O homem riu.

Ken impressionou-se. Não sabia nada dele: seu nome, idade exata ou sequer se gostava de cavalos — o que, para Ken, era um indicativo importante de caráter. Mas imaginava que cavalos não gostariam dele e, mesmo que seu conhecimento fosse miliar sobre o sujeito, era suficiente: não prestava.

"Diana é maior de idade, pode ficar com o irmão. Está resolvendo isso na Justiça."

Um blefe. O boneco tinha quase certeza que ela resolvia os trâmites com advogada e a avó pelo telefone. Quase.

O outro rebateu:

"Justifique sequestro, caso vá na Corte alegar violação de Acordo Parental."