Notas iniciais
Olá pessoinhas maravilhosas que amo de todo meu coração, eu havia prometido dois capítulos para amanhã. Como terminei antes e não terei disponibilidade de postar ambos amanhã, resolvi postar logo. Primeiro quero agradecer por todos os comentários me incentivando, ler aquilo me deu muito mais vontade de continuar a escrever e manter minha ideia original para a fanfic. Vocês que acompanham a fic e aos outros que comentam, só quero pedir meu muito obrigada, mesmo! ESSE CAP É OLICITY PARA CARAL*O ! Estou super ansiosa para ver o que acharam do encontro do nosso casal favorito!!!!! Beijos e boa leitura!

Pov Oliver


Porcaria de dia. Se eu soubesse teria apenas te ido me divertir sem a companhia de Tommy. Mas não. Como o cretino que sou, vou atrás de um rabo de saia. Uma saia vermelha e colada até o joelho, com uma blusa transparente e uma cara de brava , essa que lançava em minha direção por saber que eu a encarava de maneira totalmente carnal.

2 hora antes:

— Ela é encantadora, não se apaixone._ Olhei para Tommy e vi que falava sério. Ri descrente. O maior mulherengo que conheço falando em paixão. Nem me dei o trabalho de responder a esse disparate.


Tommy tinha conseguido falar a tal Felicity e ela disse que o encontraria em um restaurante no centro de Star. Não era longe daqui então fomos caminhando falando amenidades. Tommy tomou cuidado para não falar de nenhum assunto delicado que seria, minha discussão com meu pai e minhas atitudes impensadas após isso. Eu realmente me comportei como um homem mimado. Sou impulsivo e estava frustado com tudo. Todavia, não admitiria isso para meu melhor amigo. E como foi raro ele falar algo que preste, o escutei.
Entramos e dissemos o nome da reserva, que era a de Felicity Smoak. Incrível que para conseguir uma mesa nesse restaurante na última vez que vim demorei uma semana para que aceitassem minha reserva e a confirmassem. E ela em minutos, impressionante. Uma das vantagens de ser a boa samaritana da cidade.
Meu melhor amigo a avistou rapidamente, nos aproximamos e pude ver o quão sua aparência era peculiar e diferente de suas irmãs, pelo que da para ver . Ela não percebeu nossa presença já que estava entretida mordiscando a tampa de uma caneta vermelha e lendo uns papéis que estavam em suas mãos. Tommy chegou por trás dela e abraçou. Assustando-a e fazendo com que a mesma soltasse um gritinho. Como essa boneca pode ter sido uma agente?

— Ei calma Lis, sou eu. Fico feliz que tenha aceitado vir._ Thomas disse enquanto se sentava ao seu lado, mais ela não o olhava e sim para mim, sem parar de morder a caneta e quando percebeu que eu também a olhava, corou e com isso desviou os olhos.

— Eu queria saber o que de tão importante tinha para me falar não lido com com curiosidade Tommy, anote isso para nosso manual de amigos._A ouvi dizer e seu tom era de pura brincadeira. Seria um erro dizer que ela e aquela outra gêmea são iguais. Enquanto uma é impetuosa essa aqui transpira bondade.

— Anotado Lis, ei cara, senta. A Lis não morde! A propósito, Lis esse é meu amigo Oliver Queen que tanto te falei e Ollie cumprimente a Lis._ Tommy fez as honras.

— Olá, loirinha, sou Oliver Queen._Disse cretinamente esticando a mão em sua direção, ela deixou sua caneta cair de lado, direcionou seu olhar para a minha mão diversas vezes, corando em algumas, como se pensasse no que me falar. Interessante.

— Olá senhor Oliver Queen._ Se inclinou levemente e presumi que fosse com o intuito segurar minha mão rapidamente. Mas ela não o fez. Segurou firmemente e proferiu as seguintes palavras. — Não me chame de loirinha. Não te conheço. _Pela força de seu toque pude ver que falava sério. Não a respondi. Somente sentei ao lado de Tommy .

— Bem, já que passou o momento de apresentações, Lis ou Felicity._ Vi a loirinha a minha frente que ainda me olhava duro virar surpresa para meu amigo. — Sim eu sei. Conheci suas irmãs e Sara me falou tudo e antes que pense em fugir, vejo que estou falando rápido e jogando a bomba em seu colo, entretanto, quero dizer que eu mesmo não sabendo ser um amigo e que posso não ser o melhor nisso, saiba, estou com você sempre que precisar._ A face da mesma mudou de surpresa, para aceitamento e depois de ternura. Como eu sabia? A forma que ela mordeu os lábios quando nervosa, arregalou os olhos de espanto e por fim, sorriu e abraçou Tommy e disse algo para que somente ele escutasse e o vi assentir e me olhar.

— Relaxa Lis, o Ollie é assim mais ele logo vai parecer alguém mais tolerável._ E meu amigo recém ajuizado fala.

— Eu não sou tolerável Merlyn? Depois que conheceu essas Smoaks Lances eu virei o carrasco?_ Brinquei e ele viu isso, mas eu não poderia perder a oportunidade de deixar uma loirinha de lábios convidativos irritada. — E loirinha, se quiser qualquer coisa sobre o gostosão aqui, só perguntar não tenho segredos nenhum entre quatro paredes._ E com essas palavras obtive um sonoro e claro.

— Cretino._ E assim eu ganhei um chute de Tommy que viu o quanto vermelha a loirinha estava ficando, só não posso afirmar se é por estar corando ou pura raiva. Eu teria que descontar em alguém o ódio que passei quando a irmã Meghan Smoak apontou uma Glock em minha testa, quis naquele momento revidar, ela provocou e se é tão boa quanto disse demonstrasse, apesar disso, me segurei retribuindo-lhe com palavras. Mas ninguém poderia me julgar por infernizar a santinha e boa samaritana a minha frente, culpa dela se não é como as outras e eu me aproveitaria disso.

— Ollie não faz assim, sério, sei que discutir com seu pai, quase tomar uma bala na testa e ouvir uma ameaça em um só dia te deixou assim, eu só pedi para que conhecesse minha amiga, só isso, por favor quer descontar sua frustração em alguém que seja em mim, Lis , não merece isso._ Tommy disse me olhando seriamente. Eu poderia me desculpar com ela? sim! Com certeza e absolutamente! Contudo, não o faria.

— Para de tentar proteger essa princesinha santinha Tommy, ela não pode se defender? Não vê que a bonequinha de porcelana se aproveita disso?_ Quando Tommy pensou em responder vi a loirinha virar-se para ele.

— Não precisa brigar com seu amigo por mim. Eu já conheci pessoas como ele e se Meghan que tenho certeza que foi ela que mirou uma arma na cabeça dele e por Laurel, sei que Sara não o faria te-lo ameaçado, ele mereceu e enxergo o motivo e o senhor Oliver me pegou para descontar tudo isso, tenho pena dele, somente isso._ Fiquei estático, ela tem pena de mim? Quem é ela para falar isso sobre mim? A princesinha?!

— E quem é você para dizer qualquer coisa sobre mim? Não me conhece! Poupe-me de sua opinião, sua família parece que tem muito o que dizer mas atitudes, nenhuma._ Por um segundo me arrependi de ter dito tais palavras, pois vi suas orbes escurecerem ao olhar em minha direção e depois sumiu, pensei que estava alucinando, no entanto, sei o que vi.

— E eu não quero te conhecer. Passar bem. Tommy, me encontra na ST na segunda, podemos fazer algo juntos, pode ser?_ Disse sorrindo, para ele. Como se a minutos atrás eu não tivesse a irritado ou ofendido. E porque eu me importava? Qual o meu problema hoje?

— Pode sim Lis, me desculpa pelo Ollie, não é um dia bom._ Ela concordou e a observei se retirando, indo em direção ao elevador. — Vou embora. Queria estragar isso? Parabéns conseguiu Ollie. Até mais._ E saiu da mesa e foi em direção ao banheiro, eu o havia decepcionado, que dia de merda! Em um impulso, corri para descer no elevador, quando a porta ia se fechar, segurei e entrei. Estávamos apenas eu e ela.

A Smoak virou de costas, olhei através do espelho e a vi massageando os olhos e em seguida recolocando os óculos. Quando pensei em falar. Não sei, tudo foi rápido demais.

Em um momento ela estava me olhando pelo reflexo do espelho e no outro soltou a bolsa e investiu em minha direção com um soco em meu rosto, pegou de raspão pois sou bem treinado e o melhor em lutar corporal, a imobilizei segurando seu corpo. Ela mesmo sendo mais baixa, pisou com o salto em meu pé, virou-se com mais um soco e dessa vez não esquivei ou segurei, pegou em cheio, deixando meu rosto com uma leve ardência.

Essa vontade de me atacar, não era só de uma Smoak ou duas, parece que é um desejo. Já que todas fizeram isso.

Segurei em suas duas mãos e a ergui contra o metal do elevador que por mais raro que pareça não tinha entrado mais ninguém e continuava descendo. Imobilizei todos os seus movimentos e ela finalmente parou de se debater. Bom que o fez, estava me dando trabalho.

— Seu nariz está sangrando._ Me informou. então percebi o líquido que escorri em meu rosto e era sangue.

— E a culpa é sua porque fez isso? Está louca?_ A soltei e ela foi com uma baque surto em direção ao chão, não parei para reparar se estava bem ou se faria alguma coisa e ela prontamente me deu uma rasteira ao perceber que eu estava de guarda baixa. Não questiono mas o motivo dela ser uma ex agente.

Senti meu corpo absorver o impacto. O treinamento com Diggle me serviu aqui, menos para me defender de um , aliás, dois socos de uma mulher.

— Estou louca sim, por não ter enfiado uma faca na suas calças, por me provocar e relevei. Não preciso me estressar e nem quero. Mas não fala da minha família. Nunca mais._ Disse duramente e vi que sua canela estava levemente inchada e seus olhos com lágrimas e tomei consciência de que era culpa minha. Eu não devia tê-la deixado cair daquela forma.

E como se não estivesse tudo uma merda. O elevador parou, reparei assim que percebi que não éramos para demorar tanto tempo assim entre o segundo andar do restaurante até a garagem.

Agora :


— Só pode ser brincadeira de mau gosto! Eu não posso estar presa aqui com ele, Deus, me ajude, prometo ir me confessar todos os domingos, juro que não pecarei mais, menos agora que estou pecando, mas depois está valendo. Livrai-me desse tormento. Nossa estou tão dramática que pareço o Curtis_ A Smoak reclama para si e murmurou as últimas palavras enquanto passageava a vista, percebi que era um gesto que fazia quando estava a ponto de se descontrolar. Suas expressões são fáceis de ler.

''Porcaria de dia. Se eu soubesse teria apenas te ido me divertir sem a companhia de Tommy. Mas não. Como o cretino que sou, vou atrás de um rabo de saia. Uma saia vermelha e colada até o joelho, com uma blusa sorriso transparente e uma cara de brava , essa que lançava em minha direção por saber que eu a encarava de maneira totalmente carnal. ''


— Não é porque estamos presos aqui que vou falar com você ou querer sexo, pare de me olhar assim é constrangedor o momento de provocações foi lá em cima , agora só quero sair daqui, ir para minha casa, deitar na minha cama e relaxar._ Soltou, pisquei lentamente enquanto tirava os pensamentos impuros que me surgiu , elevador é o meu ponto fraco, ainda mais com uma mulher que aparentemente me odeia e quer ficar mais longe o possível de mim e isso me atiçava como um caralho. Respirei, última coisa que quero é ela tentando me matar, já tive amostra grátis de sua raiva.

— Certo, olha só Loirinha._ E ela me lançou um olhar raivoso, tentarei outro método... — Senhorita Smoak._ Falei, meu tom profissional seria útil aqui. E ela fez um gesto para que eu continuasse. — Desculpa pelo o que eu falei, foi um dia de merda, muita como para digerir e nada que eu fale vai fazer com que me desculpe, mas seu pé está piorando e eu não sou um monstro._ E inclinou-se para o lado, para pegar a bolsa e vi que discava em seu celular... Ok, ela estava me ignorando propositalmente. — Eu posso te ajudar com o inchaço e você me ajuda com essas manchas de sangue pelo meu rosto, não podem nos ver assim quando sairmos daqui e não sabemos quando será._ Joguei minhas cartas. Estou cansado de brigar, reclamar e qualquer outra coisa. Só preciso me controlar, posso estar no meu pior dia. Mas se Moira ou Thea me visse agora, nessa situação, reprovariam tudo o que fiz e falei . então mudaria isso.

— Porra!_ Murmurou. Sorri, ela tem a boca suja, hum. — Está sorrindo porque? Ah, não importa, mandei mensagem para Tommy e ele disse que ficou te procurando assim que voltou a mesa. Viu o momento que o elevador parou, mandei mensagem dizendo que estamos aqui e como medida de segurança do estabelecimento por não saber a origem do problema, vão cortar a energia do elevador até que a manutenção chegue. Não acredito mesmo que esteja me aconteceu tão desastre. Caramba, caramba!_ E ergueu as mãos ao ar frustada. Ela é mesmo fácil de se ler.

— Se acalme vamos sair daqui, Tommy fará de tudo para te tirar do meu lado, sabe, sou o lobo mal. Eu acabei com o momento de vocês então mereço isso._ Respondi e ela largou finalmente o celular para me olhar.

— Sei que fará, mas não se martirize, informei seu estado e o meu. Ele é seu melhor amigo e você o dele, Tommy pode ter ficado com raiva de você na hora, por querer que fosse uma noite especial, depois do dia de ambos que foi cansativo e exaustivo psicologicamente, mas o fato dele ter voltado para te encontrar e ter mandado mensagem perguntando se você estava bem, mostra que esse laço entre os dois é maior que uma briguinha._ Falou pausadamente e assim e após isso, a energia sumiu, nos deixando no escuro. — E cortaram a luz, se eu ligar a lanterna do meu celular vamos conseguir ver um ao outro, sendo que vai acabar a bateria mais rápido._ Ela falou por fim.

— Deixe desligada então. E referente ao que me disse, obrigada... não só pelo que disse e sim, pelo fato de entender o lado de Tommy quando ele falou que sabia tudo sobre sua vida e você não fugiu ou o repudiou, sou importante para ele, mas sua presença o deixa mais na linha, Tommy me mataria se escutasse isso, porém mesmo sendo um idiota completo vi o quanto se gostam._ Com muito custo consegui dizer cada palavra, mas agora sem a enxergar e somente ouvir o som de sua respiração, sem seu olhar em cima de mim, percebi o que estava me negando a ver. Felicity Smoak Lance, era como a paz. E eu em meus caos a repeli o máximo que pude e aqui estou me abrindo para alguém que conheço a ''algumas horas.''


— Bom que admitiu ser um idiota completo e pela primeira vez posso concordar com o que saiu de sua boca. A proposta de me ajudar com o inchaço ainda está de pé? Eu não quero reclamar, mas, continua doendo. Se puder dar um jeito, prometo que quando voltar a energia limpo seu rosto e tiro o sangue._ Falou com expectativa. Diferente e tudo o que pensei, que aconteceria hoje, fazer massagem em uma mulher que não caiu em meus encantos é totalmente diferente do que eu faria em um sábado a noite. — Olha só, vou esticar a perna em seu colo, se tentar alguma coisa, juro, Oliver Queen, um de nós dois não sai vivo desse elevador._ Como eu havia dito? Essa loirinha quer estar a quilômetros de mim.

— Certo, Smoak. Não tentarei nada, só fica quieta._ E assim o fez. A loirinha estava ainda sentada a minha frente e calmamente virei em diagonal para não encosta na parte doida de sua canela e com tranquilidade pus a mão em seu é e a outra em sua panturrilha guiando até meu colo. Ela fez como pedi, nada disse.

Dedilhei com cuidado a parte inchada, escutando os suspiros de dor que a Smoak lança quando eu o fazia e com isso pude saber onde tocar ou não, massageei fazendo movimento circulares e no começo mesmo sem uma palavra dizer, ela resmungava, mudei a tática, iniciei um movimento de vai e vem com os dedos por toda a extensão de sua canela somente com uma das mãos e a outra levei a panturrilha para que equilibrasse a perna, caso sua dona se mexesse.

Nossas respirações se misturavam no silêncio do elevador, meu corpo já estava soando pela falta de ventilação eu acho, pois pode ser a resposta do meu próprio corpo ao dela. Meus dedos sentiam a pele dela arrepiada e meus sentidos mais agudos escutavam sua respiração falhando em alguns momentos e os suspiros de prazer. Tentei sem sucesso tirar a imagem que se formava em minha mente, da loirinha soada entre a camisa transparente, marcando-lhe ao corpo, minhas mãos tocando sua bunda apertando ela entre o tecido de sua saia vermelha. Meus pensamentos sumiram no momento em que senti seus dedos tocarem meu rosto. Fiquei tão aéreo que não percebi que tinha parado de massagear-lá.

— Senhor Queen? Tudo bem? Se quiser não precisa continuar, eu agradeço pelo o que fez até agora aliviou minha dor._ Mesmo na escuridão pude visualizar qual seria sua expressão ao me dizer isso, temerosa e mordendo os lábios e que lábios... pestanejei. Estou como um adolescente com tesão a flor da pele, preciso me controlar, nenhuma mulher me deixou assim. Nunca.

— Desculpa, claro tudo bem. Para de me chamar de senhor Queen, sou apenas o Oliver._ Soltei, sincero. — Vou continuar, eu me distrai, volte a seu lugar. _ e assim ela o fez.

— Ok, senho.. Oliver, só Oliver! Senhor Queen é o seu pai, ele é velho, nossa o diretor ficaria um cão se me escutasse falando isso, não diga que eu chamei ele de velho! Ok? Vou parar de enrolar em três, dois e um._ E pela primeira vez desde que soube da ida de Thea a missão solo, sorri, não é como se eu tivesse sorrido apenas por achar seu jeito bobo e atrapalhado de falar engraçado, claro, por isso também, mas pela forma de saber que ela não o faz por querer, só sai, ela não tem filtro nenhum e não estou reclamando disso, costumo não gostar de mulheres que falam rapidamente ou que não se calam, no entanto, mais uma vez estou me surpreendendo comigo mesmo por estar gostando de escuta-la falar.


— Você fala demais quando fica nervosa._ Falei e com isso voltei a massagear o inchaço de sua canela, pois ouvi sua risada nervosa e seguido de um suspiro de dor. — Está doendo muito ainda?_ Perguntei.

— Falo sim, adoidadamente e sem limites é meu maior defeito, pode me chamar de Felicity, não gosto que me chame de loirinha soa cafajeste e muito menos de Smoak é rígido demais e não combina comigo._ Soltou apresadamente. — Dói só um pouco agora, não precisa continuar quando eu sai daqui vou ligar para Sara ir na minha casa dar um jeito nisso, ela sempre foi boa com essas coisa.

— Você fala dela com bastante carinho..._ Soltei.

— Sim e da mesma forma que ela fala de você, me desculpe por ser intrometida não tenho nada com sua vida, mas acho que deveria dar um chance a ela._ Falou.

Mesmo não fazendo massagem, ela deixou que a perna permanecesse em meu colo, não ousei tirá-la.

— Acho que é a primeira coisa que irei fazer Felicity._ Admiti, eu que tinha problemas em admitir qualquer coisa estava sendo coagido pelas palavras doces de uma certa loirinha.

— Isso é bom._ Seu celular tocou e vi o brilho tomar todo o lugar. — É o Tommy._ Disse . — Vão nos tirar daqui agora. O elevador vai ser religado. _ E com isso vi que o mesmo reacender e começou a subir. Antes de me levantar a vi segurar em meu braço se aproximar e passar um pano em meu rosto.

— Trato é trato, ninguém nunca irá saber que seu rosto sangrou._ Explicou. Me ergui e a trouxe comigo, sem deixar que encostasse o pé no chão, peguei sua bolsa e seus papéis e esperei que chegássemos onde a porta abriria. Depois que saíssemos, seria impossível ficarmos assim em outra ocasião e eu estava aproveitando o calor de seu corpo no meu. — Oliver?_ Olhei diretamente para o seu rosto. — Mesmo com tudo, foi bom te conhecer, você não é alguém ruim e deveria para de se culpar por tudo. É o começo para que ajude sua irmã._ Falou e percebi que suas palavras eram sinceras.

E antes que eu pudesse responder Tommy e dezenas de pessoas uniformizadas começaram a nos fazer perguntar, tiraram Felicity de mim, fui encaminhado para uma ambulância pois queria checar se estava tudo bem. No outro lado da rua Tommy estava entrando em uma outra, com Felicity deitada em uma maca. Pensei em ir até lá. Mas o que diria? Qual o motivo de querer ir junto? Só ficamos presos no elevador e nada mais. Acabou. Em vez disso, chamei um táxi, iria para casa. Avisaria Tommy quando chegasse no apartamento. O dia de hoje foi diferente do que imaginei e não posso dizer que foi de todo ruim.