Notas iniciais
Queridos Leitores (as) e Ghosts de Plantão. Bom Domingo Tudo bem com vocês? Yutaka fora de si resolver brincar que Daigo é sua presa. Um vampiro faminto não controla seus instintos, colocando a vida do seu amor em perigo. Descubra a seguir o que aconteceu ... Esse capítulo foi revisado.Boa Leitura Aviso : Os personagens tem vontade própria, não somos responsável por seus atos. Totalmente editado por @MalikaHarunoo.

POV OFF

Daigo estava tremendo, suas mãos suavam, seu coração batia tão rápido quanto o galope de um alazão. Escondido atrás do balcão da cozinha se sentia em um pesadelo, lágrimas de puro terror deslizavam de tempos em tempos.

Yutaka havia perdido o controle notavelmente, riu e falou coisas sem sentido nenhum até simplesmente sumir veloz. Daigo só podia ouvir as portas e janelas batendo e trancando, uma a uma, e então os interruptores apagando, um a um, enquanto rezava para qualquer um que quisesse ouvir.

E então o barulho parou, o restaurante todo em silêncio e completamente escuro. Tinha corrido do salão, pegou o celular do outro perto da bateria e se afugentado na cozinha enquanto o louco fechava as janelas uma a uma.

Havia posto panelas nos dois lados do balcão e na entrada da cozinha, se ele entrasse faria barulho. Alguns momentos intermináveis depois, ouviu o arrastar leve das panelas, como sendo tiradas do caminho.

— Daigo neko-chan, onde você está?— A voz arrastada soou pela cozinha e Daigo se encolheu prendendo a respiração, as luzes dos postes na rua fazendo sombra na cozinha deixando tudo na penumbra, via a sombra dele se movendo pelo cômodo. Por um momento sentiu seu coração parar, seu estômago contorcer e a pressão cair, estava simplesmente aterrorizado.

Claro que sabia dos riscos de namorar um vampiro, mas admitiu ir se esquecendo aos poucos durante os momentos mais românticos deles, sua mente agora estava em choque dizendo a si mesmo que o Yutaka, o seu Yuta, não iria lhe machucar. Mas seus instintos mais primitivos lhe diziam para se esconder ou correr o mais rápido que pudesse.

Deveria saber que somente vinho não o manteria por muito tempo, mas não imaginou que algo assim aconteceria. Não consigo. Não com seu Yuta-chan.

Respirou fundo e tomando coragem engatinhou para o lado oposto do qual o viu com cuidado e o máximo de silêncio que poderia fazer, olhou a sua volta apertando o aparelho celular na mão. Viu que o outro estava de costas indo para a dispensa, saiu da cozinha em passos leves meio agachado e quando fora do cômodo correu silencioso escada acima, na direção do quarto dele, ouvia a voz dele falando da cozinha.

— Posso ouvir seu coração Neko-chan, venha cá.— Abafada porém muito clara, Daigo se sentia em um filme de terror, queria se sentar em posição fetal e ficar chorando até tudo isso acabar. Suor frio escorria por suas costas e rosto, suas mãos tremiam tanto quanto podiam, e seu coração errava batidas.

Chegou ao quarto, fechou a porta com o mínimo de barulho que conseguiu, logo se colocando abaixo da cama, ficando em um breu completo. Ascendeu a tela e discou o número de Kamijo, dando fora de área primeiramente. Nas outras tentativas tocava, mas ninguém atendia, tentou novamente, seu corpo tenso contra o chão frio. Não escutava nada além de sua própria respiração, estava quase paralisando de medo.

— Kamijo-san, por favor, assim que escutar essa mensagem, venha direto para o restaurante... O Yuta não está bem. . . _ Sussurrou quando teve a oportunidade de gravar sua mensagem de voz. Sua mão tremia, e chorava desesperado, sua fala embargada e falha, seu coração parou e ele apertou os olhos ao sentir uma fungada em sua nuca.

— Você cheira a medo, Neko-chan. Eu posso sentir o cheiro do seu medo. . . — Sussurrou e lambeu o suor gelado da nuca a jugular do outro. Sentia-se como um animal selvagem que estava a anos sem comer, e agora tinha a presa perfeita a sua disposição.

Yutaka conseguia ver as veias pulsando, o coração batia tão alto em seus ouvidos, o cheiro tanto do medo quanto da adrenalina lhe embriagava como um afrodisíaco forte. Segurou na cintura do outro e rosnou alto, seus olhos vermelhos com pupilas dilatadas sendo refletidos na tela do celular. Não registrou o envio da mensagem de voz, somente saiu debaixo da cama e puxou-o pelo pé.

Daigo só teve a chance de gritar enquanto era arrastado até não estar mais abaixo da cama. Se sentou no chão, suas forças falhando junto da respiração, enquanto Yutaka se aproximava. Se encolheu quando recebeu beijinhos e mordidinhas pelo rosto, ombros e colo.

Yutaka queria parar quando viu as lágrimas e o olhar dilatado de puro medo do namorado, mas algo o fez sorrir animado mostrando as covinhas, aquela expressão instigava o sanguinário em si. Sua parte humana era o Kai, e ele não estava presente nem parecia que iria aparecer por agora.

Fazia uma força absurda para não desmembrar o corpo frágil a sua frente, ele era a parte vampira e estava perdendo o restinho de sanidade que tinha. Queria espalhar o sangue carmim por todo o restaurante marcando seu território e mostrando a moradia de um predador a ser temido. Mas seu peito se apertava tão forte ao imaginar perder seu gentil subchefe que se sentia sufocado.

— Por favor Yuta. . . Por favor... _ A voz de Daigo saiu fraca e falha enquanto poucas lágrimas finas escorriam pelas bochechas pálidas, via nos olhos alheios que ele estava fora de si, longe de estar em seu juízo perfeito, mas parecia num impasse que fazia seu corpo tremer e suas narinas dilatarem, seu corpo pendia para frente as presas se mostrando ameaçadoras e então ele se afastava às escondendo.

Mas mesmo assim os olhos famintos se acalmaram e as sobrancelhas se franziram, sua expressão passou a ser de preocupação e culpa tão fortes que Daigo sentiu seu peito pesar, sabia que ele não queria fazer nada consigo, mas não conseguia se controlar.

Usou a oportunidade para se levantar e correr, escapou do quarto, desceu as escadas e correu na direção da porta da frente, chutou e esmurrou ela, gritando por qualquer um na rua que pudesse o ajudar, mas estava trancada e ninguém pareceu o ouvir.

Puxou as maçanetas com força com vários solavancos, correu para o lado indo na direção de uma janela e quando seus dedos pararam de tremer o suficiente para abrir o trinco foi impedido.

Sentiu-se ser agarrado por trás e desistiu de lutar se sentindo congelado de pavor, foi arrastado para algum canto escuro do salão e posto contra a parede, de frente para o predador descontrolado somente fechou os olhos e escondeu o rosto nas mãos. Sua mente estava em branco e suas pernas tremiam, seu ar não parecia o suficiente e se sentia desfalecendo.

Yutaka ao ver sua presa imobilizada e sentir o cheiro do medo, suas presas se mostraram num rosnado, suas garras saíram afiadas e seu estômago se contorceu de fome. Estava morrendo de fome.

Enfiou a mão pelos fios de cabelo no topo de sua cabeça e mirou certeiro no pescoço branquinho. Quando suas presas afundaram na carne e o sangue jorrou em sua língua se sentiu em êxtase, a melhor sensação de sua vida. Se afastou do pescoço do menor impactado pelo gosto e sensação, como se tivesse morto aquele tempo todo e finalmente havia provado da vida, tremeu e aproximou os lábios sugando o sangue dos dois buraquinhos desajeitadamente.

Daigo tinha os olhos arregalados e as mãos agarradas na roupa alheia, havia doído a mordida, e agora se sentia estranho sendo sugado, mal respirava de choque. Mas pensava que se Yuta se satisfizesse rápido, poderia fugir. Não se sentia fraco e não parecia ter acertado a artéria.

Piscava forte tentando se manter controlado, pensava que se continuasse quieto viveria. Era só esperar ele se satisfazer e correr para longe.

Mas Yutaka não parecia mais tão satisfeito, mordendo outra vez, perfurou a pele em um outro lugar e voltou a se deliciar com o sangue quente que agora escorria pelo ombro e pescoço de Daigo, descendo por seu colo e manchando-lhe a blusa.

Daigo ergueu a mão para tentar estancar o sangue, mas as afastou rapidamente depois de levar uma mordida no pulso, essa sendo mais dolorida que as outras, sentia arder como se um veneno tivesse sido injetado. O sangue começou a fluir para fora também em abundância, se debateu ao levar outra mordida no ombro sendo essa dolorida demais começando a se sentir doído e fatigado, tentou afastá-lo empurrando suas roupas, chutou suas pernas, arranhou sua pele e esmurrou seu tronco e braços. Mas Yutaka parecia ser feito de ferro e não se moveu do lugar.

Suas pernas foram falhando lentamente, se sentia ficando frio, letárgico, sua respiração falhando por outro motivo além do terror. Yuta foi se agachando à medida em que foi caindo no chão, a parede não mais servindo de apoio.

Sua respiração começou a falhar, a pressão baixa o fazia sentir frio, sua visão não mais focava e não tinha mais forças para gritar ou chorar, enquanto respirava fracamente se sentiu engasgar e tossiu sangue.

Se sentiu enjoado, o cheiro forte de mais preenchia sua mente, suas roupas molhadas o causavam incômodo, seu coração batia tão fraco que já se sentia morto.

Yutaka se afastou do corpo mole e gelado, lambia a boca a mãos completamente manchadas pelo sangue, ajoelhado no chão se sentiu vivo como nunca antes e não conseguiu segurar o riso. Sentia-se poderoso, como se pudesse lutar contra milhões sem se ferir. Uma das melhores sensações que havia experimentado, seu coração batia forte e a gargalhada não tardou a sair espalhafatosa.

O predador dentro de si se sentiu extremamente feliz com o sangue manchando suas mãos, rosto e roupas. O cheiro do terror e de morte ficando mais e mais evidente o fazia revirar os olhos em êxtase, finalmente liberto das amarras do vinho barato e do medo que Kai havia lhe posto. Finalmente se sentindo completo como nunca antes.

Sua fome saciada foi um dos motivos de sua consciência finalmente voltar, olhou em volta levemente desnorteado depois do pico intenso de euforia, o poder e a adrenalina correndo em suas veias. O cheiro de sangue forte fez com que se afastasse por um instante, e quando finalmente olhou para o canto escuro da parede se sentiu mais que horrorizado.

Daigo estava caído ali, imóvel, sua cabeça pendia para o lado, seu pescoço, ombros e roupas encharcados de sangue e grudando na pele. Pele esta assustadoramente pálida, seu lábio tomando a cor azulada nos cantos assim como os olhos.

Yutaka ficou vendo completamente em choque que Daigo não parecia estar respirando, seu peito não se movia, os olhos abertos focados em qualquer ponto do salão deixavam a cena mais assustadora. Abaixo de si uma poça de sangue que crescia a cada segundo, sangue escuro e denso, na parede marcas de mãos e o rastro por onde Daigo escorregou encostado.

— Dai-go. . .— Murmurou sem ar, ergueu suas mãos mas se impediu no ato, tinha medo de tocar e sentir a pele fria, medo de não sentir mais vida vindo dele. — . . . Neko-chan por favor. . . Fala comigo Daigo. . . — Implorou com a voz baixinha, lágrimas rolando por seu rosto também sujo do líquido rubro. — Por favor… _ Sussurrou atônito esperando qualquer movimento vindo dele, qualquer contrair de músculo, barulho de respiração ou dilatação de pupila seria o suficiente para lhe assegurar que seu amor estava vivo.

Olhou para suas mãos sujas, seu tronco e braços continham arranhões, sua blusa rasgada na gola e com marcas de mãos ensanguentadas em toda ela, o gosto em sua boca se tornou o gosto da morte. Ficou se analisando por um tempo completamente estupefato pela cena de terror que via, seus dedos banhados do líquido fedorento assim como a pele grudenta.

Quando tomou coragem e tocou no braço mole do namorado sentiu a pele gelada se afastou horrorizado, se arrastando de costas pelo chão vendo melhor toda a cena sangrenta a sua frente, sua consciência pesando ao saber que era o algoz e provável assassino.

Assassino. Daigo estava. . . Morto? Seu Daigo? Incontáveis cenas se passaram em sua mente, as brincadeiras na cozinha, os beijos trocados e os carinhos gostosos, os planos que fez, as idéias que queria compartilhar. . . Tudo se perderá? E por culpa sua. . .

Do lado de fora do restaurante um carro luxuoso parou em um derrapar, o primeiro a sair tinha uma expressão preocupada que piorou mais ao ouvir berros do lado de dentro das portas. O lado bom era que como as portas e paredes eram fortificadas, nenhum som escapava do lado de dentro, ele mesmo só podendo ouvir por causa de sua audição apurada.

Juntos outros que saíram do carro com Hizaki foram até a porta da frente e Masashi a arrombou com um chute certeiro e sua força descomunal, porta na qual logo foi fechada quando todos passaram. O cheiro de sangue o fez gelar esperando o pior, na verdade estava esperando o pior desde que viu as inúmeras ligações perdidas do celular de Yutaka.

Quando ouviu a mensagem de voz deixada pelo subchefe sentiu-se sem chão. Se fosse o que estavam pensando, então tudo estaria perdido. Se Yutaka tivesse perdido o controle e matado alguém. . . Pensando friamente só podia pedir para que não houvesse testemunhas.

Quando ouviu o interruptor ligar e a luz inundou, o local arfou surpreso. Yutaka estava encolhido contra uma das paredes do salão, com as mãos na cabeça, chorando e berrando falho, chama insistente por Daigo. Do outro lado do salão viu o tal, mole e pálido, sem movimento no tórax e sem barulho de batimentos, várias mordidas espalhadas pelo pescoço, ombro e colo, os furinhos vazavam sangue lentamente.

Kamijo foi o primeiro a se mover, chegou rápido em Yutaka que ao notar a presença deles ali pareceu se desesperar mais. Lágrimas grossas desciam a todo momento pelas bochechas sujas, não respirava direito e se engasgava com saliva.

— Por favor ajudem. . . O Daigo ele. . . Não pode morrer, por favor não, não o deixem morrer. . .— Implorou fraco. Kamijo olhou para os outros, todos com o mesmo pensamento de quê talvez, só talvez, seja melhor assim.

Não sabiam o que aconteceria se Daigo acordasse e virasse um louco alegando a existência de vampiros. Isso se ele realmente chegasse a acordar algum dia.

— Não, não, não. . . Kamijo por favor, por favor. . .— Soluçou dolorido. — Eu o amo, eu o amo. . . Por favor, não deixe. . . Ele não pode morrer. . . Eu não aguentaria, ele não. . .— Mal respirava.

Hizaki decidido, correu até o corpo apoiado no canto, se inclinou agachado e usando de sua saliva fez fechar cada buraco de dente na pele gelada. Inclusive a que tinha achado no pulso. Rasgou a blusa encharcada e colou o ouvido no peito do rapaz, o salão ficando em silêncio pesado enquanto tentavam ouvir algum sinal de que ele estava vivo.

Inconscientemente todos se inclinaram para frente e pararam a respiração, se Yutaka dizia o amar tanto assim então ele era importante e não poderiam o deixar assim.

Depois do que pareceram minutos Hizaki se afastou suspirando aliviado, se virou para Masashi e disparou ordens rapidamente. De longe e completamente tenso Yutaka observava eles montarem a cena perfeita de um assalto, deixaram a porta arrombada, aproveitaram que o restaurante não tinha câmeras e fizeram ferimentos a faca para justificar o sangue. Yutaka sentia seu corpo ser limpado na boca e pescoço com o cheiro forte de álcool, seu olhar perdido em Hizaki e Yuki que deram poucas gotas de seu sangue para o moreninho engolir afirmando que isso o manteria vivo por mais tempo sem se esforçar demais.

Pouco depois chegou a polícia junto de uma ambulância, os socorristas demorando mais que o necessário por acharem que ele estivesse já morto, tendo que conferir duas vezes para terem certeza.

Colocaram numa maca e o levaram à ambulância que saiu cantando pneu e deixando um rastro de sangue para trás.

Os policiais falaram rapidamente com Hizaki que explicou ter recebido ligações e corrido para lá, encontrando os dois daquela forma e o restaurante arrombado. Um dos policiais tentou falar com Yutaka, mas ele estava completamente calado, seu olhar assustado ainda focado no canto ensanguentado do salão, lágrimas ainda rolando pelo rosto. Acharam melhor fazerem as perguntas depois.

Kamijo ajudou a levar Yutaka para cima, o deu um banho caprichado para tirar o sangue de seu corpo, o vestiu e entrando no carro foi junto de Hizaki e Yuki para o hospital, Masashi e Teru tinham ido na frente com a ambulância.

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Estavam a horas ali olhando para a sala de espera, Yutaka não parava de chorar um segundo desde que fora encontrado, os médicos não deram uma notícia sequer e os policiais estavam do outro lado do corredor falando em seus rádios.

Hizaki e Kamijo trocaram olhares cúmplices, aquilo iria repercutir enormemente.

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Yutaka acariciava a mão gelada do outro com cuidado, a pele pálida ainda parecia tão frágil. Daigo tivera o que chamavam de choque hemorrágico, com 40℅ de perda de sangue as chances de ele voltar eram poucas. Bem poucas.

Mas com o dinheiro e influência conseguiram bolsas de sangue para transfusões e um tratamento médico de primeira. Mas isso não o tirou da situação atual: desacordado numa maca de hospital na UTI gelada, entubado por que seus pulmões ainda não estavam 100℅, com curativos por causa das "facadas", hematomas começando a aparecer. Soro conectado ao seu braço junto de alguma vitamina ou remédio, não havia registrado o que a enfermeira falou.

Já a polícia parecia ter desistido momentaneamente de falar consigo depois de o psicólogo do hospital ter lhe declarado em choque pós-traumático. Yutaka se sentia um monstro digno do abismo do inferno, não queria olhar para a situação de Daigo por pura culpa, mas também não conseguia ficar longe mais que minutos ou tinha ataques de ansiedade.

Ele parecia extremamente frágil, a cena dele caído mole e de olhos abertos não lhe saía da mente. Pensava que iria sufocar toda vez que lembrava daquilo.

Do lado de fora do hospital várias emissoras de TV faziam suas reportagens, o caso havia chocado a população local enormemente. Todos querem saber quem fez e por que fez, principalmente por que o suposto ladrão não roubou nada. Os mais conspiradores diziam sobre o surgimento de um serial killer novo.

No meio disso tudo Yutaka recebeu licença da gravadora por causa de seu estado e do ocorrido. Os membros da banda lhe deram forças e Uruha lhe confortou de uma forma inimaginável, mas que só o deixou mais saudoso de seu namorado desacordado.

Queria voltar no tempo, chegou a pensar em se matar e livrar todos de tal monstro faminto, mas não conseguiria deixar esse mundo como um covarde e abandonar Daigo daquele jeito.

Não sabia o que fazer. Estava completamente perdido.

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Notas finais
Será Daigo neko-chan, vai acordar? Yutaka ainda tá em choque. Será que ele vai conseguir seguir com sua eternidade depois desse trauma? Deixem suas teorias nos comentários. Obrigada por ler Obrigada por favoritar Obrigada por comentar ❤ Obrigada muuuito obrigada Capítulos novos assim que ficarem prontos. PS: Kakatte Koi está sendo publicada ao mesmo tempo no Spirit