Jenete And The Hunter
8 Capítulo 7: Presos?
Notas iniciais
A viajem seria longa e eu sentia agora algo era um tipo de calor, mas devia ser a nossa energia. Decidi conversar com ele que pelo jeito estava mais legal comigo. Parecia que aquele trato tinha alguma utilidade. Estava começando a escurecer e vi umas luzinhas.
-Olhe. – eu disse apontando para um pouco longe.
Havia diversos vaga-lumes dançando ao longe era uma coisa linda e maravilhosa. E vi a neve cair um sinal claro de que estava começando o inverno.
-A minha mãe dizia que a neve de certo modo iluminava o mundo. – olhei para ele foi a segunda vez que eu o vi sentimental.
Sorri. Gostava dele quando era sentimental, talvez eu não conquiste o coração dele, mas acho que posso muda-lo para melhor.
-Sua mãe deve ter sido uma pessoa incrível. – disse o analisando.
-É ela foi. – vi um olhar triste.
Toquei seu rosto e com outra mão fiz um cafuné nele. Ele balançou a cabeça e quando o olhei vi aquele olhar duro novamente.
-Não preciso da sua pena. – disse ele tirando minhas mãos de sua cabeça e de seu cabelo e voltando a remar.
-É você está certo você precisa é do seu coração de volta.
-Um coração é a ultima coisa que vou precisar.
-Quer saber pense o que quiser vou dormir. – deitei no barco.
As vezes ele era o homem mais arrogante e monstruoso do mundo, mas outras vezes ele parecia ser uma pessoa magnifica. Bem não importa eu só preciso arranjar um jeito de ter meu clã de volta.
Abri meus olhos e logo os fechei ao ver a claridade. Fiquei piscando e só parei quando me acostumei com a claridade vi que aviamos parado em uma ilha e que ele estava dormindo no barco. Comecei a cutuca-lo.
-Justin! Acorda, acho que saímos do caminho. – ele falou algo, mas não dava para entender.
Olhava para os lados desesperada era uma praia. Eu nem tinha parado em uma praia! Avia varias arvores e logo depois uma floresta e deduzi que mais a frente avia um vilarejo.
-Onde estamos? – ouvi ele e vi que estava tão desesperado quanto eu.
-A pergunta certa é por que estão aqui. – me virei e vi apoiada ao barco uma sereia que sorria para mim.
-Caramba como eu pude dormir? – disse ele meio irritado.
-Você dormiu por que eu quis. E vocês estão aqui por uma simples razão precisam parar com essa historia de eu te odeio, eu te quero. Tradução vocês precisam parar de brigar. Só posso prendê-los ate um mês então melhorem seu relacionamento e podem sair antes de um mês ou...
Ela sumiu. Sereias… Sou uma agora, mas ainda não posso evitar de me irritar com o jeito delas. Sai do barco.
-Aonde vai?
-Vou agir igual uma vampira sem poderes e me habituar a aqui.
-Vou com você. – bufei.
Ate que tê-lo ao meu lado valia alguma ajuda afinal ele realmente estava me ajudando a buscar madeira. Fizemos uma fogueira e eu fiz um colchão para cada um dormir, mas também tivemos que procurar comida. Conversamos, brigamos e tentamos arrumar o local é pelo jeito ficaremos um mês aqui.
-Ei Jenete. – abri meus olhos e olhei ele.
-Sim? – disse meio rouca.
-Me desculpe se as vezes sou grosso com você. – abri bem meus olhos.
-Eu te desculpo. – eu disse antes que aquele lado mau dele voltasse. – Sabe eu prefiro você assim. – disse me aproximando dele e dando um rápido beijo nele.
Sua mão segurava a minha nuca, me fazendo voltar a beija-lo. Tudo estava silencioso e ele estava finalmente sendo legal, mas me perguntava por quanto tempo ele ficaria assim.
Pude notar que seu beijo estava mais carinhoso, mas aquela pontinha de desejo continuava igual. De certo modo me arrependo de ainda não estar casada. De ter casado com o lado gentil dele… Espera um pouco o que estou pensando?
Me separei dele e ele foi um pouco para trás um claro sinal de que ele estava me convidando para me deitar.
-Hoje não estou cansada – era verdade eu estava prestes a dormir – e não estou a fim de entregar a minha honra a você está noite.
-Ok, me faça companhia pelo menos. – Ele choramingou.
Olhei para ele era aquele olhar de bonzinho dele. Aquele olhar mais expressivo e compreensivo o contrario daquele olhar duro que eu mais vejo. Me deitei ao seu lado.
-Boa noite Jenete.
-Boa noite Justin. – me encostei em seu peito e fechei os olhos.
Abri meus olhos estava fervendo de quente corri em direção ao mar e tirei o vestido. Fiquei nadando e senti o calor passar, senti braços me rodear e me virei. Vi ele e sorri pude ver aquele olhar duro, mas eu estava presa a ontem e o modo de como ele estava dei um beijo nele.
Ele colocou seus braços ao redor da minha cintura, pude sentir o estranho desejo de puxa-lo para baixo. Comecei a puxa-lo para baixo e o segurei mais forte. Senti ele começar a lutar. Controle-se. O afastei de mim. Sai nadando de volta e corri para longe bem longe, pois algo em mim gritava para afoga-lo.
Senti algo me pegando e não pude mais correr.
-O que você fez?! – gritou ele. Me segurando com força.
-Desculpe.
-Fez de proposito não é? Aposto que você quer me matar.
-Se eu quisesse te mataria naquela hora.
-Talvez não, aposto que é um plano seu. – e voltamos ao começo.
-O mundo não gira ao seu redor. – me soltei dele. – Agora me deixa em paz afinal eu não posso sair daqui.
-Nem pensar – disse ele me segurando forte de novo pelo braço e me puxando. – Não vou deixar você ir — ele sussurrou em meu ouvido – e aposto que as suas servas vão voltar e vão me deixar preso aqui e te tirar daqui.
-Seria uma boa ideia. – disse olhando para frente e tentando ignorar o repentino calor e o pulsar de energia que me percorria por inteiro.
-Como se você pudesse suportar me perder não é? – disse ele beijando meu pescoço.
As sensações aumentaram e tentei me controlar.
-Acho que eu aguentaria numa boa.
Talvez eu não aguentasse mais eu não ai falar isso enquanto ele estivesse com seu lado mau.
-Você e eu sabemos que não. – ele me virou para encara-lo.
Fechei meus olhos e respirei fundo senti seus lábios nos meus ele me segurava forte para que eu não escapasse pensei na remota possibilidade de afasta-lo, mas pelo jeito o que eu sinto por ele e maior.
Seu beijo era cheio de desejo e algo novo que não sei bem ao certo definir, mas não importa o que importava e que eram bons e eu estava a beira da loucura.
-Pelo menos admita que me quer. – ele sussurrou só um pouco longe de mim.
-Vai ter que esperar mais algum tempo. – disse olhando para baixo.
-Nem pensar afinal se eu for esperar você dizer você só vai me dizer quando eu estiver mais fraco. Quero ouvir você dizer enquanto sou eu mesmo.
-Você acha que esse seu jeito arrogante é seu verdadeiro eu? Eu posso ver e esse não é seu verdadeiro eu.
-Ah! Cala boca você não sabe de nada sobre mim.
-Acho que já sei um pouco.
-Então está errada! – ele gritou. Me soltando e me afastando.
-Aquele cara legal e frágil não sou eu! Não é quem eu sou! É o meu passado! – Avia um motivo para ele perder aquele seu lado e creio que não foi só vontade da rainha.
-Você já se apaixonou… — tampei a boca ao reparar que disse em voz alta.
-Não te interessa! – era isso!
-Você já foi magoado, mas isso não é motivo para trancar seus sentimentos.
-Você fala isso por que nunca se apaixonou. Sabe é algo torturante, é algo que te mata aos poucos, então é melhor se esquecer de seus sentimentos do que amar alguém.
-Você está errado. É melhor amar alguém do que não sentir nada de bom, – eu disse me aproximando e colocando meus dedos aonde fica o coração ate se afundar e logo pude senti-lo batendo rápido em minha mão – é melhor ter um coração do que ser uma pessoa má que não se apega a ninguém.
De certo modo eu sabia que o que eu estava fazendo era transformar na pessoa que ele é sem esse feitiço. Ele tocou meu rosto, seus olhos brilhavam. Respirei fundo, se for para vê-lo desse jeito quero que seja por vontade dele. Dei um rápido beijo nele e tirei minha mão de seu coração.
-De mais um chance para você sentir coisas boas de novo, para se sentir apaixonado. Aposto que se for a garota certa vai se sentir muito bem. – disse correndo e o deixando sozinho para pensar.
Ei pessoal dá uma olhada na minha nova fanfic(está na categoria original e não tem nada a ver com o One Direction):
http://fanfiction.com.br/historia/272861/Stolen_my_Heart
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