Notas iniciais
Olá! Meus queridos leitores. Tudo bem com vocês? Voltei! Sentiram Saudades? Consegui concluir esse capítulo sem deixar uma distância grande do anterior. Descubra a seguir como foi... com base na imagem do capítulo. Se você ainda não desistiu de mim, espero que goste. Agradeço os leitores (mesmo sendo os fantasmas e os tímidos para comentar) que ainda continuam aqui me apoiando e lendo a história de Kai/Yutaka. Boa Leitura.

Cada lição, cada encontro, com Yoshiki-san, guiou Yutaka através dos intricados costumes e tradições que ele precisaria dominar. Seria um passo em direção ao seu destino, onde ele não apenas honraria o legado de seu pai, mas também forjaria seu próprio caminho como a ponte entre os mundos humano e vampírico.

Em uma noite, após uma intensa sessão de treinamento, Yutaka sentia o peso do silêncio enquanto organizava seus equipamentos no estúdio de Sakurai-san, percebendo a tensão que se acumulava no rosto do sobrinho, aproximou-se com uma expressão serena. O estúdio, normalmente um lugar de energia vibrante, parecia absorver a quietude do momento.

Sakurai-san, com sua experiência de vida, decidiu abrir seu coração para ajudar Yutaka a enfrentar suas inseguranças.

— Quando eu era jovem, também me sentia sobrecarregado pelas expectativas — começou ele, sua voz baixa reverberando uma calma reconfortante. — A música era meu refúgio, meu escape da realidade. E acredito que você também encontrará seu caminho, Yutaka-san.

Yutaka, cujos olhos refletiam um misto de admiração e alívio, respondeu com gratidão:

— Arigatô, Sakurai-san. Suas palavras significam muito para mim. Eu quero fazer jus a este legado, não apenas como um Dhampir, mas como parte desta família.

Sakurai ofereceu um sorriso encorajador e colocou a mão no ombro do sobrinho, com um gesto simples, mas carregado de significado.

— E você fará, Yutaka-san. Nós acreditamos em você. E lembre-se, você não está sozinho nessa jornada.

A conversa entre Sakurai e Yutaka não só reforçou seus vínculos familiares, mas também lembrou que o suporte de sua família seria um pilar constante em sua jornada pessoal e suas responsabilidades. A troca de palavras entre eles ressaltou a importância do suporte emocional e da compreensão dentro da complexidade de suas vidas, marcadas tanto pela tradição quanto pela individualidade.

Yutaka estava pronto para enfrentar o futuro. Com sua família ao seu lado e uma determinação inabalável, ele sabia que poderia superar qualquer obstáculo. A música, a herança e a orientação que recebeu ao longo desses dias o preparavam para ser um líder.

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Havia se passado quase um mês que Yutaka, estava envolvido com seus estudos e técnicas de dança que Yoshiki lhe ensinava para o baile, desde as mais antigas até as mais novas.

Nesse meio tempo, Yutaka se distraia no estúdio do casarão com sua bateria se preparando também para o retorno da sua carreira artística com o projeto da banda.

Em algumas vezes antes de dormir ele ligava para Daigo para saber como andava as coisas no restaurante e também para diminuir sua saudade, já que não conseguia ter contato com Uruha para resolver sua situação.

Yutaka sentado em seu quarto no casarão, a luz suave da lua entrando pela janela enquanto ele segurava o telefone em mãos. Após uma longa noite de estudos e ensaios de dança com Yoshiki, tudo o que ele queria era ouvir a voz de Daigo. O toque do telefone ressoou uma, duas vezes, antes de Daigo atender.

— Moshi-moshi... Yuta-san? — A voz de Daigo soou calorosa e cheia de entusiasmo, mesmo que uma leve sombra de preocupação fosse perceptível.

Yutaka sorriu, sentindo um calor no peito ao ouvir a voz do amado.

— Neko-chan, eu queria muito ouvir sua voz. Acordei você? Cada dia aqui parece mais longo sem você.

— Não, estava tentando pegar no sono, estou sentindo a sua falta aqui no restaurante também. Como você está se saindo com os estudos?

— Ah... Daigo neko-chan, é muita regra e tradições sobre os costumes da linhagem dos vampiros.

Yutaka fez uma pausa, tomando fôlego.

— Em poucos dias, serei apresentado oficialmente à sociedade vampírica no Castelo Shimabara, estou muito nervoso e me sinto perdido.

Do outro lado da linha, Daigo permaneceu em silêncio por um momento, processando a informação.

— Uau! Yuta-san, isso é... incrível, e um pouco assustador. Você está preparado para isso? Como Kai está lidando com tudo isso?

Yutaka suspirou, deixando-se afundar um pouco mais na cama.

— Estamos nos preparando o máximo possível, Kai está aceitando bem. Yoshiki tem sido um ótimo sensei. Ele me ensina tudo sobre nossa história, tradições e até técnicas de dança para o baile. Mas... — Ele hesitou, sentindo a emoção subir em sua garganta.

— É ótimo aprender coisas diferentes. Mas... o que foi meu Yuta-san?

— Eu gostaria tanto que você pudesse estar lá comigo. Que pudesse ser meu acompanhante, — suspirou — se tudo fosse diferente e eu tivesse assumido você publicamente como meu noivo humano.

A voz de Daigo suavizou-se com ternura e tristeza.

— Eu gostaria de estar ao seu lado também, Yutaka-san. Sempre. Mas entendo a complexidade da sua situação. Você está assumindo um papel muito importante e cheio de responsabilidades. Mas saiba que, mesmo que eu não esteja lá fisicamente, meu coração estará com você em cada passo dessa jornada.

Yutaka sentiu os olhos marejarem, uma sensação de calor e tristeza misturados.

— Arigatô, Daigo neko-san. Significa muito, para mim, ouvir isso. Sinto tanto a sua falta que, às vezes, parece que a distância entre nós é insuportável.

— Eu sei, meu querido vampiro. — respondeu Daigo, a voz cheia de compreensão e carinho. — Mas vamos superar isso juntos, como sempre fizemos. Você é forte e eu acredito em você. Quando tudo isso acabar, estaremos juntos novamente, e nada poderá nos separar.

Yutaka fechou os olhos, deixando as lágrimas escorrerem silenciosamente. Ele sabia que Daigo estava certo, mas o desejo de ter o amado ao seu lado naqueles momentos cruciais era intenso.

— Aishiteru, Daigo-san. Arigatô por sempre estar ao meu lado, mesmo à distância.

— Yuta-san, aishiteru. E estarei esperando por você, não importa quanto tempo leve.

Com essas palavras, Yutaka sentiu um renovado senso de propósito. A ligação se encerrou, mas o apoio e o amor de Daigo permaneceram com ele, dando-lhe a força necessária para enfrentar os desafios que viriam no Castelo Shimabara.

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A preparação para a grande festa no Castelo Shimabara envolveu um cuidado meticuloso com cada detalhe, incluindo as vestimentas. Yoshiki-san, conhecido por sua experiência e bom gosto, enviou os melhores costureiros de sua grife para desenhar e criar os trajes para cada um dos vampiros, assegurando que eles refletissem tanto suas personalidades quanto a importância do evento.

Os trajes desenhados para o evento eram uma fusão magnífica de tradição e sofisticação contemporânea, especialmente adaptada para cada personalidade e papel dentro do enredo vampírico.

Para Yutaka, Yoshiki-san escolheu um traje que combinava a tradição japonesa e elementos modernos, destacando a sua dualidade como Dhampir. O haori de seda preta exibiria bordados de dragões e flores de cerejeira prateadas, simbolizando força e renascimento. Por baixo, um kimono cinza-escuro com detalhes em prata e azul complementava o haori. A faixa obi de azul profundo que envolveria sua cintura apresentava um nó nas costas. Yutaka usaria sandálias tradicionais zori e meias tabi brancas, adicionando elegância ao seu andar. Seu cabelo estaria preso em um coque baixo com uma fita prateada, com alguns fios soltos suavizando sua expressão.

Para Hyde-san, uns dos líderes do conselho, Yoshiki-san orientou os estilistas de maneira a refletir sua posição de poder e sabedoria. Seu kimono seria de seda preta, possuía detalhes dourados em padrões de crisântemo, simbolizando longevidade e realeza. Por cima, usava um haori, vermelho-escuro com bordados de folhas de bordo e penas de garça, que representam transição e imortalidade. A obi dourada deveria ser meticulosamente amarrada com dois nós na frente, complementada por sandálias zori negras com detalhes em ouro. Seu visual seria finalizado com um netsuke de jade (um broche), atado à obi, simbolizando sua conexão com o poder e a tradição.

Sakurai-san, irmão de Hyde-san, os estilistas adotaram um estilo sóbrio e refinado em seu vestuário. Vestiria um kimono azul-escuro com detalhes prateados, com padrões de ondas e nuvens representando equilíbrio e força. O haori cinza-escuro com bordados de flores de ameixa. Seu traje seria complementado com uma obi prateada e sandálias zori tradicionais. Sakurai usaria um haori-himo (cordão que prende o haori na frente) com pequenos detalhes em jade verde, um toque de cor que simbolizava sua resiliência.

Já a família adotiva de Yutaka-san, o Versailles, receberiam kimonos que refletiam o status elevado de sua linhagem. Feitos de tecidos ricos como brocado e seda, cada peça era decorada e detalhada com representações de dragões e fênix, símbolos de força e renascimento. As cores variavam entre vermelho profundo, dourado e preto, criando um impacto visual de nobreza e poder.

Kamijo-san, sempre elegante e carismático, vestiria um kimono que era uma obra-prima de arte e design. O tecido negro era bordado com fios de ouro, formando intricados padrões de rosas e espinhos simbolizando nobreza e eternidade. Seu haori seria num tom marfim com bordados de borboletas, simbolizando transformação e beleza. Enquanto a obi dourada em sua cintura seria adornada com pedras preciosas que capturavam e refletiam a luz de forma espetacular. Ele usaria sandálias zori de cor marfim com detalhes em azul. Kamijo-san completaria seu visual com um leque de seda dourada, acrescentando um toque de mistério ao seu estilo.

Hizaki-san, conhecido por sua elegância andrógina, apareceria em um kimono de um branco puro, quase translúcido, que contrastava dramaticamente com a sua longa e volumosa cabeleira loira. Seu haori teria detalhes sutis em prata e pérolas incrustadas ao longo das mangas. A obi de Hizaki-san seria de um dourado-pálido, amarrada com um laço que parecia uma obra de arte em si, adicionavam um toque de delicadeza e refinamento, destacando sua figura etérea e quase angelical. Ele usaria sandálias zori brancas com detalhes em rosa.

Teru-san escolheu um kimono de cor creme suave com detalhes em prata e azul-esverdeado, representando sua personalidade introspectiva. Seu haori verde-escuro exibia bordados de gruas e pinheiros, simbolizando sabedoria e longevidade. A obi prata com verde era simples, complementada por sandálias zori negras e uma fita verde-esmeralda no cabelo. A simplicidade do design era compensada pela textura rica do tecido, que sugeria uma sensibilidade artística e uma profundidade de caráter que contrastava com sua aparência jovial.

Yuki e Masashi, por sua vez, escolheram kimonos que refletiam suas personalidades complementares.

Yuki-san, com uma aura de força silenciosa, exibiria um kimono em tons de verde-água com padrões de dragões em preto e prata. Seu haori vinho seria bordado com chamas e folhas de bordo, simbolizando transformação e paixão. A obi seria preta e prateada, complementando com sandálias zori negras e meias tabi brancas e seu cabelo preso seria preso em coque com fita prateada, dando-lhe um ar austero e poderoso.

Masashi-san, o mais discreto e mais alto do grupo, vestiria um kimono de seda preta com detalhes azul-marinho em forma de montanhas e rios, simbolizando paz e força interior. Seu haori azul-escuro tinha bordados de carpas e bambus. A obi, azul-marinho com detalhes prateados, seria amarrada de forma simples, porém elegante. Suas sandálias zori seriam negras com toques de azul. Seu o cabelo preto com mechas vermelhas ficaria solto sobre os ombros, conferindo-lhe uma aparência serena e introspectiva.

Yoshiki-san, o anfitrião da festa e um dos conselheiros vampíricos mais poderosos e influentes, optou por um traje que refletia tanto sua autoridade quanto seu estilo inconfundível, misturando tradição com uma ousadia característica.

Ele escolheu um kimono feito de seda preta de alta qualidade, com um suave brilho que criava uma aura quase sobrenatural, adornado com detalhes dourados de dragões e fênix, símbolos de poder e renascimento.

Sobre o kimono, Yoshiki-san usaria um haori vermelho profundo, com bordados dourados e pretos de chamas estilizadas, representando sua função de guia e protetor na comunidade vampírica, capaz tanto de destruir quanto de purificar. A obi, cinturão do kimono, era uma obra de arte em seda dourada, com detalhes em preto e vermelho, seria amarrada em um nó complexo adornado com um netsuke de cristal lapidado em forma de uma lua crescente, que lembrava uma flor de lótus, simbolizando beleza e renovação.

Yoshiki-san usaria sandálias zori pretas com detalhes dourados e seu cabelo ficaria solto, com uma parte presa por um pente de ouro e pérolas negras, reforçando sua elegância real. Também portava um leque de seda preta e dourada, decorado com dragões e chamas.

A presença de Yoshiki-san, com sua vestimenta meticulosamente escolhida, exalava uma autoridade natural, solidificando seu papel como líder na cerimônia e na sociedade vampírica.

Toda essa preparação meticulosa e personalizada dos trajes seria essencial para que cada vampiro não apenas se apresentasse de maneira esplêndida no baile, mas também para cada um poder expressar através de sua vestimenta aspectos cruciais de sua identidade e origem dentro da narrativa proposta pelo evento.

A prova das roupas ocorreu uma semana antes da festa, em uma sessão exclusiva organizada por Yoshiki-san no seu ateliê. Os costureiros estavam presentes, ajustando cada detalhe para garantir que os trajes refletissem a essência de cada vampiro. Eles discutiram sobre as escolhas de cores, bordados e acessórios, ajustando cada peça para que estivesse perfeita para a grande noite.

Yutaka, ao se ver refletido no espelho vestido com o kimono que simbolizava tanto sua herança quanto seu futuro, sentiu-se orgulhoso e preparado para a responsabilidade que estava prestes a assumir. Cada membro do grupo, ao vestir seus trajes, sentiu a magnitude do evento que se aproximava, sabendo que aquela noite no Castelo Shimabara seria um marco não apenas para Yutaka-san, mas para todos eles.

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À medida que o sol se despedia no horizonte, tingindo o céu de matizes alaranjados e púrpuras, a lua cheia elevava-se majestosa, lançando um brilho prateado sobre o castelo Shimabara. Aquela noite não era como qualquer outra; era a noite da festa de apresentação de Yutaka-san, um evento marcado com grande expectativa pela sociedade vampírica.

As preparações para a festa já estavam em curso há semanas, mas os preparativos finais começaram ao pôr do sol. Duas limousines elegantes, enviadas por Yoshiki-san, aguardavam na frente da mansão Versailles para transportar os convidados até o castelo. A noite anterior havia sido dedicada à distribuição dos trajes tradicionais, meticulosamente preparados para garantir que todos estivessem à altura do evento. Essas vestes não eram apenas roupas; eram símbolos de status e poder dentro da sociedade vampírica.

O cuidado em cada detalhe era evidente, refletindo a importância do evento para a comunidade.

A atmosfera estava carregada de uma eletricidade palpável, da importância daquele evento para a sociedade vampírica. Vampiros de todas as partes do mundo haviam viajado para testemunhar a apresentação do primeiro Dhampir que não era contra sua natureza vampira e era herdeiro de Hyde-san o líder do conselho vampiro de Tóquio.

Quando Yutaka-san e Hyde-san chegaram ao Castelo Shimabara, a visão que se apresentou diante deles era impressionante. O castelo se erguia majestoso no topo de uma colina, suas altas torres e muralhas cobertas de musgo parecendo tocar o céu noturno. As paredes de pedra antigas eram iluminadas pela luz suave da lua, que também refletia nas águas tranquilas da lagoa de lótus no jardim ao redor.

Árvores de cerejeira alinhavam-se ao longo dos caminhos de pedra, suas flores rosas e brancas brilhando sob a luz da lua. Pequenas pontes arqueadas cruzavam a lagoa, onde flores de lótus flutuavam serenamente.

O castelo estava iluminado por tochas que lançavam um brilho etéreo à sua arquitetura clássica, parecia mais um portal para outro mundo, um mundo onde o tempo e a mortalidade pareciam suspensos.

A estrada que levava ao castelo era ladeada por altas cercas de bambu e arbustos bem cuidados. Conforme o carro se aproximava dos portões principais, Yutaka-san podia ver a imponente entrada de madeira ornamentada, esculpida com detalhes complexos que representavam cenas de batalhas e lendas antigas.

Guardas em uniformes tradicionais de samurai estavam postados ao lado dos portões, seus olhares vigilantes acompanhando cada movimento. Um grande tapete vermelho se estendia do portal de entrada até as escadas do salão. O castelo, que era o lar e refúgio dos vampiros mais antigos e poderosos, parecia respirar uma aura de mistério e trevas.

Ao entrarem no castelo, Yutaka-san e Hyde-san desceram na frente, sendo seguidos por Sakurai-san, e logo atrás na outra limousine, os membros do Versailles pisaram no tapete vermelho, sendo recebidos por uma visão ainda mais grandiosa.

O hall de entrada era vasto e luxuoso, com tetos altos decorados com vigas de madeira esculpidas e lanternas de papel iluminando o espaço com uma luz quente.

As paredes eram adornadas com pinturas de mestres japoneses, representando cenas de natureza e batalhas históricas.

A tensão em seu corpo misturava-se à curiosidade intensa, que emanava de cada fibra de seu ser. Ele nunca imaginara que sua verdadeira identidade fosse tão intricadamente tecida dentro da sociedade vampírica.

Seu coração híbrido de Dhampir batia forte, enquanto ele caminhava ao longo dos corredores frios e ecoantes, ao lado de Hyde-san.

Hyde-san e Yutaka-san caminharam pelos corredores sinuosos do Castelo Shimabara, a atmosfera carregada de história e poder. O ar pesado com o aroma doce e metálico do vinho de sangue intensificava a seriedade do momento.

Os olhos vermelhos de Hyde-san, refletidos nas chamas trêmulas dos candelabros, estavam cheios de um misto de orgulho e apreensão. Ele sabia que o que estava por vir seria um teste para ambos.

Hyde olhou para Yutaka, sua expressão era solene.

— Este é um lugar de grande poder e importância, — disse Hyde, sua voz ecoando nas antigas paredes de pedra. — Tudo o que você vê aqui é mais do que apenas um castelo. É um símbolo da nossa história, das batalhas que vencemos e dos sacrifícios que fizemos para sobreviver. Você precisará demonstrar sua força e sabedoria, Yutaka. A sociedade vampírica espera muito de você.

Yutaka, sentindo o peso das palavras de seu pai, manteve os olhos fixos nas tapeçarias que narravam histórias sombrias e gloriosas. Ele respirou fundo, tentando controlar a mistura de emoções que se agitavam dentro de si.

— Eu... entendo, otosan. — respondeu Yutaka, tentando esconder a incerteza que ameaçava transparecer em sua voz. — Farei o meu melhor para honrar tudo o que você construiu.

Hyde assentiu, colocando uma mão reconfortante no ombro de Yutaka.

— Eu sei que fará. Você tem a força dentro de si, Yutaka-san. Esta noite será apenas o começo de sua jornada. Confie em seu poder, e lembre-se de que você não está mais sozinho.

Yutaka encontrou o olhar de seu pai, sentindo um pouco mais de confiança crescer dentro de si. Aquele castelo, com toda a sua grandiosidade e escuridão, era agora o palco onde ele começaria a forjar seu próprio destino.

Hyde-san, com seu porte majestoso e aura enigmática, guiava Yutaka com passos firmes e decididos. Seu semblante era sério, seus olhos brilhando com um misto de orgulho e apreensão.

Ele sabia que apresentar Yutaka como seu filho perdido e herdeiro não seria uma tarefa simples. A sociedade vampírica era implacável em suas tradições e normas, e a introdução de um híbrido Dhampir desafiava séculos de convenções estabelecidas.

Ao entrarem no grande salão de recepções, Yutaka ficou impressionado com a grandiosidade do local. Com tetos altos decorados com vigas de madeira esculpidas, sustentado por colunas de mármore negro, parecia se estender até o infinito. Espelhos dourados refletiam a luz das velas, multiplicando as sombras dos convidados que já estavam presentes.

Os pisos eram de tatame, e os visitantes eram instruídos a trocar seus calçados por sandálias zori tradicionais antes de avançar. As portas de papel shoji deslizavam suavemente, revelando salas decoradas com uma mistura harmoniosa de móveis tradicionais japoneses e toques ocidentais modernos. Cada sala exalava uma sensação de história e elegância, com mesas baixas, almofadas de seda cuidadosamente colocadas.

Vampiros de todas as idades e linhagens estavam reunidos, suas presenças imponentes e olhares penetrantes voltados para a entrada do salão.

A decoração era uma mistura sublime de elegância antiga e luxo moderno, com veludos ricos e sedas esvoaçantes complementados por arranjos florais exóticos e peças de arte inestimáveis.

O salão de baile era deslumbrante, com um chão polido de madeira que refletia a luz suave das enormes lanternas penduradas no teto. As paredes eram cobertas com painéis de ouro finamente detalhados, representando cenas de mitos e lendas vampíricas.

O centro do salão era dominado por uma imensa mesa de banquete, adornada com toalhas de linho branco e arranjos exuberantes. Candelabros de cristal pendiam do teto, lançando reflexos cintilantes por todo o ambiente.

Yutaka sentiu os olhos de todos os fixos nele enquanto avançava ao lado de Hyde-san e Sakurai-san. Cada passo parecia ecoar com um peso ancestral, cada respiração carregava a expectativa de uma revelação monumental.

Yutaka ficou maravilhado com a beleza e a grandiosidade do Castelo Shimabara. Cada detalhe, desde os elementos arquitetônicos até as decorações internas, era um testemunho da riqueza e da história da sociedade vampírica. Hyde colocou uma mão reconfortante no ombro de Yutaka, oferecendo um sorriso encorajador.

— Este lugar é magnífico. — disse Yutaka, a voz cheia de admiração.

Hyde assentiu, o orgulho evidente em seus olhos.

— Sim, é realmente um lugar especial. E esta noite, ele é o palco para a sua apresentação à nossa sociedade.

Yutaka sabia que sua presença ali era uma anomalia, um quebra-cabeça enigmático que todos os presentes estavam tentando decifrar.

Conversas em tons baixos e olhares intensos preenchiam o salão, enquanto todos aguardavam o momento em que Yutaka-san seria oficialmente apresentado.

Ao fundo do salão, numa parte elevada com alguns degraus, havia em três tronos elaborados e esculpidos em obsidiana. Yoshiki-san, o conselheiro anfitrião dos vampiros e um dos líderes do conselho, estava na frente do trono do meio. Sua figura era majestosa e intimidante, seus olhos penetrantes observando cada movimento de Yutaka-san.

Havia um trono de cada lado, do qual Yoshiki-san estava representando a trindade daquele conselho. Sakurai-san se dirigiu a frente do trono da direita ficando de pé, olhando a multidão, sua expressão era uma mistura de surpresa e reconhecimento.

Hyde-san caminhou, ficando ao lado de Yoshiki-san na frente do trono da esquerda.

A conexão entre os três era palpável, uma teia de sangue e história que se desdobrava diante dos olhos atentos da plateia.

Yutaka-san seguiu ficando de pé ao lado de Hyde-san, dois degraus abaixo dos tronos.

Um palco elevado na outra extremidade do salão estava preparado para a música ao vivo, com instrumentos tradicionais e modernos prontos para a performance. A música preenchia o ar, um som envolvente de violinos e pianos que criava uma sinfonia de emoções, misturando tradição e modernidade.

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A importância de sua apresentação era palpável, sentida em cada sussurro e olhar trocado entre os convidados. Yutaka-san não era apenas um jovem sendo introduzido à sociedade; ele era um símbolo de uma nova era para os vampiros, uma ponte entre o velho e o novo.

As conversas cessaram, Yoshiki-san com sua presença autoritária e serena, acenou que iria dar início à cerimônia de apresentação, os olhos dos convidados se voltavam para o novo herdeiro.

— Senhoras e senhores, estamos aqui hoje para dar as boas-vindas a Yutaka-san. Ele é um símbolo de nossa continuidade e evolução. O primeiro Dhampir que aceitou sua natureza vampírica, e não foi influenciado por caçadores a perseguir e matar sua própria espécie.

Yoshiki com uma voz que ressoava com autoridade e emoção contida continuou.

— Os Dhampirs, são extremamente raros na linhagem dos vampiros. Eles são frutos de uma relação entre um vampiro e uma humana. No caso de Yutaka-san, ele é filho de Hyde-san, um vampiro puro-sangue que também herdou a capacidade única de gerar filhos com humanas de sua mãe, que era uma bruxa natural. Essa habilidade é extremamente valiosa, conferindo a Yutaka-san poderes que transcendem os de um vampiro comum.

Hyde-san com sua presença carismática e autoritária, começou a falar, sua voz ressoando com um tom de orgulho e solenidade.

— Meus queridos irmãos e irmãs, hoje, apresento a vocês meu filho, Yutaka-san. Um híbrido Dhampir, o único herdeiro e príncipe da linhagem dos vampiros, perdido por tanto tempo, mas finalmente encontrado por meu pupilo Kamijo-san.

Hyde-san continuou apontando para o filho, que encarava todos os olhares suspeitos sobre sua pessoa ali parada.

— Como um Dhampir, ele possui uma combinação única de habilidades. Yutaka-san manteve seus sentimentos humanos na transição para vampiro, uma raridade entre nós. Ele pode experimentar amor, alegria, tristeza e compaixão com a mesma profundidade de um humano, algo que muitos vampiros invejam ou temem.

Hyde continua seu discurso, após alguns murmúrios entre os convidados.

— Seu coração, ao contrário dos outros vampiros, bate quando ele se alimenta, simbolizando sua conexão contínua com a vida e o mantém ligado à sua humanidade. Cada pulsação é um lembrete de sua dualidade que renova sua força vital, ampliando suas capacidades físicas e mentais.

Yoshiki, com seu semblante sereno e sábio, continuou a apresentação:

— Além disso, ele possui a habilidade rara de se ver refletido no espelho, algo que a maioria de nós perdeu após a transformação. Yutaka-san, com sua natureza híbrida, mantém essa conexão com sua imagem. Isso não apenas lhe permite interagir com seu reflexo, mas também conversar com Kai, a parte humana de sua existência. Essa comunicação entre Yutaka e Kai é crucial para seu equilíbrio interno, permitindo que discutam, compartilhem pensamentos e tomem decisões juntos, mantendo a harmonia dentro de seu ser dividido.

Sakurai-san continua a apresentar outra característica do sobrinho:

— Outra habilidade extraordinária adquirida por Yutaka-san é ser um Daywalker, um vampiro que pode andar à luz do sol. Esta é uma habilidade incrivelmente rara, temida e admirada por outros vampiros. A capacidade de caminhar sob a luz do dia dá a ele uma liberdade que a maioria dos vampiros nunca conhecerá. Ele pode se mover entre o mundo humano e o vampírico sem restrições, aproveitando ao máximo o tempo durante o dia para realizar tarefas e missões que outros vampiros não poderiam.

Houve uma pausa no centro do salão, e um silêncio sepulcral caiu sobre a multidão, após ouvir essa habilidade adquirida por Yutaka.

— Além das habilidades já mencionadas, Yutaka-san possui força e velocidade sobre-humanas e cura acelerada, típicas dos vampiros, mas amplificadas pela sua condição de Dhampir. Herdou também a sede e fome de sangue, que está aprendendo a controlar, junto com suas habilidades psíquicas, como hipnose que permite comandar ou persuadir humanos, ou vampiros a seu favor.

Enquanto observava as expressões de surpresa nos rostos dos convidados, Yoshiki-san disse calmamente:

— Como Yutaka-san descobriu recentemente que é um Dhampir, algumas habilidades desconhecidas ainda precisam de controle e adaptação. Entre elas manipular as sombras, criar uma aura de medo ao seu redor para afastar potenciais ameaças, e treinar seus sentidos como ouvir a distância, ver na escuridão total e detectar cheiros com precisão.

Hyde disse orgulhosamente do filho:

— Yutaka-san representa não apenas nossa linhagem, mas também a esperança de um futuro próspero e harmonioso para todos nós. Como o herdeiro e príncipe, sua dualidade, habilidades raras e conexão com sua humanidade fazem dele um ser único. Destinado a liderar e proteger sua linhagem contra todas as adversidades, habilidades para navegar por esse mundo perigoso e cheio de intrigas.

O silêncio que seguiu as palavras de Hyde era quase tangível. Yutaka sentiu o peso dos olhares, os julgamentos silenciosos e as curiosidades fervilhando. Ele sabia que esse momento marcava o início de uma nova era, não apenas para ele, mas para toda a sociedade vampírica.

Então os vampiros aplaudiram com um fervor contido, reconhecendo a importância daquele momento. Yutaka sentia a pressão, mas também uma crescente confiança, resultado do apoio inabalável de seu pai e tio.

Yoshiki-san se aproximou lentamente, desceu os degraus e parou diante Yutaka, colocou uma mão firme em seu ombro, em um gesto de aceitação disse para todos ouvirem.

— Seja Bem-vindo, Yutaka-san — sua voz grave e cheia de significado. — Você tem um papel crucial a desempenhar entre nós. A linhagem Dhampir é rara e poderosa. Sua presença aqui é um sinal de mudança e renovação.

Yoshiki acenou para mesa do banquete e todos os convidados sentaram e os garçons começaram a servir o vinho.

Sakurai-san, com um sorriso suave, aproximou-se e apertou a mão do sobrinho.

— Venha temos muito para conversar, mas primeiro, vamos nos sentar e relaxar um pouco.

Yutaka sentiu um alívio momentâneo ao encontrar algum apoio em meio à tensão. Vestido com elegância, enfrentando olhares penetrantes e sussurros ocultos, ele sabia que sua vida jamais seria a mesma. A sua existência, agora sabendo ser um dhampir sempre carregou consigo um fardo de expectativas e preconceitos, mas também uma curiosidade inegável por parte dos outros.

— Então, como você está se sentindo, Yutaka-san? — perguntou Sakurai, servindo uma taça de vinho sanguíneo para ele.

— É difícil de explicar. Sinto-me dividido entre minhas responsabilidades aqui e meus sentimentos por Daigo-san e Uruha-san — confessou Yutaka, pegando a taça e tomando um gole lento. — Kai e eu... estamos tentando entender tudo isso juntos, mas é complicado.

Sakurai assentiu, compreensivo:

— Entendo perfeitamente. A vida de um dhampir não é fácil, especialmente quando se trata de questões do coração. Hyde-san e eu estamos aqui para ajudá-lo em cada passo do caminho.

Yutaka olhou para Hyde, que lhe deu um aceno de incentivo.

— Você tem um legado poderoso a carregar, Yutaka-san — disse Hyde. — Mas também tem o direito de buscar sua felicidade. Encontraremos uma maneira de equilibrar ambos.

— É difícil esperar, Uruha-san se afastou completamente e não atende minhas ligações. Não sei o que fazer.

Hyde suspirou, colocando uma mão reconfortante no ombro de Yutaka.

— Uruha-san precisa de tempo. Ele está lidando com suas próprias emoções e conflitos. Dê a ele o espaço necessário e, quando ele estiver pronto, talvez ele aceite conversar.

Sakurai, com uma expressão pensativa, acrescentou:

— O verdadeiro desafio está em descobrir onde está seu coração e quem é seu verdadeiro amor. Uruha-san e Daigo-san têm papéis importantes em sua vida, mas você deve encontrar sua própria verdade.

Yutaka absorveu as palavras de seu tio, sentindo a profundidade do conselho.

— Você deve descobrir quem você ama de verdade, se é com Daigo ou Uruha. — completou Sakurai.

— Só espero ter a sabedoria e a coragem necessárias para descobrir isso. E fazer a escolha certa.

— Você tem sim. — afirmou Hyde com convicção. — Com o tempo, tudo ficará claro. Mas, por enquanto, concentre-se nas suas tarefas aqui e aproveite a festa.

No entanto, as questões que começaram a se formar na mente de Yutaka eram complexas e perturbadoras. Como poderia ele, um dhampir, encontrar um equilíbrio entre as responsabilidades hereditárias e seus desejos pessoais? Será que a sociedade vampira, com suas antigas tradições e rigidez, estaria pronta para aceitar a humanidade e a dualidade inerentes à sua condição?

Essas eram perguntas sem respostas imediatas, e Yutaka-san sabia que enfrentaria um caminho repleto de desafios.

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O castelo resplandecia sob a luz trêmula de candelabros e tochas, criando um ambiente digno de uma celebração vampírica. Após uma apresentação estonteante de Yutaka-san, que havia cativado todos os convidados, eles foram agraciados com um banquete suntuoso.

Hyde-san, observando a satisfação geral, decidiu elevar ainda mais o espírito da ocasião.

— Precisamos de música e dança. — Declarou ele, seu olhar fixo no salão do castelo. — Vamos mesclar o passado e o presente, começando com o minueto, passando pela valsa e chegando até a música contemporânea.

A pista de dança era na sala ao lado que Yutaka passou indo na direção do salão, refletia a grandiosidade do evento, com vampiros ansiosos por participar das festividades. Yutaka-san, embora relutante, sabia que precisava seguir o protocolo e entreter as vampiras que se aproximavam.

Os convidados, animados com a proposta, logo encontraram seus pares quando os primeiros acordes do minueto ecoaram pelo salão. A dança era uma elegante reminiscência de tempos longínquos que transportava a todos para a era dos grandes bailes nos salões europeus. Os vampiros, com suas vestes finas, moviam-se com uma graça quase sobrenatural.

Ao som de "Minuet in G Major" de Bach, Yutaka-san, guiado por uma das vampiras mais antigas da sociedade, seguia os movimentos precisos, cada gesto uma obra de arte.

Logo depois, a música mudou para a valsa. Os vampiros deslizavam pela pista ao som de "The Blue Danube" de Johann Strauss II. Yutaka foi puxado para a dança por uma vampira exuberante, que o olhava com admiração.

Ele girava elegantemente, escondendo seu desconforto por estar dançando com alguém que não conhecia seus verdadeiros sentimentos.

— Você dança maravilhosamente — disse a vampira, claramente encantada.

— É uma honra ter a companhia de tão distinta dama esta noite. — respondeu, mantendo a cortesia esperada, apesar de seu coração não estar na dança.

A noite atingiu seu clímax quando a música contemporânea tomou conta do ambiente, com a incorporação de clássicos ocidentais, entre eles "In the End" do Linkin Park e às batidas eletrônicas de "Radioactive" do Imagine Dragons que ressoaram pelo salão, mas com um toque clássico que preservava a elegância do evento.

A pista de dança explodiu em energia; vampiros de todas as idades mostravam que podiam se adaptar e apreciar os ritmos modernos tanto quanto os antigos.

Yutaka, agora rodopiando com uma jovem vampira após outra, dançava com uma leveza que escondia seu verdadeiro eu; ele era um príncipe que preferia a companhia masculina, fato desconhecido por suas parceiras de dança. Cada sorriso, cada gentileza era parte do jogo social que ele jogava tão bem, apesar de seus desejos pessoais.

Durante uma pausa, Yoshiki-san, o sábio líder, subiu ao palco para compartilhar um ensinamento valioso.

— Aprender os estilos antigos de dança nos conecta com nossas raízes e nossa história — disse ele, olhando para Yutaka — Mas abraçar o novo nos mantém atualizados e preparados para o futuro. A dança é uma linguagem universal, e devemos dominá-la em todas as suas formas.

Hyde-san, observando a cena de um canto sombrio, sentia-se satisfeito. A noite havia se transformado em um evento memorável, uma verdadeira celebração das eras e da cultura vampírica.

— Uma noite perfeita, não acha, Yutaka-san? — perguntou Hyde, aproximando-se dele durante um breve intervalo.

— Concordo, Hyde-san. É uma noite digna de lembrança eterna — respondeu Yutaka, seu olhar perdido por um momento na efervescência jovial da pista de dança.

Yoshiki-san com suas raízes do visual kei, presenteou os convidados, sentando-se no seu piano de cristal para tocar clássicos do X Japan como "Kurenai" e "Art of Life" que foram reinventados com arranjos que incluíam elementos de música clássica, como cordas e piano, para trazer uma nova profundidade à sua sonoridade intensa.

Em seguida, outra banda icônica foi homenageada: o LUNA SEA, que com faixas como "I for You" ou "Rosier", trouxeram uma emoção que pode ser amplificada com a adição de violinos e uma seção de metais, criando uma ponte entre o rock e o clássico de maneira sublime.

Para uma mistura mais atual, a banda the GazettE o qual Yutaka-san é o baterista, conhecida por seu som mais pesado e moderno dentro do visual kei, teve seu single "Filth in the Beauty" acompanhada de um quarteto de cordas. Oferecerendo uma experiência única para os convidados combinando com elementos clássicos a música com a energia do rock japonês contemporâneo.

Yutaka-san, apesar do cansaço, sabia que aquela noite ficaria marcada na memória de todos os presentes. E enquanto ele dançava com as vampiras que não conheciam seu verdadeiro coração, ele sentia que, de alguma forma, estava mais próximo de encontrar seu próprio lugar na sociedade vampírica.

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Notas finais
A festa que Yoshiki-san foi um evento inesquecível... Deixem suas reações nos comentários. Obrigada por ler Obrigada por favoritar Obrigada por comentar ❤ Obrigada muuuito obrigada!