Jogo Perigoso

12 Adrenalina


Notas iniciais
AAAAAAAAAAAAAAAA! Mais uma recomendação! @Liliarrow100, agradeço, você é maravilhosa, fiquei feliz demais com usa recomendação! Gente, obrigada pelos comentários do cap 11, vocês são demais! Comunicado 1: Leiam as notas finais! Comunicado 2: Sei que a maioria odiou a Ava com o que ela fez com Sara, mas prometo que tem um motivo, então, não vamos ficar odiando a coleguinha assim haha Comunicado 3: O próximo capítulo sairá na terça feira. Será um capítulo maior que escrevo no habitual, como perceberam eles estão vindo grandinhos, mas o motivo do próximo ser maior é que ele indica a metade da fanfic e muita coisa será explicada nele. Posso dizer que ele promete. Mas não vou ficar enrolando aqui, boa leitura. 34 PESSOINHAS ACOMPANHANDO! QUE FELICIDADE!

Pov Oliver
Local: Vancouver/ Canadá ( 2 Dia)

— Laurel? Você não deveria estar dormindo? Já é tarde._ Perguntei, enquanto entrava na cozinha, o dia depois que chegamos ficou muito mais calmo, com a ordem de silêncio que a líder da equipe Alfa havia dado a Tommy e a Meghan, conseguimos descansar da viagem, olhei no relógio pendurado na parede e como pensei, estava tarde.

Mas ainda assim, ela estava ali, sentada na cadeira, pernas esticadas sob a mesa, calça jeans e uma regada vermelha, cabelo preso em única trança, com uma mão segurando uma xícara de café e em outra a pasta com as informações da missão.

— Perdi o sono, servido?_ Ergueu a xícara.

— Aceito._ E ela apontou para a cafeteira, fui até lá, entretanto diferente dela, enchi um copo, eu não conseguiria dormir de novo, não depois do pesadelo com Thea, então dormir não era mais necessário. — Então porque está totalmente vestida ? Vai a algum lugar?_ Quis saber.

— Já fui, dei umas voltas pelo bairro, não encontrei nada suspeito e voltei._ Falou, sem tirar os olhos da pasta. — Senta ai, Oliver._ Indicou a cadeira de frente para sua, tirando os pés da mesa, me sentei, assistindo-a espalhar cada ficha pela mesa. — Acha que está acordado o suficiente para falarmos da missão?_ Fiz que sim, pedindo para que continuasse. — Li cada ficha diversas vezes, o diretor Merlyn, disse-nos que nosso objetivo principal é fazer o reconhecimento do local, no primeiro momento fiquei confusa, pois Vancouver é a melhor cidade para se viver e aparentemente não a nada de errado, baixo indíce de criminalidade e tudo mais.

— Então qual motivo de termos vindo?_ Perguntei, acompanhando a lógica dela. — Se tudo aqui é perfeito?

— Me fiz a mesma pergunta, mas olha só essas fotos._ Virou três fotografias para que eu olhasse, uma de um hospital, que parecia abandonado, outra de uma fábrica que aparentemente está fechada e a terceira de um homem. Peguei-as com minhas próprias mãos olhando-as procurando a ligação. — Conseguiu achar a conexão?

— Ainda não, o que esses dois lugarem tem em comum com o homem?_ A questionei.

— Não sei também, contudo, lembra que Malcon falou que sou necessária casa tenhamos que fazer uma apreensão?_ Indagou.

— Claro. Me diz o que mais tem nessas fichas?_ Pedi. enquanto encarava as imagens a minha frente.

— São fórmulas e mais fórmulas e a única pessoa que conheço que pode analisar a composição delas está em Star City._ Suspirou. — Mas conseguiremos saber o que é. Você ou Thomas entendem ou sabem ler isso?_ Indicou mais duas fichas.

— Não mesmo._ Assumi. — Porém, Thommy consegue recriar e descobrir o que é, mas precisará de ajuda. Quem em Star saberia ler esses papéis?_ Perguntei.

— Felicity, ela é a melhor._ Soltou.

— Por que ela não está aqui?_ Questionei-a. Já estava na hora de alguém me dizer o porque da loirinha de óculos não estar na missão.

— Ela não é agente, é uma civil._ Suspirou e desviou o olhar do meu quando a encarei.

— Entendo, ela não quis voltar, mas você a queria aqui certo?_ Quis saber.

— Sim. Desde quando virou meu psicólogo Oliver? Não sou a Sara._ Falou duramente. — Mas obrigada por ter cuidado dela, Sarinha me falou tudo. Agradeço por ficar de olho nela._ Então suavizou sua expressão. Algo que percebi entre elas é que quando se trata uma da outra, o sentimento de proteção é grande, como acontece entre eu, Thea e Tommy.

— Falei para ela e agora digo a você, não precisa agradecer. E eu não sou seu psicólogo, mas somos da mesma equipe, então, se precisar...

— Entendido. Você não parece o mesmo imaturo de dois dias atrás._ Falou e percebi que foi sincero.

— Naquele dia eu estava bastante alterado._ Confessei.

— Percebi, Sara ficou da mesma forma, vocês são parecidos demais.

— Todos dizem isso e posso falar algo sem que pareça estranho?_ Perguntei. — Você é uma cópia viva da minha mãe._ Falei esperando que ela risse ou zombasse, mas não o fez. Ou olhou para eu, somente focou em ler mais uma ficha.

— Todos dizem isso. É uma pena que você e sua irmã não tenha nos conhecido antes, sua mãe é um anjo na minha vida e das minhas irmãs, ela era melhor amiga da minha mãe._ Assumiu, sem desviar os olhos de sua tarefa.

— Eu não sabia que se conheciam, mas desconfiei, ela sempre dizia que sairia com uma amiga chamada Laurel e na primeira vez que viu Sara correu para abraçá-la e depois nos deu desculpas esfarrapadas. No final nos conhecermos seria questão de tempo._ Falei.

— Verdade, enfim, Meg pode ser maluca, mas acho que ela consegue ler algumas dessas fórmulas e ajudar Thomas. O que acha de deixarmos os dois resolverem essa parte enquanto, descobrimos quem é esse homem e o que ele tem a ver com esse galpão e esse hospital?_ Perguntou mudando de assunto. Como Moira Queen, ela não consegue ser menos sutil.

— Deixar os dois sozinhos? Viu o que aconteceu hoje? Podemos voltar e eles terem se matado._ Disse, pegando as fichas de fórmula das mãos dela. Realmente eu não saberia ler nem a primeira parte, nunca fui bom em química na escola, ou qualquer outra matéria. Mas ela não precisaria saber.

— Só sugeri, líder, o que quiser fazer, faremos._ Falou dando de ombros e se levantando para tomar mais uma xícara de café, percebi que tínhamos o mesmo gosto e fazia muito tempo que eu não bebia um bom café, amargo e forte do jeito que era feito na mansão.

— Para com isso de líder, nós dois comandaremos a missão, não vou te darei ordens, sei que é líder de uma equipe e eles ficam controlados sabendo que você está no comando, nós dois trabalharemos bem juntos._ Confessei, terminando de beber meu café, espalhei sob a mesa as cinco fichas que nos foram dadas, três imagens e dois papéis escrito fórmulas de alguma substância que não sabemos o que é ou que pode fazer.

Levantei e fiquei olhando de uma para a outra, tem alguma coisa faltando. Laurel de aproximou e ficou fazendo o mesmo que eu. Queriam que fizéssemos o reconhecimento? Como um hospital abandonado e uma fabrica fechada podem ter ligação, tanto entre elas e ao homem, como que em uma cidade como essa teria duas construções assim. Tem algo faltando.

— Oliver e se estivermos olhando de forma geral e não focando em cada uma dessas coisas separadamente?_ Laurel perguntou-me. — Já percebeu que tem um fato estranho nisso tudo?_ Fiz que sim. — Primeiro foquemos nesse homem, quem é ele?_ Falou apontando para a imagem.

— E o porque dele estar ligado a esses locais?_ Completei.

— Bom dia líderes, já que me excluíram da reuniãozinha matinal. Ele é Sebastian Blood. Sim, eu entrei no quarto do Ollie e dei uma olhada nas fichas. Pelo que achei na internet, ele é candidato a prefeito da cidade atualmente. Todavia, não tem muitas informações antigas sobre ele._ Tommy disse entrando na cozinha, que como eu vestia uma camisa e uma calça. Carregando consigo um tablet e a minha pasta com o conteúdo da missão. Dei uma olhada pela janela, realmente já era dia, já que estava amanhecendo.

— Bom dia Thomas, deixe-me ver o que conseguiu._ Laurel pediu e ele nos mostrou um site que falava bem do candidato a prefeito, de sua vida na cidade e suas propostas para o povo.

— Esse cara é como um exemplo de bom samaritano._ Tommy soltou. — Mas porque não tem nada dizendo do local onde ele nasceu, conquistas anteriores, não tem nada._ Falou._ Gente, isso é café?_ Apontei a cafeteira, pois sei o quanto ele é fã de uma cafeína logo cedo. — Nem acordei e percebi que se fizer esse café todo dia, viro da equipe alfa._ Completou enquanto virava diretamente o café em sua boca. Definitivamente, ele tem um problema .

— Sorte a sua que Meg e Sara preferem álcool no café da manhã, se não teria a terceira guerra mundial aqui._ Laurel brincou. Que? Laurel realmente brincou com Thomas. As coisas estão mudando por aqui, a dois dias eramos completos estranhos, contudo, vejo que estamos começando a ficar acostumados com a presença um do outro.

— Só contei que Sara não bebe café, não ligo para a irmã maluca._ Soltou. — Você disse que ela não pode atirar em nenhum companheiro de time, ficarei bem._ Meu melhor amigo e sua mania nova de provocar a gêmea mais violenta.

— Não conte com isso docinho, posso não atirar em você, porém, sei torturar uma pessoa e posso fazer que ela fique dias definhando sem morrer, não preciso de uma arma para fazer alguém sofre._ Meghan entrou na cozinha, com uma casaco maior que ela e uma calça, igualmente pretos, cara amassada e totalmente emburrada. Tommy e sua mania por querer sempre a mais difícil, sim, está nítido a tensão sexual que a entre os dois, mas preferem discutir a resolver o problema. — Você estavam falando muito alto, atrapalharam meu sono._ Exclamou andando de uma lado para o outro na cozinha. — Não são nem 07h da manhã, vão dormir porra._ E parece que alguém odeia acordar cedo. Como Thea ela detesta ser acordada. Pela primeira vez Tommy não respondeu a sua provocação, apenas se colocou ao lado de Laurel e ficou procurando mais alguma coisa no tablet.

— Vai dormir Meg, deixei uma garrafa de uísque do lado da sua cama._ Sara entrou dizendo. Totalmente vestida, com um sobretudo azul, cabelos presos e calça jeans, mesmo com as olheiras que permaneciam, ela estava sorrindo mais. Vi que havia trocado os curativos é bom vê-la bem. — Bom dia pessoal._ Falou e foi dar um beijo na irmã mais velha, depois em Tommy e por fim em mim e se sentou na cadeira onde Laurel estava anteriormente e encarou as fichas. — Nada aqui faz sentido, vocês sabem não é?_ Disse.

— Sabemos. Mas eu e Laurel vimos que o nosso primeiro foco é olhar tudo procurando um contexto que explica. Vamos fazer diferente. Está acordada Meghan?_ Perguntei, já que ela não se retirou, mas estava estrategicamente encostada na batente da porta.

— Vai, fala, o que quer que eu faça. _ Quis saber, sem muito entusiasmo.

— Você e Thomas vão recriar isso._ Fui até ela entregando as duas fichas que obtinham os fórmulas e Laurel pegou as duas que estavam em minha pasta dando-as a Tommy.

— Eu não consigo ler elas._ Meu melhor amigo disse. — E não quero fazer nada com a gracinha. Gosto da minha vida e não quero ficar perto de uma psicopata armada sozinho por nenhum minuto.

— Porque não mandam isso para a Lis? Irmã você sabe que não sou mesmo a melhor para ler essas coisas._ Meghan falou para Laurel, elas realmente queriam a participação de Felicity, são uma equipe que conhecem os pontos fracos e fortes uma da outra e assumem quando não sabem algo.

— Ela é uma civil, ponto._ Laurel respondeu e virou-se para Tommy. — Vocês estão encarregados de nos dizer e recriar o que quer que sejam essas substâncias, acha que consegue?_ Disse olhando para Tommy.

— Consigo. Mas se ficaremos com o trabalho duro, o que vocês três vão fazer?_ Perguntou, nos olhando.

— Sara vai vigiar Blood e descobrir mais sobre ele. Laurel e eu iremos descobrir aonde estão localizados esse hospital e a fábrica e descobrir o que tem lá._ Pontuei.

— Então vou indo, encontrar ele já vai ser difícil. Qualquer coisa aviso._ Sara se pois a dizer.

— Não esquece de por o comunicador. Vai armada, ok?_ Pedi.

— Ok. Se eu ver alguma coisa suspeita os aviso na hora._ Falou enquanto se retirava da cozinha.

— Vou trocar de roupa e vamos sair também, tudo bem? Perguntei a Laurel.

— Tudo bem. Vamos atrás de um automóvel antes, não vou ficar andando nessa cidade que só neva._ Concordei.

— Ei, esperem uma pergunta. Onde acharemos cada uma dessas coisas que estão listadas aqui? Se não perceberam, não sou um químico maluco._ Tommy gritou frustado. Mas o que ele disse é verdade.

— Eu cuidei disso, Meg trouxe tudo, Dig sabia que precisaríamos de material._ Laurel falou.

— Então vamos e vocês dois._ Falei para Meghan e Tommy. — Não se matem, e deixem um dos comunicadores ligados para caso precisemos de ajuda.

Pov Tommy

— Gracinha, já esgotamos todos os nossos conhecimentos tentando descobrir o que são essas substâncias e nada. Conseguiu falar com Curtis que entende sobre isso?_ Perguntei, estávamos a mais de três horas nos provocando e procurando um jeito de fazer o que pedia nas folhas sem explodir a casa, mas sempre uma das formas estava errada, ou Meghan não conseguia lê-las. Mas quando a questionei sobre isso, ela quis me matar. Tínhamos optado por fazer os experimentos na varanda atrás da casa, colocamos uma grande mesa e em cima dela, tudo o que precisaríamos, frascos e mais frascos de substâncias que John mandou para que fizéssemos a fórmula.

Tirei a máscara a prova de fogo, pois ninguém sabe o que pode resultar daqui, tirei as luvas e caminhei até a loira que se mantinha com o tablet na mão.

— Curtis está acabando de analisar tudo o que mandei docinho._ Respondeu. Mesmo vestida toda de branco por causa do roupão, que era maior que seu corpo, com cara de sono e emburrada, ela ainda sim era uma mulher difícil de se ignorar, gostosa e de se admirar. Parei de encara-lá e virei o rosto para ver Curtis, quem ajudou Meghan na pegadinha contra mim e melhor amigo da Lis e o que descobri recentemente, essa manhã, um ex agente.

— Olá Holt, ainda estou abismado por você ser um ex agente._ Assumi. Ele era como Lis, só que mais animado e todo nerd, mas aprendi conhecendo essas irmãs, que a aparência não diz muito sobre o que você é ou não. — Não é por nada, só é diferente._ Falei tentando me retratar, para que ele não me entendesse mal.

— Tudo bem gatinho Merlyn. Eu era um brilho diferente no FBI._ Falou risonho.

— Com certeza era._ Sorri em resposta.

— Vão ficar paquerando na minha frente? Curtis se controla, você é casado!_ Olhei para Meghan que virava o rosto emburrada encarando o tablet. Se não for loucura da minha cabeça, essa cena foi de ciúmes? Pensei em brincar em relação as suas palavras, no entanto, eu consigo reconhecer o perigo e escolhi não fazer-lo.

— Estressadinha. Estou enviando para vocês o nome da droga que é o resultado do experimento, pedi a um amigo para fazer logo aqui pois vocês parecem não ter obtido um bom resultado, estão acabados. _ Nos disse.

— Então é uma droga?_ Quis saber.

— Sim, estou enviando os sintomas e o antidoto para que façam, caso precisem._ Ele falou.

— Você é o melhor Curtis, obrigada, daqui nós resolvemos, já infligimos muitas regras usando um civil a nosso favor._ A loirinha confessou.

— Tchau Curtis._ Acenei e assim a gracinha emburrada encerrou a chamada.

Caminhei até um dos bancos a varanda olhando a bagunça que tínhamos feito, teria que sumir com a maioria dessa sujeira antes de Ollie voltar.

— Docinho, acabou de chegar os sintomas da droga, primeiro ela se chama Vertigo._ Ela disse enquanto vinha e sentava ao meu lado.

— Eu nunca escutei falar dessa droga, sendo lícita ou não._ Confessei.

— É porque ela não deveria existir mais. Provavelmente quem recriou, testou em muitas pessoas até ter esse nível de perigosidade, olha os sintomas._ Inclinou o tablet para que eu olhasse.

— Alucinação, aumento de força, tontura, convulsões e perda de sangue._ Repeti enquanto lia. E abaixo veio a pior parte. — Tem que ser injetada direta no sangue, a pessoa perde os sentidos durante 45 segundos e pode perder a memória se esquecendo de quem é, no pior caso, tornar-se violenta._ Parei de ler. Isso é realmente perigoso. — Mas se ela não deveria existir, como chegou aqui? Em Vancouver?_ A questionei.

— Não sei ainda, mas vou fazer umas pesquisas, pode demorar o dia todo, mas vou descobrir a ligação desse Blood com essa droga e qual a ligação entre eles._ Anunciou.

— E eu vou preparar antídotos, o máximo que conseguir, não sabemos quando precisaremos._ Me pus a falar.

— Certo. Vou mandar a informação que conseguimos aos outros docinhos, qualquer coisa só chamar estarei lá dentro._ Falou retirando em minha frente o roupão, mostrando a calça jeans e o casaco colado que usava, ela pode ser maluca, mas me atrai de um jeito, merda de mulher demoníaca.

— Okay gracinha. E não rebola muito enquanto entra em casa não pois estou no meu limite e estou a ponto de te agarrar e fazer bom uso dessa sua boquinha mal-criada._ Confessei, o que posso fazer? Sou um cretino, um verdadeiro cafajeste e não sou só eu que sinto essa tensão entre nós, pode ser vontade de nos matarmos? Com certeza, todavia, a palavra sexo, pisca no momento em que nos aproximamos.

— Ah docinho_ Há vi fazendo biquinho, virou-se e sentou sob meu colo, por cima do roupão, e as únicas partes do meu corpo visíveis são as mãos e a cabeça. Ficamos de frente um para o outro. — Não quero sexo com você ainda._ Assumiu e a encarei. — Gosto de como nos provocamos, você adora me desafiar e eu amo tentar de matar é uma boa preliminar._ Falou. Eu disse que ela é maluca! Não disse?

— Você é louca._ Exclamei. — Uma louca que quero foder até que peça mais, a louca que quando eu gozar vou continuar metendo até cansar. Merda Meghan, não faça assim._ E a filha da mãe estava rebolando em meu colo, mais uma de suas provocações e eu sou um cretino que queria ter essa mulher.

— Ah você falou meu nome de forma tão bruta._ Falou sem parar de rebolar e em seguida segurei sua cintura para que fosse do jeito que eu gosto. Se ela sabe jogar, eu também sei, já disse isso. — Ah Thomas, eu gosto assim._ Falou manhosa. Essa mulher vai acabar me matando. — Mas agora tenho um trabalho a fazer._ Disse saindo de cima de mim em um pulo. Maluca. — Nossa acho que deveria cuidar disso ai._ Apontou para meu pal que estava erguido em baixo do roupão, deixando-o marcado.

— Está te incomodando gracinha? Se estiver vem e termina o que começou, se não estiver, vou atrás de alguém que cuide._ Anunciei me levantando do banco e andando em direção a mesa, tinha um trabalho para fazer aqui, sexo eu conseguiria uma hora ou outra.

— Se sair das minhas vistas docinho, dessa vez acerto uma bala em sua cabeça._ Gritou enquanto entrava em casa.

Mulher maluca. E eu a queria. Sou um idiota mesmo.

Pov Oliver

— Eu não aguento mais rodar essa cidade, já fomos em todos os hospitais e ninguém sabe da existência desse da foto. Conseguiu algo com a fotografia da fábrica?_ Laurel me perguntou.

— Não, ninguém nunca viu essa fábrica e olha que fui em todo os comércios que vi pela frente._ Falei.

Desde o momento em que saímos da casa, nos separamos para pegarmos buscarmos o que queríamos em maior aérea de pequisa, porém, não tínhamos conseguido nada, nenhuma pista. Eu estava dirigindo para o local que Sara nos indicou, onde Blood estaria no seu horário de almoço.

— Pelo menos Sara e Thomas e Meg conseguiram algo, podemos trabalhar com o que eles descobriram._ Ela disse olhando pela janela. — Oliver._ Me chamou exasperada. — Estamos sendo seguidos._ Disse em seguida. Olhei pelo retrovisor e vi dois carros pretos que tenho certeza que não estavam ali antes nos seguindo pela rua. Virei em um caminho contrário ao que tomaríamos e eles ainda estavam colados em nós.

— Acho que consigo despistar eles._ Falei, pondo o pé no acelerador.

— Vamos para um uma lugar mais afastado. Pode ser que consigamos pegar um deles e podemos descobrir alguma coisa._ Falou enquanto colocava uma espécie de colar, mas não era bem isso, era um dispositivo,em seu pescoço e carregando suas armas.

— Se ficarmos sozinhos com eles, pode ser que não consigamos sair vivos._ Disse, dirigindo o mais rápido que conseguia, na neve. Lutando para que o carro deslizasse para fora da pista.

— Vamos sair vivos. Vou chamar Sara. Precisaremos de ajuda._ Concordei e ela ativou o comunicador. — Canário? Segue o sinal do meu localizador. Estamos sendo perseguidos. Ok, não demore._ Falou rapidamente.

Um tiro. E não foi dado por nós e sim pelos perseguidores que atiraram diretamente no pneu e o carro começava a sair da pista.

— Canário?_ Chamei-a e ganhei sua atenção._ Vamos pular do carro no três. Está vendo aquele morro de neve ali? Corra para lá o mais rápido que conseguir. Estamos em uma parte fora da cidade, só temos nós e eles então é nossa chance, entendeu?_ Perguntei e ela assentiu. Então joguei o carro contra a árvore que apareceu em minha frente. — 3!_ Gritei. E pulamos segundos antes do carro bater. Não deu tempo de olhar o estado do carro, já que corríamos na direção a segurança.

Tiros vinham em nossa direção de diversos lados, mas não virei, apenas corri. Nossa maior chance de contra ataque era estar fora da linha de perigo.
Quando pensei que conseguiria alcançar minha arma, enquanto corria, só vi Laurel pulando em cima de mim e percebi o motivo. Eles tinha um franco- atirador com eles. Já que a bala não acertou em mim e sim no braço de Laurel.

— Vamos correr._ Falou sem se abalar e assim o fizemos, chegando onde eu havia dito antes.

— Consegue atirar?_ Perguntei, olhando seu braço que sangrava.

— Consigo. _ E pegou algo em seu bolso. — Coloque em ambas as orelhas, farei um pouco de barulho._ Fiz o que pediu. — Me cobre.

Virei para os atiradores que estavam um pouco longe da nossa localização e ainda atirando e comece a atirar, primeiro no franco atirador, impedindo-o de tentar me acertar outra vez, contei eram 8 homens e com máscaras impedindo o reconhecimento deles.

Laurel se posicionou ao meu lado e quando a viram todos miraram diretamente nela, ela morreria se todos os tiros a atingissem, mas no segundo depois ela imitiu um som, saindo de sua garganta que como em Sara se eu não tivesse com os protetores, teria me deixado surdo, continuei a atirar, as balas que eram para acerta-la tinha perdido a força, eu não podia ficar admirado com as habilidades dela ainda, mas o canto da canário que ela emite é 10 vezes mais forte e potente do que o que Sara usava quando nos conhecemos.

Laurel começou a andar para frente e a segui, todos estavam desnorteados e atirando para qualquer lado, avancei para cima de dois deles enquanto Laurel mantinha os outros 5 sob seu controle.

Um dos perseguidores era maior que eu, não foi um problema, troquei socos com ele, atingindo seus olhos por duas vezes e antes que ele pudesse se recuperar atirei um dardo tranquilizante, por um momento me esqueci do outro oponente, mas vi a faca de Sara salvando a minha vida e ela agora estava cravada na testa do homem, que caiu com um baque surdo ao meu lado. Sara estava lutando com três oponentes o mesmo tempo e Laurel, puxou seu bastão para iniciar um corpo a corpo, corri ao encontro delas, como Sara ela também lutava com bastões, derrubei um dos oponentes de Sara facilmente.

— Laurel, canta mais uma vez._ Sara gritou para a irmã e com mais força a Canário Negro cantou. E com isso nocauteei seus oponentes e Sara os dela.

Quando percebemos que ninguém iria se levantar, pude olhar o estrago em volta, o canto da canário negro, refez a paisagem, a neve era uma mistura de água e sangue e nós três encarávamos uns aos outros.

— Afinal. O que foi isso?_ Sara perguntou

— Parece que alguém não nos quer aqui._ Indaguei.

— Que pena. estou acostumada a ser indesejada. Vamos para a casa, parece que teremos que nos esconder por hoje._ Laurel disse por fim.

3 (Dia)
Pov Oliver


" Te amo irmãzinha, até"

Escutei Laurel dizer assim que cheguei a cozinha, aparentemente ela estava no celular com Felicity, já que é quem não está aqui.

— Atrapalho?_ Perguntei, fazendo que ela notasse minha presença.

— Não Oliver, mas parece que além de mim, você também tem insônia, são 3h da manhã, mas se quiser, eu fiz café, não vou mais conseguir a voltar a dormir._ Admitiu. Como no dia fui me servir e em seguida sentei ao seu lado.

— Como está seu braço?_ Perguntei, quando voltamos, ela havia ido com Sara ver o estrago que a bala fez e pelo resto do dia não a vi, já que passei analisando tudo o que tínhamos conseguido naquele dia e tinha deixado a todos descasar um pouco por não saber quando precisaríamos agir.

— Ele está firme e forte, foi só um tiro de raspão._ Falou bebericando de sua xícara de café, enquanto batia a unha sob a mesa.

— Obrigado pelo o que fez lá, se não fosse por você o tiro teria pego em cheio._ Confessei.

— Não agradeça, você mesmo me disse isso ontem. Não precisa agradecer. Somos uma equipe e eu levo a sério._ Assenti em resposta.

— Estou vendo. Eu tenho umas dúvidas sobre o caso e como não vamos dormir, quero dividir-las com você, tudo bem?_ Ela concordou. — Sara conseguiu um arquivo de Blood em sua casa, aquele que mostra que ele é de Star e tem antecedentes na policia de lá, desde que matou a própria família. Ele é um criminoso, que mudou de país, então saiu da nossa jurisdição, quando Malcon falou em apreensão não mencionou isso. Não temos nada que ligue Blood a fabricação de Vertigo e não temos provas de que ele quem comanda todo o esquema. E acho que fomos seguidos desde o momento que voltamos a nos encontrar, as pessoas daqui pareciam muito empenhadas a dizer que a fábrica e o hospital não existiam. Elas tinham medo.Mas tem que ter uma peça que junte tudo o que já sabemos a Sebastian._ Falei.

— O hospital._ Disse-me e a olhei confuso esperando que continuasse. — Você leu o arquivo de Blood certo?_ Assenti. — Ele matou a mãe e os irmãs, fazendo experimentos no corpo deles, lembro que na época que aconteceu em Star, disseram que foi uma doença desconhecida, esse Sebastian mudou de nome, mas o antigo foi apagado, mas sei que é ele. O caso é, Blood pode estar usando esse hospital como local para fazer injetar Vertigo nos habitantes dessa cidade._ Expõe sua certeza seguida de uma teoria, que ao menos tinha um fundamento real.

— Sendo que então para descobrirmos se é certa ou não essa ligação, teríamos que achar o hospital. _ Falei e ela concordou. — Então qual seria a função da fábrica?

— Essa é minha dúvida também. Podemos achar os locais fazer o reconhecimento, voltar, deixar tudo o que temos com a polícia local, ou podemos apreender Blood e voltarmos com ele para seu país de origem e assim poder ficar de olho nele. O que acha?_ Perguntou-me.

— Vamos hoje mesmo entregar o que temos a polícia local, porém dizer que é para manterem tudo em silêncio até que o apreendamos. Ele é perigoso e não podemos perde-lo de vista. Ainda temos que ter provas ligando ele a essa droga._ Falei.

— Certo. Como faremos então?_ Questionou-me.

— Assim que amanhecer, vou com Tommy para os subúrbios da cidade, caso formos seguidos dessa vez, Thommy me dá auxílio, já que vimos que não agem separados. Sara e Meghan vão para a parte mais rica da cidade a procura de Blood. E qualquer outra coisa que nos for útil. E você vai ser nosso apoio, caso precisemos de ajuda, você irá._ Falei, mostrando-a meu plano.

— Você quer me deixar fora do campo, por causa do tiro Oliver?_ Me perguntou, cética.

— Não, quero você como carta surpresa, vi o que fez hoje e estou impressionada, mas nós deixamos o mais forte para o final._ Disse. Na verdade, sim, eu queria deixá-la descansar um pouco mais que os outros, mas uma coisa que aprendi nesses dias foi a não diminuir ou subestimar a força dessas mulheres.

— Você é um bom mentiroso. Mas eu aceito, vou tentar dormir Oliver. Boa sorte mais tarde okay?_ Assenti e a observei saindo.

Thea deveria estar aqui, conhecendo essas mulheres, vivendo essa loucura que está se tornando nossa vida. Porque minha irmã tinha que ser tão teimosa?!

Pov Felicity

— Bom senhor Palmer, Moira._ Cumprimentei-os. A matriarca Queen havia me convidado para um café, na QC já que seria seu último dia como CEO. Aceitei prontamente já que falaríamos sobre o jantar e pelo fato de que Moira quase ameaçou ir em meu apartamento me buscar, então, não tive escolha.

— Bom dia senhorita Smoak._ Respondeu-me Ray e pude ver eu nervosismo, na mente dele ainda sou a perversa que deixei Laurel extorqui-lo. O que posso fazer , ele tentou me hackear!

— Bom dia querida, vamos, já pedi que trouxessem o café com leite do jeito que você gosta. Qualquer coisa estarei em minha sala Ray._ Moira o informou e indicou para que eu a seguisse, recebi um aceno de Shado, Curtis havia me falado dela com tanta empolgação, a secretária do Queen, só de olhar não gostei, está vulgar demais para o ambiente de trabalho, deve ser por isso que foi contratada.

— Bom dia senhora Queen, senhorita Smoak._ Acenamos em resposta e seguimos nosso caminho.

Como minha sala essa aqui era totalmente de vidro, porém um pouco mais moderna com detalhes mais escuros, enquanto a minha, ah, é a minha cara. Lindo.

Sentei de frente a mesa da CEO e Moira tomou seu lugar.

— Sirva-se querida._ Indicou o café com leite e sem demorar bebi, realmente ela não tinha esquecido a forma de prepará-lo e com certeza foi Moira, já que me preparar um café com leite é uma tarefa impossível.

— Então, quero saber direto da fonte, como estão os preparativos para o jantar? Os convites foram distribuídos? Todos confirmaram presença?_ Perguntei.

— Está tudo perfeito, Curtis e Shado são os mais empolgados com o jantar, trocam mensagens que é uma loucura._ Comentou sorrindo.

— Estou ficando com medo de perder meu assistente pessoal para a QC, realmente Curtis está empolgado, só fala disso a todo momento_Confessei. — Não aguento mais, dei folga para ele hoje, já que alegou que deveria comprar uma roupa nova para esse evento._ Completei.

— Vou fazer o mesmo com Shado após o almoço, eles trabalharam muito e como está quase tudo pronto, eles merecem o momento deles._ Admitiu.

— Concordo._ Falei e coloquei a xícara em seu lugar.

— Já sabe com quem vai ao jantar querida?_ A olhei confusa. — Algum acompanhante? Soube que está muito amiga de Tommy, posso começar a ser o cupido?_ Neguei veemente.

— Curtis é um fofoqueiro._ Exclamei. — Eu e Tommy somos, só amigos, amigos a beça, super amigos, não tem nada nele que me atraía, eu não quero ninguém , não estou dizendo que ele é feio, eu só não quero mesmo ninguém,_ Falei enquanto gesticulava loucamente.

— Continua sem filtro._ Riu. Moira riu de mim. A que ponto cheguei? — Tudo bem querida, sei que são só amigos, só quis ver sua reação._ Justificou-se.

— Que maldade._ Indaguei.

— Não foi!_ Defendeu-se. — Mas é sério querida, não tem ninguém mexendo com esse coraçãozinho? Eu queria tanto que se abrisse para o amor. _ Confessou.

— Um dia... vamos com um passo de cada vez, pode ser?_ Pedi.

— Sim, prometo respeitar isso. Porém, como não tem um par para ir ao jantar o que acha de ir com meu filho Oliver?_ Parei de respirar no momento seguinte e a encarei. IR DE ACOMPANHANTE DO OLIVER QUEEN? DONO DOS MEUS SONHOS? HOMEM QUE NÃO QUERO VER NEM PINTADO DE OURO? Respira. Não entra em pane. Já conversamos sobre isso Felicity, nada de falar sozinha. Vamos parar? Parei.

— Eu prefiro ir sozinha, se não for incomodar._ Falei rapidamente. — Seu filho nem sabe do jantar, nem minhas irmãs já que ainda não deram notícia. Seria como jogar uma bomba no colo ter que ir ao jantar com alguém que não conhece e outra, seu filho pode ir com qualquer modelo de capa de revista. Porque iria comigo?_ Vai Moira. Engole essa desculpa.

— Vocês se conhecem, já até ficaram presos no elevador._ A olhei assustada. — Querida. Eu sei de tudo._ Falou sutilmente. — Contudo, se prefere ir só, entenderei._ Finalizou.

— Obrigada por entender._ Falei.

— Bom, então , vamos as compras?_ Perguntou-me com expectativa.

— Eu trabalho Moira._ Disse dando de ombros.

— Querida podemos fazer do jeito fácil, você indo comigo por livre e espontanea vontade, ou eu aparecendo na ST com bolsas e mais bolsas de vestidos e te fazendo vestir. A escolha é sua._ Falou com um sorriso zombateiro.

— Certo Moira, quando eu te digo um não? Vamos as compras._ Dei-me por vencida, ela sabe exatamente o jeito certo de fazer com que eu concorde com tudo o que quer.

— Que bom que aceitou querida. Agora, tenho um pedido._ Lá vem. — Não consigo fazer com meu filho desde a quarta, meu marido e Malcon não querem me informar onde estão meus meninos._ Pedi para prosseguir-se.- Estou preocupada com eles, coisa de mãe super protetora. Você poderia descobrir onde eles estão nesse exato momento e onde foi a missão deles?_ Eu disse que Moira pode ser ardilosa quando quer.

— Moira, eu sou uma civil. Não sou agente, para descobrir o paradeiro deles, teria que invadir o sistema do FBI e tudo mais e se me pegarem ou sou presa e ganho um esporro dos diretores, ou ganho só um esporro._ Falei gesticulando. Moira havia me feito pensar nesses dois dias e eu ainda estava confusa entre voltar ou não e agora pede para que eu faça isso, ela estava me induzindo a querer voltar, depois de dizer que esperaria minha decisão.

— Ninguém vai descobrir querida.Você é Felicity Smoak Lance._ Falou enquanto levantava, virando seu notebook para onde eu estava _ E sei que se quiser, descobre o até qual foi a missão, isso, é algo pequeno para você._ Completou baixinho ao lado do meu ouvido. Olhei para ela e para no notebook a minha frente. Já tinha minha decisão.

— Não Moira._ Disse decidida.

— Pena, pois escutei Robert dizer que se a equipe deles não voltar hoje, teram que enviar o resgate, sabe como é, a misão se tornou muito perigosa._ Falou sutilmente e a encarei. Minhas irmãs podem estar em uma enrascada, Tommy... e até Oliver.

— Ok, vamos descobrir onde eles estavam e onde estão nesse exato momento._ Dei-me por vencida, eu não queria que minhas irmãs corresse nenhum perigo, e se elas precisassem de ajuda, contatar Dig seria a primeira coisa que eu faria.

— Essa é a minha menina gênio._ Falou enquanto eu tentava quebrar a codificação de segurança do sistema do FBI, que eu tinha melhorado quando ainda era agente, tentei mais umas senhas e a tela aparecia erro, atrás de erro, merda Felicity, porque tão inteligente? — O que está acontecendo querida?

— Eu criei esse novo sistema de segurança. Isso aconteceu. _ Exclamei frustada.

Mas tenho como burlar isso, entrei com a senha que eu usava na época e por incrível que pareça, consegui acesso. Comecei a fazer busca pelo satélite, em qualquer lugar do mundo que eles estivessem eu acharia, o sistema de reconhecimento facial estava rolando também, eu os encontraria.

— Eu tinha esquecido o quanto é boa._ Moira disse sorridente. Sorri de volta, com um sentimente de nostalgia me tomando, mas não me deixei levar. Em segundo o rosto de cada um deles foi aparecendo na tela. Vamos lá, falta a localização. — Canadá._ Escutei Moira dizer e assim vi o nome que se mostrou na tela. — Lá não é jurisdição deles._ Falou temerosa.

— Vou descobrir onde estão, se acalma Moira._ Pedi, temendo o pior, pois para terem saído do país, e a uma missão de alto risco, com certeza sim. Quando decodifiquei o sátelite pus nele coordenadas para somente achar eles, agora, quero imagem real deles, vamos achá-los. E não demorou muito para o reconhecimento facial mostrar eles entrando no jatinho com o símbolo do FBI. Eles estão bem, respirei aliviada.

— Eles estão voltando querida, voltando!_ Moira abraçou-me, então fechei o sistema, tirando qualquer índicio de que eu os havia invadido e quando terminei virei-me para Moira, que agora sorria abertamente. — Você está de parabéns, muito obrigada.

— Não foi nada. Vamos?_ Ela fez que sim pegando sua bolsa, o sentimento de ter feito algo bom e a adrenalina de não ser pega, senti meu corpo tremer em resposta, mesmo que eu negue, sinto falta disso. Moira e seu dom de me mostrar a verdade sem dizer-las ao certo. Está parecendo que vou voltar... será?

Notas finais
Eai? Gostaram! Vou dar uma pitada do que tem no próximo cap. Vai ter Pov Thea!!!!!!!!!!!! Vamos saber como ela está. Vamos ter o jantar e o reencontro Olicity? Vamos! Vamos ter Felicity na equipe? Vamos! Vamos ter uma explicação para as atitude da Ava? Vamos!!!!!!!!!!!!!!! Moira cupido? Também teremos! O próximo cap promete uma enorme carga emocional , então vamos nos preparando em! Beijos até terça.