Notas iniciais
Olá amoras! :33
Viram como eu sou boazinha? Nem fiz vocês esperarem tanto.
Bom, como a maior parte dos leitores deduziu o que aconteceria, não vai ser muita surpresa para vocês! :cc
Mas enfim, espero que gostem.
Jouir ^^

Lily Evans.

Depois que as meninas sairam eu fui tomar um banho e me arrumar, afinal, ainda tinha um jantar com meu namorado.

Depois de cinquenta minutos estava pronta na portaria do prédio, esperando que ele chegasse, olhei no relógio, onze e vinte da noite, ele estava dez minutos atrasado.

Sentei no banco da recepção e fiquei esperando, depois do que eu pensei ter sido uma eternidade, ele chegou.

─ Olá meu Lirio. ─ disse ele, beijando-me nos labios.

Okay, alguém me explica por que diabos Amos está me chamando assim?

─ Lirio? ─ perguntei confusa.

─ É amor, um apelido carinhoso, o que tem? ─ ele perguntou enquanto entravamos no carro.

─ James me chama assim. ─ escapou de meus labios antes que eu pudesse me deter.

Ele deu um soco no volante.

─ Então agora ele é James? ─ ele perguntou rispido. ─ Pensei que fosse Potter pra você.

─ E é... ─ falei me odiando pelo erro. ─ Mas quando você me chama assim, eu me lembro dele. ─ falei.

─ Lembra dele Lily? Você fica comigo pensando no meu primo, é isso? ─ indagou ele, já alterado.

─ Olha aqui Amos, você está entendendo tudo errado.. ─ falei.

─ ENTÃO ME EXPLICA. ─ ele gritou.

Então ele freiou o carro do nada, e este cantou pneus, quase girando no meio da rua.

Agora ele foi longe demais, poderiamos ter sofrido um acidente.

─ AMOS! ─ Exclamei irritada. ─ Poderiamos ter batido o carro.

Ele pareceu levemente desconcertado, mas não desmanchou a pose.

─ Vai Lily, me explique o por que de você ficar pensando no James enquanto está comigo!

─ Olha aqui, Amos, eu não falei isso, eu só falei que ele me chamava de Lirio, e por isso eu odeio a droga desse apelido e não quero você me chamando assim, por que eu não faço a menor questão de me lembrar do Potter, está bom pra você? ─ gritei indignada, abrindo a porta do carro.

Ele empalideceu.

─ Lily, onde você vai? ─ perguntou.

─ Vou embora! Não quero ser protagonista de mais um showzinho infantil seu, Amos. ─ falei já fora do carro. ─ Quando crescer, por favor, me avise! ─ e bati a porta do carro.

Francamente, ele não tem um pingo de confiança em mim, além de me tirar do meu emprego, fica fazendo essas insinuações, o que ele tá pensando, que eu morro de amores pelo Potter?

─ Lily! ─ senti alguém puxar meu braço. ─ Por favor, me desculpe. ─ Amos pediu.

Tentei me desvencilhar, porem ele me puxou para mais perto dele.

─ Fui um idiota, é que eu estou tão estressado ultimamente, minha mãe está doente... Por favor Lils. ─ falou ele, se aproximando e colocando uma mecha ruiva atrás de minha orelha.

Eu não queria desculpa-lo, mas afinal, todos temos um dia ruim, não é mesmo?

─ Tudo bem... ─ falei forçando um sorriso.

─ Vamos jantar. ─ ele disse.

─ Desculpa Amos, mas acabou o clima, quero ir pra casa. ─ falei.

─ Mas, Lily... ─ reclamou ele.

─ Outro dia jantaremos juntos. ─ falei voltando para o carro.

A viajem de volta foi em total silencio, apenas o som de nossas respirações era ouvido.

Assim que chegamos em frente ao meu prédio, ele desceu do carro para abrir a minha porta.

Cavalheiro? Sim.

Desnecessario? Também.

Eu não sei o que está acontecendo comigo, mas parece que todo esse mel e essa possessividade de Amos está começando a me sufocar.

─ Amor, que tal se eu subir um pouco? ─ perguntou ele, enquanto eu tentava me despedir o mais rapido possivel.

─ Ahn... Já está tarde.. ─ tentei dispensar.

─ Só um pouquinho, nós nem ficamos juntos. ─ disse ele, com a voz aveludada.

─ Tudo bem, mas só um pouquinho. ─ respondi a contra-gosto, forçando um sorriso.

Assim que eu abri a porta de minha casa, Amos me enlaçou em um beijo quente e feroz, eu nem ao menos tive tempo de fechar a porta.

Ele foi me arrastando para a sala e me colocou sentada no sofá, me beijado com uma voracidade nunca vista antes.

E eu correspondia, afinal, ele era meu namorado, eu devia corresponder, não devia?

As mãos dele desceram para minha perna e começaram a trazer consigo a barra do vestido.

Opa, opa, opa, acabou a palhaçada.

O que eu perdi mesmo? Quando foi que a gente começou com as pleriminares do sexo?

─ Amos.. ─ tentei protestar, descolando meus labios dos dele.

─ Quetinha Lily. ─ ele pediu, e num movimento agil me levou para o quarto, deitando-me na cama.

Qual é a parte do “Eu não vou para a cama com você ainda” ele não entendeu?

─ Amos, chega. ─ pedi tentando me levantar.

─ Um homem tem suas necessidades, Lily, e como minha namorada, é seu dever supri-lás. ─ disse ele, me colocando na cama de novo, com uma força desnecessaria.

Tudo bem, agora estou começando a ficar com medo.

─ Amos, para, Amos! ─ eu pedi, tentando empurra-lo, enquanto ele beijava meu colo e abria o ziper do meu vestido.

─ Quietinha Lily, fica quietinha, deixa que eu faço todo trabalho. ─ falou ele, forçando-me contra a cama novamente.

─ AMOS! ─ gritei. ─ PARA COM ISSO, EU NÃO QUERO.

Ele pareceu se assustar com meu grito, e por um momento eu pensei que ele fosse sair de cima de mim.

Então ele retirou uma das mãos que estava em minha coxa e tapou minha boca com força.

─ Eu falei pra ficar calada! ─ ele disse, arrancando finalmente, meu vestido.

Eu não aguentei, quem esse animal pensa que é? Não foi com esse Amos que eu comecei a namorar semanas atrás.

Grossas lagrimas já rolavam pelo meu rosto, enquanto eu me debatia tentando sair dali.

Ele apenas me apertava com mais força, e eu sabia que isso deixaria feias marcas em meu corpo na manhã seguinte.

Eu tentava gritar, mas com sua mão tapando minha boca, nenhum som escapava.

Ele tinha um brilho maniaco nos olhos, e eu tinha certeza de que os meus refletiam apenas o medo que eu sentia naquele momento.

Medo do meu proprio namorado.

Ele já estava para rasgar minha lingirie quando alguém adentrou o quarto.

E esse alguém era o... Potter?

James Potter.

Eu não podia acreditar, Lily estava na cama, com Amos, e não parecia estar sendo muito agradavel para ela. Dava para ver pelo modo como ele tampava sua boca e apertava fortemente sua coxa.

Ele ainda estava vestido, porém ele só estava de calcinha e sutiã.

Eu perdi o controle, ele queria ter relações com ela a força! Que tipo de animal ele é?

Já sei, o tipo de animal sem dentes, por que agora eu vou arrancar todos.

Avancei em sua direção, ele estava de costas, não tinha me visto, apenas Lily havia percebido minha presença, porém eu não tive coragem de olhar em seus olhos, não nesse momento.

O agarrei pelo colarinho da camisa e o retirei de cima de Lily.

Ele empalideceu quando viu que eu estava ali.

E por um motivo obvio, eu sempre fui mais forte que Amos, nós sempre brigamos, e bom, eu podia até levar um soco ou outro, mas ele sempre saia com as piores secuelas.

Ele me olhou assustado, e quando ia dizer algo, eu acertei um soco forte em sua boca, que imediatamente começou a sangrar.

Ele tentou vir para cima de mim, porém eu o prensei contra a parede e dei um soco em seu estomago, fazendo-o perder as forças.

Eu já havia perdido as contas de quantos murros e chutes acertara nele, quando lembrei que Lily ainda estava ali. Ela decididamente não precisava presenciar uma briga horrivel depois de quase ser violentada.

Se não fosse por isso, eu acho que teria matado Amos de tanto bater, sem sombra de duvidas.

O arrastei para fora do apartamento e tranquei a porta.

Passei a mão pelos cabelos, agora viria a pior parte, então fui andando lentamente em direção do quarto de Lily, me perguntando o que deveria fazer.


Notas finais
Então gente? O que vocês acharam?
Comentem e façam recomendações a vontade!!! *-*
E se puderem, deem uma passadinha na minha nova fanfic, Namorado de Aluguel.
Beijinhos.