Katherine, Klaus e Elijah

2 Capitulo 2: a Primeira vez


Notas iniciais
Klaus e Katherine tem sua primeira noite de sexo. Rebekah desconfia do que esta acontecendo.

Pela pequena brecha da porta do quarto, Katerina observava tudo, ficou confusa por seu pai ter mudado de ideia tão rapido e com o coração feliz, pois agora podia viver com o seu grande amor, sem precisar se esconder. Katerina precisava agradecer a Elijah, não contava os dias para vê-lo e dizer o quanto sua ajuda foi útil.

Elijah chegou em casa e viu Niklaus no jardim, estava debaixo de uma laranjeira encostado no tronco da arvore, quando avistou Elijah, seu coração pulou de ansiedade, estava louco para saber como foi na casa da familia Petrova.

—Você tem noticias para mim, irmão? — perguntou Klaus na posição que estava.

Elijah veio se aproximando. — sim, boas noticias... — disse ele.

— então diga! Esta me deixando nervoso. — Klaus insistiu.

—Você deve ir a casa de Katerina pedir sua mão... — Ele fez uma breve pausa. — induzi seu pai a aceitar o romance de vocês e tambem desmentir os comentarios maldosos a respeito da moça. — continuou.

O coração de Niklaus se encheu de alegria, ele deu um sorriso lateral não deixando os dentes a mostra. Seus olhos brilham com cada palavra dita por Elijah.

—quando disse que a moça era parecida com Tatia, não imaginei que fosse identica a ela. — disse Elijah.

—eu disse que acharia estranho. — ele responde.

—Niklaus... Você a ama de coração, ou ama só porque ela se parece com o seu primeiro amor? — perguntou Elijah.

Klaus ficou em silencio. Pensativo, olhou para os pés, mas logo voltou a olhar para Elijah e disse: -Katerina tem algo que eu ainda não consegui decifrar. O fato dela parecer com Tatia não muda nada. As aparencias são as mesmas, mas a personalidade não... ela trás para fora o animal que tem em mim.

—e isso é bom ou ruim? — Elijah se preocupa.

— Isso eu só vou saber com o tempo. — garantiu Klaus.

Elijah estava na cidade, cobrindo os rastros de seu irmão Kol. Ele tinha uma sede incontrolável, tornando assim ele uma pessoa sedenta por sangue.

Klaus e Katerina estavam sentados ás margens de um riacho acompanhando o pôr do sol. Katerina estava inquieta e queria saber como Elijah convenceu o seu pai tão rápido.

— Klaus... — ela sussurrou.

Ele a olhou e notou sua expressão confusa, manteve seu silencio pois ela iria continuar.

—como o seu irmão fez aquilo?

—aquilo o que? — Klaus sabia que ela estava se referindo a hipnoze.

— ele convenceu o meu pai muito rapido. Sendo que antes eu estava esperando para o pior acontecer... O papai estava com muita raiva ao ter sua presença ali. — ela diz.

Klaus percebeu que Katerina era curiosa, embora também fosse esperta.

— Elijah convence muito rápido as pessoas, ele consegue fazer com que elas mudem de ideia simplesmente, porque é convincente. — ele responde.

—se tivesse mais alguma coisa, você me diria, não é? — Katerina o encarou, dessa vez fazendo Klaus ficar em silencio.

—claro, amor! — disse depois de um breve tempo em silencio.

Katerina sorriu de leve. Os dois ficaram em silencio e então se beijaram diante daquele pôr do sol.

—eu te amo! — disse Klaus para ela.

—eu tambem te amo. — ela sorriu e voltou a beijá-lo.

Os beijos se tornaram mais intensos a cada segundo, por Klaus ser um vampiro era dificil controlar seus desejos impulsivos, por ora Katerina tambem tinha desejo em si, foi o bastante para acender a chama entre eles.

—Klaus...- ela interrompe o beijo permanecendo proxima.

Ele delicadamente coloca uma mão sobre seu rosto corado. -sim, amor. — diz

— promete que não vai machucar. — sua inocencia era divina. Uma moça virgem, claro tem suas preocupações.

—lembra da promessa que eu lhe fiz naquela noite? Eu jamais a machucaria. — ele diz convicto olhando em seus olhos castanhos.

Foi o que bastou para ela. O sol já havia se posto e a escuridão chegava aos poucos no céu.

Klaus retomou os beijos fazendo caminho de sua boca rosada até seu pescoço, a pele de Katerina era como algodão macio. Sempre com delicadeza ele tirou o vestido longo que a cobria, revelando seu corpo. Ela se deitou na grama já não mais tão tímida como de inicio, a presença dele a deixava confiante pois ele sempre fazia questão de demonstrar o quanto ela era bonita e o quanto ele a amava. Klaus se levanta e tira seu trage despindo-se de qualquer roupa, os olhos de Katerina passeavam em seu corpo analisando-o com curiosidade e excitação. Ele se deitou sobre ela e começou a distribuir beijos em seu pescoço, foi descendo fazendo caminho até seus seios redondos e avantajados, e ali ele fez questão de se deliciar, chupando devagar passando a lingua sobre eles e em seguida chupando com vontade. Logo Katerina começara a soltar gemidos de prazer.

— ahmm... ohh... — os gemidos eram baixos. Causavam em Klaus mais desejo.

Com uma mão ele apertava sua cintura enquanto a outra descia lentamente até sua intimidade, ao chegar no seu destino Klaus passa dois dedos na entrada notando sua umidade. A essa altura seu membro estava tão duro que parecia implorar para estar dentro dela.

—hummm... — ele solta um gemido abafado por estar com a boca ainda nos seios da amada.

— ohhh... Klaus... — os gemidos de Katerina eram o pedindo mais, ela estava pronta para isso.

Sem mais delongas ele segura seu membro com uma mão enquanto apoiava a outra no chão, como mais um apelo por provocação ele passa a cabeça de seu membro em seu clitoris deixando Katerina com vontade.

—ahhmm... ahh... — enquanto gemia, ela o olhava nos olhos e ele retribuia o olhar com um sorrisinho no rosto.

Klaus coloca seu membro na entrada de sua intimidade, era apertada, então ele forçou de inicio assim conseguindo encaixar. Katerina sentiu dor de primeira.

— ahhhhmm... — um gemido alto saiu de sua boca.

—shhh... eu vou devagar meu amor... — ele diz baixo e calmo para ela, cola suas testas e em seguida a beija.

Ele espera ela se acostumar com seu membro dentro dela para depois começar a penetração, seria mais prazeroso para Katerina assim.

— hummm... — os dois suspiram entre o beijo. Com o passar de alguns segundos a penetração começa.

— ohh... ohhh... — Klaus soltava gemidos tomado de tesão.

O incômodo que ela sentia foi passando aos poucos, definitivamente Katerina tinha fogo em si, ela queria o que estava acontecendo.

—ahh... ahmmm...

Ao notar isso Klaus ia aumentando aos poucos a velocidade.

—ohhh... hummm...

Katerina sentia seu corpo vibrar. Suas mãos macias abraçaram o corpo dele o trazendo para mais perto de si. Foi então que após alguns minutos nessa posição ela chegou ao ápice gozando.

—Klaus... ahmmm... ahhh... — gemidos intensos saíram de sua boca no momento.

Ele sentindo o liquido morno molhar seu membro, goza dentro dela.

—ohhhh...

Os dois se olham respirando ofegantes. Klaus a beija e deita do seu lado na grama.

—você foi esplêndida, Katerina. — ele diz a olhando e passa a mão sobre seus cabelos.

Ela sorri. -você foi um perfeito cavalheiro. Eu te amo, Nik. — após dito isso, ela se aconchega nos braços de seu amor.

Klaus a envolve com ternura , o simples "eu te amo, Nik." fez seu coração saltar de alegria. Ele segurava o mundo em seus braços.

O céu já estava escuro, Katerina começou a se preocupar com o que seu pai diria então se levantou e vestiu-se. Klaus a acompanhou com os olhos e logo também vestiu seus trages, a levou ate em casa e ao chegar desculpou-se com seu pai pelo atraso. O homem a efeito da hipnose acabou aceitando as desculpas, mas assim que a filha entrou em casa e a porta se fechou, os gritos começaram.

— você não deve esperar a noite cair! Ela vem acompanhada de demônios que fazem mal a qualquer pessoa! — o homem berrava.

Katerina ouviu tudo em silencio e de cabeça baixa, até seu pai a mandar para o quarto. Ela se despiu, pegou uma camisola, vestiu e foi para cama. Estava pensando em Klaus e no que eles fizeram, deixava escapar sorrisos entre os devaneios, com o passar de alguns minutos ela caiu em sono profundo.

Klaus chegou em sua moradia contente, sem disfarçar o sorriso constante no rosto. Rebekah ficou curiosa, os irmãos a costumavam deixar de fora de certos assuntos.

— Nik! — ela exclamou.

— pois não, querida. — diz, tranquilo.

— por que o sorriso? — curiosa perguntou.

— nenhum motivo em especial. — respondeu tirando seu cinto. — boa noite, Rebekah. — Assim que se despiu foi para seu quarto e se deitou.

Rebekah não acreditou em tal desculpa, claramente Niklaus Mikaelson não ficaria ficava feliz atoa. Ela decidiu investigar pela manhã.

Notas finais
comentem! isso inspira novos capítulos :)