Just Give Me A Reason
14 Eu era uma alma solitária...
Notas iniciais

Pov Stefan!
Eu depois de 3 anos estava bêbado, sim bêbado! Eu decidi que aquele dia seria um novo recomeço pra mim, eu iria curtir a vida, curti o que ela tinha pra me oferecer. E eu resolvi beber todas. Estava me sentindo leve, livre e solto. E estava curtindo a primeira coisa de melhor que o destino mandou pra mim... Sim, era ela; Gabriela!
A forma que aquela pequena morena dançava a minha frente, com curvas perfeitas que modelavam seu corpo, me deixava louco. Ela estava dançando de costas pra mim colada em meu corpo, ora passava os braços em meu pescoço e dançávamos grudados, ora mordia meus lábios e virava de costas dançando até o chão me levando completamente a loucura. Aquela pequena morena além de me deixar extremamente excitado, estava me deixando apaixonado.
“Credo Stefan! Não te reconheço, parece o Damon!” minha consciência resolveu me dar bronca. Mas eu não me importei, porque ela não era qualquer uma, e ela mesmo não sabendo, seria minha.
Ela me deu um beijo dizendo que ia ao banheiro, aproveitei e fui até o bar beber mais uma dose de vodka, porque só a base do álcool eu conseguiria acompanhar Gabriela na pista de dança.
Estava sentado no bar, quando ela chegou por trás envolvendo seus braços em meu pescoço e mordendo o lóbulo da minha orelha, sussurrando logo após.
– Já cansou? – disse com a voz doce me fazendo estremecer, e deixar o meu amigo lá de baixo extremamente duro.
“Como ela consegue fazer isso?” pensei.
– Não, estava apenas aquecendo pra mais uma! – sorri me virando e a puxando para o meu colo, e a beijando depois.
O beijo começou quente, graças ao álcool que deixava meus desejos a flor da pele e ainda mais com aquela linda morena em meus braços.
Logo começou a tocar uma musica que eu reconheci, e que gostava.
– Ah, adoro essa musica! Vamos dançar?- ela partiu o beijo, me puxando e indo pra pista.
Segurei em seu quadril, e ela jogou seus braços ao redor do meu pescoço, e quando a voz do vocalista começou a cantar eu cantei pra ela, porque era o que eu sentia aquele momento, e era o que ela me fazia sentir.
It's been a long time coming since I've seen your face
(Desde que vi seu rosto isto está para acontecer)
And I've never went back trying to replace everything that
(E nunca voltei atrás para tentar substituir tudo)
I've had till my feet went numb
(O que eu tinha até meus pés adormecerem)
Praying like a fool that's been on the run
(Rezando como um idiota em fuga)
Heart still beating but it's not working
(O coração ainda bate, mas sem funcionar)
It's like a million dollar phone
(É como um telefone de um milhão de dólares)
That you just can't ring
(Que não se pode usar)
I reach out trying to love but I feel nothing
(Eu tento amar mais não sinto nada)
Yeah, my heart is numb
(Yeah, meu coração está adormecido)
But with you
(Mas com você)
I feel again
(Sinto novamente)
Yeah with you
(Sim, com você)
I can feel again
(Posso sentir novamente)
I'm feeling better ever since you've known me
(Eu me sinto melhor desde que você me conheceu)
I was a lonely soul but that's the old me
(Eu era uma alma solitária, mas esse é o antigo eu)
E vi lagrimas escorrerem no rosto daquele anjo, ela sorriu e me beijou, o beijo era calmo e envolvente, apaixonado e naquele instante esqueci onde estávamos, esqueci tudo ao redor, como se só existisse apenas nós dois.
O beijo começou a esquentar.
– Vamos pra casa! – eu disse entre beijos com a respiração desregulada. Ela sorriu e concordou, e saímos no meio daqueles jovens loucos, não precisava avisar ninguém. Ana estava com meu irmão, e sabíamos muito bem onde eles acabariam assim como nós estávamos indo fazer naquela hora.
Na garagem do colégio, Gabriela me puxava e me beijava, e riamos toda hora que a coisa começava a esquentar, então eu partia o beijo e andávamos cambaleando á procura do meu carro.
Encontramos meu carro, e entramos. Eu não consegui me segurar e muito menos Gabriela, ela me beijou com necessidade, dessa vez não tinha paixão e sim luxuria, mas eu não me importei porque ambos estávamos sentindo o mesmo. A puxei para o meu colo, e ela se encaixou no meu quadril. Minhas mãos passeavam por aquele corpo, marcando cada curva, cada centímetro dele. Apertei sua coxa com uma mão, enquanto com a outra segurei em seu cabelo. Gabriela partiu o beijo e me olhou com luxuria, seus olhos brilhavam e a cara sexy que ela fez me deixou mais excitado, ela percebeu o volume que havia debaixo dela e sorriu mordendo aquele maldito lábio inferior, que me deixava louco. A beijei novamente levando seu corpo para trás encostando no volante, mordi seu aquele lábio inferior que me deixava sempre com vontade, ela sorriu e me empurrou no banco, me olhou novamente com aquela cara sexy, filha da mãe! Ela queria me matar de tesão? Ela segurou na barra da minha camiseta e puxou pra cima tirando logo em seguida. Seus olhos desceram pelo meu peitoral e ela sorriu. Fez que ia me beijar e desviou sua boca indo de encontro ao meu pescoço, dando leves mordidas e chupadas. Traçou uma trilha de mordidas e beijos pelo meu peito, até onde ela conseguia já que não estávamos muito confortável no carro. Ela passou suas unhas em meu peitoral, me fazendo arrepiar e ficar louco. Eu não aguentava mais a puxei para mim, e a beijei com ferocidade desejo e luxúria. Minhas mãos subiram pelas suas coxas descobertas, e pararam em sua bunda durinha e redonda. O meu amigo que fica no meio das minhas pernas, pulsou forte de tesão que chegou a doer, estava ficando incomodado já dentro da calça jeans. E como se Gabriela lesse a minha mente, ela levantou seu corpo e tirou o cinto da minha calça, logo depois abriu o zíper, enquanto eu a olhava com desejo ela sorriu. Mas ai me lembrei que não era do meu feitio fazer aquilo daquela forma, eu estava tão Damon. Tentei protestar com Gabriela, dizendo que queria fazer com mais calma,, aproveitar ela em minha cama, explorar cada pedacinho daquele corpo, sentir o gosto dela. Mas ela me respondeu que teríamos essa sessão mais que primeiro faríamos ali. E não protestei mais quando ela pegou em meu.membro, se ajeitou no outro banco e passou sua língua quente e macia na glande do meu membro, ela lambeu toda a extensão dele, acariciou novamente a glande com a língua e abocanhou meu membro com vontade e parecia que eu ia explodir de tesão, ela me olhou com um sorrisinho safado e me chupou novamente, a puxei quando estava perto de gozar, ela grunhiu em protesto mais logo entendeu o que eu queria fazer quando beijei seus lábios que me levavam a loucura. Gabriela de novo tomou a frente e se encaixou em meu colo, senti ela roçar sua entrada extremamente molhada na ponta do meu membro, e me surpreendi por ela não estar de calcinha. Ela estava sem o tempo todo? Aquilo me deixou mais excitado ainda, e sem mais delongas, segurei em seu quadril e a fiz sentar em meu membro.
– Ahh, Stefan! — ela gemeu alto em meu ouvido, arranhando meu peito e minhas costas.
A beijei novamente, enquanto ela cavalgava em meu membro. Apertei aquela bunda que me dava um tesão enorme e com a outra mão massagiei seu clitóris, a fazendo delirar mais ainda. Subi minha outra mão por dentro do vestido dela e segurei seu seio direito, enquanto mexia no clitóris dela, eu brincava com o bico daquele seio durinho e arrepiado que se encaixava perfeitamente em minha mão. Ela gemia alto em meu ouvido, e aquilo estava me deixando louco e eu estava quase gozando. Tirei minha mão de seu clitóris quando senti que ela estava perto.
– Stefan... — ela gemeu rebolando no meu membro.
E aquilo me levou a loucura.
– Diga? — minha voz saiu falha.
– Stefan... Por favor continue... — ela disse entre gemidos e eu entendi o que ela queria.
Voltei a massagear seu clitóris e ela rebolou novamente e estremeceu gemendo e chamando meu nome, e aquilo me fez chegar ao ápice. Segurei forte em sua cintura e dei fortes estocadas. Chegamos ao ápice juntos. Ela encostou sua cabeça na curva do meu pescoço, e eu acariciei suas costas por cima do vestido. Ficamos ali curtindo o momento. E acabei sorrindo ao me dar conta do que havíamos acabado de fazer.
– Você é quente, uau! — eu disse e ela riu.
Ergueu a cabeça e me olhou, seu rosto estava corado e me fez rir. Fiz carinho em sua bochecha, e ficamos ali nos olhando e eu vi o quanto ela estava mexendo comigo. Ela passava a mão em meus peito, e desviou o olhar como se sentisse o mesmo que eu aquele momento.
– Não ligue pra isso, foi a bebida ok? — ela disse rindo.
– Então se prepare para virar uma alcoólatra porque eu gostei e quero repetir. — eu disse dando um rápido selinho nela.
– Oh meu Deus! Stefan Salvatore é um perverso! — ela disse se fingindo de inocente.
Desço minhas mãos pelas suas coxas acariciando, e ela se arrepia.
– Que foi não gostou? — fingi estar afetado.
Olhei naqueles olhos castanhos que brilhavam em uma mistura de sentimentos que eu não sabia decifrar.
Ela sorriu e me beijou, dessa vez foi calmo, apaixonado. Ela mordeu meu lábio inferior e depois beijou meu pescoço e após sussurrou em meu ouvido.
– Não só adorei, como também vou querer repetir a dose. — ela mordeu o lóbulo da minha orelha e arranhou meu peito.
Nunca me senti tão louco de desejos por alguém, nunca fiquei louco e com um tesão enorme só por um toque. Assim como nunca vi nenhuma mulher mais bela que Gabriela.
Ela não só despertou o meu desejo que estava em chamas por ela, como também estava despertando algo mais profundo em meu coração. Era incrível como Gabriela fazia isso comigo. Enquanto me perdia nos devaneios, aquela linda morena me deixava a beira da perdição com seus toques em pontos estratégicos. Aquela noite era apenas o nosso começo, eu iria ter ela novamente em meu quarto, na minha cama, iria explorar aquele lindo corpo com curvas que eu estava louco para me perder. Iria beijar o seu corpo inteiro, sentir o seu gosto o seu cheiro.
– Vamos pra casa... — eu disse em um sussurro após ela ter me beijado.
Ela sorriu e concordou. Saiu do meu colo me deixando com saudades daquele corpo quente. Arrumou-se em seu banco, enquanto eu apenas fechava o zíper do meu jeans. Liguei o carro e dirigi um pouco apressado, por que, eu a queria novamente, mas não queria um sexo devasso, queria fazer amor com aquela pequena morena que me deixava louco. Gabriela ainda não sabia, mas ela seria minha.
Pov Gabriela
Dizer que aquela noite estava sendo a mais excitante, a mais louca e até apaixonante, não era mentira. Porque? Bom, irei te explicar. A parte da noite mais louca, devia-se ao fato de Ana ter quase sido pega pelo gostosão do Damon, com o outro gostosão do Klaus. Pode achar besteira, mas eu fiquei com medo de acontecer, e até parecia que era eu quem estava vivendo aquela adrenalina toda que Ana vive. E depois de eu ter sido a heroína da minha melhor amiga, por tê-la salvado de uma morte dolorosa por um gostoso com o orgulho ferido; eu tive a melhor noite de prazer, que começou no carro do Stefan no estacionamento do colégio, correndo risco de sermos pegos, e aquilo me deixou excitada, e me senti a mini cópia da vadia da Ana, até sei o que ela dirá quando eu contar isso... Mas continuando... Não posso me esquecer do momento fofo, em que Stefan Salvatore canta "Feel Again" de OneRepublic. Eu achei aquilo tão fofo, e podem achar careta, assim como Ana acha, mas eu já me apaixonei por esse homem e eu não sei como vai ser longe dele mas eu quero ele pra mim! Ok, continuando... Depois do episódio no carro — que me deixou muito mais excitada — fomos direto para a casa dos Salvatore, e que chegamos lá tão rápido que não deu nem tempo de pegar minha calcinha que eu havia tirado e deixado no chão, e não consegui achar.
Stefan não queria demorar, saiu do carro, e abriu minha porta me pegando no colo, travando o alarme do carro e me levando para seu quarto.
Eu confesso que estava um pouco alterada, nesse momento eu ria de algo que eu não lembro, mas nós dois riamos como bobos.
Assim que entramos no quarto dele, ele me jogou delicadamente naquela cama gostosa, e deitou seu corpo por cima do meu, nos beijamos, mas acabei interrompendo o beijo, quando tive uma ideia de provocação.
– Eu vou tomar um banho rápido e já venho, me espere aqui — sussurrei em seu ouvido e dei uma leve mordida no lóbulo da sua orelha.
Ouvi ele gemer baixo e dizer alguma coisa que não entendi, então levantei e andei sensualmente até o banheiro. Lá amarrei meus cabelos em um rabo de cavalo e tomei um banho rápido, gostoso e relaxante, eu queria ficar cheirosa para ele. Enrolei a toalha em volta do meu corpo, após ter me secado. Calcei meu salto preto, tirei o excesso da maquiagem, olhei-me no espelho e acabei rindo, eu realmente estava bêbada, não sabia o que estava fazendo além do fato de estar com o Stefan, mas sabia que eu estava adorando fazer aquilo.
Abri a porta do banheiro e encontrei um Stefan só de toalha entrando no quarto que paralisou quando me viu.
– Uau, como você é linda! — ele disse olhando meu corpo, e pude notar o volume crescendo no meio de suas pernas. Seus cabelos estavam bagunçados, e seu peito nu tinha alguns pingos de água escorrendo até sua virilha, o que me deixou excitada e mais apaixonada por aquele homem tão lindo e gostoso na minha frente.
– Você tomou banho? — boa pergunta pra quem queria provocar não é? Pois é. É nisso que dá querer fazer colsplay de Analizzie Stewart quando não se é bitch de natureza.
– Ah, sim... Não é justo só você tomar, confesso que tive que conter minha vontade de entrar naquele banheiro e tomar banho com você. — sua voz saiu sussurrada, e oi? Alguém ta sentindo o calor aqui?
Corei, claro que corei. Não sabia o que dizer, então caminhei sensualmente — lê-se tentei caminhar — até ele, e ele me olhou com aquele olhar que me deixa encantada.
– Esta tentando me seduzir senhorita Williams? — perguntou assim que me aproximei dele, e como devem imaginar, fiquei sem resposta.
Ele me puxou pra ele, colando nossos corpos e fazendo eu sentir sua ereção crescente na minha barriga. Nossas respirações aceleraram.
– Estou conseguindo Sr.Salvatore? — não me perguntem de onde tirei forças e muito menos de onde tirei isso pra falar, porque não sei, talvez seja a bebida.
Ele sorriu, e mordiscou meu queixo, apertando suas mãos fortes em volta da minha cintura, beijou o canto da minha boca, desceu seus lábios até meu pescoço e subiu até minha orelha mordiscando a ponta dela e sussurrando logo após:
– Você consegue me provocar até quando não quer — ele beijou meu pescoço — Me segurei hoje várias vezes pra não beijar essa sua linda boca toda vez que você mordia seu lábio inferior, isso é uma tentação incontrolável sabia? — ele continuou sussurrando, passeando seus lábios pelo meu pescoço, rosto e canto da boca, e passeando suas mãos quentes no meu corpo. Eu já estava fora de mim, nunca havia pegado um homem tão lindo e tão gostoso daquele jeito, que me deixava a beira do ápice só com esses toques. Estava tão perdida nas carícias de Stefan, que não percebi quando ele me pôs na cama delicadamente, deitou-se sobre mim, e me olhou com os olhos quentes porem sentimentais, eu estaria vendo coisas? Talvez sim. Stefan então me beijou, começou calmo, mas logo ficou rápido, necessitado e quente.
– Agora eu quero ir com calma minha linda — ele sussurrou e eu estremeci — Quero conhecer cada pedacinho desse corpo, beijar toda essa sua pele cheirosa, explorar seu corpo, me deliciar dele e te dar uma longa noite do que eu tenho pra te dar — ele disse me olhando nos olhos, e pareciam expressar o mesmo que os meus. Mas talvez fosse a bebida me deixando assim.
Eu não sabia o que dizer então apenas o beijei,e foi calmo, apaixonado mais o desejo sempre fala mais alto. Stefan parou o beijo tirou minha toalha e eu fiquei vermelha de vergonha, quando ele passeou seus olhos pelo meu corpo com um sorrisinho malicioso e iniciou um caminho de beijos torturante, começou pelo canto da boca, indo para a minha orelha, sussurrando algo como "eu te quero", passou pelo meu pescoço, me deixando arrepiada e fazendo minha parte íntima pulsar, me deixando excitada. Desceu no caminho dos beijos e parou em meus seios, iniciando uma tortura excitante, sugou meu seio esquerdo, dando leves mordidas e chupadas enquanto com outro ele usava a mão o apertando e dando leves puxadas. Suas costas deveria estar toda arranhada porque fincava minhas unhas sem dó, ele contornou o bico do meu seio com a língua e me deu uma olhada sexy, fazendo meu ventre se contrair e avisar que os espasmos estavam chegando, e a minha parte íntima pulsou quando o ápice chegou, fazendo-me estremecer inteira. Mas isso não fez Stefan parar, ele estava falando sério quando disse que queria beijar cada pedacinho do meu corpo. Ele parou de sugar meu seio e continuou sua longa trilha de beijos tortuosos. Ele contornou meu umbigo e deu leves mordidas, suas mãos passeavam em meu corpo, uma acariciava meu seio e outra estava apertando minha coxa e subindo pra minha bunda. Stefan me olhou e piscou, e eu? Eu estava em transe por aquele lindo homem me levando a loucura, e me deixando cada vez apaixonada. Ele beijou minha virilha calmamente, e devagar, e eu já sentia o outro orgasmo perto quando me dei conta do que ele iria fazer. Ele acariciou com as mãos as minhas coxas, e me olhou, aparentemente parecia que estava vendo se eu iria impedi-lo de fazer o que iria fazer, eu estava era querendo que continuasse, mais sou tímida então não ajuda. Ele sorriu e então tocou o meu clitóris com seus lábios e foi naquela boca que eu me deixei ser levada pela onda de espasmos trêmulos que se apossou do meu corpo, me trazendo mais um orgasmo.
Meu coração estava disparado, nunca pensei que poderia existir tanta perfeição em um homem, assim como Stefan... Deus! Eu estava nas nuvens! Stefan se aproximou de mim, acariciou meu corpo e apertou cada parte dele, me deixando mais louca. Ele olhou em meus olhos, e tinha um olhar carregado de luxúria, desejos e... Paixão? Não, eu já estava vendo coisas demais.
– Você além de ser linda, é tão... — ele hesitou um pouco, riu e aproximou-se do meu ouvido — Gostosa! — e eu estremeci de cima até embaixo.
Ele então me beijou calorosamente e entrou dentro de mim, dando estocadas leves, mas que logo ficaram fortes e rápidos. Ele estava me levando ao delirio, nossos corpos pareciam sincronizados, e o meu pequeno corpo se encaixava perfeitamente naquele corpo másculo e bem definido que me levou a loucura a noite inteira. Estava sendo a minha melhor noite...
Tomamos banho juntos e acabamos transando no banheiro. Stefan não parecia ser tudo isso, que fogo ele tinha!
Descemos e fomos fazer algo pra comer, eu estava sentada na bancada com uma camisa dele rindo de umas piadas que ele contava, enquanto ele estava só com a calça do pijama e fazia macarronada.
– Você sentada na bancada da minha cozinha, com a minha camisa, esta tentadora, muito provocante e sexy — ele se aproximou e ficou no meio das minhas pernas.
– E você só com a calça do seu pijama, cozinhando, com esse guardanapo jogado no ombro, está me dando uma ideia nada inocente — eu sussurrei em seu ouvido e mordiscando a ponta da sua orelha.
Ele apertou minha cintura e eu sorri.
– Quero saber dessa ideia depois, e se for o que to pensando, quero por em prática! — ele me puxou pra mais perto e me beijou profundamente, o beijo era calmo, mas logo as coisas ficaram quentes.
– É melhor você parar de provocar se não quiser comer macarronada queimada — ele disse me dando um selinho.
– Poderíamos pedir uma pizza se isso acontecesse — provoquei.
– Não seria má ideia, mas já são 2h00m da manhã, infelizmente aqui não é Nova Iorque. — ele riu e eu mostrei língua.
E automaticamente lembrei que iria embora no outro dia, e aquilo me doeu. E um aperto tomou conta do meu coração ao saber que não veria aquele homem lindo e encantador, tão cedo.
– É amanhã não é? — ele perguntou com a voz baixa. E eu demorei um pouco pra entender.
– Sim... — eu disse suspirando.
– E você acha que ficará longe de mim? — ele se aproximou com um sorriso lindo nos lábios.
– Bom, você mora aqui eu moro lá, então...
– Sabe onde eu estava quando chegou? — ele perguntou beijando meu pescoço, me fazendo arrepiar.
– Em Nova Iorque... — eu disse com dificuldades, pois, ele não estava ajudando muito beijando e mordendo meu pescoço daquele jeito.
Eu não queria saber sobre nada naquele momento, eu só queria aquele homem pra mim ali naquela cozinha e naquele momento. Eu o beijei, e ele entendeu o que eu queria e prensou seu corpo contra o meu, apertando minha bunda e coxas.
Mas minha barriga resolveu se manifestar, fazendo um barulho e anunciando que estava morta de fome.
– Acho melhor você se alimentar primeiro — ele disse mordendo meu lábio inferior, me pegando no colo e me sentando em uma cadeira.
Eu era suspeita pra falar, já que sempre que estava com alguém, me apaixonava. Mas com Stefan, eu sentia algo mais intenso, e eu queria curtir aquele momento, aquele dia, aquele homem. Pois, não saberia se o teria outra vez...
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