Notas iniciais
Então, a parte normal é a situação da Quinn e a em negrito e itálico a situação da Rach, prestem atenção :33

Eu ainda estava atônita, imóvel. Era verdade, éramos irmãs por “parte de pai”, por assim dizer. O que eu fiz? Certamente Satanás já reservou meu lugar no inferno.

Três batidas brutas na porta me tiraram dos tais devaneios e minha porta se abriu, Puck entrou por ela.

P: Hey princesa. — me cumprimenta com um beijo casto na testa. — Ea Santana. — acena com a cabeça.

Q: Oi amor, como você entrou? — perguntei desconfiada.

P: A Princesa Judia abriu pra mim. — sorriu de lado.

Q: Princesa Judia? — perguntei já imaginando quem seria.

P: É, sua irmã... Então, você ainda vai hoje né? — perguntou inseguro com as mãos no bolso.

Noah Puckerman era realmente adorável. Crescemos juntos e com o tempo nossa amizade passou a ansiar por mais e ele se declarou, isso no 1° ano, estamos juntos desde então. Ele quer que vá à casa dele pois os pais dele estão viajando, eu sei o que ele espera com issso, acho que todos sabem.

Depois de quase 3 anos de namoro, eu sinto que ele merece isso.

Levantei e rodeei seu pescoço, sorri e disse:

Q: Eu disse que iria, não foi? — beijei seus lábios e desci, fazendo o caminho para o pescoço.

S: HEY, estou aqui, ok? — sua voz soou indignada e ela saiu do quarto batendo os pés.

P: Quinn, você tem certeza que...

Q: Tenho, não se preocupe. — beijei seus lábios. — Agora vai embora, mais tarde nos vemos. — o empurrei pelas costas.

P: Eu te amo. — resistiu a meu corpo o empurrando pelas costas e virou. — Muito! — enfatizou.

Não foi a primeira vez que trocamos essas palavras, mas teve um peso diferente agora.

Q: Idem. — beijei-lhe as duas bochechas.

–x-

S: Você vai transar com o Puckerman?

Seu tom estava frio e eu me assustei, não pelo tom, mas por ela ainda estar aqui.

Q: Que susto! — levei as mãos ao peito. — E sim, eu vou transar com o Puck, e antes que você fale qualquer coisa, não, não é por eu estar em dúvida sobre minha sexualidade, eu não tenho dúvidas que o amo. — minha voz vacilou nas últimas palavras. — O negócio com a Rachel foi só o momento, não vai se repetir. — falei firme, até eu acreditaria em mim se continuasse a falar assim.

S: Ok então, só se cuida, certo? — disse carinhosa.

Q: Awn Satan, é bom ver que você se preocupa comigo. — disse abraçando-a.

S: Eu não me importo. — retomou sua postura rígida.

Q: Tá bom... — sorri desacreditada.

POV Rachel

Eram 6 horas da tarde e eu não tinha nada pra fazer, Judy estava de plantão no hospital, Leroy também, aliás, fora assim que eles se conheceram. Judy era enfermeira no caso que meu Leroy acompanhava, ele era cirurgião ortopédico. Parece estranho, mas não consigo chamá-lo de pai, ainda não.

Ouvi passos no corredor e sai, avistei Quinn se olhando no espelho, ela usava uma saia com fenda na perna esquerda e uma blusa um pouco menor deixando à mostra parte de sua cintura, usava uma maquiagem leve e os cabelos soltos, logo atrás estava Santana, vestida ainda com o uniforme das Cheerios.

R: Vai sair? — perguntei me aproximando.

Q: Ahm, vou... Vou jantar com o Puck. – concluiu.

R: Quem? — fingi desconhecimento.

Q: Meu namorado, Rachel... Você abriu a porta para ele hoje. – explicou mesmo sabendo que eu sabia quem era o sujeito.

R: Ah, o quarterback, pai do seu bebê. — sorri debochada.

Q: Não. — respondeu firme. — O quarterback, homem que eu amo. — a campainha tocou e ela usou como deixa para sair dali.

S: Você só faz merda, ein Anã. — cruzou os braços sob o peito e disse sarcástica.

R: Vai te catar. – murmurei ácida.

Quando desci as escadas encontrei os dois aos beijos e o vômito subiu.

Pigarreei e eles pararam, Quinn lançou um olhar questionador e eu disse:

R: Sua mãe sabe que você vai sair? Você vai dormir em casa? — metralhei e depois corei.

Quinn arqueou uma sobrancelha, mas antes de responder, Puck o fez.

P: Sim e não. Tchau Princesa Judia. — disse a puxando pelas mãos e sorrindo abobalhadamente.

Ótimo, eles vão transar!

Fiquei alguns segundos encarando a porta de madeira fechada, ouvi um pigarro e quando virei encontrei Santana com um sorriso cínico formado em seus lábios.

S: Com ciúmes, Berry?

R: Por que você ainda tá aqui? – desviei o assunto e caminhei.

Caminhei até a cozinha e abri o armário debaixo onde Leroy guardava os bons vinhos, peguei qualquer vinho tinto e procurei por um abridor, quando achei e me virei para apoiar a taça sob o balcão e abri-la, encontrei novamente Santana me encarando.

R: Sério, tá ficando chato. – falei enquanto girava o abridor.

S: Por que você vai beber, Rachel? – perguntou simples.

Não respondi, a garrafa estava aberta e eu só fiz me virar para pegar uma taça.

S: Você gosta dela, não é? – pegou minha taça e bebeu.

R: Não sei do que você está falando. – peguei outra taça e a enchi.

S: Ela me contou sobre ontem. – Arregalei os olhos surpresas. – Você gosta dela? – perguntou novamente.

R: Não importa, digo, mesmo se eu gostasse nunca daria certo. – virei a taça e a enchi novamente.

S: Ela também gosta de você. – falou enquanto bebia do vinho e colocava mais um pouco.

R: Ela disse isso? – meu coração disparou esperançoso.

S: Não. – meu coração falhou. — Mas eu sei, eu a conheço desde sempre, e ela gosta de você. – tocou minha taça com a dela e piscou os olhos.

R: Justamente por isso que ela está com o Puck agora, hm? – disparei ironicamente.

POV Geral

Puck e Quinn chegaram à casa do rapaz 30 minutos depois, durante todo o caminho no carro Quinn fazia carinho na nuca do rapaz com sua mão esquerda, ela gostava de ser carinhosa.

Eles desceram e foram caminhando abraçados até dentro da casa, a porta se abriu e estava tudo escuro, Quinn procurou o interruptor e quando o acendeu teve uma surpresa, rosas vermelhas estavam espalhadas pelo chão, fazendo caminho pela escada, provavelmente até o quarto do rapaz.

Q: Puck, oh meu Deus! – sorriu surpresa. – Obrigada, tá lindo. – beijou-lhe os lábios.

P: Você merece, vem comigo. – deu mais um selinho casto no rosto da garota e a puxou pelos braços.

Eles caminharam até a sala e Puck acendeu a luz, na sala também havia rosas pelo chão, porém brancas. Havia algumas almofadas no chão dispostas ao redor da mesa de centro onde o jantar os esperava.

[...]

Q: Noah, obrigada, o jantar estava ótimo e isso tudo... Isso tudo é mais do que eu esperava. – confessa acariciando o rosto do rapaz.

P: Eu já disse que você merece e se eu pudesse faria mais. – sorriu e a beijou.

O beijo foi se intensificando e a língua do rapaz pediu passagem, recebendo-a de imediato por Quinn. Esta se moveu na intensidade do beijou e se colocou no colo do rapaz, as mãos dele passeavam por sua cintura descoberta pela blusa e desciam até a bunda, onde ele apertava gentilmente.

P: Você quer subir? – perguntou ofegante.

Q: Adoraria. – respondeu com o pouco ar que conseguiu passando da boca para o pescoço do rapaz.

Puck se levantou com Quinn em seu colo e esta jogou a cabeça para trás enquanto caminhavam pela casa com Puck explorando seu pescoço, subiram a escada com mínima dificuldade e logo estavam no quarto.

Rachel e Santana já estavam no fim da 2° garrafa e Rachel estava visivelmente alterada.

R: irmãs! Poupe-me!!!!!!!!!!! Não somos irmãs, somos Santy? Eu e você? — perguntou se jogando para a latina agora que estavam no sofá.

S: Não Rachel... – foi interrompida por Rachel.

Esta a beijou fugazmente e foi correspondida. A morena foi se inclinando para trás trazendo o corpo da latina consigo.

S: Rach...el, não... – gemeu enquanto a morena fazia um jogo de morde e chupa em seu pescoço.

R: Eu quero você. – murmurou no ouvido da latina mordendo seu lóbulo e logo depois voltando sua atenção para a boca.

Alguns minutos depois Santana já estava apenas com a saia do uniforme e tinha uma Rachel de calcinha e sem sutiã por cima.

R: E Brittany? – perguntou sentindo a latina chupar seus seios.

S: Ela está com Artie... – respondeu brevemente.

R: Hmm... – gemeu em concordância.

S: E Quinn? – perguntou se afastando para encarar a morena.

Quinn estava deitada na cama de Puck com o rapaz por cima, ele estava se despindo de acordo com o que a intensidade do beijo permitia. Foi preciso quebrar o beijo para que ele pudesse tirar a camisa e ele o fez ficando de joelhos na cama.

Quinn se apoiou nos cotovelos e o encarou com desejo, aproveitou a deixa e tirou sua blusa, deixando seus seios à mostra, estava sem sutiã.

P: Você é gostosa. – sussurrou no ouvido da loira.

Q: Você também. – rebateu com desejo.

Puck desceu seus lábios esfregando-os pelo corpo de Quinn até chegar em seus seios, com uma mão ele acariciava o esquerdo e com a boca, chupava o direito. Quinn gemia em resposta.

Quando o rapaz voltou para beijar a boca Quinn pôde sentir a ereção do rapaz remexendo em sua perna. O rapaz voltou a ficar de joelhos e puxou a saia de Quinn com cuidado, beijou suas pernas e fez o caminho novamente até o seio esquerdo.

Quinn arranhava as costas do garoto e já estava cansada das preliminares, desceu as mãos até a barra das calças do rapaz e abriu o botão, em seguida o zíper, mas o membro do rapaz ainda estava preso sob a cueca. Este se remexeu sobre a loira e logo estava nu.

Quinn fitou o membro quando pôde e ficou satisfeita, não era algo assombroso, mas ela entendia o motivo do rapaz ser tão confiante.

R: Ela não importa. – respondeu e uniu os lábios da latina novamente aos seus.

As coisas estavam ficando cada vez mais quentes e Rachel sentiu quando Santana afastou sua calcinha e acariciou sua entrada com dois dedos. Ela estava molhada.

S: Você está muito molhada, Rachel. É isso que eu faço com você? – perguntou enquanto chupava os seios da morena.

Rachel não respondeu e Santana estranhou, levantou a cabeça e encontrou os olhos de Rachel petrificados sob desejo. Porém, estremecida.

S: Tá tudo bem? – perguntou retirando os dedos.

R: Eu... – respirou fundo. – Eu sou virgem. – fechou os olhos quando sentiu Santana se afastar.

S: Eu sinto muito, eu não queria ultrap... – apressou-se em lhe dar desculpas.

R: Tá tudo bem, eu quero fazer isso. – puxou a latina para lhe beijar.

Santana resistiu e encarou a morena.

S: Rachel, eu não vou ser sua primeira, nós mal nos falamos. – respondeu encarando os olhos castanhos.

R: Eu não me importo, eu quero! – disse quando sentou no sofá.

S: Eu me importo. E você merece alguém que te ame pra fazer isso com você e não sou eu. – respondeu entregando as roupas da morena.

R: Ela está transando com ele... – murmurou sofrida.

S: Hey, não chora! – limpou uma lágrima que escorreu pelo rosto da morena. – Ela pode estar, mas você não sabe.

R: Eu não quero mais minha virgindade. – disse cabisbaixa.

Santana sorriu e se sentou atrás da garota, abraçando-a.

S: Infelizmente você não pode desistir dela assim. – acariciou-lhe os cabelos.

R: Da Quinn ou da virgindade? – perguntou confusa.

S: De ambas. Guarde a sua para ela. Para alguém que você ame e te ame de volta. – Respondeu suavemente.

R: Ela está com o Puck. – rebateu tristemente.

S: Fisicamente...

Puck se remexeu e Quinn sentiu quando o membro dele encostou-se a sua intimidade, ele a beijou e ela o correspondeu.

Q: Camisinha... — gemeu durante o beijo.

P: Aqui, pera...

Puck se remexeu para o lado e abriu a cômoda, puxou uma cartela de camisinha e pegou uma, abriu e se endireitou para colocá-la. Durante o processo olhou para Quinn e estava mordia os lábios em resposta à cena que via.

Ele se remexeu novamente encostando-se à intimidade da loira que gemeu com o contato.

Ele inclinou o corpo para frente e pôde sentir seu membro entrando em Quinn, ela gemou de dor, mas ele estava ocupado demais extasiado em seu momento de excitação.

Q: Puck... – gritou ofegante.

O rapaz se remexeu e tirou o membro de dentro da loira, olhando atentamente para ela, que possuía uma expressão dolorida nos olhos.

P: Desculpa princesa... – deu um beijo casto em sua testa. – Desculpa. – agora em sua boca.

Q: Isso dói... – respondeu sofrida.

P: Só no inicio, eu prometo... – respondeu cuidadoso. – Posso tentar de novo? — Quinn assentiu de olhos fechados.

Q: Só... Vai devagar, ok? – Puck sorriu e concordou.

R: Principalmente. – respondeu apoiando as costas no peito de Santana.

S: Esquece... — Santana dizia, mas sentiu Rachel estremecer em seus braços. — O que foi isso? – perguntou preocupada.

R: Não sei, um sentimento ruim, gosto amargo na garganta. – respondeu deixando uma lágrima escapar.

S: Deve ser o vinho, vem, vou te colocar pra dormir. – falou levantando e puxando a morena.

Puck entrou em Quinn novamente, dessa vez mais vagarosamente e sentiu quando o hímen da loira rompeu contra seu membro. A loira gritou e ele parou, preocupado.

P: Quer que eu pare? – perguntou.

Q: Não, só deixa eu me acostumar com você aí dentro. – respondeu e sorriu fraco.

P: Ok... – respondeu e sorriu também, beijando os lábios de sua garota. – Eu te amo.

Q: Idem.

Notas finais
Sério, não tem necessidade de vocês me matarem, né?! Nem fiz Pezberry como queria, juro que queria que ela perdesse a virgindade com Santana mas achei que vocês iam se revoltar e tb né, ela é melhor amiga de Quinn, não queria uma treta maligna dps skjsksj Peço que confiem em mim, pode ser? Eu sei o que eu fiz com isso. Ah, quanto ao formato do cap, espero que não tenha ficado confuso, tentei intercalar as 'cenas' e acho que ficou legal, ficou ou n? Amores, se vocês quiserem sei lá, favoritar, recomendar...eu juro que não vou ficar chateada :33 Queria dizer tb que tô megaaa feliz com a quantidade de reviews que tô recebendo por cap, vocês são uns amores, sabiam?!