Just Give Me A Reason

13 Fazendo a coisa errada!


Notas iniciais
Oi oi *-* Bom, esse capitulo é bom pra quem shippa Klana OAKSOAKSO' Ta super +18 como sempre, a cara da Ana OAKSOPKSA Pra quem viu o trailer, já sabe um monte de spoilers *-* KOSAAOKSOA



Analizzie!

Eu teria poucas horas pra me arrumar para aquele baile, e dava graças aos céus, por ter trazido roupas de festa. Agora estava de frente para o espelho e me olhando no vestido vermelho decotado, e curto com mangas 3/4 e com pedrarias cor de ouro nos seios. Deixei meu cabelo solto, com as ondas naturais, fiz a maquiagem da noite, que destacava os meus olhos azuis. Passei meu perfume que tinha cheiro de rosas, e calcei meu Louboutin preto de salto 15 agudo e com spikes no calcanhar. Gabi estava saindo do banho.

– Acho que agora você pode me contar como foi sua tarde em Srta Williams? — eu disse e ela me olhou com um sorriso.

– Não antes de você me dizer o que eu perdi, entre você e o Klaus... — ela disse e eu ergui minha sobrancelha.

– A minha história é longa, e eu estou mais curiosa do que você — eu disse guardando minhas coisas.

Ela revirou os olhos.

– Ok... Ai, ele foi tão fofo e se não fosse aquela chuva. — ela bufou.

– O que? Vocês? Não! Sério? — eu disse quase gritando e ela sorriu.

Ela me contou todos os detalhes, e quando digo todos os detalhes, são todos eles mesmos, porque ela é detalhista.

– Então hoje tem? – olhei-a maliciosa e ela revirou os olhos.

– Ana, já disse que não sou Analizzie Stewart!

– Ok! Mas acho que hoje tem, e nem adianta fazer essa pose de menina certa, que eu sei que você ta louca pra que isso aconteça. — pisquei — E ainda mais se os dois beberem. Eu vi o jeito de vocês no pub e no carro. Tensão sexual pairando no ar. — eu disse e ela me olhou maliciosa.

– Aposto que era menos notável, do que a tensão sexual que pairava entre você e o Klaus? Pode me explicar porque ele te olhava daquele jeito? Conta tudo Ana! — ela ordenou como sempre.

– Eu passei á tarde com o Klaus em uma cabana... — eu disse a olhando, e a cara que ela fez foi engraçada.

– Não...

– Sim.

– Me conta tudo Ana. — ela disse se sentando a minha frente na cama, e pedi pra que ela falasse baixo ou o Stefan poderia ouvir.

Contei tudo, e fui obrigada a fazer pausas para ouvir os comentários de Gabi em cada cena.

– E o Damon? — ela perguntou e me olhou.

– Não sei... Gabi você sabe que o Klaus não é fácil de resistir, e eu pra completar a coisa, tenho uma personalidade vadia que está tomando conta de mim...

– Ele vai chegar agora á noite... — ela me disse.

– Por isso quero beber muito pra quando eu chegar, dormir. Ele não faria sexo com uma garota bêbada não é? — eu olhei pra ela.

– Ele pode até não fazer com uma garota. Mas como é você, e vocês já se pegaram, ele vai sim... E eu acho melhor você não ficar bêbada. Porque se isso acontecer, você pode trocar os nomes, imagina o quão broxante isso deve ser?! — ela me olhou e nós duas fizemos caretas.

Gabi tinha acabado de terminar de se arrumar, estava com um vestidinho azul-royal curto e justo, de mangas longas, e um sapato preto, seu cabelo estava todo jogado para o lado direito, e estava solto.

Stefan bateu na porta, e após dizermos que ele podia entrar, ele abriu a porta e enfiou sua cabeça pra dentro.

E não foi surpresa alguma, quando seus olhos verdes paralisou no corpo da morena ao meu lado, que estava em pé, e com um enorme sorriso nos lábios pintado de vermelho.

– Você está linda Gabriela... — ele disse com os olhos brilhando e eu ri da situação. Gabi sorriu e devolveu o elogio.

– Bom. Você também está linda Ana... Agora vamos? — perguntou e eu assenti, dizendo obrigada.

Gabi e eu saímos do quarto atrás do Stefan.

– Hoje vocês terão todos os olhares masculinos, e até os femininos, olhando pra vocês. — Stefan disse assim que entramos no carro. E nós duas rimos.

– Damon vem hoje Stefan? — perguntei.

– Não sei... Ele disse que viria. — ele disse e eu assenti com um leve sorriso.

Não demorou muito pra chegarmos á tal festa da escola, havia vários gatinhos ali e que eu duvidava muito serem do colegial, já que pareciam universitários.

A festa estava realmente boa, e eu tentei me lembrar se alguma vez, eu fui a alguma festa escolar assim no Brasil, e não, eu nunca fui, até porque lá as festas são chatas, e acabam cedo.

Descemos do carro e Stefan se aproximou de Gabi pousou um beijo em seus lábios e sussurrou algo em seu ouvido que a fez estremecer, e é claro eu tive que rir da cena.

– Então... Vamos entrar? – perguntei rindo e os dois me olharam corados, me fazendo rir mais.

Stefan assentiu e pegou na mão de Gabi, o que eu achei muito fofo.

Entramos no salão da escola, que estava bem movimentado, as luzes piscavam sem parar por causa dos globos que estavam pendurados no teto, e pelo visto havia um Dj que tocava uma musica eletrônica bem animada, que contagiava e dava vontade de dançar.

A minha vadia interior que já estava quase perto de tomar totalmente o controle do meu corpo, começou a fazer cenas. Dois carinhas bonitos — muito bonito, vale ressaltar – passaram e me olharam de cima até em baixo, com os olhares cheios de luxuria e sorriso maliciosos, e é claro que respondi os olhares com uma leve mordida nos lábios. “Meu Deus! Eu fico uma puta com a vadia interior no controle, tenho que me concentrar em não deixar brecha pra ela, ou se não vou fazer uma orgia aqui com todos os homens gatos que estão nessa festa.” Pensei enquanto andávamos entre as pessoas, e vários gatinhos mexiam comigo, me deixando com vontade de dançar com eles e fazer outras coisas. Balancei minha cabeça tentando me concentrar em não fazer nada que pudesse perder o meu total controle.

Paramos perto de um bar improvisado mais que era bem feito.

– Nós vamos dançar um pouco, não se importa em ficar só aqui não é? – Stefan falou mais alto do que o normal, pois a musica estava alta.

– Tudo bem. Podem ir, e divirtam-se! Estarei aqui. – pisquei pra Gabi e ela revirou os olhos.

Olhei os dois se afastarem e começaram a dançar, depois sentei em um banquinho no balcão do bar, e pedi uma bebida. Fiquei surpresa ao ver que o barman era o mesmo do pub que eu tinha dado mole. Ele quando viu que era eu sorriu, e veio pra cima de mim jogando charme. Ele era um gostoso, olhos verdes e cabelos castanhos, era bem musculoso e parecia ser uma delicia na cama.

– Olha se não é a loira que me fez pirar hoje o dia inteiro. – ele disse sorrindo e piscou.

– Olha se não é o barman gato me servindo novamente, o que vai me servi agora? – eu me inclinei um pouco no balcão, deixando a mostra os meus seios fartos. Sim, já não era mais eu ali, era a minha vadia interior fazendo seu show.

Ele olhou para os meu decote e mordeu o lábio inferior, e seus olhos se acenderam em chamas.

– Posso te servir uma noite de muito prazer, com varias doses de puro êxtase, quer? – ele passou seu dedo em cima dos meus seios, o que me fez sentir leves arrepios, e me sentir excitada por aquela proposta.

– Ela já esta servida com uma noite que vai dar muito mais prazer a ela, que fará ela ficar fora de si e perder os sentidos do tanto que ela será servida. – aquele sotaque fodido soou atrás de mim, fazendo com que eu ficasse ainda mais excitada, apertei minhas entranhas e um forte arrepio percorreu por todo meu corpo.

Continuei na posição em que estava, e o barman fechou a cara para aquele ser autoritário e gostoso que estava atrás de mim.

– Não sabia que ela já tinha dono. – o barman disse e me olhou com um sorriso perverso.

– E não tenho! Que eu saiba não sou de ninguém. – eu disse olhando para o barman, e não vi a cara do Klaus, mais imaginava como ele estaria agora.

Senti Klaus me puxar fazendo com que minhas costas e minha bunda ficassem coladas em seu peito, e em seu pau que já estava ereto, o que me fez morder o lábio só de imaginar aquele pau que ele tinha. Ele segurou em minha cintura e aproximou-se do meu pescoço e disse: Mas essa noite você será minha! – disse roçando seus lábios em minha orelha, me fazendo arrepiar e ficar completamente louca e entregue pra ele.

O barman vendo que não teria como disputar eu com o Klaus, balançou a cabeça e saiu enfurecido para atender outros clientes.

Klaus me virou com certa violência, e prensou seu corpo contra o meu no balcão. Olhava-me com certa raiva e ao mesmo tempo com excitação, luxuria me fazendo queimar de desejos.

Ele estava divino, emanando tesão, usava uma calça jeans escura, botas de couro pretas, uma camisa preta que tinha os dois primeiros botões abertos, deixando a mostra seu peito nu, e uma jaqueta de couro preta por cima. Estava uma tentação.

– Já te disse que não passarei essa noite com você... – eu disse com um pouco de dificuldade, pois, estávamos muito próximos um do outro, e aqueles olhos verdes me hipnotizavam. Ele colocou suas mãos na minha cintura, deu aquele sorriso de canto que me deixava mole, e se aproximou mais.

– Você não esta na condição de mandar, você esta na condição de obedecer. Eu disse que você passara essa noite comigo, não foi uma pergunta foi uma ordem. – ele disse roçando seus lábios no lóbulo da minha orelha, me fazendo ficar toda arrepiada. Klaus era o tipo de cara dominante, não só na cama, como em tudo. Mordeu a ponta da minha orelha, fazendo minha parte intima pulsar de desejo e me olhou, aqueles olhos verdes penetrantes, e excitantes, estavam queimando de luxuria.

– Vamos sair daqui. – ele disse me puxando.

E eu nem pensei em protestar, e muito menos perguntar aonde iríamos, pois, eu já tinha uma ideia e queria aquilo tanto quanto ele.

Ele se pôs atrás de mim, segurou em minha cintura, e me guiou em meio aquela multidão. Andamos de uma ponta para outra, até pararmos de frente para duas portas enormes que ele fez questão de chutar para abri-las. Era o corredor da escola, e eu sorri quando vi que ele teve a mesma fantasia que eu; me foder em alguma sala.

Os corredores estavam escuros, ele me levou pra bem longe daquele salão, onde a musica e as vozes ficaram quase inaudíveis. Ele parou no fim do corredor onde tinha uma porta de madeira, e a abriu. Fiquei me perguntando se ele fazia isso quando estudava ali, e me bati mentalmente pela pergunta mais obvia que existia, com certeza ele fazia isso. Ele entrou e me puxou, eu sorri, a sala estava escura e entrava um pouco da luz do luar pelas janelas. Klaus me prensou contra a parede e me beijou com ferocidade e desejo. Éramos dois pecaminosos loucos de desejos um pelo o outro. Ele subiu meu vestido e espalmou uma mão em minha bunda, dando um tapa ardente mais excitante, com a outra mão ele segura a minha nuca e tinha seus dedos enfiados no meu cabelo, enquanto eu arranhava suas costas por cima da sua camisa, ele mordeu meus lábios, e me devorou com mais um beijo intenso, nossas línguas eram sincronizadas, e aquele gosto de hortelã que vinha da boca dele, como se fosse o gosto natural dele, me fazia ficar com mais tesão ainda.

Ele parou o beijo mordendo meu lábio inferior e dando uma leve chupada em meu pescoço, subindo até minha orelha com os lábios.

– Acho que hoje á tarde não foi o suficiente para apagar esse seu fogo não é? – ele sussurrou e eu gemi baixo, pois já estava louca de tesão, e como eu já disse, ele é capaz de me fazer gozar só com a voz.

– Com você por perto é difícil manter apagado – minha voz saiu falha, e ele me encarou com aquele par de olhos verdes intensos.

Sua boca se entortou para o lado, monstrando o sorrisinho safado que ele estava dando, o que fez minha parte intima se apertar, clamando por aquele membro delicioso que estava no meio das pernas dele, e que eu sentia quando me tocava.

– Eu não me importaria de ficar tentando apaga-lo – ele sorriu e me beijou.

Klaus encaixou minhas pernas em volta da sua cintura e ergueu mais meu vestido, deixando ele na barriga. Ele puxou a minha calcinha, eu não sabia se ele havia rasgado ou não, mas com certeza eu ficaria sem calcinha aquela noite. Sem mais delongas, enquanto ele me beijava intensamente me levando ao delírio só com o beijo e as mordidas, ele enfiou seu dedo em minha parte íntima, que estava extremamente molhada, e eu gemi baixo entre beijos, e ele me beijava com mais ferocidade do que o normal, enquanto dava fortes estocadas com o seu dedo dentro de mim, com o polegar ele começou a brincar com o meu clitóris, o que me fez explodir no mesmo instante. Klaus mordeu meu lábio, enquanto eu sentia a adrenalina do orgasmo correr pelo meu corpo que estremecia.

Ele me olhou com aquele olhar perverso, e oh Deus! Quase tive outro orgasmo quando ele deu aquele sorriso torto.

Eu nem havia notado que tinha prendido a respiração, quando meus pulmões reclamaram da falta de ar.

– Já está cansada Stewart? — oh não, de novo me chamando pelo sobrenome!

– Não será apenas um orgasmo, com os dedos que me deixará cansada Mikaelson — ele ergueu a sobrancelha e eu dei o meu melhor sorriso de puta que eu tinha — não que eu seja uma puta, ás vezes ajo como uma, como agora por exemplo, mas não sou, que fique claro — ele alargou seu sorriso e apertou minha bunda, e aproximou sua boca em meu ouvido.

– Eu vou te foder naquela mesa ali, enquanto você imagina que eu sou o seu professor e você minha aluninha safada. — ele sussurrou com aquele sotaque carregado, e porra! Como ele pode me deixar tão vulnerável assim? Ondas de arrepios correram em meu corpo, e ao imaginar o que ela acabará de falar, senti um tesão enorme e a minha parte íntima pulsar de tão desejada que estava.

Eu nem respondi, mesmo que ele não tenha perguntado e sim confirmando que faria, eu deveria dizer algo, mas não estava com cabeça pra pensar em nada, e minha vadia interior só me trazia imagens do que ele acabará de falar, o que me fazia ficar extremamente excitada.

– Vou adorar saber que você seria meu professor e que sempre fantasiou me foder naquela mesa, enquanto eu ingênua pensava apenas em estudar. — soltei um risinho e ele deu uma gargalhada alta.

– Acho que você teria essa mesma fantasia que eu, essa e mais outras — ele disse com a voz rouca e me beijou.

Aquele beijo devorador, e avassalador, como se fosse o último beijo, teve um toque diferente, não saberia dizer, pois tinha conexão ali, como se compartilhamos algo e apenas naquele beijo poderíamos expressar.

Klaus me tirou de meus devaneios no momento em que me pôs na mesa, fazendo os objetos que estavam ali, caírem no chão. Soltei um risinho entre o beijo, pois, aquela coisa de fazer sexo em uma sala de aula, era nova pra mim, tinha uma adrenalina, era perigoso e como sempre; coisas perigosas e proibidas era o que eu adorava.

Klaus me fez ficar de quatro com o tronco e os braços escorados na mesa, enquanto minha bunda ficava empinada. Ele afastou minhas pernas, pra que ele pudesse ficar no meio delas, e sem se manifestar enfiou seu pau em minha abertura que estava sedenta por aquele pau delicioso. — Agora diz pra mim, se a sua noite seria melhor com aquele moleque que mal saiu da punheta, do que comigo. Diz Stewart! — ele segurou meu cabelo e aproximou sua boca do meu ouvido, enquanto dava fortes estocadas.

É claro que não seria melhor, aliás, de todos os homens com quem já transei, Klaus tem sido o melhor.

– Ainda é cedo pra mim te dar uma resposta — provoquei e ele grunhiu metendo com mais força, me fazendo gemer alto, e me dando mais um orgasmo.

– Você terá tempo pra me responder, pois não ficará livre de mim tão cedo Stewart! — ele apertou minha bunda, e ao imaginar o que ele me disse o meu ventre se contraiu, e minha parte íntima pulsou, dando um alerta de que outro orgasmo estaria próximo.

– Você me deixa insano... — ele sussurrou em meu ouvido e depois dando uma mordida no lóbulo da minha orelha, virou o meu pescoço para que pudéssemos nos beijar, e com mais duas estocadas ele gozou chamando meu nome, o que me fez gozar também.

"Mas que homem é esse que me faz ter tantos orgasmos assim em poucos minutos? " pensei enquanto me deitava na mesa com Klaus em cima de mim. Ele dava longos beijos em minhas costas, enquanto eu pensava em tudo o que havia acontecido.

– Acho melhor irmos, antes que sua amiga e o Stefan resolvam vir fazer uma visitinha à sala de aula e nos descobrem aqui. — disse rindo beijando meu pescoço.

– Achei que Stefan, era do tipo romântico. — levantei sorrindo e ele riu.

– Deve ser, mas hoje em dia tudo pode acontecer. — ele piscou, e eu senti o fogo se acender novamente.

Desviei rapidamente o olhar, e arrumei meu vestido e meu cabelo.

– Ninguém notara que você acabou de transar. Afinal, estão todos piores que você agora no salão — ele disse sorrindo e eu tive que rir.

– Não gosto de ficar desarrumada, afinal nem dancei. — pisquei.

– Vamos dançar, pode deixar — ele envolveu minha cintura e me puxou pra mais perto.

– Acho melhor irmos antes que passamos a noite aqui. — eu disse olhando para seus olhos que me deixava hipnotizada.

– Esse é o meu plano. — ele sorriu e me deu um selinho demorado, nesse instante senti aquela sensação estranha e desconhecida em meu peito.

– Melhor irmos... — sussurrei em seus lábios e com os olhos fechados.

Não estava olhando, mas pude ouvir ele sorrir ao me soltar, e novamente eu havia prendido a respiração, soltei-a e logo após respirei fundo abrindo os olhos e encontrando ele sentado na mesa.
– Imagine se o professor dessa sala descobrisse que aconteceu um sexo devasso na mesa dele. — ele riu.

– Com certeza a trocaria.

– Ou ficaria com ela ao saber que era você que estava debruçada nessa mesa, ficaria tendo fantasias com você. — seus olhos brilharam de luxúria e eu estremeci.

– Isso soa nojento, porque com certeza o professor não é gostoso e bonitão quanto ao cara que me pegou na mesa dele — pisquei e ele riu.

Ficamos alguns minutos nos olhando em silêncio, até que ele se levantou e estendeu sua mão para que eu pegasse a peguei e saímos daquela sala, que com certeza ficaria marcado pra mim.

– Acho melhor você ir na frente primeiro, não quero criar confusões. — eu parei no corredor que estava meio escuro, e ele parou à minha frente me olhando sem expressão, provavelmente tentando entender o porquê de eu estar dizendo aquilo, até que alguns segundos depois ele pareceu entender e sua expressão ficou séria.

– Você realmente me deixa fora de si. Faz com que eu jogue para o alto meus princípios... Você... Você me deixa louco Stewart! — ele disse um pouco irritado, soltou minha mão e andou até a grande porta que dava para o salão, onde todos estavam agitados com a música.

Fiquei um tempo parada olhando para a grande porta à minha frente.

Eu não poderia sair assim de mãos dadas, e aparecer com Klaus no salão. Damon poderia aparecer na festa e se ele nos visse não seria nada bom. Então, o melhor era evitar, e Klaus deveria entender, afinal, eu estava ficando com o Damon quando ficamos, e ainda estou.

Se Damon descobre isso é capaz de matar nós dois juntos, não que Damon e eu tenhamos algum tipo de relação, mas é que Damon não parece ser do tipo de cara que compartilha com o Klaus...

Respirei fundo antes de abrir a porta, e logo após abri sentindo o calor das pessoas tocar minha pele, andei no meio daquelas pessoas e fui até o bar onde eu estava antes do Klaus chegar. Ao lembrar-me dele fez meu coração bater um pouco mais forte. E uma onda de arrepios percorrer minha pele, balancei minha cabeça tentando dissipar ele dos meus pensamentos. Cheguei ao bar e o barman sorriu pra mim, retribui o sorriso, mas sem muita animação. Perguntei onde ficava o banheiro e ele me informou, passei pela multidão novamente e senti uma mão fina puxar meu braço; Gabriela.

– Ana! Por onde estava danada? Te procuramos e não te achamos. — ela gritou no meu ouvido por causa da música que estava alta, ela estava suada e Stefan que estava atrás dela envolvendo a cintura dela com os braços, estava totalmente descabelado e parecia alegre demais, assim como Gabi, só tive uma conclusão: estavam bêbados e essa noite rolava com certeza.

– Isso é uma festa Gabi, sabe o que faço nelas quando você esta acompanhada — pisquei e ela riu.

– Não disse que ela estaria muito bem sozinha? — Gabi disse olhando para Stefan que riu e concordou — Ele achou que você se sentiria mal ficando sozinha. — ela completou.

– Da um crédito pra ele, ele não conhece Analizzie Stewart — pisquei e Stefan pareceu não entender o que me fez rir.

– Bom, vou ao banheiro, me encontram no bar caso queiram ficar comigo, ou, continuem dançando, a festa esta animada. — sorri e mandei beijinhos no ar para Gabi que fez o mesmo.

Continuei andando até o banheiro e me perguntando onde Klaus tinha se metido, e como se nossos pensamentos tivessem conectados senti seu perfume perto de mais e seus braços fortes envolveram minha cintura. Ele beijou meu pescoço e disse algo que não pude ouvir por causa da musica que estava alta. Ele foi passeando suas mãos pelo meu corpo, e naquele momento todo o vestígio de sensatez que ainda restava em mim foi mandado pro ralo, porque eu não conseguia me controlar com aquele homem perto de mim, ainda mais colado daquele jeito e se movendo conforme a musica, segurando firme minha cintura. Acabei desistindo de resistir sem ao menos ter tentado, comecei a mover meu quadril conforme a musica, e seu pau que estava colado na minha bunda, começou a dar sinal de vida, pois eu já sentia sua ereção. A música que tocava era Counting Stars remixada, e uma parte dela falava o que eu sentia naquele momento.

I feel something so right

( Sinto algo tão bom )

Doing the wrong thing

( Fazendo a coisa errada )

I feel something so wrong

( Sinto algo tão errado )

Doing the right thing

( Fazendo a coisa certa )

I could lie, could lie, could lie

( Eu poderia mentir, poderia mentir, poderia mentir )

Everything that kills me makes

( Tudo que me mata me faz sentir)

me feel alive

( mais vivo)

E era tudo o que eu sentia, fazer a coisa errada ficando com o Klaus ali no meio de todos, correndo o risco de ser vista pelo Damon, mas eu não me importava, e tudo o que eu podia sentir era algo muito bom, mesmo que aquele momento com Klaus poderia me matar, não literalmente, mas me matar por dentro, porque era o que estava previsto, mesmo sabendo do perigo que eu corria ao ficar muito tempo com ele, o perigo de se apaixonar, eu me sentia viva ali com ele, viva e completa, e ele me fazia esquecer de tudo e de todos, como se naquela pista de dança, existisse apenas nós dois.

Klaus me virou de frente e me beijou, aquele beijo sedento e caloroso dele, tinha gosto de hortelã e uísque, que me fez entender que ele só estava ali porque a bebida o ajudou, e eu curti o momento, ficamos nos beijando, enquanto a música tocava, até sermos interrompidos por uma garota histérica, que era ninguém mais, ninguém menos que; minha melhor amiga; Gabriela!

– Analizzie Stewart! — ela gritou me puxando dos braços do Klaus. — Vocês estão ficando loucos? — ela olhou pra mim e para o Klaus que a olhava sem entender nada.

Ela segurava meu braço forte.

– O que aconteceu Gabriela? — perguntei.

– O que aconteceu? Damon aconteceu! — ela gritou e no momento congelei e se eu pudesse ver minha cor diria que fiquei branca.

– Ah, o Damon... Sempre o Damon, vai lá pro seu badboy preferido Stewart! — ouvi Klaus dizer e logo depois dizer algum palavrão e saiu em meio á multidão.

Mas eu estava em choque, e se ele tivesse visto nós dois? Será que ele viu? "Oh meu Deus Analizzie! O que você esta fazendo?" pensei comigo mesma. Eu precisava sair dali, eu precisava ir ao banheiro, porque mesmo não fui? Ah é, fui interrompida pelo Klaus... Meu Deus! Aonde eu fui me meter?

– Ana? Ana, esta me ouvindo? — Gabi gritou no meu ouvido chacoalhando meu braço. Pisquei algumas vezes até sair do transe.

– Ele viu? — foi a única coisa que saiu da minha boca naquele momento.

– Não, ele não viu. Ele ainda não chegou á festa, ele acabou de ligar pro Stefan perguntando onde estávamos, e disse que estaria aqui em alguns minutos depois do banho. Stefan me contou porque ele já esta pra lá de bêbado, então eu disse a ele que viria ao banheiro, mas na verdade vim te procurar e graças a Deus que te encontrei a tempo! Imagina se Damon pegasse vocês dois aqui? Quase se comendo em pé no meio de todo mundo? — ela lançou um olhar repreensivo.

– Não exagera Gabi, não estávamos nos comendo em pé, era só um beijo — rolei os olhos e ri, ela me olhou seria.

– Nossa! Se isso foi "só um beijo" quero nem imaginar o resto como deve ser!

– Posso garantir que é mil vezes melhor. — pisquei e ela riu.

– Cala a boca e me agradece por ter salvado a sua preciosa pele Analizzie — ela me deu um tapa.

– Melhores amigas são pra isso — fingi não me importar.

– Como? Eu espero que esteja brincando, porque se não já sabe não é? — ela esbravejou e eu ri.

– Eu também te amo minha pequena, obrigada por ter me salvado de um triângulo nada amoroso. — a abracei e ela riu.

– Por falar nisso, quero detalhes depois — ela piscou.

– Eu também quero detalhes senhorita. — a olhei.

Ela riu.

– Eu vou lá com o Stefan, você vem?

– Não, eu vou ao banheiro e dessa vez é serio. Encontro vocês lá. — disse e ela assentiu e saiu andando no meio dos jovens que já estavam loucos demais por causa da bebida.

Cheguei ao banheiro e me olhei no espelho, e quase tive um surto quando vi que eu estava em um estado horrível, meu cabelo estava todo bagunçando e minha maquiagem estava borrada, abri rapidamente a pequena bolsa de mão que eu carregava e tirei de lá; base, rímel, lápis e o batom vermelho. Peguei um monte de papel e tirei a maquiagem borrada, limpei bem, e assim passei por cima a base, ápis no olho, rímel e por último o batom, arrumei meu cabelo que graças aos Céus voltaram ao normal depois de uma bela ajeitada. Olhei no espelho e estava bem melhor. Arrumei meu vestido e dei uma última olhada no espelho antes de sair. E quando sai, alguém me puxou e me prendeu contra a parede, não demorou muito pra mim conhecer aquele toque e aquele perfume, o que me fez estremecer, não de excitação, mas sim de medo do que estava por mim. Ele segurou minha mandíbula e a luz bateu em seus olhos mostrando aqueles lindos olhos azuis devoradores que eu adorava. E um sorriso malicioso brincou em seus lábios.

– Senti sua falta gata! — ouvi sua voz rouca falar em meu ouvido.

E pelo ombro dele pude ver Klaus com um copo de bebida na mão me fuzilando com os olhos, se eu não o conhecesse podia jurar que aqueles olhos eram de um maníaco que estava prestes a me matar, ou talvez fosse isso mesmo. Desviei rapidamente meu olhar do seu, enquanto Damon beijava meu pescoço calorosamente.

– Damon... — foi apenas o que saiu da minha boca.

Notas finais
Enquanto Damon ficava lá, se lamentando pelo amor impossivel, a bitch da Ana tava dando pro Klaus AKSPASPAKSPAKSPA' E esse final? '-' Me digam o que acharam, e podem mandar criticas também, que aceito de coração aberto. Porque vocês são umas fofas