Jenete And The Hunter
12 Capítulo 11: Um cavalheiro
Notas iniciais
Eu sabia que nosso relacionamento era complicado. Que mais brigávamos do que ficávamos demonstrando o desejo que sentíamos um pelo outro, mas nunca imaginei que diria que eu o amava e que iria sentir essa dor avassaladora ao saber que ele morrera.
Admito que me odiava por nunca ter dito a ele simples palavras como “eu te amo”. Caramba eu tive tantas oportunidades e as desprezei, as ignorei, porque senti que devia guardar para mim tais palavras e porque eu não tinha certeza, mas a minha certeza chegou muito atrasada.
Meu peito doía, nem quando meus pais morreram me senti tão mau.
Vi um movimento e logo em seguida ele se sentou parecendo confuso. Eu o abracei chorando de alegria.
–Eu também te amo. – ele sussurrou em meu ouvido.
Ele me abraçou forte e eu o abracei mais forte ao ouvir tais palavras a alegria que eu senti não podia ser descrita por ninguém e nem por mim mesma. Eu sabia que eram raras as pessoas que conseguiam se casar com quem elas amavam, mas eu queria ser uma daquelas pessoas. Eu queria que ele estivesse ao meu lado ate depois de minha morte, queria ele sempre ao meu lado.
–Dá próxima vez não espere tanto tempo. – eu ri.
–Não esperarei. Eu te prometo. – disse me afastando dele e entrelaçando nossos dedos.
–Eu espero que cumpra essa promessa. – ele me puxou para um beijo.
O beijo foi delicado e ao mesmo tempo voraz, eu não fazia a mínima ideia do que aconteceria daqui para frente, mas eu não me importava mais com o futuro e sim com o agora e que ele estava vivo e ao meu lado. E não importava o quão idiota ele havia sido eu não me importava mais com isso.
Comecei a desabotoar a sua camisa.
–Você tem certeza disso? – ele segurava o meu pulso.
–Agora eu tenho toda a certeza do mundo. – nós rimos.
Continuamos a nós beijar e finalmente tirei sua camisa, me afastei dele para vê-lo e absorver tal imagem. Não pude ficar olhando por muito tempo, pois ele me puxou para perto dele e voltamos a nós beijar. Toquei sua calça, mas ele segurou meu pulso.
–Não posso desgraça-la. – ouvi ele dizer meio rouco e foi quase como um sussurro.
–Mas não estará me desgraçando. Afinal eu te quero.
–Estarei sim, você tem que se entregar ao seu marido.
–Eu não entendo, desde que eu o conheci você me enchera para fazer sexo com você e agora que eu quero você estava dando para trás. — disse me afastando.
–Não é isso é só que eu... – olhei em seus olhos e vi aquele era o olhar de quando ele era uma boa pessoa.
Suspirei. Comecei a coçar meu braço.
–Ah! Entendi.
–Ei! – ele segurou minhas mãos – Mas isso não quer dizer que eu não a quero. Pelo contrario eu a quero e muito, mas não quero desonra-la. – Ele beijou minha testa.
Eu estava finalmente pronta para entregar me de corpo e alma para ele, mas agora ele estava agindo igual a um cavalheiro.
–E se consumarmos um casamento? – eu disse. Ele apertou a minha mão.
–Mas você já é noiva de alguém.
–Mas agora não tem ninguém para mandar e mim então posso sim acabar com o noivado e me casar com você. – vi ele sorrir e logo ficar serio.
–Olha eu tenho sangue nas mãos e não a nada que eu possa fazer para me redimir acho que qualquer pessoa será melhor que eu pare ser o rei.
–Eu não me importo, eu só me importo em tê-lo. – disse. Puxei ele para um beijo.
Ele era um perfeito cavalheiro e eu juro que nesse momento eu estava odiando isso, mas odiei menos quando ele retribuiu o beijo.
–Olhe eu sei um jeito de você se redimir. – disse após nós beijarmos.
–Como? – disse ele com os olhos brilhantes.
–Me ajude a derrotar Ravenna.
–É impossível derrotar aquela mulher. – disse ele com certo desprezo.
–Não se encontrarmos as ajudas certas.
–E quem seriam essas ajudas?
–E quem seriam essas ajudas?
–Sereias, fadas, bruxas e todos os seres que estiverem dispostos a nós ajudar. – ele arqueou as sobrancelhas.
–Ela nunca enfrentou tal guerra então talvez aja chance de vitória se você conseguir a ajuda de vários seres mágicos.
–Bem então precisamos arranjar um jeito das sereia nós deixarem ir embora.
–É um bom plano minha rainha. – dei um pulo e me virei vendo Katrina fazer uma referencia. – Mas então você precisa conquistar tais seres.
–Isso é fácil meus pais eram amigos de muitas criaturas magicas eu só preciso ver se elas aceitam nós ajudar.
–Bem conte com nossa ajuda.
–Katrina será que você poderia nós levar para alguns lugares?
–Claro, mas por quê?
–Vou ver quem aceitara lutar contra a Ravenna. – disse seria.
Notas finais
-Nossa isso parece uma torcida.
-Cala boca Jenete, pois eu mando em você! Eu que decido o que você vai fazer. Sou quase um Deus aqui.
-Convencida....
Bem gente consegui calar a boca da Jenete por enquanto então vou dar uns avisos.
EU PRECISO DE UMA ESCRITORA PARA FAZER AS CENAS DE LUTAS!!!!!!!!!!! Quem quiser ser ou conhecer manda uma mensagem ou um review para mim.
-Agente amamos vocês, agora pessoa vota ai para as sereias aparecerem mais.
-É a Katrina tem razão a gente quase nunca aparece.
-Você parem com esse alvoroço estão me envergonhando e envergonhando a Angela!
-Ok, vossa majestade.
-E NÃO SE ESQUEÇAM DE COMENTAR, RECOMENDAR OU MANDAR UMA NOVA ESCRITORA!!! SE NÃO EU MANDO O MEU JUSTIN E AS MINHAS SEREIAS ATRAS DE VOCÊS!!!!!
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