Ken queria ter prestado mais atenção na Barbie Advogada. Seu conhecimento jurídico não passava de um fialho. Mas isso não o impediria de resolver a situação: logo, Diana chegaria. Ela decidiria ligar para 911 ou não; pois tinha um celular.

Por enquanto, Ken poderia fazer algo que estava plenamente apto: entreter.

Ele riu com gosto, até segurou o ombro do outro — ato arriscado, mas quanto um soco doeria em plástico?

"Sabia que seu senso de humor era incrível! Imagine esperar semanas depois do sumiço do filho para procurá-lo ou falar com autoridades?"

O pai empalideceu.

Já o sorriso de Ken permanecia perfeito.