Jenete And The Hunter
13 Capítulo 12: Nosso histórico.
Notas iniciais
1º Não tem reviews ou comentarios por aqui e eu só tenho sinal de vida de uma leitora;
2º Estou sem imaginação para continuar a fanfic.
Resultado:
Só tenho esse e mais um capitulo pronto. Se vocês quisserem que a fanfic continue mandem review/comentarios e vamos ver se eu tenho mais alguma ideia ou...
Mandem ideias para que eu continue com a fanfic.
Ou se preferirem...
VOU PARAR DE ESCREVER A FANFIC POR TEMPO ILIMIDADO OU NUNCA CONTINUAR ELA.
Bem já mandei meu aviso...
Bjs, aproveitem a fanfic...
Nesses últimos meses andei conversando com diversas criaturas algumas que ficaram revoltadas com o acontecimento resolverão nós ajudar, outras foram por causa de estarem devendo favores a minha família ou porque eram amigas/aliadas das sereias. Alguns seres se negaram completamente a nós ajudar com medo de morrer ou por dizerem que éramos loucos.
Estávamos treinando bastante e a guerra seria em poucos dias. E incrivelmente Justin agora só agia como um perfeito cavalheiro e toda vez que chegávamos perto... Bem ele arranjava uma desculpa para pararmos.
–Justin já que vamos talvez morrer que tal me contar sobre você.
–É justo afinal sei mais de você do que você de mim.
–Peraí o que você sabe de mim?
–Qual resposta você quer primeiro?
–Sobre você.
–Bem por onde devo começar?
–Que tal do começo? – sugeri.
–Ok. Bem a minha infância foi igual a de qualquer príncipe, sabe aprender a lutar e caçar. Sabe meus pais eram os reis de um lugarzinho da Holanda se eu não estou errado, mas o que eu mais me lembro é que lá tinha um campo de tulipas. E eu ate tive uma esposa, mas eu nunca a amei e ela nunca pode me dar um filho, um dia ela morreu em uma caçada que estávamos fazendo foi comida por um leão e eu nem pude salva-la e um dia me apaixonei por uma mulher, uma mulher que não sentia o mesmo, eu fiquei tão desesperado para ter o amor dela que bem fiz um trato com um homem chamado Finghs Brush ~ inimigo da Ravenna ele apareceu no 9capitulo ~ e ele não me pediu nada em troca. Tive ela por anos ate que Ravenna a matou e junto matou também meus pais, tentei por anos a matar ate que ela tirou meu coração e bem... O resto você já pode imaginar.
Não avia nenhum indicio de choro, aparentemente ele já não sofria mais por tal acontecimento. Talvez ele já tivesse passado por cima disso a muito tempo.
Ele podia não estar chorando, mas mesmo assim eu me aproximei dele e o abracei e ele pareceu surpreso. Ficamos um bom tempo abraçados. E quando nós afastamos ele me deu um rapido beijo.
–Bem já lhe contei sobre mim que tal contar sobre você?
–Não antes de você me dizer o que sabe sobre mim.
–Bem tem aquelas coisas que eu te contei e que estava destinada a se casar e só.
–Bem deixe-me ver o que falta lhe contar... – comecei a pensar. – minha mãe morreu durante o parto do que seria minha irma ou irmão, devido ao fato de que veio um impostor que se dizia ser um medico e a matou, como pode ver sei muito bem como lidar com a água – ele riu – e bem não sou um gênio em luta ou caça devido ao fato de ser uma mulher. E bem acho que não tem nada de muito interesante na minha jornada.
–Me desculpe. – ele sussurou.
Peguei em sua mão.
–Olha eu sei que fez aquilo tudo por estar sem nenhum sentimento e por estar seguindo cegamente ela então tudo bem...
–Não – ele afastou suas mãos das minhas e se levantou. – não a nada que possa justificar tudo que eu fiz... – me levantei.
–Justin! – peguei em seu rosto. – Você não sentia nada de bom. E eu entendo que está se sentindo culpado, mas olhe tecnicamente não é sua culpa.
–É sim, não importa se eu estava só com os meus sentimentos mais obscuros. Eu escolhi seguir ela, eu escolhi trabalhar para ela e seduzir e matar todas essas pessoas. – ele estava chorando.
A culpa estava acabando com ele. Eu o abracei foi quase como um instinto materno. Foi igual quando somos crianças e estamos chateadas e corremos para os braços da mãe e choramos...
POV. Escritora.
A culpa esse sentimento acaba com todos nós as vezes faz a gente ter pesadelos e tudo o que for possível. A culpa só pode ser morta quando paramos de nós culpar por bobagens ou quando ficamos bem consigo mesmo e pensamos isso não é minha culpa isso só aconteceu porque era para acontecer, porque estava escrito.
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