Jane Doe
2 Capítulo 2 - I Like To Spit
Notas iniciais
Awin eu amo essas minha leitoras lindas, só no primeiro capitulo já ganhei 4 reviews. Minhas lindas obrigadoo, viu?! Vocês são tipo super mega hiper ultra maravilhosas :) E pro que precisarem eu estou aqui okay? É só gritar, ou melhor mandar um mensgem, que eu logo vou tentar ajudar.
Bom vamos logo pro capitulo, então ai está o segundo capitulo e espero que gostem.
Capitulo 2 — I Like To Spit
A minha vida é uma maconha mesmo, quero dizer uma droga. Ninguém merece sair pra pegar o ônibus, perder ônibus e ainda ter um mulher dóida me chamando de macumbeira.
Na minha vida linda e maravilhosa, eu estava sentada e morrendo de tédio sentada em um ponto de ônibus. Isso tudo é culpa daquele gordo do Roy, que ficou falando um monte de abobrinha no meu ouvido e não deixou eu sair no horário certo.
– Oi, tudo bem? — um garoto disse sentando ao meu lado. Espera ai, aquele não era um garoto, era aquele hieppe vegetariano e todo tatuado e que eu não consegui pegar um gorgeta.
– A claro que está. — respondi e ele sentiu a irônia e ficou rindo.
– O quê aconteceu?
– Eu perdi minha nave espacial, parece que vai começar a chover e eu estou com a bunda quadrada de esperar o outro ônibus. — respondi dando um sorriso mais amarelo do que o normal.
– Posso te dar uma carona.
– Se você está sentado em um ponto de ônibus e tem um carro, que merda se tá fazendo aqui menino? — perguntei encarando ele. — E o seu amigo?
– Meu amigo já foi embora e bom isso pra mim parece um banco apenas.
– Não ali tem uma placa que diz "ponto de ônibus". — respondi apontando pra placa amarela.
– Pra mim ainda continua sendo um banco, mas vai aceitar a carona? — ele disse com os olhos brilhando.
– Não! — eu sou curta, cruel e direta.
– Por quê?
– Primeiro que eu não te conheço, vai que você é um estrupador, ladrão, pai de santo ou quem sabe um gigolô de velhinhas? Segundo o meu ônibus está chegando, finalmete. — respondi levantando e fazendo sinal para ele parar, eu juro que estou me sentindo um boneco de posto.
– Sua mente é bem criativa, mas tudo bem. — ele disse sorrindo e levantando. — Mas posso saber seu nome?
– A caramba tá chovendo, vai cagar todo meu cabelo .- falei ao perceber os pingos de chuva que começaram a cair. Como não sou boba nem nada coloquei a minha bolsa na cabeça. — Moço pra essa banana ambulante pra mim entrar. — falei me jogando na frente do ônibus.
– Você não me disse o seu nome. — ele falou me segurando pelo braço.
– Eu tenho que ir, tchau. — falei me soltando e entrando no ônibus.
Meu que menino chato querendo saber meu nome, vai que ele é um gigolô de velhinhas mesmo e que queira pegar minha vózinha? Minha imaginação é bem idiota as vezes.
Paguei o cobrador e me sentei no banco, pela janela eu consegui ver aquele garoto ainda olhando o ônibus se afastar. Eu não sei, mas apesar de não saber quem é ele, eu sinto que sei quem é ele. Esquecer de tomar os remédios da nisso Jane.
Coloquei meus fones de ouvido e começou a tocar Back To Black, eu apenas me deixei levar pela música e pela bela voz de quem a cantava.
Eu estava toda empolgada no refrão da música, mas um homem, sentando em minha frente, começou a fazer sinal para mim.
– Dá pra cantar mais baixo? Faz melhor cala essa boca. — o cara falou assim que eu tirei os fones de ouvido e se virou novamente para frente.
– Levou chifre dá mulher e desconta nos outros.
– O quê você disse? — ele perguntou se levantando e virando para trás.
– Porra me ferrei legal, meu ponto já passou. — falei levantando e puxando a cordinha. — Motorista para essa coisa.
O motorista parou no ponto mais próximo e eu desci desesperada. Caramba eu estou a uns quatro quarterões da minha casa, mas que legal, parabéns pra mim e minha burrice.
– Que legal, paguei quarenta doláres nesse cabelo e ainda pego chuva. — resmuguei enquanto chegava perto de casa. — Como a vida é legal, a minha vida é legal. Como eu amo chuva, como eu amo cocô de cachorro que acabei de pisar e seus donos que não limpam.
– Hey! Aqui, do outro lado da rua. — alguém começou a gritar, será que era pra mim. — Olha para cá.
Virei para a assombração que me chamava e adivinha quem era? O gigolo de velhinhas e que é vegetariano.
– Nossa você tá toda molhada. — ele disse correndo em minha direção.
– Não me diga. — eu já não sou a pessoa mais legal do mundo e ainda molhada, piorou.
– O quê aconteceu?
– Eu parei no ponto errado. — respondi respirando fundo.
– Bom eu moro aqui na frente, se quiser te empresto uma toalha. — ele ofereceu apontando para a casa do outro lado da rua.
– Não obrigado, eu moro nessa casa aqui. — agradeci, apontando para a pequena casa.
– Parece que somos vizinhos. — é impressão minha ou ele tá todo empolgado? — Agora você já pode me falar o seu nome.
– Meu nome é Jaicecreide.
– A sério? Belo nome.
– Eu tó curtindo com a tua cara, me chamo Jane. — falei esticando a mão. — Jane Doe.
– A eu sou Christofer Drew, mas pode me chamar de Chris. — ele se apresentou e apertou minha mão.
– Prazer então Chris, mas acho que eu tenho que ir antes de pegar uma gripe e você também.
– A tudo bem, mas você tá sentindo esse cheiro? — ele perguntou fazendo uma careta.
– Deve ser o cocô do cachorro que eu pisei. — respondi e ele começou a rir.
A lot
And if i could spit anywhere in the world
I'd spit right on your heart ...
Notas finais
Um beijo da lolita uou! (tá o do Jo Soares fica mais legal, mas to nem ai.)
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