Notas iniciais
WHAT A SURPRISE skjsksjskjs

Uma semana havia se passado desde que Quinn e Puck haviam dormido juntos. Eles continuavam a repetir sempre que podiam, mas Quinn sentia que alguma coisa não se “conectava” na relação deles. Mas ela não negava que era prazeroso.

Em casa, ela e Rachel só falavam o necessário e evitavam ao máximo se encontrarem.

Era sexta-feira à noite – madrugada -, Puck e Quinn tinham acabado de sair de uma festa de comemoração pela vitória do time, e estavam discutindo sobre dormir ou não juntos.

P: Vamos Quinn, eu te trago amanhã cedo. – tentou mais uma vez.

Q: Não, que merda Puck! Eu não sou uma máquina de sexo, tá? – exclamou deixando o rapaz atônito. — Só me leva pra casa. – pediu olhando para fora do carro.

Noah parou o carro em frente à casa de Quinn alguns minutos depois e os dois ficaram em um silêncio desconfortável por um bom tempo.

Q: Eu só to cansada, amanhã é sábado e eu quero acordar tarde, Noah. – se explicou.

P: Ok, tudo bem.

Q: Tchau... – deixou um beijo na bochecha do rapaz e saiu do carro.

Na verdade, ela não queria ficar com Puck por que se pegava pensando em Rachel, dá primeira vez pensou que fosse por ambos serem judeus. Mas convenhamos que isso não fazia sentido. Outro ponto que incomodava a loira era que sempre que Santana ia lá, ela e Rachel ficavam horas conversando enquanto Quinn fazia sozinha, o que tinha que fazer.

Ela entrou em casa e cambaleou para o lado, estava tonta, mas não bêbada. Olhou para a porta ao seu lado e viu a piscina, de repente sentiu vontade de nadar. Ela abriu a porta e tirou as roupas, já de calcinha e sutiã quando ia pular, pensou: meus pais não estão em casa, Rachel está em casa, eu poderia estar bêbada. Sorriu maliciosa.

Quinn voltou para dentro da casa e subiu as escadas, chegou ao quarto de Rachel e a porta estava trancada, ela voltou uns passos e se olhou no espelho.

Eu sou sexy, ela não vai resistir.

Balançou a cabeça sorrindo incrédula enquanto pensava no que acabara de dizer. Voltou a andar e entrou no quarto, Rachel estava deitada, praticamente em posição fetal. E a loira atacou.

Ela saiu correndo e pulou na cama, fazendo a morena saltar assustada. Rachel acendeu o abajur e encontrou uma Quinn sorrindo abobada.

R: Que isso? Tá louca? – exclamou nervosa.

Q: Você é linda, Rach. – sorriu nervosa tocando o rosto da morena.

R: Você tá bêbada? – perguntou indignada.

Q: NÃO! CLARO QUE NÃO. – gargalhou.

R: Ok, claro que não. – levantou e trouxe o corpo da loira consigo. – Por que você tá quase nua? — perguntou fitando o corpo da loira.

Q: Eu quero nadar. – sorriu.

R: Cadê seu namorado Quinn? – perguntou cansada.

Q: Eu não preciso dele Rach, eu tenho você. – sorriu e fez coração com a mão.

A morena riu e murmurou um “ok” e começou a andar trazendo a loira consigo.

R: Tá tarde para nadar, dorme um pouco, amanhã quando acordar se você quiser você nada. – parou no meio do quarto quando percebeu que Quinn estava parada.

Quinn estava parada com a cabeça inclinada e um meio sorriso no rosto, o cabelo curto desgrenhado dava a impressão de que Quinn era um pequeno leão e foi impossível a morena não rir com seu pensamento.

Ela voltou uns passos e de frente pra Quinn, inclinou a cabeça na mesma direção da loira antes de dizer:

R: Vamos nadar. – a loira a abraçou e Rachel sentiu coisas com o corpo seminu de Quinn tocando o seu. – Só espera eu colocar um biquíni. – disse se desvencilhando do abraço da loira, mas Quinn a segurou.

Q: Não Rach. – disse manhosa. – Eu to de calcinha e sutiã, fica também. – disse se aproximando da morena.

Quinn soltou o braço de Rachel e levou suas mãos até a barra da blusa de dormir de Rachel, puxando-a para fora do corpo. Sem quebrar o contato visual, ela abaixou e tirou o short, deixando Rachel de calcinha e sutiã, igualmente a ela.

Quinn levantou e encarou a morena, ambas sentiam a tensão sexual ali presente, mas não falavam nada. Quinn sorriu e puxou Rachel, elas desceram a escada e logo estava do lado de fora, perto da piscina.

R: Quinn, tá frio. – se encolheu.

Q: Eu te esquento Rach. – disse entrando na piscina e fazendo sinal para que Rachel fizesse o mesmo.

Rachel fechou os olhos e entrou, quando abriu os olhos procurou por Quinn, mas não achou, girou algumas vezes e chamou pela loira.

Alguns segundos depois Quinn emergiu da água assustando a morena que espirrou água contra ela, Quinn tentando impedir agarrou a morena, e então elas estavam abraçadas. As mãos da loira em contato com a cintura da morena por debaixo d’água transmitia uma corrente elétrica que ambas sentiam e não estavam mais dispostas a negar.

R: Você vai me beijar agora ou não? – perguntou mordendo os lábios.

Quinn sorriu abertamente e uniu seus lábios aos de Rachel.

Era um beijo calmo e apaixonado, mas aos poucos, pelo ritmo ditado por Rachel, foi se tornando feroz e íntimo, as mãos passeavam pelos corpos sem pudor algum e elas foram caminhando até a borda da piscina, onde Rachel prensou Quinn fazendo-a gemer num misto de dor prazer.

Q: Você poderia me deixar dominar uma vez? – perguntou ofegante.

R: Oh, você quer dominar? – perguntou maliciosa.

Q: Eu adoraria. – Quinn se afastou da borda e empurrou Rachel contra a mesma.

A morena arqueou as costas e apertou as pernas contra o tronco de Quinn. Quinn tinha uma mão na cintura e outra no cabelo, ela queria mais. Ela desceu a mão na cintura e tocou Rachel em seu centro, afastando a calcinha e estimulando seu sexo.

R: Quinn... Não, pera... – concluiu com dificuldade.

Q: O que? Por favor, eu quero te sentir. – sussurrou em seu ouvido, fazendo a morena gemer.

R: Eu também, mas...

Q: Não Rach, sem mas...

R: Eu sou virgem. – interrompeu nervosa. – Mas eu quero fazer isso com você. – explicou.

Q: Rach, eu sinto... Você tem que fazer isso com alguém que você goste, alguém especial. – sorri carinhosa.

R: Você é especial. – segurou o rosto da loira enquanto esta balançava a cabeça negativamente. – Você é.

Q: Você gosta de mim? – perguntou angustiada.

R: Mais do que eu deveria... – confessou abaixando o rosto.

Quinn apoiou a cabeça no peito de Rachel, mas não respondeu. Rachel já estava arrependida do que tinha dito. Estava para desvencilhar-se do corpo da loira quando ouviu um fungado.

R: Você está chorando? – subiu o rosto da loira e a encontrou com os olhos vermelhos. – Quinn! Por favor não, desculpa... – começou a chorar também. – Desculpa...

Q: Não é sua culpa. – limpou as lágrimas da morena e sorriu.

R: Eu disse que gosto de você e você começa a chorar, claro que é minha culpa. –disse deixando mais lágrimas escorrer.

Q: Eu to chorando por que... Eu também gosto de você e, e isso é errado Rach! – limpava as lágrimas da morena enquanto esta limpava as suas.

R: Não é errado...

Q: Não Rach, é errado sim. Somos irmãs. – murmurou sofrida.

R: Para com isso! – exclamou alterada. – Não somos.

Q: Podemos não ter crescido juntas, não ter sentimentos fraternais uma pela outra, mas Rach somos oficialmente irmãs. – explicou o que para ela estava claro.

R: Oficialmente? – a loira assentiu. – Como assim? Qual... Qual seu nome todo Quinn? – a loira abaixou os olhos antes de erguê-los e dizer:

Q: Lucy Quinn Fabray Berry. – sussurrou sem som.

Rachel a empurrou pelos ombros e fechou os olhos sentindo cada parte de seu corpo arder.

R: Ele te adotou? MEU PAI TE ADOTOU?! – gritou nervosa.

Q: Nosso pai... – murmurou.

R: Oh meu Deus. – disse se sentando na beira da piscina.

Q: Tá tudo bem? – perguntou sem jeito.

R: Não Quinn, enquanto você tinha tudo com ele, eu só o via 1 vez por ano, no mínimo. – derramou algumas lágrimas. – Ele me substituiu, tipo, vocês nem sabiam que eu existia. – exclamou com obviedade.

Q: Hey, não Rach. Ele sabe que não é meu pai de verdade, ele não falou de você por que... não sei, deveria ser doloroso para ele. – tentou explicar.

Quinn não percebeu em que momento se aproximou de Rachel, sabia apenas que estava abraçada a ela agora.

R: Então somos irmãs... – falou pensativa.

Quinn levantou o olhar e encontrou Rachel olhando para cima encarando as estrelas, era uma imagem linda.

Q: Somos. – a morena baixou o olhar e encontrou os olhos da loira. – Mas eu ainda gosto de você. – disse com um sorriso tímido no rosto.

R: Que bom. Por que eu também gosto de você. – mordeu o lábio e sorriu.

Notas finais
Sério, você deveriam me amar, comentar, favoritar, recomendar, sair com plaquina rua, pedir p anunciar no rádio e td mais q pudessem, olha que amor eu postando outro cap com o que você queriam, pois é...... obg aos comentários do anterior! Vou dedicar esse cap à Maria que disse que a magia Faberry tinha acabado no outro, conseguimos recuperar miga? Espero que sim ♥