John and Dave's sex tape
4 John é impaciente e Dave não vai poder sentar por um tempo depois dessa
Notas iniciais
Tão pouco adentraram o quarto, Dave o jogou para dentro e bateu a porta. John mal pôde formar a frase “Você trancou?”, antes de ser agarrado pelo pescoço pelas mãos magras do namorado e sufocado em um beijo cheio de entusiasmo.
John tentou protestar, por alguns segundos, tentando gesticular na direção da porta e soltar “mmfg” estratégicos que mandassem a Dave a mensagem de que seu pai poderia abrir a porta a qualquer momento.
Mas oh, o outro não lhe deu tempo, pois com passos rápidos o jogou na cama e cobriu seu corpo com o próprio, levando uma perna de cada lado da cintura do Egbert e as mãos à base da camiseta vermelha. Desistindo de tentar diminuir a afobação do sardento, John agarrou seus quadris ao invés disso, logo descendo as mãos para uma área que mais o satisfazia. Dave não demorou a começar com movimentos sinuosos sobre si, seu corpo todo correspondendo – e muito bem – aos gestos do moreno sob si.
–Ooh, Joohn... –chamou, jogando a camisa para o lado e mordendo o lábio- Sabe onde mais eu botei um piercing?
O moreno sentiu-se arrepiar. Soltou o ar pela boca com força e barulho, seu rosto já tomando uma cor vermelha, quase escarlate, na verdade.
–Não, mas mal posso esperar pra descobrir –respondeu, e não mentia. Eis que o namorado curvou-se sobre si, e murmurou algo que o Egbert não realmente se forçou em compreender. Estava ocupado demais inalando o cheiro viciante da colônia de Dave, erguendo inconsciente uma das mãos para afundar-se em seus cabelos e arrancar dele um lindo som como de um gatinho.
O sardento então estirou a língua, ao que John respondeu com sua própria, e ao engatarem num beijo molhado, o moreno percebeu pelo tato que havia uma bolinha de metal bem no meio da língua do namorado. Whoa, quente.
Enquanto se beijavam com fulgor, Dave voltou aos movimentos nada castos sobre o ventre de John, este, que já recebia uns impulsos elétricos do cérebro para “acordar” o “amiguinho” debaixo. Péssima maneira de dizer isso, mas é, Dave era rápido em deixar John de pau duro.
E ele sabia como fazer. Puta que pariu, se ele sabia como fazer. A maneira que escorregava sobre a ereção clara do outro, seu abdômen mesmo fazendo curvas como uma cobra, demorando-se na fricção de seu próprio membro contra John. E, por Deus, os sons que ele fazia--deveria ser ilegal, sem brincadeira. Honestamente, como Dave Strider não iniciava rebeliões só por existir? John mesmo sentia vontade de vandalizar um monumento do governo só de pensar em como seu namorado era absolutamente perfeito.
Ao se separarem – nota: ver com Eridan e sua “ciência negra” se não existe uma maneira de criar guelras para não precisar mais respirar oxigênio do ar –, Dave gemeu manhosamente o nome do mais novo, suas mãos agarrando a roupa de cama como se fossem um bote salva-vidas.
John passou as mãos despudoradas pelas costas do namorado, deixando leves arranhões, enquanto sua boca descia pela mandíbula, queixo, e então pescoço do outro. Era sempre assim; tão pouco seus lábios alcançavam a garganta do sardento, este se derretia em uma bagunça lacrimejante de gemidos e pedidos e rebolados sobre ou sob si, inofensivo e arrepiado dos pés à cabeça.
Razão número #587 para amar Dave Strider: a maneira como ele sempre agia frio e descolado na frente dos outros, mas deixava cair totalmente a armadura diante de certos carinhos.
Murmurando o quanto o queria, entre beijos, John ajudou Dave com suas calças e roupa íntima, sendo igualmente jogadas para um canto do quarto, e foi no momento que se sentava na cama que o sardento o parou, uma das mãos em seu peito:
–J-John, espera. –seu rosto e orelhas estavam vermelhos diante da expressão confusa do moreno- Você p-pode...hã...tirar sua camisa? Por favor?
John ficou meio confuso, mas acatou; qual era o problema de tirar a camisa?
Antes que a jogasse para o lado, no entanto, Dave a pegou de suas mãos e timidamente passou-a pela cabeça e pelos braços e logo estava vestido em nada, somente a camisa boba dos Ghost Busters de John.
“Oh”, pensou o Egbert, finalmente ligando os pontos, “OH.”
Timidamente, mantendo contato visual com ele por trás dos óculos escuros, Dave fechou o punho ao redor do tecido puído e ergueu-o até o rosto, respirando fundo – e então soltando um gemido baixo e manhoso.
Merdacaralhoputaquepariueuvoumorrerdevergonha—
John sentiu-se suar e mordeu o lábio inferior. Murmurou um “Merda” antes de rapidamente unir seus lábios aos do namorado, puxando-o para seu colo, ouvindo os sons baixinhos e adoráveis que ele soltava entre o estalo de um beijo e outro.
Desceu uma das mãos pelas costas cobertas do outro enquanto a oposta puxava seus cabelos e o forçava a tombar a cabeça para trás. E ele o fez, enquanto empinava a bunda na direção dos dedos de John, que logo roçavam provocativamente contra sua entrada.
Foi interrompido com um som dolorido vindo do maior. Lembrou-se de todo o procedimento do lubrificante e preparação. Oops, foi mal aí.
Cumpridas as preliminares, logo estavam novamente naquela posição, John com dois dedos no interior do rapaz, praticamente o fodendo com impaciência, enquanto Dave ocupava-se em cobrir a boca com a mão para não gritar de prazer e chamar a atenção do quase-sogro. Mas ah, se ele pudesse soltaria o gemido mais pornográfico o possível, e até seu irmão poderia ouvi-lo, do outro lado da cidade. Pena que isso seria um problema para ambos.
–J-John, chega –pediu, praticamente um implorar, na verdade- E-eu não aguento mais, por favor vai logo...
E John novamente o atendeu. Desocupando a entrada do sardento, preocupou-se em desatar o cinto e abrir a calça ao mesmo tempo que beijava o namorado, finalmente lembrando-se de sua própria situação deplorável ao que seu membro se levantou contra o ar frio do quarto.
Dave segurou sua base, e, evitando olhar em seu rosto – ele sempre fazia isso; adorável–, sentou-se devagar, ajeitando-se ao redor do tamanho do namorado, enquanto gemidos ao mesmo tempo doloridos e carentes escapavam de seus lábios vermelhos. Ao finalmente suportar tudo dentro de si, começou a se mover, primeiro lento, mas logo conseguindo manter um ritmo delicioso. E John o apertou contra si, seus braços envolvendo o tronco do maior, ajudando-o com estocadas fortes e o rosto pressionado no peito do namorado e aspirando o cheiro dele misturado com o seu. E Dave aumentou a velocidade depois de um tempo, e gemia alto, e John estava ficando sem ar, e era como um ataque de asma só que melhor; mordeu e brincou com a orelha de Dave usando os lábios e então ele chamou seu nome e foi a coisa mais linda, e Dave gritou quando ele lhe golpeou a próstata.
No fim, estavam suados e o loiro estava quase chorando, porque era tão bom, e tão bom, e ele podia morrer ali mesmo e morrer feliz, e foi aí que John percebeu que eram dois adolescentes com o libido depois do limite saudável e então Dave gozou e foi lindo. E John continuou com os movimentos em um louco piloto-automático, e veio logo depois, e Deus, ele não conseguia se lembrar de um orgasmo antes deste que também o tivesse deixado com a visão branca e a cabeça pesada.
E eles demoraram mais tempo do que deveriam para limpar tudo. E John espalhou beijos pelo rosto de Dave, de seu Dave, e o loiro ainda estava vestindo sua camisa quando foram jogar vídeo-game, e fingir ao pai de John que nada demais tinha acontecido.
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