Journey of Love
11 Capitulo 11
Notas iniciais
Depois que Moira viu seu filho, ela começou a gritar com ele e com a Thea. Coisas que nem Deus entenderia. Ignorou completamente a minha existencia, assim como a de Roy. Após o chilique de Moira, ela subiu pro quarto dela e Oliver pro dele. Ele está trancado lá a três horas. Estou ficando preocupada.
– Felicity? — uma voz doce me chama. Era Thea. — Posso entrar?
– Claro! — falo deixando ela entrar e fecho a porta atrás de mim.
– Então... Eu estou ficando muito preocupada com Oliver...
– É, eu tambem... Ele não sai daquele quarto.
– Eu tentei falar com ele, mas a porta está trancada. E eu pensei, vocês são amigos e trabalham juntos em uma das maiores agências de espionagem do mundo. Então você não poderia usar sua habilidade de espiã e amizade com ele pra faze-lo sair de lá ou pelo menos falar alguma coisa? — seu tom é desesperado.
– Não sei se posso fazer muito, mais vou tentar! — sua reação a minha resposta é um grito de alegria e um abraço apertado. Combinamos um pouco o que faremos. Ela sai do quarto logo depois gritando um "obrigada".
Me levanto da cama e vou até a mala. Se tem uma coisa que eu aprendi sobre fugas (Possivelmente a unica) é arrombar portas.
Pego o estojo de alicates que eu tenho e pego o maior e o menor. Saio do meu quarto e vou andando normalmente até o dele.
– Oliver! Abre a porta! — falo. Não custa tentar. O silêncio se mantém no quarto. — Se você não abrir vou arrombar. — ouço uma risada abafada.
– Duvido! — ele grita de dentro do quarto com uma voz irônica.
Eu não falo nada, só me posiciono na frente da fechadura e começo a movimentar os alicates. Depois de uns minutos a porta faz um barulo e logo depois eu a abro, revelando um Oliver incrédulo do outro lado.
– E ai? Você duvida? — sou irônica.
– Como...? — ele pergunta.
– Pois é. — falo. — Oliver, você tem duas opições: A primeira é falar o que está acontecendo pra mim, e a segunda é falar o que esta acontecendo pra sua irmã... Lembrando que ela ficaria muito mau se o motivo fosse algo que ela não deveria saber!
– Nossa eu estou com tanto medo. Eu não sou obrigado a falar nada! — ele está deitado em sua cama me encarando com uma das sombrancelhas levantadas.
– Deveria ficar, pois se vamos ficar trancados aqui por um tempo indeterminado, teremos que falar sobre algo! — ele me olha confuso. Logo depois Thea aparece jogando dois sacos pra dentro do quarto. Eu jogo pra ela a chave e os alicates, que pega e tranca a porta do quarto rapidamente.- O que você fez? — ele pergunta assustado.
– Nos tranquei aqui! Não se preocupe. Temos comida e água o suficiente pra três dias, e só se tivermos que ficar aqui por mais tempo passaremos fome! — falo normalmente.
– Você ta maluca? — ele grita. — Eu não vou ficar aqui! — ele fala indo até as janelas que estão fechadas e tentando abrir.
– Sua casa tem um sistema de segurança muito bom, sabia? A Thea configurou as suas janelas. Que agora estão lacradas, e se tiver pensando em quebra-las, nem tente. São blindadas. — falo sentando na poutrona preta que tem na frente de uma lareira.
– Você pensou em tudo, não foi? — ele pergunta.
– Claro, a final, não é sempre que se prende alguem em um quarto pra tentar arrancar coisas dele. — eu falo e depois percebo que a frase teve duplo sentido. — Quer dizer, tentrar arrancar informações. — concerto e ele me olha rindo.
– Tudo bem! Você não vai conseguir arrancar nenhuma informação, mas se quiser arrancar as mimhas roupas... — ele fala me zoando.
– Sério Oliver, tira essa história da cabeça por um segundo e entenda: eu só quero te ajudar! Por favor, eu não posso fazer isso se você não me contar o que está acontecendo. — eu falo olhando em seus olhos.
– Eu não tenho ideia do por que eu vou fazer isso, mas, tudo bem. Eu te falo! — Oliver fica sério. — Lembra quando eu te falei que eu me formei no mesmo ano que meu pai moreu? — eu balanço a cabeça positivamente. — Então, sabe por que ele morreu? — eu balanço a cabeça negativamente. — Ele estava indo pra Nova York, já que ele era um dos conselheros. Mas naquela noite, eu e os meus amigos saimos pra beber, pra comemorar, sabe? Fomos a baladas, boates, bares. No final da noite eramos cinco homens bebados andando na rua. Eu liguei pro meu pai, que estava na estrada, e contei pra ele o maior segredo da minha mãe. — ele faz uma longa pausa, seus olhos estão marejados e meu coração bate incontroladamente dentro do peito. — Meu pai não acreditou, brigou comigo. Ele estava chorando no telefone, até que eu ouvi um grito e uma batida forte. — Oliver agora chorava na minha frente. E então eu entendi, Oliver se culpava pela morte do pai, o por que dele não falar da familia, e sua mãe o culpava pela morte do pai, o que explica sua mãe ter um chilique quando o viu.
Fico uns minutos processando a nova e difícil informação. Eu o olho, ele está de cabeça baixa encarando o chão.
Eu me aprossimo mais e o abraço. Oliver parece meio surpreso no primeiro instante, mais depois ele me abraça de volta colocando a cabeça na curva do meu pescoço. Me sinto bem com o ato. Eu me sinto viva.
Ficamos muito tempo abraçados. Eu com as mãos em volta de seu pescoço e ele com as mãos em volta da minha cintura.
– Obrigada, Felicity! — fala Oliver dando uma pequena distancia entre nossos corpos. O suficiente pra que eu pudesse olhar em seus olhos, que estavam ser cor, tristes. Eu nunca havia visto Oliver assim. Meu peito se aperta e eu o beijo.
Ele corresponde rapidamente, como se quisesse tanto quanto eu, eu abro minha boca e ele a invade com sua lingua. Nosso beijo vai ficando cada vez mais intenço. Eu me viro e subo em seu colo sem separar nossos lábios. Oliver me aperta contra seu peito, como se me quisesse cada vez mais perto.
Eu desabotoo sua camisa botão por botão, passando a mão em seu abdomem. Ele tira a minha logo em seguida e sem vergonha encara meus seios cobertos apenas pelo sutiã. Começo a beijar seu pescoço e morder sua orelha, quando sinto algo crescendo embaixo de mim. Rebolo um pouco o provocando.
– Felicity! — Oliver geme em protesto. Abaixo minha mão até mais ou menos em cima de sua ereção, onde o ziper da calça jeans que ele usa fica. Abro sua calça e ele me olha nos olhos. Eu mantenho o contato visual até a calça dele estar no chão e a minha logo ao lado. Oliver tira meu sutiã e o joga pelo quarto. Me encara por um tempo, me envergonhando com seu olhar, e me deita na cama e os bicos do meu seio direito.
– Oliver! Por favor! — gemo. Ele entende o que eu quero dizer, tira minha calçinha e a cueca box dele, seu membro é enorme. Não coloca camizinha, pois não é necessario, eu tomo pilula. Ele se posiciona em minha entrada. — Oliver! — gemo quando ele começa a penetrar. Quando seu pênis esta todo dentro de mim ele começa um vai e vem devagar e vai aumentando a velocidade conforme eu vou gritando de prazer. — Eu estou quase! — falo em meio a um gemido. Ele tira todo seu membro de mim e penetra tudo
rapidamente, me fazendo gozar. Logo depois é a vez dele.
Ele se joga na cama ao meu lado ofegante. Eu olho em seus olhos e o beijo mais uma vez. Me alinho em seu peito desnudo e seus braços enlaçam a minha cintura. E assim adormecemos.
[...]
Acordo com a luz do sol em meu rosto. Olho pro lado. Oliver esta dormindo. Penso em tudo o que aconteceu ontem.
– A quanto tempo está me encarando? — pergunta Oliver me tirando dos meus desanveios. Ele ainda está de olhos fechados.
– É... Eu... — sou interrompida.
– Felicity! Ele já falou? Eu já posso abrir a porta? — grita Thea do outro lado da porta.
– Fel! Por favor! Não conta pra ela! Ela vai perguntar qual é o segredo e eu não vou poder contar! Eu não posso contar pra ela! — ele sussurra desesperado.
– Por que, Oliver? O que é tão importante? — pergunto preocupada. Coloco minhas mãos em seu rosto o fazendo me olhar nos olhos — Confie em mim!
– Felicity! Minha mãe traiu meu pai! O segredo é que Thea é filha da minha mãe com Malcon Merlin, pai do meu melhor amigo e melhor amigo do meu pai! — sussura com a cabeça baixa. Eu ouvi direito?
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