Notas iniciais
Oieeer, cheguei BITCHES!!!! Kkk brincadeira cês são lindas. O cap ta meio leve hoje mais em fim.

10 de Maio de 2009.

New York, Estados Unidos.

Sua respiração estava ofegante, o sangue pingava sobre a terra molhada. Seu coração estava a mil, sua respiração era rápida e continua.
O sangue continuava a cair, sem parar, num perfeito e inacabável ritmo.
Elena preparou sua arma, coloco uma munição que lhe restava, e ignorou o corte em sua mal que escorria o sangue derramado, o sangue dela.
Ela estava cheia de ódio, raiva, queria vingar o corte que provavelmente não cuidasse poderia causar graves problemas ao seu organismo.
Ela deu seu maior sorriso psicopata sem conseguir controlar seus lábios quando ouvi passos e vozes masculinas se aproximando de onde ela estava.
A mulher se ergueu no momento que soube que não haveria escapatória. Se levantou rapidamente mostrando seu corpo escondido abaixo daquela arma, não pesou duas vezes antes de apertar o gatilho e começar um massacre sangrento.
Ela não soltava o gatilho de sua metralhadora, não tinha a intenção de ser silenciosa, muito menos delicada.
A adrenalina pulsava por suas veias a cada momento que via os corpos caindo um atrás do outro. Elena não tinha medo da morte, não tinha medo de ser pega, amava o que fazia, amava os riscos, o perigo, as sensações que o poder da morte em suas mãos a davam.
Olhou pelo binóculos de sua arma, não havia nenhum deles ainda vivo, não o que realmente importasse.
Elena preparou sua arma, se levantou caminhando novamente em direção a cabana abandona que a trinta minutos atrás havia sido o local onde acontecerá o primeiro massacre.
Posicionou o dedo no gatilho e arrombou a porta com um único golpe, a fazendo abrir no mesmo segundo.
Elena nunca pensará que seria tão boa atriz, a CIA havia colocado para a morena dessa vez enfrentar a máfia coreana, para ela aquilo não era nada, já havia enfrentado até terrorista, a máfia era a mesma coisa que tira doce de uma criança.
Elena estava se passando por Natasha Krunger uma russa que traria o dinheiro solicitado por Chung líder da máfia ao qual Elena estava infiltrada. E como toda a missão que a CIA solicitava a Elena haviam dito que poderia matar todos, era sempre assim, a mesma ordem a mesma função, a mesma diversão para a melhor e mais sádica das agentes.
Nunca pensou que iria agradecer tanto por ter escolhido um vestido vermelho e curto para uma missão. Elena iria sair com Damon novamente, depois de quase cinco meses saindo a morena jamais imaginará que iria em uma paixão que como Damon dissera no primeiro encontro a "consumia". Não era diferente com o rapaz, os dois jamais se envolveram, jamais se apaixonaram, jamais ficaram tão próximos de uma pessoa fixa, mas agora estavam, e estavam amando aquilo tanto quanto amavam o modo que tinham o sangue nas mãos.
Por mais que fosse complicado a rotina de matar e depois se encontrar com o outro sem nenhum vestígio de assassinato (era óbvio que jamais contariam para o outro suas verdadeiras identidades) eles sempre se encontravam, sempre se viam no final do dia, mesmo que de manhã estivessem na china e depois tivesse que voltar pra New York, eles voltavam, só para poderem se encontrar, era uma paixão psicótica, um amor maníaco, mas definitivamente Damon e Elena sabiam que ter um ao outro na vida deixava aquela rotina violenta com alguma razão.

Os coreanos haviam descobertos que ela era apenas uma farsante, logo reagindo dando origem aquele arranhão profundo em sua mão, e por mais pequeno que ele fosse aos olhos de Elena comparado as coisas que ela já havia enfrentado. Mas ela gostava de gentileza, odiava que era rude ou grosseiro com ela principalmente pessoas do sexo masculino que conseguia ter uma antipatia muito maior do que tinha com mulheres.
Resumindo, o fato dele ser o causador daquele corte e de ter sido grosseiro em suas palavras, ela queria que a morte dele fosse a pior de todas.
O encontrou com uma Precision DSR 50 Sniper Rifle nas mãos pronto para atirar na morena, que sem dar chance ao coreano atirou em sua perna esquerda, fazendo o homem logo cair de joelhos.
Elena sabia que do um tiro na perna não era o bastante então logo fez o mesmo com sua perna direita, fazendo o homem urrar de dor caindo totalmente no chão.
Elena chegou perto do homem feria, que soltará a arma e agora gemia de dor. Ela atirou nas costas do rapaz, o fazendo cair de cara no chão. Ela atirou em sua mão jogada para frente logo em seguida pisando em cima do buraco que a bala causaria, o homem gritou de dor fechando os olhos com força apenas desejando que aquilo tudo acabasse.
Os gritos que ele soltavam faziam o sorriso aumentar, Elena tinha vontade de tirar a bala a colocá-la no mesmo lugar fazendo isso repetidas vezes, ela queria tortura-lo, mas sabia que isso levaria broncas e punições, talvez até a proibição de ficar em seu apartamento. Não queria perder sua cama King Size muito menos seus maravilhosas encontro com o italiano.
A cinco meses atrás, antes de conhecer o Salvatore, muitas vezes ignorava a regra de não da mortes muitos dolorosas a suas vítimas, e fazia mesmo assim, indo até para a solitária durante um curto período, mas ela fazia por pura diversão, e não se arrependia. Porém desde que o belo homem de cabelos negros e olhos azuis entrará em sua vida ela sentia que não conseguiria ficar nem mesmo um dia sem a adrenalina que ele a causava.
Então sem pensar duas vezes, com apenas a vontade de acabar com aquilo tudo e poder se encontrar com seu assassino favorito, mesmo achando que ele apenas trabalhava administrando as Salvatore's construções. Para Elena, namorava um empresário bilionario, e para Damon namorava uma famosa cirurgiã geral.
Ela atirou na testa do coreano sem dor nem piedade. O homem caiu morto bem a sua frente, não parou para verificar se ainda respirava, sua pontaria era perfeita, assim como sua certeza quanto a que o corpo humano jamais resistiria a cinco tiros.
Deixou todos os corpos lá, e então virou as costas indo em direção ao seu carro.
Elena guardou suas armas e então abaixou o espelho de seu teto e então verificou se não havia nenhuma mancha de sangue ou qualquer vestígio de violência, retocou seu batom vermelho com o tom intenso de sangue, elevou seus cílios com um rímel e então reforçou sua base, passou rapidamente a escova sobre seus belos cachos artificiais feitos pelo baby liss.
Elena verificou rapidamente seu vestido vendo se não havia nenhuma mancha e então fechou a porta do carro.

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–Como assim casamento Damon?-Alaric perguntou sentindo os socos fortes de Damon contra suas luvas de boxe.
–Eu acho que to apaixonado-Damon disse surrando o braço do melhor amigo, que revidou o dando um soco logo no estômago fazendo o morenos contorcer um pouco.
–Apaixonado?-Alaric perguntou achando aquela afirmação ridícula. Ok, ele concordava que era loucura Damon não ter matado a garota depois da noite de sexo, ou o fato de ter vela muito mais do que uma vez, ou o fato de ve-la todos os dias, ou até o fato dele sempre falar dela.
Alaric ficava as vezes até revoltado, a garota já ligará para ele algumas vezes enquanto eles faziam o "trabalho" e Damon atendia as ligações, o que mais irritava Alaric, a mesma coisa acontecia de Damon para ela, eles nunca ignoravam um ao outro.
–Ela é linda, e inteligente, esperta, sexy, boa de cama, sabe pegar numa arma, dar bons tocos, e depois de dez minutos me derrubou numa luta de box-Alaric virou o roto do soco quando ouviu a última frase.
–Ela te derrubou?-ele estava boquiaberto, o que fez Damon bater perfeito no queixo do loiro.
–O ponto não é esse, ela é incrível, ela não e igual a essas mulhereszinhas comuns, ela é fantástica. Quando eu acordo com ela na cama, eu não tenho vontade de sair da cama pegar minhas armas e fazer meu trabalho, ela me da vontade de continuar lá, com ela. Tudo que eu faço com ela parece uma aventura, e pelo menos uma vez na vida-Damon se abaixa do soco-Eu sinto que eu realmente tenho um objetivo na vida, uma razão pra qual viver, e eu quero sentir isso-Damon falou isso caindo no chão ao receber uma forte rasteira-Pelo resto da minha vida, então eu quero casar com ela. Eu nunca me apaixonei, nunca amei, e acho que pela primeira vez aconteceu-Damon chutou o saco de Rick fazendo o mais velho cair no chão, e logo Damon subir em cima do homem ao seu lado-Eu a amo, eu a quero só para mim e a quero pelo resto da minha vida, e antes que você diga: Sim! Eu tenho certeza absoluta disso-disse dando i último soco no amigo que estava totalmente desarmado.
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Damon abriu a porta de sua BMW preta logo deixando que Elena saísse de seu carro, após um jantar cheio de risos e conversas, Damon tinha total certeza que queria repetir isso pelo resto de sua vida.
Sabia que haveria sempre riscos e a partir dali teria que ter mais cuidado nos lugares que cuidava da casa ou nos lugares ao qual frequentava, já que se a resposta da morena a sua frente fosse "sim".
O Salvatore não guardava muitos segredos de Elena, talvez apenas uma meia mentira e uma mentira completa.
Damon realmente trabalhava na Salvatore's construções, ele realmente era um empresário muito rico e famoso, porém o rapaz mal tinha tempo para administrar aquilo tudo já que sempre estava muito ocupado com suas atividades curriculares as quais não podiam falar de maneira alguma para a namorada, já provavelmente se assustaria e correria para longe do assassino profissional, então deixava a empresa por responsabilidade de sua irmã Caroline, que apesar de não aprovar o estilo de vida do irmão, não tinha nada contra, apenas não queria envolvimento.
E a mentira era o que ele fazia de verdade, que a sua futura esposa fazia também. Não era atoa que os dois haviam se apaixonados, afinal, com trabalhos e personalidades sádicas como não se atrair?
–Sabe que eu adoro você de vermelho, não sabe?-Damon falou observando a bela mulher a sua frente caminhar sobre a ponte ao qual cruzavam.
Estavam em Verona na Itália, como os dois haviam dado profissões os quais viajavam muito não era problema arranjar "trabalhos" no mesmo local que o outro, lógico que Alaric não colocava para que Damon comprisse sues deveres em um localização perto de Elena, e então o mandou para Roma, enquanto Elena foi enviada a Veneza.
–Bom saber-a morena falou provocando sem olhar para trás apenas seguir a diante, o moreno sorriu de lado com sua atitude difícil e então a pegou pelo braço a trazendo para ele rapidamente pegando a garota de surpresa, que logo caiu contra o peito dele.
–O que pensa que está fazendo?-sorriu brincalhona ainda com um pouco de malícia em seus lábios.
–Eu trouxe um brinquedo-Damon falou se referindo a arma guardada em sua calça, os olhos de Elena se iluminaram já sabendo a que ele se referia.
Armas eram coisas ao qual faziam parte de sua rotina, mais atirar com Damon era algo muito melhor do que atirar sozinha, e para a garota, mesmo sem querer admitir era incrivelmente mágico, o modo que os dois sorriam um pro outro quando atiravam ao mesmo tempo, o jeito que competiu, e brincavam no meio de risadas-Vai querer atirar primeiro?-disse tirando a arma de sua calça e mostrando para Elena um pouco abaixo de sua visão proibindo de olhos curiosos avistarem.
Elena encarou a rua o quanto estavam e agradeceu mentalmente por ser madrugada e os italianos adorarem suas camas.
Ela encarou os olhos de Damon, e então mordeu o lábio logo a puxando de sua mão, apontando para o rio a sua frente e puxando o gatilho.
Não houve som, nem bala atirada.
–Damon?-perguntou chamando sua intenção sem conseguir controlar seu riso.
–Ah foi mal-o italiano falou pegando a bala de seu bolço, e sentindo seu coração saltar pela boca.
Elena quase pegará a bala sem dar importância, e quase a colocou na arma sem olhá-la direito mas ao sentir um aro envolvê-la, verificou se o que segurava era realmente uma bala.
Quando olhou viu que era realmente uma bala, porém a mesma era envolvida por um anel de ouro branco com um diamante que de longe era perceptível que era da famosa joalheira Tifanny's. Elena sabia que não era apenas um anel com um diamante bonito e caro.
Talvez ela devesse esperar que ele fizesse o pedido, mais a morena não era como as outras, não gostava de pedido, flores e rosas.
Ela escorregou o anel por seu dedo e então sorriu para Damon, se jogou em seus braços o dando um longo e intenso beijo, envolvendo seus braços ok pescoço do rapaz. Ela impressos suas pernas em sua cintura os deixando mais próximos do que fisicamente possível.
–Isso é um sim-Damon falou sorrindo feito um imbecil, colocando sua testa na de sua morena.
Elena colocou a bala na arma ao qual não soltará e então puxou o gatilho a apontando pro alto.
–Isso responde sua pergunta-Damon riu voltando logo a beija-la e a carregá-la ao carro em direção a mais uma noite de gemidos prazerosos.

Notas finais
A partir do próximo cap e que começa a diversão MUARARARARRA. Próxima história postada será Unconditionally