Notas iniciais
Oi gentee, para compensar os dois primeiros caps curtinhos do Pov da Dani preparamos mais dois yeahhh -Lari

O grupo foi divido, Matt, Anna, Jon, Mark e Lucas foram pela direita, enquanto eu Vitor, Rebeca, Babi e Ray fomos pela esquerda.

Caminhávamos de boa, até que um ciclope apareceu em nossa frente.

– Meio-sangues, estava com fome já – ele sorriu e balançou seu lança no ar, mais 2 ciclopes surgiram atrás dele. Os dois usavam uma algema, que prendiam um no outro, e nos outros braços havia uma bola de ferro que eles arrastavam.

– Mantenham distancia – ordenou Babi empunhando uma flecha em seu arco e mirando no peito do ciclope líder que gargalhou.

– Uma meio-sangue querendo mandar em mim? – disse o mesmo apontando a lança para Babi, empunhei uma flecha em meu arco, Ray e Vitor estavam com suas espadas e Rebeca com seu chicote.

– Somos 5 seu bolo de merda, vocês são apenas três – disse a eles com uma confiança enorme e sorrindo, ele me olhou e mostrou suas presas, que eram horríveis.

– Cale a boca, sua ordinária – ele jogou Barbara longe com sua lança e veio pra cima de mim, enquanto Ray e Vitor foram pra cima dos outros dois, atirei a primeira flecha que cravou em sua armadura, ele ia enfiar sua lança em mim, porem sua lança ficou parada em frente ao meu peito, espera, Rebeca havia dominado a lança com seu chicote. ela puxou o ciclope com o chicote e o jogou montanha á baixo. Sorriu e me ajudou a levantar.

– Valeu – sorri pra ela.

– Somos uma equipe, não? – ela sorriu e foi ajudar Babi.

Atirei minha flecha em um dos ciclopes da bola de ferro e ele se desfez em cinzas, Vitor matou o outro enfiando sua espada no crânio dele.

Continuamos andando, Babi estava um pouco ferida, pois a lança do ciclope acertou bem seu ombro, mas Rebeca já havia dado ambrosia e néctar á ela.

Enfim chegamos a clareira, sentamos todos a espera do outro grupo, mas nada deles.

– Estranho, já era para eles terem chego – disse Ray, olhando pra trilha de onde eles viriam.

– Verdade, devemos ir atrás deles? – disse Vitor agora, com um ar de preocupação.

– Não, devemos esperar mais um pouco, caso eles não apareçam, iremos em busca da escuridão – disse Babi, que agora já estava menos fraca.

– Não vou deixar meu namorado – disse Rebeca olhando para Babi e cruzando os braços – combinamos de nos encontrarmos aqui.

– Sim, mas caso não nos encontremos, iremos seguir, afinal a líder aqui sou eu – disse Babi com um ar de liderança que deixou Rebeca muito brava.

Esperamos mais meia hora, e nada deles, Babi se levantou e soltou um assovio muito alto, 5 Pégasos surgiram do céu e pousaram em nossa frente.

– E a carruagem? – perguntei.

– Deixamos com eles, pois eles ficaram com as coisas pesadas – disse Babi montando em seu Pégaso.

Montei ao meu, e os outros fizeram o mesmo. Levantamos voo. Babi ainda quis dar uma busca pelo alto á procura do outro grupo, mas nada. Seguimos em frente, destino: Hollywood.

Estávamos chegando á Hollywood já, pousamos em frente a placa. Babi disse que os Pégasos já podiam ir. Ela nos encarou seria e disse.

– Nosso destino. Reino dos mortos. Reino de Hades – ela olhou pra Vitor – melhor que ele goste de você – ela forçou um sorriso e olhou a placa.

Olhei para trás e que paisagem linda, pássaros sobrevoavam o céu, o sol estava raiando. Estava prestes a perder toda luz, estava prestes a ser engolida pela escuridão, a escuridão confunde a luz. Era um verso da profecia. Vamos lá escuridão, apague meu brilho.

– Vamos Dani – disse Babi, olhei pra trás e estava aberta a passagem pro submundo.

Entramos, após todos passarem, a passagem se fechou, toda minha felicidade se partiu, agora eu estava agonizada, medo definia. Grudei em Vitor, descemos uma escadaria negra e encontramos um barco, um homem encapuzado estava parado imóvel, chegamos mais perto, lentamente o homem se virou, sua face era assustadora, ele era completamente pálido não tinha olhos nem nariz, um crânio vazio, me apertei mais a Vitor.

– Um filho de Hades, venha comigo. Sou Caronte – Vitor colocou-me atrás dele.

– Me leve ao meu pai, queremos vê-lo – disse Vitor soando seguro.

– Meu chefe não gosta de visitas inesperadas – disse Caronte.

– Estou mandando levar-nos a meu pai – respondeu Vitor com uma voz dura, Caronte faz um gesto para que entrássemos no barco, no caminho ao castelo de Hades passamos por varias coisas, fotos, relógios, ursos, carrinhos, chaves, pulseiras, uma me chamou a atenção, peguei-a no ar e meus olhos arregalaram, era a pulseira de Larissa, Matt a dera quando fez quinze anos, ela não a tirava desde então.

– Caronte? O que são essas coisas? – perguntei apontando os objetos ao redor.

– Lembranças, quando os mortos entram em meu barco, são obrigados a deixar para trás as lembranças que carregam – mas... Mas... A pulseira, Lari não poderia estar morta, meus olhos marejaram, guardei a pulseira comigo e forcei as lagrimas a voltarem, chegamos ao grande palácio negro, descemos do barco de Caronte e ele imediatamente voltou, o lugar onde estávamos parecia uma grande estação de metrô, uma enorme movimentação de pessoas, porem mortas, em uma grande placa haviam três setas a maior apontava para baixo e dizia Palácio de Hades, um grande cão de três cabeças guardava as grandes portas, Vitor se aproximou e o cão o farejou, abrindo espaço para que passássemos. Atrás das grandes portas se encontrava um grande palácio, plantas e arvores, tudo era escuro, seguimos pelo caminho de pedras. Ao entrar no palácio fiquei maravilhada, uma grande sala com uma lareira queimando, um grande sofá preto, um esqueleto se colocou a nossa frente e começou a andar, o seguimos até uma outra sala, onde haviam dois grandes tronos. O maior era negro e parecia ser feito com ossos, o menor era feito com flores, porem também negro, os dois estavam vazios.

– Onde será que ele está, não temos todo o tempo do mundo! – disse Rebeca batendo insistentemente o pé no chão.

Notas finais
Nossa querida Larissa está morta? Me contem suas opiniões -Lari