz fugir de casa com 15 anos junto à sua irmã. E ele finalmente teria sua vingança.
—Eu sei Damon. E você sabe que a gente não deixa uma pessoa viva a não ser que seja por um bom motivo. Enfim mata o povo e depois volta para Elena não tem muito o que fazer mesmo, depois você se vinga do imbecil.
—Ok Care-Damon resmungou um pouco bravo, deu um beijo na bochecha da irmã e então saiu de cena.
Pediu a chave novamente ao manobrista e se jogou no carro correndo em direção às próximas vítimas.
Bem não seria justo contar a história de Elena e não contar a de Damon, não? Então sejamos justos:
Damon Salvatore nasceu em 28 de novembro de 1980 em Toscana, Itália, aos seis anos de idade chegou em casa depois da escola e foi surpreendido por gritos de sua mãe, correu até seu quarto e se deparou com sua mãe machucada na cama, cheia de cortes e hematomas, é muito sangue.
Damon assistiu a morte de sua mãe, incapaz de fazer qualquer coisa. Quando o homem terminou a vingança contra o pai de Damon ele saiu, ignorando o garotinho de olhos azuis que chorava ao lado do corpo sem vida de Damon, a única coisa que eu Damon guardou do homem foram seus olhos um verde e outro ditado e a tatuagem de um tigre de olhos dourado em sua mão esquerda.
Aquilo havia transformado a vida do garoto para sempre, o transformando um garoto frio, e rancoroso ao qual só dava importância a irmã.
Ele era diferente dos outros garotos Damon era inteligente, era esperto, Er maduro, e muitas vezes se meteu em briga por conta de sua maturidade ou de sua inteligência de modo excessivo.
Damon passou a vida toda sendo apenas o nerd esquisitão que não falava com ninguém além de sua irmã que era totalmente o oposto dele. Damon estava sempre acompanhando de um livro é uma maçã ou até pera, suas duas frutas favoritas. Sempre ouvindo musicas clássicas.
Esteve nessa vida até se formar. Damon aprovava o conhecimento e o aprendizado e por isso decidiu fazer faculdade de administração e ignorou seu pai e principalmente e a vontade doentia e violenta que abrigava dentro de si, porém Giussepe no último ano de faculdade do filho o obrigou a começar a trabalhar para ele se não não pagaria a faculdade e então Damon aceitou onde começou a se meter nos negócios sujos de seu pai.
Um dia se meteu em um briga com um dos homens que trabalhava com seu pai que vivia a perturbá-lo e quando percebeu já havia o matado.
É aquela sensação foi o bastante para exigir uma prova final adiantando o ano inteiro da faculdade e logo seu diploma.
O rapaz não perdeu mais tempo, a morte daquele homem havia sido o bastante para mostrar a Damon o motivo de sua vida inteiro ter sido sem rumo, era a sede de sangue.
O Salvatore tirou proveito dos negócios sujos de seu velho e exigiu a Giussepe saber tudo para nunca ser pego.
Depois de várias dicas do pai garoto havia aprendido a ser ainda melhor. Um especialista, é logo veio a ideia da Salvatore's bunnies, uma empresa, e a imagem do grande empresário Damon Salvatore.
Damon sabia o quanto que sua irmã também gostava de administração e por isso entrou num acordo com a loira onde ela tinha o poder sobre a empresa mas ele tinha a imagem, e logo a mais nova aceitou sabendo exatamente o porquê disso tudo.
Damon tratou de arranjar luvas da mesma cor é medida que suas mãos, não deixando que ninguém jamais conseguisse ter acesso a seu DNA, nunca deixou nenhuma pista ou qualquer vestígio de sua identidade, muito menos cometia crimes comparados aos anteriores.
Os policiais diziam que não havia "crime perfeito" estavam errados, Damon era a prova do crime perfeito.
Care nunca ligou para a vida que Damon levava só pedi para que deixasse aquilo longe dela, mas não conseguiu conter a vontade de pedir para aprender a se defender. A loira gostava de adrenalina, não tanto quanto o irmão e a cunhada, mas adorava o bastante para adorar segurar uma arma e namorar de traficantes a mafiosos.
Damon parou o carro perto do depósito e sacou sua Uzi escondida debaixo de seu carro, sorriu malicioso pronto para a diversão.
Arrombou a porta, deu uma olhada rápida para saber exatamente onde Belline estava, e quando o capitou, sorriu e disse.
—Boa noite cavalheiros-pronunciou as palavras mesmo ainda sedo o começo da tarde, sabendo exatamente o que porquê do "boa noite", pois no segundo seguinte só se ouviu o barulho alto de sua metralhadora enquanto continuava a espalhar sangue pelas paredes. Damon sentia a adrenalina pulsar por suas veias, aquela sensação era tudo que ele precisa, cada tiro, cada morte, cada sangue escorrido, aquilo era uma das coisas aos quais Damon mais amava no mundo: matar.
—Tenha uma boa tarde Belline-piscou para Enrico que o encarava abalado com a cena que acabara de ver.
Damon guardou sua arma quando chegou no carro. Quando voltou para já era a noite, olhou para a gola de sua camisa branca social, com um pinguinho de sangue na ponta, Damon limpou rapidamente, logo colocou a aliança escondida no dedo.
Viu que o carro de Elena já estava na garagem. Saiu de seu carro, e abriu a porta de casa sem cerimonio nem qualquer vestígio de que acabara de cometer o massacre de 18 pessoas.
—Boa noite, linda-beijou a boca de sua morena que foi pega de surpresa com um sorriso no rosto e faca ao qual cortava a carne, na mão.
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