Jogo Perigoso

20 Inconsequência


Notas iniciais
Opa e vamos com o segundo do dia!!!! 60 PESSOAS ACOMPANHANDO EU ESTOU TÃO FELIZ! Amo vocês ♥ Beijos e até domingo ! Boa leitura!

Pov Tommy

— Docinho?_ Escutei Meg sussurrar apenas para mim, eu estava focado na conversar entre Sara, Lis e Ollie, mas a olhei esperando que continuasse. — Quero conhecer o seu quarto._ Murmurou e eu apenas a encarei, com seu sorriso travesso e provocativo, essa mulher ainda me mata! — Quero terminar o que começamos ontem._ Assumiu.

— Eles não irão sentir nossa falta?_ Perguntei olhando em direção aos meus amigos que pareciam alheios a nós dois, então em um só impulso, tirei cuidadosamente suas pernas do meu colo e apertei sua mão. — Vem comigo._ Ela apenas assentiu, mas tenho certeza que vi o olhar se Sara em mim e depois em Meghan, porém nada disse.

Assim que chegamos ao corredor dos quartos, caminhamos em total silêncio, como destreza e sem solta-la abri a porta e dei caminho para Meghan entrar.

— Esse quarto é enorme, entendo o porque de Sara fazer tanta questão dele!_ Meghan falou enquanto retirava seu tênis e eu apenas encostado perto da porta olhando para a mulher que tem feito da minha vida um inferno e mesmo assim que mexe comigo de um jeito que nenhuma outra conseguiria, desde que nos conhecemos, não dormi com nenhuma outra e me amaldiçoo por isso, tentei com Shioban, mas foi só mais uma maneira de chamar a atenção, dessa loira deliciosa, que sem pudor algum, retirava seu jeans de forma sensual, deixando virada em minha direção, sua bunda, que porra! Como é gostosa! Então retirou a regata, ficando apenas com sua langerie vermelha, ela sabia me provocar mesmo sem palavras, ou atitudes impensadas, Meghan Smoak Lance é a mulher que vai me tirar todo o juízo. — Tira a roupa docinho, não posso começar sozinha ou posso se quiser assistir._ Disse com a voz rouca, maldita! Como um adolescente apressado, retirei minhas roupas, jogando-as por todo o lado. Ela vai me deixar louco, seus seios saltando o sutiã, o jeito que sua boca formava um biquinho rosado e seu olhar desafiante e provocador que tanto direcionava a mim.

— Melhor assim gracinha?_ Perguntei, demonstrando o efeito que a visão dela deitada em minha cama tinha feito comigo, meu amiguinho lá de baixo já se erquerá com expectativa de estar dentro dela.

— Bem gostoso docinho._ Respondeu .

— Tento não ser, mas é impossível._ Retruquei caminhando em sua direção. Ela apenas mordeu os lábios com força sem me responder, sem pressa me coloquei sobre a cama, cobrindo o corpo da mulher que mais mexeu com meus pensamentos em toda a minha vida e que finalmente sentirei seu gosto, poderia ser só sexo, eu poderia foder rapidamente apenas para deixar meu gozo dentro dela, todavia, não com ela, nem se eu quisesse, essa mulher entrou em minha vida, para tirar minhas barreiras e fazer de mim o que quiser.

— Mudança de planos docinho._ Exclamou jogando me para o lado, maldita! Meghan levantou e pegou a cadeira que estava no quarto a aproximando da cama.

— O que vai fazer gracinha?_ Perguntei, analisando cada um de seus movimentos precisos em meu quarto e um pouco curioso, essa mulher não conhece seguir qualquer regra.

— Senta aqui docinho._ Falou em tom de ordem e fiz o que pedi sem pestanejar, meu membro e meu corpo precisavam senti-la logo. — Gosto assim!_ Murmurou em meu ouvido no momento em que sentei, mordiscando minha orelha e depois parando e me olhando como uma criança travessa que iria aprontar. — Podemos fazer um joguinho?_ Perguntou.

— O que quer fazer gracinha?_ Questionei, enquanto me controlava para não agarrá-la a qualquer momento.

— Quero te amarrar apenas e fazer o que quiser com seu corpo._ Falou marota, soltei um sorriso de interesse em sua fala. — E tenha certeza que será prazeroso, para ambos._ Salientou com rapidez.

— Faça._ Respondi somente e ela entendendo o recado, tirando duas fitas de seu bolso, maldita, ela já tinha planejado isso! Amarrou-as em meus braços, impossibilitando meus movimentos, não reclamei.

— Me observa docinho._ Pediu e eu assenti. Meghan retirava seu sutiã lentamente seguindo o ritmo de uma música que colocou para tocar em seu celular, seus seios fartos saltaram com força, fazendo com que eu saliva-se e desejasse te-los em minha boca, o bico de seu seio rosadinho , constatando sua pele clara, perfeita. Então com toda sua volúpia exposta, retirou sua calcinha, jogando-a em meu colo. Como um animal, eu queria devorá-la e não importa quantas vezes o fizesse ainda não estaria satisfeito, meu pal lutava para ser liberto da cueca e eu apenas queria senti-la. — Gosta do que vê?_ Perguntou risonha, vindo em minha direção e como uma boa garota que ela não era, retirou minha cueca e deixando-a de lado. — Grosso._ Falou colocando membro em suas mãos sentando sobre mim, com a espaço separado pelo meu membro, que ela começou lentamente a fazer movimentos de vai e vem.

— Gracinha._ Rosnei, quando seus movimentos se tornaram mais urgentes e precisos, sua outra mão seguiu caminho até minha nuca, arranhando com força e me exitando como louco.

— Me chama de Meghan, quero ver você gemendo o meu nome!_ Ordenou, apertando meu pal com mais força, movimentando sua mão mais rápido tirando de mim suspirou descompassados. Não era só por ela saber tocar uma punheta maravilhosa e sim pela forma que meu corpo respondia a cada toque seu, a loira sabia o efeito que tinha sobre mim e usava ao seu favor.

— MEGHAN!_ Vociferei quando de repente ela me introduziu dentro si, senti sua intimidade apertar contra meu membro e antes que eu pudesse dizer algo ela colou nossos lábios, como se precisasse daquilo, quis abraça-la, agarrá-la , mas a danadinha fez um trabalho perfeito em me amarrar.

Ela ditou o ritmo do nosso beijo, quicando contra meu pal Meghan parecia querer me devorar e eu queria que o fizesse, mordi seu lábio , a loira desferiu um tapa em minha face e voltou a me beijar, antes do que eu esperei e sem sessar os beijos, soltou minhas mãos e mais que rapidamente , levei-as a sua bunda, apertando com força, gostosa. Meghan começou a rebolar com meu membro dentro de si, me deixando fora de órbita de tanto prazer, levei minhas mãos, ao seu seio e massageei, com cuidado, Meghan jogou a cabeça para trás seus fios loiros subiam e desciam no ritmo em que colocamos, rápidos. Abocanhei seu seio dessa vez, provando e brincando com ele, minha língua rodeava e eu chupava o bico, mordiscando-o em seguida.

— Ah Thomas! Me fode com mais força!_ Gemeu seu pedido, arranhando meus braços, levantei com ela em meu colo, sem parar de penetrá-la ou chupar seu peito, sentindo o suor pingar de nossos corpos, a desci e indiquei o que eu queria, Meghan colocou ambas as mãos na parede e abriu as pernas ficando de costas para mim.

— Quer com força Meghan?_ Perguntei segurando meu membro roçando em sua intimidade sem um contato maior, apenas exitando-a, jogando com ela.

— Quero docinho._ Respondeu manhosa e sem esperar mais penetrei-a lentamente, apenas para sentir como ela era deliciosa e quente, segurei seus cabelos entre meus dedos e com a outra mão em sua cintura, prendendo-a firmemente.

— Então seu pedido é uma ordem gracinha._ Devolvi, aumentando as estocadas, mais rápidas e mais fortes, Meghan rebolava loucamente em meu pal, me deixando louco e perdendo todo meu juízo e calmaria de pensar qualquer coisa racional, dei-lhe um tapa na bunda, fazendo com que ela gritasse meu nome, urrei , o tesão estava tomando conta de mim.

— QUERO MAIS!_ Exclamou, puxei sem cabelos com mais força, tirando gemidos altos dela, vendo seu corpo suar tanto quanto o meu, penetrando-a de forma dura e forte, senti minha pele arrepiar, e notei que o mesmo efeito ocorreu nela, essa mulher! — Thomas, eu vou..._ Sussurrou dessa vez.

— Eu também!_ Respondi, com a voz rouca. — Vou tirar!_ Falei, já que não estávamos transando com camisinha esse é o certo.

— Não! Vamos juntos._ Pediu e contra todo meu juízo, estoquei mais lentamente sentindo o orgasmo dela vindo, sua intimidade apertou meu pal fazendo com que eu também gozasse, urrei mais uma vez, nós havíamos chego ao climáx juntos. Maldita!

— Vem cá!_ Pedi assim que me recuperei e ela rapidamente virou-se em minha direção, beijei sua boca querendo sentir seu gosto e Meghan apertou meu corpo contra o seu.

— Quer tomar banho comigo?_ Perguntou circundando meu pescoço com seus braços e rapidamente a ergui, pegando-a no colo. Caminhando até o banheiro.

— Faço o que quiser gracinha._ Sussurrei em seu ouvido, tirando dela um sorriso safado.

— Então se prepara, pretendo sair daqui só depois de te cansar bastante._ Murmurou cretinamente e nossa, como eu quero que essa mulher me canse, de todas as maneiras possíveis e impossíveis.

Pov Sara

Após sair da mansão, para não escutar os gemidos da minha irmã, que evidentemente estava dormindo finalmente com Tommy, fui comprar algum brinquedo para a pequena Sara, em uma loja cheia, com crianças gritando afoitas e atendentes sorridentes demais.

— Boa tarde senhorita!_ Uma morena e um pouco mais baixa que eu falou, com aquela expressão engraçada de "tenho que agradar". Revirei os olhos. — Posso ajudar?

— Sim, o que acha bom para se presentear uma menininha que tem uns cinco anos? Ela é bastante falante e é exigente com brinquedos._ Falei pensando em como a pequena Sara tinha arrancado a cabeça da Barbie que dei para ela de Natal, para fazer uma árvore de Natal feita com cabeças de boneca, pois ninguém havia deixado pequena ter a sua própria árvore.

— Que tal o novo brinquedo que chegou? Temos aquele urso ali que todas as mães estão levando!_ Apontou para o urso, enorme, rechonchudo e sorridente, além de ser maior que pequena Sara, irei leva-lo, se eu fosse criança iria querer um desses.

— Quero um e se puder embrulhe para presente, minha afilhada irá ama-lo._ Respondi indo para fila do caixa, lembro bem no momento em que virei afilhada da pequena, eu e Meghan apostamos em toda a gestação o sexo do bebê, quando houve uma missão em que Lyla quase perdeu a filha, eu tive que fazer o parto, já que Meghan desmaiou em segundos quando viu a cabeça da criança saindo de dentro de Lyla, Laurel ficou me auxiliando e Lis se preocupou com chamar a ambulância, um trabalho em equipe. Mas, salvamos ela e a bebê. Lyla e John, deram meu nome a pequena em agradecimento e eu ainda ganhei a aposta, Felicity foi escolhida como madrinha também, mas se posso dizer a pequena chama a nós quatro de dinda e é nós não discutimos mais sobre isso.

Uma das atendentes me chamou, sorte que não precisei esperar muito tempo na fila.

— Senhorita? Cartão ou dinheiro?_ Perguntou colocando o urso embrulhado dentro da sacola.

— Cartão._ Respondi rapidamente, depois de pegar a nota fiscal, saí, refletido como dar presente a uma criança ficou tão caro.

Como sempre faço, enquanto caminhava a casa dos Diggles, já que era perto e eu havia deixado minha moto na mansão e feito um dos motoristas me trazerem aqui, fui verificar a nota e me surpreendi com um número de celular escrito atrás dele e o nome da atendente sorridente. Respirei , amassei o papel e o joguei fora. Ainda não posso me envolver com ninguém, quando meu pensamento, mesmo que triste é de só uma mulher, nem o anel de meu dedo consegui tirar, Tommy e Oliver me intitulam como cafajeste e eu sei que sou, mas não magoarei aquela menina apenas para esquecer outra pessoa.

— DINDA SARA!_ Pude escutar o grito da pequena que estava na janela assim que fui bater na porta dos Diggles.

— Chama sua mãe para abrir pequena._ Falei e a mesma saiu correndo, crianças.

— MÃNHE DINDA CHEGOU! CHEGOU!_ Exclamou e escutei os passos de Lyla apressados para abrir a porta.

— Ainda bem que chegou Sara, sua afilhada está ansiosa desde cedo esperando você._ Lyla disse-me enquanto me dava um abraço rápido e eu a segui entrando na casa.

— Olha o que a dinda trouxe pequena!_ Falei fazendo mistério e mostrando a ela o embrulho de presente e a pequena correu para pega-lo, mas não antes de me dar um beijo na bochecha.

— Qual palavrinha mágica filha?_ Lyla indagou.

— Obrigada dinda Sara!_ Exclamou jogando-se no chão, abrindo o presente.

— Vou deixar vocês aproveitarem o resto do dia, vou indo, qualquer coisa me liga._ Lyla falou enquanto saía de fininho das vistas da filha, que parecia muito entretida com o urso.

— Ele é tão fofinho dinda!_ Confidenciou enquanto abraçava o urso, então fui sentar ao seu lado.

— Gostou pequena?_ Perguntei, enquanto brincava com seus fios encaracolados.

— Eu amei! Ameeeeeei!!!!_ Gritou alegre e ri do seu jeitinho espalhafatoso de ser. — Dinda, cadê tia Avinha? Ela não vem me ver tem um tempão!_ Falou inflando as bochechas, tentando parecer emburrada, fofa.

— Trabalhando, fala com seu pai para pedir a tia Ava para vir, pequena._ Respondi, Ava sempre gostou muito da pequena e estranhei ela ficar tanto tempo sem vê-la, porém estando em missão entendo a demora.

— Papai disse que tia Avinha tá trabaiando._ Retrucou. — Todo mundo fala isso pra eu, trabaiando, trabaiando! Então porque meu coraçãozinho me diz que é mentira? Que tia Avinha está triste?_ Falou deitando em meu colo juntamente ao urso, respirei, sempre me disseram que é sábio escutar as palavras de uma criança, contudo, só de ver a expressão cabisbaixa da pequena, quis apenas dizer que Ava estava bem, mas eu também não saberia se é verdade.

— Porque acha que a tia Ava está triste pequena?_ Perguntei, enquanto fazia carinho em seu rosto.

— Por que meu coraçãozinho diz e se ele diz eu acredito, ela tá triste, muito, eu quero ver a tia Avinha, dinda Sara!_ Disse manhosa.

— Prometo que quando a ver falarei com ela e pedirei para que venha aqui, te mostrar que ela está bem, ok?_ Falei e ela mexeu a cabecinha concordando.

— Promete trazer ela de volta ?_ Disse entre bocejos, a encarei , tentando entender a frase, mais a pequena logo adormeceu. Trazer de volta? Do trabalho? Prometer?

— Prometo._Falei em seu ouvido e ela deu um pequeno sorriso, mesmo sem entender , se Ava estivesse alguma enrascada e eu tivesse que ir ajuda-la faria, sem pensar duas vezes, já que sou uma agente e somente por isso.

Peque a pequena no colo , com certa dificuldade para levantar, como ela havia crescido e ficado pesada! Sarinha não largou o urso em nenhum momento.

Andei até seu quarto colocando-a sobre a cama com todo o cuidado o possível para não acorda-la.

— Dinda, deita comigo._ A ouvi resmungar, rapidamente tirei meu tênis e deitei com ela embalando-a em meus braços, então senti sua respiração pesada e constatei que ela havia finalmente pego no sono. Sem fazer barulho pequei o celular mandar mensagem para Dig trazer minha moto, já precisarei dela para ir aos Glades e ele prontamente respondeu que traria e perguntou pela filha, após respondê-lo, desliguei o celular e me permitir dormir também, já que não teria que fazer nada pelo resto do dia.

4 HORAS DEPOIS

— Sara._ Pude escutar uma voz me chamar enquanto me balançava devagar, fui voltando a mim lentamente encarei Dig que fazia um sinal para que eu não falasse e apontou para a filha que continuava dormindo, me desvencilhando da pequena e deixando um beijo em sua testa, segui Dig para fora do quarto.

— Nem percebi que havia chego._ Falei enquanto colocava meus tênis, que ele havia pego notando que eu não estava totalmente lúcida.

— Vocês Saras tem o sono muito pesado, cheguei a um tempo, mas sei que daqui a pouco você tem que ir a base então vim ficar com ela, muito obrigado mesmo por ficar de babá hoje._ Ele disse e fui ver a hora, realmente se eu dormisse mais um pouco iria me atrasar e Laurel não admite atrasos. — Sua moto está lá fora._ Falou assim que chegamos na sala.

— Eu estava precisando de um tempo com a pequena mesmo, não agradeça. E obrigada por trazer minha moto._ Agradeci e ele assentiu.

— Quer comer alguma coisa ? Beber? Antes de ir?_ Perguntou vindo em minha direção com um copo bem cheio de uísque para a viagem.

— Você me conhece tão bem!_ Respondi sorridente. — Vou indo, até depois John!_ Falei saindo pela porta e ele acenou se despedindo.

Bebericando meu uísque enquanto andava em direção a moto, notei que não tinha ligado o celular, mas quando fui fazê-lo, senti minha correntinha vibrar, Thea! THEA! O vídeo se abriu em seguida.

—'' Ollie, Tommy amo vocês. Canário? Preciso que reúna suas irmãs, a situação está pior do que pensei, por favor... Salve me de Chase. Adeus.''

O gosto da bebida se tornou amargo, subi na moto, eu teria que chegar a base mais rápido o possível, o rosto de Thea todo machucado, sua voz triste e o pior, Chase, o que Chase estava fazendo com Thea? Ele era o mandante por trás de Thea? E porque ele?!

Acelerei, enxergando tudo negro a minha frente, eu precisava chegar até minhas irmãs! Thea está sob poder de Chase! INFERNO! Acelerei mais não me importando com carros ou buzinas atrás de mim eu realmente precisava encontrar minha equipe, tínhamos que encontrar Thea e acabar com esse desgraçado.

Acelerei! Mas não consegui parar quando passei por um cruzamento um caminhão buzinava para mim, ele também não pararia, nós iríamos bater, pensando racionalmente por um segundo, me joguei da moto um milésimo de tempo antes do caminhão passar por cima dela , cai por cima de bolsas de lixo que amorteceram o impacto, contudo minha cabeça bateu com força contra algo duro, senti escorrendo sangue, pisquei e tentei levantar, eu realmente preciso ir a base, mas meu corpo não respondeu aos meus comandos e logo tudo escureceu.

Pov Tommy

— Meghan?_ Chamei enquanto andávamos até a base dos Glades, no momento em que a correntinha da loira apareceu o rosto da minha irmã pedindo ajuda e dizendo o nome do psicopata que assassinou e torturou os pais dela. Meghan havia se vestido mais que rapidamente e eu a segui. Tivemos um dia repleto de sexo e luxúria, mas agora nosso silêncio demonstra o quão aflitos estamos, o que esse homem havia feito a minha irmã? Fraquejei. Mas o rosto de raiva da loira e o ar de quem queria matar alguém a rodeavam. — Meghan!_ Exclamei parando-a.

— QUE FOI PORRA!?_ Gritou em minha direção e dei um passo para trás. Essa expressão raivosa dela, eu nunca tinha visto e pela primeira vez na vida, eu senti medo, medo do que essa mulher poderia fazer. Nem Oliver me causava tanto calafrio, seus olhos estavam pura chama mais sua boca em linha reta, me causava calafrios.

— Se acalma, estou tão nervoso o quanto ou mais que você, mas gritar comigo não vai mudar em nada._ Falei encarando-a.

— E EU TENHO O CARALHO DA CARA DE QUEM QUER FICAR CALMA, EU VOU MATAR ESSE FILHO DA PUTA, EU VOU ACHÁ-LO, TORTURÁ-LO LENTAMENTE, CORTAR PARTES DO SEU CORPO E RIR DA SUA DOR, ESSE HOMEM VOLTOU MAIS UMA VEZ PARA DESTRUIR ALGO BOM NA MINHA VIDA! É A SUA IRMÃ QUE ESTÁ COM ELE E CENTENAS DE MULHERES NA MÃO DESSE PSICOPATA E PARA QUE NÃO PASSE O QUE PASSEI, DEIXE QUE EU FIQUE NERVOSA, LOUCA, IRADA!_ Vociferou, deixando uma lágrima solitária caísse de seu olho, puxei-a contra mim, Meghan é forte demais para demonstrar que está com medo, ela ainda está ferida, apertei um pouco mais e ela não me impediu, escutei seu soluçar, baixo, como se não quisesse que eu a ouvisse chorar, a mesma loira inconsequente, competitiva, maluca, psicolouca e muito mais dos adjetivos que lhe dei, permitiu que eu visse, sua dor e mesmo que eu não quisesse, sobressaindo minha preocupação com Thea, absorvi a tristeza da loira e eu espero que esse Chase saiba onde se meteu pois, ninguém deveria arrancar dessa mulher, o sorriso provocativo. E eu vou achá-lo e que Deus me ajude a não matá-lo.

— Se sente melhor?_ Questionei, no momento em que ela se afastou de mim.

— Sim. Thomas, agora vamos._ Disse séria e eu apenas a segui, mas antes de entrarmos no local que é a base, ela parou e me analisando e soltou um pequeno sorriso. — Muito tempo que não se sinto bem assim, passar o dia ao seu lado foi algo que espero repetir, desculpa gritar com você, não foi sua culpa._ Assenti e ela então me deixou e entrou pela porta, Meghan tinha mesmo confessado que gostou de ficar comigo e no meio de tanta confusão, eu havia gostado de ouvir isso. — Vem ou não?_ Perguntou colocando o rosto na porta outra vez , deixando meus pensamentos de lado fui atrás dela.