Jenete And The Hunter

7 Capítulo 6: A volta


Notas iniciais
Boa Leitura.

POV Jenete

Não sabia bem que porta escolher queria escolher ambas então decidi gritar o nome daquela mulher para tirar uma duvida.

-Katrina! – ela apareceu.

-Sim? – disse ela fazendo uma referencia.

-Quero saber posso escolher ambas as portas?

-Pode, mas terá que arranjar um jeito de tocar em ambas. – disse ela sumindo.

Pensei em como tocar ambas. Fiquei pensando por um longo tempo pensando afinal as portas estavam meio longes uma da outra. Respirei fundo e fechei meus olhos e uma ideia passou por minha mente imaginei duas de mim e ambas tocavam nas portas e ambas tinham formato de água. Abri meus olhos e vi a cena na minha cabeça de forma melhor acontecendo. Era uma linda cena afinal não era água era borboletas que formavam uma mulher. Elas abriram as portas e só vi um clarão.

POV Narrador.

Ambos olharam para o caixão onde não avia mais nenhum corpo e voltaram seus olhos ao redor encontrando Jenete apoiada sobre a água que agora tinha um imenso tamanho.

Jenete agora tinha uma aparência melhor ela estava mais alta e seus cabelos estavam mais brilhantes e seu corpo mais atrativo além do fato de que ela parecia que brilhava e usava um vestido meio destroçado em certos lugares, mas não mostrava muito o corpo dela, mas mesmo assim o pouco a mostra podia ainda despertar a atenção de um homem.

-Você… Mas como? Eu a envenenei.

-Eu sei Ingrid. – disse ela em tom ríspido – Sabe agora vejo seu lado, mas você sabia, sabia que não podia fazer tal coisa comigo, mas sua paixão por ele – Jenete apontou para Justin – a fez querer estragar o destino, mas – ela começou a falar em um tom mais calmo – graças a você consegui dar mais um passo que estava previsto para meu destino, mas – voltou ao tom ríspido. – o que fez é imperdoável.

-Eu sei me desculpe minha rainha. – disse ela baixando a cabeça.

Jenete respirou fundo e a analisou.

-É obvio que não me respeita, mas não vou mata-la – a garota de um suspiro –, mas o conselho me mandou fazer algo e se não posso fazer isso terei que fazer algo pior. – Jenete suspirou ela não queria fazer isso. – Você perdera sua cauda e seus poderes, mas poderá ter uma ultima aparência e poderá sempre que quiser mudar a cor de seu cabelo. – Ingrid começou a suar frio.

A água caiu e de repente Justin recuperou seus movimento e correu, mas parou ao ver Jenete nem um pouco afetada e ainda apoiada sobre a água.

-Eu imploro tudo menos isso. – disse Ingrid caindo de joelhos.

-Desculpe isso é maior do que eu, já não está nas minhas mãos o seu destino.

-Você sente pena demais. – disse Katrina aparecendo ao lado de Jenete.

Ingrid tremeu mais ainda ao ver Katrina e Justin estava paralisado olhando tudo e tentando entender o que estava acontecendo.

-Ainda não entendi por que a escolheram, mas tudo bem – disse Katrina fazendo um movimento com sua mão.

Com esse movimento Ingrid virou uma adulta a beira da velhice, suas roupas eram humildes e uma sacola estava ao lado dela, uma sacola cheia de dinheiro, o cabelo dela era um castanho opaco, mas mesmo assim ela continuava um pouco bonita. Katrina fez mais um movimento e Ingrid sumiu.

-Agora você dois vão logo. E caso precise de ajuda é só nós chamar. – Katrina sumiu.

Jenete revirou os olhos estava se cansando dos repentinos sumiços e aparecimentos de Katrina.

Jenete andou ate Justin e tocou o rosto dele.

-Sabe eu senti. – disse ela com um meio sorriso.

-Sentiu o que? – disse ele balançando a cabeça. Ela riu.

-Senti seu arrependimento e senti aquele seu beijo.

-Me desculpe. – ela deu um sorriso triste.

-Pena que logo você vai voltar ao normal.

-Como? – disse ele meio confuso.

-Não podemos apresar o destino. – ela o tocou e recitou um feitiço e logo ele caiu.

Sabe não precisava ter feito isso. Disse uma voz dentro da cabeça dela, uma voz de uma conselheira. Eu sei, mas quero que ele volte ao normal sozinho ou que seja ele mesmo. Não quero que ele mude por que um veneno o curou. É um ironia não é afinal um veneno o curou. Disse a voz após rir. Jenete revirou os olhos e olhou triste para o garoto. Deixe-me em paz. Dito isso Jenete olhou o lugar a sua volta. Que estava meio mudado. Quanto tempo se passou? Pensou ela, ela pegou ele e o largou em um das camas.

POV Jenete.

Fiquei olhando ele afinal eu não tinha muito o que fazer e queria saber o que ele ia fazer comigo.

-Que bosta que você fez comigo? – revirei os olhos.

E voltamos para o começo quando ele era um chato. Tomara, que ele fique bom se não…

-Em – suas mãos estavam em meu pescoço – que merda que você fez comigo?

-Infelizmente fiz você voltar a ser essa coisa arrogante. – disse batendo os dedos na cadeira.

Incrivelmente seu aperto não me machuca tanto quanto antes. Ele me analisou e apertou mais forte e comecei a sentir falta de ar.

-Melhor assim. – disse ele me soltando e sorrindo. – Agora temos que ir aquela maldita me jogou algo que me fez ficar parado durante três semanas.

Arregalei meu olhos fiquei assim durante três semanas.

-Ah! É claro obrigado por me fazer voltar ao normal. – disse ele ajeitando a roupa. – Estou com uma divida com você, mas não irei solta-la e nem ajudar a acabar com a minha rainha. Agora vamos. – disse ele me pegando pelo braço e me arrastando.

-Não devia ter feito você voltar ao normal devia ter deixado você daquele modo.

-Você ate podia, mas não fez. Agora vamos. – ele me arrastou ate a mata e me fez puxar o barco que ele avia criado.

Era extremamente bonito, assim como o caixão.

-Preciso testar algo. – eu me afastei, mas ele se aproximou e me beijou.

Senti seus lábios macios nos meus tentei empurra-lo, mas quando coloquei minha mão em seu peito senti algo, algo que me fez retribuir seu beijo. Senti a falta de ar foi só então que nós separamos.

-Você não resiste aos meus encantos não é? – disse ele sorrindo e rosnei.

Infelizmente tinha algo em seus beijos que simplesmente mexia comigo, me fazia ter o desejo de retribuir ele poderia ser um completo idiota, mas avia algo em mim que me dizia retribua. Ele era meu pesadelo e eu o sonho dele. Pelo menos era assim que eu pensava, pois eu podia ouvir algo dizer que ele estava virando o meu sonho também.

Eu pensei que voltaria mais sabia e que não ia sentir mais isso, mas algo em mim que ainda me faz sentir esses sentimentos.

-Sua educação com certeza não é de um príncipe.

-Oh! Me desculpe milady, mas pensei que gostava de mim assim. – disse ele sorrindo.

-Não gosto de animais. – ele me pegou pelo braço e aproximou seu rosto do meu.

-Olhe como fala de mim. Uma hora não estaremos na água e ai sim eu poderei fazer o que eu quiser com você. – tremi, mas que ser ousado.

-Desculpe se estou lhe dando o mesmo tratamento que me dá. – ele sorriu.

-Ok, eu posso trata-la mais gentilmente, mas acho que não vai gostar ou vai… — ele pegou com outra mão a minha nuca e me beijou.

Admito que beija-lo era bom, mas por que avia algo dentro de mim me mandando beija-lo se ele nem ao menos me respeita?

-Sabe posso tornar essa viagem mais agradável e ainda posso ver um modo de deixar você viva.

-Serio? – disse eu mais animada.

-Serio, mas como eu disse para aquelas que chamaram a minha atenção. Você terá que conquistar meu coração… Se é que ele existe. – Bufei. Seria impossível, mas ate que seria interessante tentar e algo me dizia que eu gostava dele e que talvez logo ele teria o meu coração.

-Ok, mas não respondo por mim se me irritar. E como era mesmo o seu nome inteiro?

- Justin Forst Brest. E tudo bem se você não se responder por si mesma você verá o que vou fazer.

Notas finais
E aí o que acharam do capitulo? Espero que tenham gostado.