John and Dave's sex tape
3 Dave é um bolinho de canela e danação eterna
Notas iniciais
A respiração de John estava pesada conforme Dave acariciava a área quente entre suas pernas ainda coberta pelas roupas, e parecia implorar por um alívio. As mãos em volta de seu tronco puxavam-lhe as roupas, agarrando-se ao tecido e quase esgarçando. A boca molhada por saliva que não era dele soltava hálito quente contra seu pescoço, e murmurava:
–Dave...p-por favor...
O loiro estremeceu. Amava aquela voz tenra e amava a provocação acidental em seu pescoço, área tão sensível. E John sabia.
Ele se afastou alguns centímetros, simultaneamente agarrando a excitação de John e o fazendo soltar um gemido alto, ficando ofegante em seguida.
–D-Dave! -ele chamou. Dave mordeu o lábio inferior, cada vez mais provocado, mas não ia empurrar o garoto para a cama ainda. Antes, queria testar uma teoria.
Segurou e ergueu um pouco o queixo de John com a mão livre, afim de fitar seus olhos.
E como amava aquelas orbes azuis. Penetrantes, irresistíveis...impossíveis de substituir.
E, naquele momento, tão excitadas.
Dave se curvou apenas o bastante para um beijo profundo. John aprendera rápido a beijá-lo direito. Mesmo que o loiro ainda dominasse a situação, a maneira que John passava a língua pela sua e acariciava dentro de sua boca lhe dava vontade de se derreter em seus braços.
O Strider largou dos lábios do outro e desceu beijos por seu pescoço (o fazendo arquejar), clavícula (o fazendo resmungar), peito (o fazendo chamar seu nome), ventre...
–Aah...Dave... -o moreno o olhava completamente vermelho, como se não acreditasse no que ele estava prestes a fazer.
Dave mandou-lhe um sorriso de canto antes de se ajoelhar, levando as mãos até a barra de sua calça e então aos botões. Não foi lento ou provocante: demorou por atrapalhar-se com o zíper, já que insistia em encarar John enquanto fazia tudo.
Menos depois de tirar a roupa do rapaz. Ao ver seu membro quase fugindo da roupa íntima um pouco úmida, ele lambeu os lábios, subitamente faminto. John cobriu o rosto e soltou um "eeeeeek" envergonhado.
Dave se curvou para a frente até tocar seu membro com a testa. E ergueu o rosto devagar, causando uma fricção e um olhar desejoso na direção de John, que sentiu o coração descompassar e se apoiou com as mãos na parede atrás de si. Dave, ainda o encarando nos olhos como se eles fossem a melhor coisa do mundo, pôs a língua para fora e, despudorado, lambeu a excitação do namorado por cima dos panos, recebendo em resposta um gemido/grunhido alto e curto. Com tal reação, continuou; segurou as coxas de John e fechou os olhos, lambendo com vontade e expectativa, até que o rapaz que satisfazia gritou para que o tomasse na boca logo de uma vez.
Ele obedeceu. Desceu as boxers dele apenas o bastante, e teve uma surpresa positiva quando o membro de John pulou para fora, vermelho e pulsante.
Mordeu o interior da boca, embora tentasse permanecer sério. Ainda encarando fixamente o membro do rapaz (tanto, que John poderia ficar desconfortável), disse:
–Solicitando acesso da minha boca no seu p--
–Acesso garantido! –interrompeu John, tombando a cabeça um pouco- A-ah, cara...
Dave se sentiu nervoso. Mas evitou reações negativas. Olhou para John a última vez, então colocou uma de suas pernas sobre o ombro e começou pela base, virando a cabeça para lamber.
Deu alguns beijos enquanto caminhava com a boca até a ponta, segurando o membro de John com uma das mãos. Ao finalmente chegar à glande, ergueu os olhos e deu um chupão. Cabeça para trás: reação positiva. Lentamente envolveu-o com a boca, indo cauteloso até a ponta bater na garganta. Engasgou de leve, o que apenas fez John levar as mãos até seus cabelos e fazer uma carícia. Dave ronronou do fundo da garganta, causando uma vibração que causou um puxão em seus fios antes tão arrumadinhos, e ele se segurou para não gemer.
Curiosidade: adorava quando lhe puxavam o cabelo.
Dave tirou novamente o membro de John da boca, e diante da exclamação de desgosto, beijou estalado a glande sensível, e espalhou lambidas deliciadas por sua ereção que só ficava mais rija, enquanto estimulava a base com uma das mãos. John gemia rouco, agarrado nos cabelos de Dave, ofegando. O loiro se divertia roçando a ponta da língua em lugares estratégicos, que levavam o namorado à loucura.
Curiosidade: uma vantagem para Dave é que ele sabia exatamente que pontos estimular.
Ao engolir novamente o membro de John, a perna dele em seu ombro teve um espasmo de prazer, e ele ficou temeroso de que o namorado desabasse. Por outro lado, era um sinal de que estava indo bem.
Se pôs a chupar como se tivesse feito aquilo a vida toda, e atendia aos pedidos tímidos de John para ir mais devagar ou engolir mais fundo.
Quando o moreno pediu entre arfares para que ele fosse mais rápido, Dave sabia que estava perto do fim. O que era bom, porque sua mandíbula estava cansada, mas ruim, porque aquela atividade toda estava realmente o satisfazendo. Quem diria?
–D-Dave...Dave! Hgnn, Da--mais! M-mais, por favor! -chamou um John em êxtase. Era delicioso ouvir sua voz, e Dave atendeu o pedido, masturbando-o com uma mão e chupando onde conseguia na velocidade que o namorado pedia. Seu membro entrando e saindo de sua boca, aquele movimento tão...era uma sensação estranha e ótima. Dave podia se viciar.
John chamou seu nome mais vezes antes da respiração ficar mais curta, e ele começar a gemer estridente e com engasgos.
–Dave, eu--! Eu vou...!
O loiro tirou o membro de John de sua boca, sem parar de provocá-lo com a mão, e olhou o namorado com desejo para pedir:
–Goza na minha boca...
Não foi preciso implorar. John puxou seus cabelos e curvou o tronco para a frente, gemendo um quase grito enquanto Dave abria a boca para receber o tiro desordenado que escorreu pelo canto dos lábios e lhe acertou o rosto, mas ele lambeu o que pôde.
O gosto não era tão bom, mas não era como se ele se importasse. Tirou o que restara em sua bochecha com o polegar, e abriu a boca para lamber provocativamente, enquanto encarava John de baixo com olhos que diziam:
"Agora é sua vez."

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