Just Give Me A Reason
12 Insanos!
Notas iniciais

Pov Stefan!
Eu havia me esquecido de como era bom ter uma companhia agradável de uma mulher, de como elas nos faziam rir quando diziam coisas desconexas, e que bem, é o que elas mais falam. Eu estava me divertindo com Gabriela, e deveria me lembrar de agradecer Damon mais tarde.
Gabriela comia um algodão doce em forma de coração rosa, em que eu havia comprado pra ela, já que vi seus olhos brilhando quando ela viu o senhor que vendia algodão doce. Ela contava como sentia falta do Brasil, e dos seus planos para o futuro. Ela também se formaria em medicina e isso me agradava, percebi que ela não era tão boa em fazer piadas, assim como eu, éramos péssimos, mas eu ainda me saia melhor que ela.
Eu já havia mostrado a cidade inteira para ela, os pontos mais importantes e chamativos... Enquanto mostrava á ela a cidade, contava sobre as lendas da cidade, ela acreditava e dizia sentir leves calafrios, brincou dizendo que iria bater na minha porta a noite caso ela não conseguisse dormir, e que a culpa seria minha.
Estava a levando para a cachoeira, era lindo aquele lugar, e ele me trazia uma sensação de paz, estávamos no carro, ela comia o algodão doce, como se nunca tivesse comido um.
– Isso não tem lá no Brasil? — perguntei sorrindo.
– Claro que sim, é lá que a criançada faz a festa! — ela disse rindo, e enfiando na boca o último pedaço, e naquele momento eu paralisei em sua boca.
Isso estava acontecendo com freqüência, esde a noite passada, desde quando a vi pela primeira vez.
Sorri e olhei pra frente, desconcertado já que ela havia percebido a forma que olhei sua boca.
– Já estamos chegando? — perguntou, tentando tirar o clima que havia formado dentro do carro.
– Quase lá! — sorri.
Comecei a pensar em como Gabriela era realmente bonita, e não só por fora como também por dentro, mesmo que eu a conhecia a menos de 24 horas, eu já sabia o suficiente para ter essa conclusão. Ela era uma morena de tirar o fôlego, tinha a mania de passar a língua nos lábios, como se quisesse provocar, mas depois percebi que ela fazia aquilo por pura inocência, mesmo assim, mexia comigo... A forma que ela mexia em seus longos cabelos, castanho escuro, em como ela colocava uma mecha atrás da orelha que teimava escapar, de como aquele olhar caramelado se encontrava com o meu, e seus longos cílios piscavam excessivamente até ela desviar o olhar, e seu rosto corar. Aquilo tudo me atraia, e deixava meu coração a ponto de pular pela boca, bela expressão para um homem eu sei, mas era isso que eu sentia. Fazia tanto tempo que eu não sentia algo daquele tipo, que já não lembrava o que aquilo significava, acho que Damon poderia saberia melhor do que eu, dado as circunstâncias.
– Sabe se você ficar desse jeito ai me olhando de canto, com os olhos brilhando, eu vou ser obrigada a invadir sua mente. — ela disse como se tivesse falando algo normal, e olhava a paisagem pela janela. Eu ri alto, pois pela primeira vez no dia, ela tinha feito uma piada boa, ela não era tão ruim quanto achei que fosse.
– Eu só estava pensando em como você é linda! — sem que eu percebesse, eu já tinha falado.
Ela me olhou com um certo brilho nos olhos, e seu rosto corou novamente, ela deu uma risadinha nervosa e sem graça, e de novo colocou a mecha que escapava, atrás da orelha.
– Agora me fala, você tem mesmo o dom de ler mentes? — brinquei, pra aliviar um pouco da tensão.
– Quer tentar? — ela perguntou me olhando e nesse momento eu havia parado o carro pois havíamos chegado, e ela continuo me olhando, agora passando a língua nos lábios que me dava vontade de beijá-la.
– Quero! O que estou pensando agora? — perguntei me virando pra ela, e sorrindo.
Ela hesitou um pouco, e tomou sua posição de vidente.
– Agora você está pensando, se foi mesmo uma boa ideia sair comigo, já que sou louca. — ela disse séria e depois começou a gargalhar.
– Nossa! Você lê mesmo mentes. — eu disse rindo e ela fechou a cara mas logo voltou a sorrir.
Ficamos alguns segundos nos olhando, pela primeira vez ela fixou seu olhar em mim sem desviar depois.
Nossos rostos foram se aproximando, eu estava me inclinando e ela também, eu tirei meu olhar do dela e fixei em sua boca, que agora estava entreaberta, e ela respirava com dificuldade.
E foi ai que eu não aguentei e a beijei, o beijo era calmo, e eu apreciava o gosto daquele beijo que era quente e tinha o gosto doce do algodão que ela havia comido, ela passou os seus braços em volta do meu pescoço e eu passei os meu em volta da sua cintura a trazendo pra mais perto, apesar de não ter dado muito certo já que estávamos no carro, era meio que desconfortável.
Ela passou seus dedos em meu cabelo, dando leves puxadas e ao mesmo tempo fazia carinho. O beijo estava começando a ficar rápido, e as coisas começaram a esquentar, e tivemos que separar os lábios, porque a necessidade de respirar havia chegado.
Joguei meu corpo no banco, tentando controlar minha respiração, ela também fazia o mesmo. E quando o oxigênio entrava nas minhas narinas e indo para os pulmões, o meu cérebro voltava a funcionar, e eu me senti envergonhado pelo que eu havia acabado de fazer, não era certo, mesmo que ela tenha correspondido meu beijo, não era certo. Eu a conhecia menos de 24 horas, mesmo que eu a queria desde o primeiro momento eu tinha que ir com calma.
– Desculpa Gabriela... Eu... Eu não...
– Não foi nada Stefan, eu também quis isso. — ela disse sem olhar pra mim.
Fiquei mais uns segundos ali parado e pensando até que ela invadiu o silêncio.
– Uau! Que lugar lindo! — exclamou com o olhar vidrado para cachoeira e eu concordei.
Abri a porta e desci, contornei o carro e abri a porta dela. Ela permanecia vidrada na linda paisagem que tinha a nossa frente, realmente era incrível o lugar, parecia aqueles lugares que você só vê por foto.
Gabriela desceu sorrindo, e eu ofereci meu braço, como um cavalheiro para que ela pudesse encaixar o seu no meu, e ela fez isso.Havia uma ponte que levava até a escada do outro lado para subir no alto da cachoeira.
– Isso é lindo. Uau! Preciso tirar uma foto disso aqui! — disse ela pegando o celular no seu bolso e eu apenas sorri.
Ela tirou várias fotos enquanto andávamos na ponte, e eu ficava a observando e vendo o quanto ela era feliz, linda, e extrovertida, e tinha um sorriso lindo que me deixava desconcertado. Não sei porque, mas eu gostava quando ela encaixava seu braço no meu, e quando ela se afastava eu ficava querendo a puxar de volta. Eu gostava da sensação que eu sentia quando estávamos próximos, dos leves arrepios... Já estávamos no alto da cachoeira, e era uma colina realmente bonita, Gabriela adorou e tirou várias fotos. Eu gostava de ir ali, e lembrar de meus pais e de....
– Hey! — ela disse me tirando dos meus devaneios.
A olhei sorrindo e ela tirou foto.
– Não Gabi! Apaga essa foto... — eu disse rindo.
– Não vou apagar, — ela mostrou a língua e eu paralisei na boca dela e no sorriso tímido que se formou logo depois.
– Porque?
– Quero ter uma foto do seu sorriso pra guardar como lembrança... — ela disse, e suas bochechas choraram, e eu sorri.
– Eu também quero uma foto sua... O seu sorriso é lindo! — eu disse e ela corou.
– Tira uma foto comigo? — perguntou meio sem jeito, e ao mesmo tempo tentando tirar a tensão que estava se estendendo entre nós.
– Claro!
Ela então se aproximou de mim, ficando um pouco a minha frente, eu encostei nela, ela sorriu, segurou seu celular no alto para que pudesse tirar a foto e eu beijei seu rosto olhando para o celular. Ouvi o barulho da câmera indicando que já havia tirado a foto, e tirei meus lábios do rosto dela lentamente, ela fechou os olhos e sua respiração acelerou. Sua boca estava entreaberta me fazendo focar toda a minha atenção ali.
– Então como saiu a foto? — perguntei pra tirar aquele clima, eu não podia a beijar, não era certo.
– Ficou linda, vou postar! — ela disse meio sem jeito.
– Posso ver? — perguntei e ela me olhou, sorri.
– Claro! — me entregou o celular e eu peguei.
A foto havia saído legal, mas eu só via Gabriela ali, ela era linda.
Aproveitei o momento para ver a foto que ela havia tirado e que eu sai ridículo.
– Não apaga Shrek! — ela fez a voz manhosa vindo pra cima de mim.
– HA-HA! — eu brinquei segurando o celular.
– Me devolve o celular?! — pediu.
– Vem pegar! — eu ri e ela fez bico.
Comecei a correr, mas não foi muito longe ela tomou o celular.
– Sou boa em corridas e em pegar as coisas dos outros. — ela piscou e eu fiz bico.
Ouvi o som de captura da foto e a olhei.
– Sorry! Mas não pude deixar de tirar essa foto, você estava tão lindo com esse biquinho... — ela fez uma carinha fofa e correu.
– Eu vou te pegar. — eu disse indo atrás dela.
– Duvido! — ela gritou.
Corri e a alcancei, envolvi suas cintura com meus braços, e nos dois caímos no chão, ela caiu em cima de mim. Começamos a rir, e quando a risada cessou ela mordeu seu lábio inferior, e eu acompanhava com meus olhos fissurados em sua boca.
– Eu não consigo... Acho que. vou te beijar. — eu disse e ela assentiu com um sorriso.
E eu a beijei, como no carro o beijo começou calmo, mas logo foi acelerando. Gabriela passava seus dedos pelo meu cabelo, enquanto as minhas mãos subiam e descia pelo seu corpo. Tivemos que separar nossos lábios pela falta de ar, ela me olhou com desejo seus olhos exalava luxúria e um sorriso sapeca brincou em seus lábios. Ela me puxou fazendo eu me sentar e ela ficar sentada em meu colo. Eu a olhei e sorri, e voltei a beijá-la. O beijo estava mais quente e rápido do que antes. Gabriela dava leves arranhões em minhas costas, enquanto eu apertava suas coxas e passava mão em sua barriga que estava a mostra.
De repente, pingos de chuva, começou a cair e nos molhar, mesmo assim não paramos, continuamos o beijo, mas foi só quando ela começou a ficar mais forte que paramos.
– Acho melhor irmos, se não quiser pegar um resfriado... — eu disse rindo e ela riu também.
Levantamos e descemos a escada, que dava acesso a, ponte para o outro lado, e corremos, a chuva já estava forte.
Chegamos ao carro, encharcados e entramos.
– Nossa! Seu carro vai ficar todo molhado... — ela disse rindo.
– Era ele ou nós. — eu disse e ela assentiu.
Dirigi para casa, e ela não havia dito nada e eu preferi também não dizer nada.
O meu celular começou a tocar e eu atendi, era Damon.
Ligação On*
– Hey Damon!
– Stefan, eu acho que chegarei a noite em casa, esta chovendo muito, e nessas condições não dá pra pegar a estrada.
– Tudo bem, qualquer coisa dorme aí e vem amanhã cedo. — eu disse.
– E deixar a Ana sozinha? Não, eu estarei ai de madrugada.
– Ela não estará sozinha Damon...
– Mas eu vou hoje mesmo assim, até mais Stefan. — ele disse e desligou.
Ligação Off*
– Acha que a Analizzie estará em casa? — perguntei pra Gabi que me olhou e sorriu.
– Tenho certeza que não, Ana não gosta de ficar sozinha. — ela me olhou sorriu tímida.
E eu só consegui pensar em Damon e Ana... Damon possessivo e Ana liberal, isso não ia dar certo.
Pov Ana!
Depois daquele momento totalmente sexual, e muito selvagem e com algumas pitadas de carinho, e alguns poucos minutos de conversas que não levaria em lugar algum, pois, nós dois não éramos o mais certo dos casais, e por isso não adaptava sermos um; mesmo com o pequeno almoço que ambos fizemos juntos como se fossemos mesmo casal, e comemos juntos, rindo de coisas alheias, não éramos. E estávamos na estrada de volta pra Mystic Falls, eu não conseguia conter o sorriso que estava estampado na minha cara, eu estava contente, não sei porque mais estava, quer dizer eu sabia, mas, não era pra ser tanto, nunca fiquei assim só porque consegui ir pra cama com um cara, e talvez seja isso, eu fui pra cama com o cara mais misterioso, intrigante, e sedutor que eu já tinha visto, depois do Damon é claro. Ele tinha algo misterioso em seu olhar, e tinha uma postura fria que eu adorava, era frio normal mais na cama era tão quente quanto o fogo do inferno — não que eu tenha ido ao inferno, mas entendam — E aquele ser totalmente sedutor que me deixava a mercê dele, e submissa de seus toques e sua voz, o dominador cujo tinha olhos de um serial killer que eu sabia que não era, mais era excitante aquilo. Agora ele olhava pra mim com um sorriso malicioso, e eu retribuia.
– Algo em troca pelos seus pensamentos? — eu disse invadindo o silêncio.
– Uma noite comigo? — ele sorriu e eu mordi o lábio inferior.
Uma noite com ele? Meu Deus que tentação, fiquei excitada só de relembrar o corpo dele colado no meu, e o que ele fazia comigo, e ao imaginar que isso poderia se repetir aquela noite, senti um balde de agua fria sendo jogado em mim, ao lembrar de Damon , e que eu não deveria fazer aquilo, mesmo que não tivéssemos nada, mais eu estava na casa dele e isso não era nada educado.
– Adoraria mais não posso... — eu disse desfazendo o meu sorriso e olhando pra janela.
Ele não disse nada, provavelmente havia se lembrado do mesmo que eu... A chuva caia, e ele dirigia devagar pois não dava pra enxergar muito. Eu estava com a sua jaqueta, e eu abracei meu próprio corpo imaginando estar abraçando ele, e o seu cheiro naquela jaqueta era forte, e eu inalei profundo, fechando os olhos.
– Quando volta pra New York? — ele perguntou com o tom de voz diferente, frio novamente.
– Amanhã...
– Hum...
Foi apenas isso que ele disse, e mantemos o silêncio... E eu comecei a pensar na diferença entre Damon e Klaus.
Damon agora estaria fazendo de tudo pra me fazer rir, estaria conversando algo sem sentindo, pra que não ficássemos estranhos depois de termos feito sexo, ele estaria fazendo elogios e dizendo como queria me pegar depois, e com certeza seria de todas as maneiras. Damon era alguém que poderia ser meu melhor amigo, com uma amizade colorida, e isso seria divertido. Porque Damon não parece ser um cara que do tipo de namorar, ele é o tipo de cara que curte um relacionamento aberto, e se fossemos ter algo a mais que a amizade colorida, seria o relacionamento aberto... E Klaus... Klaus era intrigante, e frio, ele era muito bom na cama, muito mesmo, e sempre que eu lembro disso o fogo e a vontade de fazer sexo com ele, ficavam a flor da pele e eu não podia me conter. Respirei fundo tentando dispensar aquela lembrança fresca de alguns minutos atrás, e voltei a pensar no que eu estava pensando.
Klaus depois daquele sexo selvagem e dominante, teve sim seu momento distraído comigo, como na hora em que comemos juntos e conversamos sobre qualquer coisa, mais aí foi só ele entrar naquele carro que ele se manteve calado e não é que eu queria que ele fosse carinhoso comigo, é só que era chato ficar naquele clima...
"Mas também você tinha que lembrar a ele que transa com o Damon e que provavelmente hoje você vai transar com ele, do jeito que voce está sendo ridícula Analizzie! E se esqueceu de como ele te tratou na cabana?" A minha parte sensata estava voltando, e trazia com ela os acontecimentos, me mostrando a grande besteira que eu estava fazendo, e fazendo eu sentir envergonhada pela primeira vez na vida...
– O que vai acontecer? — perguntou com aquele tom frio dele.
– O que? — perguntei olhando a água escorrer no vidro.
– Eu, você e o Damon... Vai contar pra ele dessa tarde, ou vai mentir igual fez com o beijo ? — perguntou, e eu tive que respirar fundo e pensar no que responder porque nem eu sabia o que iria acontecer, afinal eu iria embora no outro dia, e tudo ficaria bem não é? Eu acho que não voltarei a vê-los tão cedo, então porque se preocupar, certo? Certo.
– Eu e Damon não temos nada tão sério a ponto de eu ter que dar explicações pra ele sobre o que eu faço ou deixo de fazer. Mas também o que temos não é algo que não vale nada, a ponto de eu fazer o que fiz essa tarde com você... Quer dizer, Damon ofereceu sua casa pra dormimos, e eu não poderia fazer isso com ele, isso não é muito educado... Eu não sei o que vai acontecer, e tenho medo do que possa acontecer, eu só deveria ter sido mais prudente e deveria ter evitado isso... — eu disse isso mais pra mim do que pra ele, porque as coisas começavam vir a tona, e meu lado sensato me julgava de todas maneiras por ter me deixado levar pelo meu lado vadia. Quer dizer eu já fiz isso, várias vezes, peguei dois, e as vezes três, mais nenhum sabia da existência do outro, nenhum me ofereceu sua casa pra dormir alguns dias, até porque eu tinha minha casa, e tem vários motéis por ai, e a cidade em que vivíamos era imensa, ao contrário de Mystic Falls. Klaus e Damon se já não se gostavam só iria piorar a situação deles, e por minha culpa.
"Droga Ana o que você foi fazer?" Pensei.
– É isso Stewart? -ele disse com um tom irritado, porque com certeza ele tinha dito algo e eu não prestei atenção, ele estava parando o carro, e pensei que tínhamos chegado, olhei pela janela e percebi que ainda estávamos na estrada e lá fora a chuva caía batendo com força no carro.
– Porque parou? — ignorei a pergunta dele com outra.
Ele estava irritado, respirou fundo fechando os olhos, enquanto eu fiquei morrendo de vontade de beijar seus lábios que agora estavam pressionados com força um com o outro. Klaus soltou o ar e abriu os olhos, suas pupilas estavam dilatadas, e eu não saberia dizer se aquilo era desejo ou ódio.
– Porque não dá pra termos essa conversa, com eu dirigindo com essa chuva toda, não sou tão louco de levar nos dois pro buraco, eu ainda quero viver, não sei você, mais eu sim! — ele disse com um leve tom de irritado, e eu apenas o olhei e assenti com a cabeça.
– Me responde Stewart! Você se arrepende? — perguntou.
– Do que Mikaelson? — se era pra chamar pelo sobrenome então que vamos lá.
Ele pareceu não gostar pois vi uma pitada de irritação aumentar.
Ele tirou o cinto de segurança e se aproximou de mim trazendo o cheiro do sabonete que impregnou em seu corpo, e me lembrando do banho que tomamos juntos, antes de irmos embora.
– Hum? Você se arrepende de ter sentindo o meu toque Stewart? — ele acariciou meu rosto e eu estremeci. — Você se arrepende de ter sentindo meus lábios beijando cada pedacinho do seu corpo? — continuou e se aproximou mais, beijando o canto da minha boca e indo até o meu pescoço dando outro beijo lá, e eu a essa altura já estava ofegante, e olhos fechados sendo torturada, querendo agarrar ele, mas Klaus tinha um controle em mim sobrenatural que me deixava submissa dele. — Você se arrepende de ter me ouvido sussurrar em seu ouvido, dizendo coisas insensatas que te faziam delirar e gritar meu nome? — ele sussurrou em meu ouvido com aquele sotaque, que meu Deus, eu já sentia minha parte íntima molhada, e estava arrepiada, e todo o meu corpo clamava por ele. Ele mordeu o lábio da minha orelha e continuou — Arrepende Stewart? Se arrepende disso? — ele colocou sua mão por de baixo da minha blusa e tocou meu seio por cima do sutiã. E eu gemi baixo.
– Se arrepende de sentir novamente o gosto do meu beijo? — ele sussurrou mordendo o lóbulo da minha orelha, e brincava com o bico do meu peito, enquanto eu já entrava em delírios ele me beijou. E eu o beijei com vontade, como eu poderia me arrepender daquilo? De ter ficado com aquele homem que me levava ao paraíso só com aquele sotaque? Nem sendo muito sensata eu me arrependeria, nenhuma mulher se arrependeria. Ele tirou o meu short enquanto eu tirava a sua jaqueta, ele me dava leves mordidas, enquanto eu o arranhava com força por cima da sua camiseta. Paramos o beijo por falta de ar, e aproveitamos pra tirar o resto da roupa, eu tirei sua camiseta, e ele tirou a minha e meu sutiã, olhou para os meu seios que estavam pontuados, pois estavam arrepiados, e sorriu malicioso, logo abocanhou um deles e brincou com o dedo com o outro. Mas logo parou, porque naquele momento ambos queríamos pular as preliminares e ir pra parte que mais interessava, a parte em que ele se enfia em mim. Klaus desabotoou sua calça e tirou ela e a boxer, tirou a minha calcinha e me pôs no colo dele sentada. Esfregou seu membro duro na minha parte íntima, e sem mais delongas enfiou dentro de mim, e eu gemi alto o seu nome, ele me olhou com os olhos brilhando em excitação e perguntou:
– E o mais importante, se arrepende disso? — ele disse segurando forte a minha bunda e dando uma estocada forte me fazendo arcar o corpo pra trás encostando no volante e me fazendo gozar chamando seu nome. Meu corpo estremeceu com a chegada do orgasmo e ele me puxou pra ele, fazendo nossos corpo ficarem colados, e logo apos ele também gozou, dizendo meu nome e eu sorri.
Eu ainda estava sentada no seu colo, com a cabeça em seu ombro, e ele tinha suas mãos em minha cintura, nossa respiração estava se acalmando e era hora de eu responder a todas as suas perguntas.
– Isso que acabou de acontecer responde as suas perguntas? — perguntei e ouvi ele sorrir.
– Eu não me arrependo de nada, tudo o que fizemos hoje foi realmente maravilhoso, eu adorei.- eu disse agora olhando em seus olhos, e ele olhava pro meu cabelo enquanto passava a mão nele.
– Você me tira do sério... Você me deixa louco... Você... Me deixa insano Analizzie... Desde que te vi.... — ele falou agora olhando em meus olhos, e eu sorri, meu coração faltou pular pela boca, e aposto que dava pra ele ouvir batendo. Klaus sorriu tambem e me puxou para um beijo calmo, terminando com um selinho e um beijo na minha testa.
– A chuva parou, é melhor irmos antes que sintam a sua falta, se.não ja sentiram... — ele disse com uma voz rouca, e eu protestei eu queria ficar ali curtindo aquele momento, coladinha com ele, e ele me fazendo carinho.
– Ana, vamos... — foi a primeira vez que ele me chamou de Ana e eu sorri.
Sai do colo dele, e comecei a me vestir, ele ergueu sua calça e sua boxer, vestiu rapidamente sua camiseta, e já começou a dirigir enquanto eu ainda me vestia, ele riu de mim toda atrapalhada e acariciou o meu rosto, e naquele momento tudo o que eu queria, era que eu pudesse ter ele sempre daquele jeito...
*
Chegamos em Mystic Falls.
– Você quer que eu te leve até a casa dos Salvatore? — ele disse com um tom diferente, como se.fosse ciúmes e eu sorri.
– Acho melhor você me deixar naquele pub, eu quero evitar problemas... — eu disse e ele assentiu.
– Vou te ver novamente? — ele disse o que eu tanto esperava, eu queria que ele me visse.
– Você quer me ver de novo? — olhei e ele sorriu encostando o carro em frente ao pub.
– Você não? — ele disse se inclinando até mim e eu o beijei.
– Me encontra em New York?! — pisquei.
– Pode ter certeza que sim Stewart! — ele disse e eu sorri.
– Vou te esperar... Até mais Klaus.... — eu disse com uma pontada no coração e uma vontade de chorar.
Ele acariciou meu rosto e sorriu fraco.
– Até mais Analizzie... — e eu abri a porta e sai, olhei uma última vez pra ele que piscou e sorriu. Dei uma arrumada em meus cabelos, dei graça aos céus por.minha roupa ter secado, e entrei no pub.
Eu precisava beber até cair e apagar, precisava disso pra não ter que encarar o Damon, eu não estava afim de o encarar, porque se eu o encarasse eu não sei se seria forte o suficiente para não cair nas provocações dele, ainda mais com a vadia interior tendo total controle agora. Sentei no banquinho do balcão e pedi uma dose de uísque. Katherine provavelmente teria saído com aquele cara, que estava com o Klaus, e a julgar pela forma que se olhavam, ali tinha alguma coisa.
O rapaz loiro que eu estava flertando antes do Klaus sorriu pra mim, e eu sorri de volta, mas foi mais por educação. Virei uns cincos copos de uísque, enquanto conversávamos e o tempo passava, e agradeci mentalmente por minha vadia estar descansando e não ter agarrado àquele garçom.
– Analizzie! — ouvi Gabriela me chamar e me virei pra ela.
Stefan estava ao seu lado, e eu fiz minha cara de " eu sei o que aprontaram" ele sorriu tímido, enquanto uma Gabriela eufórica me abraçava e sussurrava em meu ouvido, que tinha muita coisa pra me contar, e qualquer coisa que fosse não seria tão melhor quanto o que eu tinha pra dizer a ela.
– Ficou todo esse tempo sozinha? — Stefan perguntou.
– Fiquei aqui com a companhia desse gatinho... — apontei para.o garçom e vi Klaus entrando.
Droga! O que ele tava fazendo ali? Eu não saberia me controlar perto dele, e na frente do Stefan seria a pior coisa.
Olhei para o garçom que sorria e eu pisquei.
– Você ficou o tempo todo bebendo? — Gabi perguntou. Haha! Ela nem imaginava o que fiz aquela tarde.
– Não, comecei a beber agora. Estava com a Katherine, mais ela saiu com uma cara charmoso. — sorri, Stefan congelou.
– Conhece a Katherine? — Ele perguntou.
– Foi ela quem nos deu carona de Savannah pra cá, elas nos contou sobre você... — disse Gabi.
Ele fitou o chão, mas logo nos olhou e sorriu.
– Ela é uma ótima pessoa. — disse e nos assentimos.
Klaus estava sentado em uma mesa e parecia ter tomado banho, me perguntei quanto tempo se passou, ou ele que foi rápido. Ele não parava de olhar pra mim, enquanto eu disfarçava.
– Como foi o passeio de vocês? Chegaram agora? — perguntei, tomando mais um copo de uísque que Gabriela tirou da minha mão.
– Hei! — protestei.
– Você já bebeu demais. — ela esbravejou.
– Qual é conta ai o passeio de vocês, enquanto eu continuo me divertindo com a bebida. — sorri fazendo drama e Gabi revirou os olhos.
– Chegamos agora, não deu pra aproveitar muito já que choveu. — Stefan falou olhando pra Gabriela, e ela corou.
Humm, então tinha rolado algo.
– Stefan! — aquela voz que eu conhecia perfeitamente, soou. Era Klaus trazendo aquele seu perfume francês e me fazendo estremecer.
– Klaus! — Stefan o abraçou.
– Stewart... Gabriela... — ele nos cumprimentou com um sorriso e uma piscada, eu acenei com a cabeça fingindo não ser atingida com aquele sorriso. Gabriela deu "oi" animado, e percebi o incômodo do Stefan. Ciúmes, será?
– Não tinha ido à New York? — perguntou Klaus a Stefan. Gabriela me olhou e eu peguei meu copo com uísque.
– Foi cancelada a reunião. — Stefan explicou.
– Ah sim... — Klaus disse e me olhou.
– Então imagino que assim como eu, vocês estão loucos pra ir pra casa e tomar uma ducha daquelas, hum? — eu disse me levantando e Klaus me olhou, eu desviei o olhar para que ele parasse de dar Bandeira pois Gabi percebeu e fez aquela cara típica de " Você vai me contar tudo depois!"
– Ainda é cedo e podíamos beber um pouco hum? — Klaus disse e olhou pro Stefan.
– É uma oferta tentadora Klaus, mas eu preciso mesmo de um banho, passei a tarde toda aqui e já vai escurecer. — eu disse mordendo o lábio e ele riu, obviamente que foi por causa da parte "passei a tarde toda aqui"
– Vão tomar um banho e voltem... Stefan? — Klaus perguntou.
– Ah, o que acham meninas? — Stefan perguntou.
– Terá uma festa mais tarde na Mystic Falls High School. Aposto que querem se divertir não? — Klaus estava fazendo de tudo pra sairmos com ele e parece que conseguiu.
– Oh, é verdade, esqueci dessa festa! Vocês não podem ir embora amanhã sem antes ir em uma festa, mesmo que seja ruim, aqui em Mystic Falls. — Stefan disse animado.
Gabi sorriu e confirmou que iria, toda feliz pro meu gosto, enquanto eu olhei com os olhos semi-cerrados para um Klaus com um sorriso vitorioso nos lábios.
– Então vamos logo que eu preciso de um banho demorado e de tempo pra me arrumar. — eu disse levantando e quase caindo de volta. Klaus me segurou.
– Acho que vão ter que corta a bebida de alguém aqui em. — Klaus disse perto do meu ouvido me segurando por trás e me deixando excitada só com o toque. Me soltei rapidamente dele enquanto Stefan e Gabi riam.
– Nem pensem em fazer isso, hoje eu preciso encher a cara! — eu disse saindo da roda enquanto os três riam.
Eles vieram atrás de mim. Stefan disse ao Klaus que era para ele nos encontrar na festa. Klaus assentiu e piscou pra min, quando Gabi e Stefan deram as costas pra ele. Eu dei um meio sorriso e acompanhei o mais novo casalzinho até o carro.
Eu precisava ficar deslumbrante aquela noite, pois eu sabia que um britânico estaria me esperando pra dar uma fugida em uma daquelas salas de aula daquele colégio.
E mais uma vez o meu lado sensato estava indo pro ralo, e adivinhem? Eu estava adorando.
Pov Damon!
Eu estava voltando pra Mystic Falls. Estava um pouco irritado com alguns acionistas, teria que ter uma conversa seria com o Stefan sobre cuidarmos com nossas próprias mãos a empresa, caso não quiséssemos ir a falência. Também onde estávamos com a cabeça deixar aquela empresa enorme nas mãos de um empregado? É claro que ele não iria perder a chance, mesmo tendo como pagamento uma grana alta ele iria querer a empresa inteiramente pra ele. Ele se assustou quando viu eu ao invés do Stefan. Stefan confiava demais nele, e eu saquei tudo de primeira, ele estava bem nervoso, enquanto eu estava sentado na cadeira da presidência que era o meu lugar desde sempre. Percebi que os acionistas ficaram aliviados com a minha presença, e me contaram sobre a quantidade de dinheiro que estava faltando na empresa, e que Peter o nosso laranja, tinha alegado que eu e Stefan estávamos pegando dinheiro da empresa, que só podia ser nós. Ele engoliu em seco quando dei essa resposta: " Em primeiro lugar, quero dizer que nem eu e nem Stefan, nunca pegamos dinheiro da empresa e nunca vamos pegarmos. Em segundo; Acho que você deveria checar e perguntar as coisas antes de dar como certo qualquer coisa Peter!"
Ele ficou vermelho e se contorceu em sua poltrona, e tomou toda a água que jazzia em seu copo em cima da mesa.
Disse a eles que marcaria uma reunião com todos e com meu irmão, e os advogados na semana que vem, pois eu teria uma conversa séria com meu irmão mais novo.
E eu irei retomar o controle da Mystic Publicity como deveria ser desde que nossos pais deixou para nós.
Agora eu estava indo pra casa, Eu queria encontrar aquela loira pronta pra mim, porque queria tirar Elena da minha mente, desde a conversa que tive com Stefan de manhã, ela não sai da minha cabeça... Acho que não serei capaz de amar outra mulher como amei Elena... Mas o destino foi traiçoeiro além de deixar que a mulher que eu amava namorasse meu irmão, tirou a vida dela, como se ela não fosse importante. Parei em um posto pra encher o tanque, a chuva havia parado e a noite caía, eu comprei um litro de vodka, pois sabia que aquele dia seria mais um deprimente, eu pensando nela, o tempo todo e acabar no cemitério como eu estava indo agora. Era sempre a noite que eu visitava seu túmulo, fazia isso porque sabia que ninguém passaria pelo cemitério aquela hora e muito menos entraria ali.
Estacione meu carro, e peguei o litro de vodka e abri. Caminhei lentamente até o seu túmulo, já havia decorado àquele trajeto, quantas vezes já estivera ali bêbado, quantas vezes dormiu ali dizendo que a amava e que iria esquentar ela aquela noite, como se ela realmente sentisse frio, como se ela estivesse ali... Mas e se ela estivesse? Será que ela pode ver o quanto a amo? E o quanto vou a amar pra sempre? Me sentei sobre seu túmulo e encarei as rosas frescas que tinham ali, com certeza eram de sua irmã gêmea; Katherine... Ela sempre levava flores para a irmã quando vinha pra cá...
– Eu namorei sua irmã Elena... Pensando que assim eu poderia ter um pouquinho de você... Mas sabe? — sorri e tomei um gole de vodka — Eu realmente queria estar certo, mais eu estava errado. Você é Katherine são parecidas apenas fisicamente, só por fora, e olhe la ainda, tenho a certeza de que era bem mais gostosa que a Katherine... — ri.
– Mas, por dentro eram totalmente diferentes, Katherine é fria, não tem amor por ninguém a não ser por si própria... Não sei como ela gostou de mim... Ah já sei, porque eu sou o gostosão... — ri e tomei mais um gole — Você era tão meiga, tão angelical, seu sorriso era verdadeiro e expressava amor, seus olhos eram brilhantes, felizes, cheio de energia... Eu adorava te provocar só pra ver aquele bico excitante que você fazia... Eu adorava ver você tentando me ferir com seus leves tapas, que me faziam imaginar você fazendo aquilo na minha cama. Adorava quando você ficava tão nervosa, e se aproximava de mim fazendo nossos corpos colar e me olhava nos olhos com raiva, e dizia o quanto me odiava, enquanto eu lutava pra não te beijar ali mesmo, porque eu só conseguia prestar atenção nos seus lábios e nada mais... Adoro lembrar o dia em que isso aconteceu...
Flashback On*
Eu estava irritado com aquele Peter, quem ele achava que era pra fazer o Stefan baixar o valor do meu cartão? Eu era o dono daquela empresa porra!
Desci a escada com raiva, Stefan tinha ido viajar pra sorte dele, se não ele teria os dois olhos roxos agora, pois eu estava puto com ele. Fui pra cozinha, precisava de um uisque forte.
Chegando á cozinha, a minha cara fechada até àquele momento muda e um sorriso nasce no meus lábios... O meu anjo da tentação estava ali, só com a camisa branca do meu irmão, sentada na banqueta do balcão e me dando uma visão deslumbrante da sua bunda.
– Que bela recepção pro seu cunhado. — eu disse e ela se assustou.
– Damon! Droga, o que você ta fazendo aqui? — gritou irritada e eu rolei os olhos. Ela tentou tampar seus seios com as mãos já que a camisa era meio transparente e ela estava sem sutiã.
– Acho que aqui é a minha casa, não? — peguei um pedaço do bolo que ela comia e ela me olhou com os olhos ardendo em raiva.
– É, mas Tef me disse que você provavelmente dormiria fora. — ela disse abaixando os olhos.
Eu mexia com ela, eu tinha certeza disso.
– Hum... E onde seu "Tef" se encontra agora? — perguntei e ela fechou a cara fazendo aquele bico que tanto amava.
Ela parou seus olhos em meu abdômen, eu estava sem camisa, só com a calça do pijama, e sem cueca, provavelmente ela notou o volume entre minhas pernas, já que corou e virou o rosto.
– Ele viajou ontem... — disse.
– E ficou aqui pra se insinuar pro seu cunhado gostoso que você tem queda? — perguntei me aproximando dela e ela levantou.
– Olha Damon, eu não sabia que você estava aqui e nunca tive e nunca terei uma queda pelo meu cunhado que se acha o rei da cocada, sendo que ele não é. Se você fosse tão gostoso assim e tão "bomzão" que diz ser, eu não estaria com você? — ela disse próxima de mais — e olha só com quem estou; com o Tef. Entenda uma coisa; EU TE --
Eu a tomei em meus braços e a beijei violentamente, ela tentou se livrar no começo mais depois se rendeu aos meus beijos. Eu a pressione contra o balcão, ela arranhou as minhas costas e mordeu meu lábio, eu sempre soube que ela me queria e tinha razão. Minhas mãos percorriam por todo seu corpo, mas ficava mais parada naquela bunda deliciosa que so ela tinha. O beijo estava ficando mais intenso e eu não me importei com meu irmão, ele já a tinha todos os dias enquanto eu a teria só uma vez na vida e era aquele dia. Mas o destino sempre contra mim, o celular dela começou a tocar, tentei a impedir, mas o lado sensato dela havia retornado, ela me olhou assustada tentando controlar a respiração, estamos ofegantes. Ela olhou o visor do celular e era Stefan.
– Amor! — disse com a voz baixa tentando parecer bem, enquanto me olhava com os olhos marejados.
– Eu... Eu posso te ligar daqui uns 5 minutinhos? É que estou meio ocupada... — eu sorri, ela terminaria o que havíamos começado.
– Ok, te amo, beijo. — e desligou.
– Então vamos continuar delícia? — perguntei me aproximando, e a resposta que tive, foi um ardido tapa sonoro que ela me deu no rosto.
– NUNCA MAIS FAÇA ISSO OUVIU? NUNCA MAIS ENCOSTE EM MIM! OU EU CONTO PRO STEFAN.... OUVIU? EU TE ODEIO DAMON! — ela gritava comigo entre lágrimas.
– Vai dizer que não gostou? Você correspondeu, e se não fosse o Stefan ligando a gente poderia....
– Cala a boca Damon! Não quero ouvir! — ela disse saindo soluçando e indo pro quarto.
Eu não gostei de como terminei, mas adorei como começou, e aquilo eu nunca esqueceria... "
Flashback Off*
– Coitado do Stefan... Ele nem sonha que a namorada quase foi pra cama com o seu irmão... Você adorou não foi Elena? Sei que sonhou comigo aquela noite... — bebi mais um gole, e comecei a chorar, odiava quando isso acontecia mais era inevitável.
– Eu te amei tanto Elena... Porque não me deu uma chance? Eu sempre cuidei de você... Porque você pegou aquele carro? Porque ninguém não te impediu? Era pra você estar aqui... Mesmo que não fosse comigo que estaria, mais estaria aqui, viva! Com aquele sorriso lindo, com aquela energia que só você tinha... Eu sempre vou te amar Elena... Você foi, é, e sempre será; O amor da minha vida... — deitei sobre seu túmulo, e chorei.
Não iria voltar pra casa, não queria voltar, queria morrer pra me juntar a ela do outro lado, que eu nem sabia se existia, mas tinha esperança que sim...
Eu ficaria ali por horas e só voltaria pra casa de madrugada, ali era o único mantra que existia pra mim, a única paz que era transmitida por Elena, e eu sentia que ela estava ali. Olhei para o céu e sussurrei antes de fechar os olhos:
– Eu te amo Elena... Always and Forever.
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