Jack - O Macabro

2 Capítulo 2: Passado Parte-2


Os Policiais colocaram Jack no banco traseiro do carro. Jack teria que esperar enquanto os policiais tiravam suas conclusões em perguntas como: "Este senhor Emmanuel ele costumava ter hábitos estranhos?".

Mas Jack era paciente, ele não se importava em esperar as pessoas ficarem admirando uma arte que ele mesmo fizera. Jack realmente se admirava por fazer um crime como esse sendo uma criança de 7 anos.

Jack pegou uma caneta que estava guardada na viatura. Ele pegava a caneta e rasgava o estofado do banco. Imaginando a pele de algumas garotas que gritavam e urravam de dor enquanto o sangue escorria lentamente sobre suas faces lisas. Rasgava verticalmente e depois de modo horizontal. Depois olhava o estofado apenas em sua imaginação o rosto de pobres donzelas que tinham os rostos desgraçados. por fim Jack levou sua imaginação ao ponto estremo e pegou um canivete que estava bem guardado nos bolsos de sua calça e atacou o banco, a lâmina que estava suja do sangue de sua família agora já estava limpa. Jack viu que era hora de guardar a arma, pois os policiais já estavam se aproximando da viatura.

Os policiais entraram na viatura e ligaram o carro, por fim já estavam começando a ir para algum lugar. Jack sabia que estavam indo para um orfanato onde ficaria até que uma nova família o adotasse e até que mais tarde Jack os matasse assim como fizera com sua família biológica.

–Para onde vocês estão me levando?

–Vamos levar você para uma nova casa, lá tem outras crianças com quem você pode brincar.

–Eu não quero brincar com outras crianças eu quero a minha família.

–Quem sabe algum dia garoto.

Jack ficou fazendo o seu teatro para que os policiais ficassem com alguma pena do garoto e não tivessem mais nenhuma desconfiança. Jack sabia que todas as pessoas iriam defender o velhote, então, tudo iria cair em cima dos ombros de Jack, então, para se livrar dessas acusações ele devia reagir como uma criança reagiria, assustada, com medo, saudade de seus familiares. Jack sabia o que fazer e se aqueles policiais tentassem alguma coisa Jack também sabia o que fazer, Jack sabia como matar duas pessoas, aliás, Jack já matara vária e até mesmo assim Jack gostaria de usar novamente o seu Canivete para rasgar os pescocinhos grossos daqueles policiais. O sangue iria jorrar e manchar os bancos o volante as janelas daquele carro e Jack é claro, iria ter que apagar qualquer prova do crime que existisse, explodiria o carro.

O policial que estava no banco do passageiro pegou do seu bolso um pacote, só alguns segundos depois que Jack reparou que era uma cigarreira e de lá o policial retirou um cigarro e assim esperou que o acendedor de cigarros estivesse quente. O cigarro estava aceso e as janelas estavam fechadas. Jack estava irritado porque o policial ainda não tinha aberto as janelas.

–Por favor, abra as janelas, não gosto de inalar esse tipo de fumaça.

–Abra a sua janela pivete.

Jack mordeu os lábios com raiva desse policial idiota e assim rasgou levemente uma parte dos seus lábios. Jack sentiu o gosto amargo do sangue, o gosto frio e severo. Observou a paisagem ao local, um lugar cheio de árvores. Uma mata ao redor, estavam numa estrada isolada e abandonada. Jack não aguentou e falou:

–Me chama de pivete mais uma vez que eu vou mostrar pra você que quem é que vai chorar!

–Do que está falando garoto?

–Estou falando que uma criança, apesar do tamanho pode ser muito perigosa.

–Faça-me o favor né?!

O motorista começou a gargalhar e o acompanhante também caiu na gargalhada.

–Estamos long do orfanato?

–Sim, mas, como você sabe que é um orfanato?

–Porque é a mesma coisa de eu falar que vocês vão encontrar seus parentes e amigos em um lugar que é representado nos desenhos animados como um lugar cheio de fogo e larva, um lugar vermelho.

O policial parou o carro.

–O que disse?

–Vai pro inferno!

Jack pulou para o banco da frente com o canivete na mão e enfiou a faca no olho do motorista e o acompanhante estava muito assustado para reagir. O acompanhante estava muito ocupado se mijando nas calças para pegar o interfone e falar com os outros policiais pedindo viaturas para um garoto assassino com 7 anos de idade (Irônico, não?).

–Agora vem você não é seu fumante!

O cigarro que estava na boca do policial caiu em seu colo queimando as suas pernas e não durou muito tempo, foi apagado pela urina.

Jack pegou o acendedor de cigarros e colocou na bochecha do outro policial que gritou e empurrou Jack contra o vidro do carro. O policial saiu do carro com o rosto queimando.

Ele notou Jack que sibilava levemente em sua boca algumas palavras estranhas. Não conseguia identificar o que ele dizia mas notou que os olhos do garoto estavam negros como o céu da noite.

Imediatamente um caminhão apareceu na estrada, com uma velocidade surpreendente e o policial não conseguia se movimentar, estava com um pânico surpreendente.

O caminhão pegou o policial em cheio, fazendo com que o sangue e os seus órgãos fossem espalhados em mil pedacinhos na pista.

Jack entrou no carro e viu o outro policial pegou seu canivete e retirou os dois olhos do policial levemente, ele não estava vivo, mas queria dar esse prazer a si próprio. Ele pegou o canivete e rasgou a boca do policial o deixando deformado e fez grandes cortes circulares em volta dos olhos daquele homem.

Jack tirou sua camisa e colocou no tanque de gasolina e com o acendedor de cigarros que demorou 30 segundos para ficar pronto, incendiou a camisa e saiu correndo para que deixasse o carro explodir em paz.

Jack tirara a camisa, deixando aparecer a sua cicatriz, que contava tudo sobre ele, seu passado, presente e futuro. Jack não tinha 7 anos.

Jack não era criança, Jack era um assassino.

Notas finais
Bom espero que gostem, aos poucos eu vou ir revelando quem é Jack Bobby's. Acho que no próximo capítulo concluirei a parte da infância de Jack para irmos para o tempo presente. Onde a história se passará verdadeiramente. Obrigado por Lerem.