Jack - O Macabro

3 Capítulo 3: Passado Parte-3


Notas iniciais
Bom no próximo capítulo a história de Jack vai começar realmente, esse foi um tipo de introdução. Espero que gostem...

Jack seguiu gritando e chorando. Um pequeno assassino que acabara de fazer uma coisa que já era de costume. Na mente de Jack, matar era como respirar. Era um hábito, era costume, era rotina.

Jack chorara para que todos achassem que ele era inocente, ninguém iria desconfiar que um garoto daquela idade seria um grande assassino.

Jack finalmente estava perto do orfanato, olhou e notou que várias pessoas já haviam se amontoado na frente do orfanato, para ver o que de fato estava acontecendo.

Um mulher saiu de toda aquela multidão e quando viu Jack, correu até ele, se ajoelhou e o abraçou. Depois de alguns segundos abraçada a ele, ela o retirou de seus braços pôs as mãos em sua face e falou para Jack:

–O que houve meu pequeno anjo?

–Os policiais... os policiais morreram

Depois de sua última palavra, ele pronunciou já soluçando e em meio aos prantos,a mulher o abraçou novamente e o pegou nos braços.

Ela entregou Jack nos braços de uma outra mulher que trabalhava no orfanato e a jovem mulher que pegara Jack no colo primeiro começou a andar em direção de onde Jack viera, foi indo para ver os corpos dos policiais mortas.

Jack entrou naquele orfanato, foi levado para toma um banho, foi alimentado e levado para uma sala onde uma mulher que aparentava ter uns 42 anos, estava sentada m uma cadeira no seu escritório. Em sua mesa uma placa que dizia "SRA. PAULA", ela era toda cheia de rugas no rosto, seus lábios eram tronchos o que indicava que ela já tivera um AVC.

–Olá, meu queridinho, por favor Lucy me deixe a sós com o nosso novo amigo.

–Sim senhora!

Jack e Paula ficaram sós naquela sala.

–Qual é o seu nome pequeno príncipe?

–Jack Bobby's.

–O que é essa cicatriz no seu peito?

Jack tinha muita raiva quando as pessoas ficavam falando sobre sua cicatriz, era só uma marca do seu passado, uma marca permanente que sempre o fazia lembrar-se quem ele realmente era.

–Meu pai, ele me marcou com isso.

–Como foi?

–Senhora... — Jack voltou a chorar — Eu realmente não gosto de falar sobre isso.

–Então tudo bem.Me explique como veio parar aqui garotinho.

–Não acha que quer saber demais mulher?

–Olha como fala mocinho!

–Olha como fala você, não vê que eu cheguei aqui em prantos? O que acha que eu fiz, matei os policiais e vim correndo para cá?

–Ok, depois eu falo com você moleque! Vá embora, arranje um quarto!

–Até mais vadia.

–O que disse?

–Até mais Vadia.

–Quer levar uma surra garoto?

–Se cansar de viver, venha tentar.

–Saia daqui agora!

Jack então se retirou do escritório.

–Vamos bebê!

Uma mulher pegou Jack pela mão e foi o levando por um extenso corredor.

–Meu nome é Merry, qual é o seu nome?

–Jack.

–Muito prazer Jack, estou levando você para o seu quarto onde ficará com outros coleguinhas.

–Tudo bem.

Assim Jack permaneceu naquele quarto. Jack nunca saíra, sempre deitado ou se levantando para ir almoçar, jantar, lanchar ou ir ao banheiro. Jack nunca ia brincar com os outros garotos. Mas teve um dia em que Jack se levantava para fazer uma coisa alem de :Almoçar, Lanchar e Jantar. Ele se levantava para matar.

Jack já estava cansado de ter que olhar na cara daquela Paula, ela sempre o maltratava, sempre o bania das atividades diárias quando era chamado, seu almoço era em prato raso quando o dos outros garotos era em prato fundo e sempre discutia com ela. Foi então que Jack se estressou e resolveu que aquele lugar era pequeno demais para os dois. Jack se levantou no meio a noite e foi até o escritória da sra. Paula. Chegando lá a mulher estava no banheiro deitava na sua banheira e falando ao celular, com um ventilador ligado a menos de um metro do lado dela. Jack poderia matar ela fácil fácil.

–Está gostando do banho senhora?

–Saia daqui seu garotinho insolente!

–Acho que eu vim até aqui para fazer uma coisa e não vou sair daqui enquanto não conseguir.

–E o que você veio fazer?

–Você vai descobrir.

Jack empurrou o ventilador na banheira e Paula começou a ser eletrocutada, começou a sentir as dores da morte chegar, os impulsos elétricos que percorriam o seu corpo, a morte era algo desagradável, Jack sabia bem como era isso.

Na frieza do próprio olhar, Jack observava Paula sentir aquela dor insuportável, ela se estirava, revirava os olhos balançava os braços e no final descansou, parou e afundou.

–Vai com o diabo, vadia!

Ao sair, Jack apagou as luzes e s deitou na cama, ninguém percebera a sua ausência.

No outro dia, toda aquela coisa de IML, chegada de ambulâncias e no final sempre a mesma merda de levar o corpo. Depois de descobrirem quem a substituiria, reuniram todos as crianças e jovens.

Jack sempre conseguia ser frio e abominável. Jack rezou da seguinte forma: "Senhor, abençoa a alma da senhora Paula, eu gostava muito dela, ela me acolheu bem e espero que nós possamos nos encontrar nas nossas casas, o paraíso".

E a vida de Jack foi assim, passavam duas semanas e ele fora adotado. Fora para casa de uma nova família, um casal, apenas. Daisy e Douglas.

E com eles viveu até os dias de hoje. Jack não crescia, sempre teve e sempre vai ter 7 anos de idade, a idade em que o mal começou a sua jornada.

Continua...

Notas finais
Até o próximo capítulo... =P