It's Over

14 Capítulo 14


Notas iniciais
relou o Sei que deve estar furiosa(o) comigo. E eu tendo completamente. Minhas sinceras desculpas. Bom, gostaria de explicar um pouco por que eu demorei; complicações na família, preguiça e vergonha. Sim, vergonha por que eu sou preguiçosa e fiquei adiando a postagem desse capítulo. Enfim, sei que é tarde dizer isso mas, antes tarde do que nunca ^^ Um bom começo de ano para você que tudo que você desejar se realize. Bom, bora ler XD p.s.: vou começar a responder os comentários amanhã por que to com sono agora, gomen :I

Ficamos em silêncio tentando recuperar o fôlego. Tudo que eu conseguia ouvir era a respiração falha de Claude, perto do meu ouvido. Podia sentir meu coração saltando, tão depressa quanto o de Claude, que pulsava contra meu peito. Respirei fundo e afaguei os cabelos dele com a mão livre. E ele, em resposta ao carinho, apertou mais seus braços em volta do meu corpo. Queria ter tido mais momentos como este...

– Ei.- O chamei baixinho. Claude, lentamente moveu sua cabeça, até que pudesse me encarar. E ah... Ele estava tão... Bonito... Os olhos dele tinham um brilho igual aos olhos de uma criança, seus cabelos estavam bagunçados o deixando mais bonito... Droga Claude, por que eu tenho que me sentir tão atraído por você?

– Me deixe levantar, vou buscar algo para bebermos. — Ele resmungou alguma coisa e em seguida deu espaço para que eu saísse. Vesti minha boxer e deixei Claude sozinho no quarto.

Ao fechar a porta do quarto, eu podia sentir minha adrenalina aumentar. Minhas mãos tremiam, por conta da ansiedade e nervosismo. Minha mente trabalhava rápido. A cada passo que eu dava até a cozinha, um novo plano de fuga surgia, caso alguma coisa desse errado.

Que os jogos comecem!

Peguei o vinho, que era para termos bebido com o “jantar”, e o coloquei na bancada. Espiei o corredor, para ter certeza que eu não teria uma surpresa indesejada. A bancada onde eu havia posto o vinho, tinha uma pequena gaveta no canto, onde eu colocava os guardanapos e, abaixo deles havia uma caixinha de remédio. O mesmo remédio que usei para por no bolinho que dei para Ciel, há quatro anos. Dissolvi o remédio na taça que daria a Claude e a preenchi com vinho. Não consegui segurar o meu sorriso, estava realmente animado.

Voltei ao quarto. Claude esteva vestido com sua boxer sentado na cama, com as costas apoiadas no escoro dela. Verificava alguma coisa no celular e assim que me viu, ele o “escondeu”. Apenas fingi que não vi, o tal ato e me direcionei a ele, ficando entre as pernas dele.
“Não se preocupe Claude, eu não vou pegar ele de você. Não enquanto você está acordado.”

– Que tal bebermos o vinho? — Ofereci a taça sem o remédio a ele. Depois da atitude dele, de esconder o celular, eu preciso cuidar onde vou pisar. E como eu imaginei, ele cheirou o conteúdo, observou e demorou um pouco a bebê-lo.
– Sabe... Eu sei um modo bem mais divertido de beber vinho. — Sorri e me aproximei. Tirei a taça das mãos dele, e a coloquei na cômoda ao lado.

Coloquei em minha boca o conteúdo do copo, do meu copo. Ou seja, o que tem o remédio. Claude entendendo o que eu faria em seguida, tratou de colocar suas mãos em minha cintura e aproximar seu rosto, selando nossos lábios. Segurei o rosto dele e mantive meus olhos abertos, assim como ele também fez. Deixei que o líquido deslizasse até a boca dele. Só quando tive a certeza, de que ele havia engolido tudo, deixei que o beijo se aprofundasse. A língua de Claude não se demorou ao se envolver com a minha, ambas compartilhando o gosto do vinho.

Quando as mãos de Claude deslizaram até meu quadril, apertando-o com gosto, fiz questão de encerrar o beijo. Encarei um Claude abismado e meu sorriso se alargou ainda mais. Disse a ele que tomaria um banho. E antes que ele sugerisse ir junto, eu sai de cima dele.

–Divirta-se com o vinho enquanto não estou aqui para fazer isso. —



“ Encontrei Alois hoje no supermercado. Ele estava agindo estranho e comprou coisas “suspeitas” não vá lá hoje.

Hannah”

– Tsc, vadia fofoqueira!- Levantei a tampa da privada e joguei o celular lá dentro, dando descarga em seguida.
– O que eu devo fazer com você ein Hannah? — Sorri e observei o celular desaparecer com a água.



Meu corpo estava pesado, meus braços e pernas doíam. Ao abrir os olhos me senti um pouco tonto. Olhei em volta do quarto e não vi Alois. E então, percebi que não conseguia me mover. Meus braços e pernas estavam presos na cama, e também, eu estava sem roupas.

– Mas que porra é essa!?- Tentei me soltar, sem sucesso, já que a corda era bem firme. A porta rangeu e dois pares de olhos, azul-claro, me fitaram brilhando.

– Bom dia Claude! Espero que você tenha dormido muito bem. — Alois se esgueirou da porta e a fechou atrás de si. Ele estava sorrindo, um sorriso nojento e irônico. Meu corpo estava tenso e estava ficava pior, com a raiva que eu sentia. O que é isso agora? Achei que ele havia parado com a infantilidade.

– O que você pretende fazer comigo? — Sabia que era inútil pedir a ele que ele me soltasse.

Então, melhor saber as intenções dele.


Alois gargalhou baixinho, enquanto andava em minha direção. Sem tirar seus olhos dos meus por nenhum segundo. Sentou-se na ponta da cama e respirou fundo antes de me responder.

– O que eu vou fazer ? — Sorriu novamente. — Me divertir, é claro! —

Tentei me soltar novamente, enquanto Alois ria enlouquecido na ponta da cama. Não adiantava, as cordas nem mesmo se afrouxavam. Mas tinha que haver um jeito... Algo me diz que não, mas... Talvez isso tudo não passasse de alguma brincadeirinha...

– Pare de brincadeira Alois e me solte logo! — O barulho da risada de Alois sessou, sua cabeça ficou baixa e o sorriso havia deixado seus lábios.

– Sempre foi uma brincadeira pra você não é? — O tom de voz dele era mais baixa e falha, o movimento que o colchão fazia denunciava que ele estava tremendo.
– Eu sempre fui um brinquedo... — Riu. — Você não foi o primeiro a me tratar desta forma... -

O que? Isso de novo? Quando é que esse moleque vai parar de remoer as coisas do passado? Realmente, ele não aceita perder. Nada mais do que o esperado de alguém que necessita chamar a atenção. Sabia bem onde ele quer chegar. E o que possível mente quer fazer. Digo, vingança. Por que é apenas nisso que ele sempre pensou depois do que eu fiz com ele.
Falar alguma coisa agora, pode piorar ainda mais essa situação. Não há mais como pedir desculpas. Ou melhor, eu não tenho pelo que me desculpar. Afinal, sempre foi ele que insistiu nisso tudo.

– Mas... Você foi o primeiro homem, pelo qual me apaixonei... — Alois fechou o punho direito e o bateu forte no colchão.

Os olhos marejados de Alois, encararam os meus. O clima havia ficado tão tenso, que era quase palpável. Apesar de Alois chorar, ele não tinha expressão, não transparecia nenhum sentimento. Era como se estivesse completamente vazio.

– Pensei que a essa altura você imploraria para que eu te soltasse e te perdoasse por tudo. — O sorriso maldoso voltou aos lábios de Alois. — Me enganei. -

– Por que eu lhe pediria desculpas? Sempre foi você que insistiu em me perseguir, em querer que eu te amasse. Não tenho culpa se você não é amado. Não tenho culpa por eu não te amar. Na verdade, a culpa é sua, por eu não te amar. Quem sabe se você não tivesse feito tanta merda, eu não tivesse gostado de você um dia? — Mal as últimas palavras escaparam da minha boca e meu rosto já havia virado para o lado, com a força do tapa de Alois. Estando perto o suficiente, Alois agarrou forte em meu rosto, apertando as minhas bochechas, fazendo com que eu lhe encarasse.


– Claro! Você é sempre a vítima, sempre o santo da história. Ah me poupe! E mais uma coisa; pense muito bem no que você vai falar para mim daqui pra frente. Porque tão cedo você não vai sair daqui. — Alois soltou com força meu rosto. Se levantou da cama e foi em direção a porta. Vi seus olhos me fitarem por cima do ombro, antes de abrir a porta.

– Eu vou fazer com você tudo que você fez comigo.Quem sabe, até pior. — E então saiu. Batendo com força a porta.

– Merda! — Cuspi. Sentia gosto de sangue na boca, provavelmente por conta do tapa. Respirei fundo, tentando me acalmar e organizar meus pensamentos. Não havia como eu fugir dali. Se eu resolvesse gritar por ajuda, Alois faria alguma coisa para me calar... Talvez a única solução seja esperar e ver o que vai acontecer... Alois é bipolar... E pode mudar de ideia facilmente... Principalmente se eu ajudar ele a mudar de ideia. Porém, preciso de algo que me tire daqui mais rápido.



– Eu consegui... — Meu coração estava acelerado e parecia que a qualquer momento sairia do meu peito. Minha respiração estava ofegante e meus olhos estavam lacrimejando.
– Claude está... Indefeso... — Senti um nó em minha garganta, um nó que já estava ali a tanto tempo... Não me segurei mais, deixei com que as lágrimas escorressem, e que minhas gargalhadas preenchessem a sala.
– O que eu devo fazer agora? Eu poderia morrer agora mesmo de tão feliz... Ah... — Me recompus aos poucos e peguei meu celular em meu bolso.
– Sei de alguém que adoraria ver Claude dessa forma. Ah, sim... Eu preciso fazer isso, preciso humilhá-lo. —

“ Venha na minha casa hoje no fim da tarde e traga seu namoradinho.
Alois.”

Certo, agora vamos ver o que meu amado está fazendo. —

A minha alegria era tanta que eu fui saltitando até o quarto. Talvez eu estivesse exagerando e devesse tomar mais cuidado. Mas me diga, o que pode dar errado? Claude está preso, está sob meu controle. E não há riscos de ele falar nada a ninguém... Por que eu nunca pensei nisso antes? Tive tantas oportunidades e nunca fiz nada contra ele.

Abri lentamente a porta. E ainda deitado na cama estava Claude, que estava se movendo freneticamente, provavelmente tentando afrouxar as cordas. Assim que pôs seus olhos em mim, Claude parou de se mover, respirou fundo e desviou seus olhos. “Ah Claude, se você soubesse o quanto eu me sinto bem te vendo dessa forma...”. Sorri e me aproximei da cama. Fiquei de joelhos no chão e coloquei minha cabeça sobre o peito dele.
– O que te faz pensar que você vai sair tão facilmente? — Deslizei carinhosamente minha mão direita pelo peito de Claude. Ele ainda não estava olhando para mim.

– Eu preciso ir ao banheiro. — O tom da voz dele era igual ao de quando brigávamos. Que infantil da parte dele querer parecer “dominante”, estando em uma situação como esta.

– Ah... — Me levantei e cruzei meus braços, o observando de cima. Agora sim, ele estava me olhando nos olhos. — Faça ai mesmo. —

Claude me lançou um olhar fuzilador, cheio de ódio e de indignação. Não consegui esconder um sorriso. Dei as costas a ele, realmente não gostaria de ver tal cena.

– Ou, se segure. Por que hoje, você vai ter visita. Acho que você, não vai querer aparecer todo sujinho e fedido, para a sua visita, não é? — Abri a porta lentamente, esperando que ele retrucasse alguma coisa.

– Quem?-

Sorri, ainda encarando a porta a minha frente. Esperei alguns segundos até virar-me de frente para ele. Como eu deveria dizer isso a ele? Era uma notícia tão boa. Afinal, ele vai ver seu amadinho, depois de tanto tempo.

– Ciel. — Vi os olhos de Claude se arregalarem e seu peito se mover mais rápido, por conta de sua respiração agitada. Aquilo tudo era tão... Excitante e satisfatório! Que eu podia sentir a satisfação correndo pelo meu corpo. — Romântico não? Você vai ver seu tão amadinho Ciel depois de tanto tempo. Ah... Mal posso esperar. Ah sim! Sebastian, seu velho “amigo” também virá.-

– Qual o seu problema Alois? Pare de brincadeira! Solte-me logo daqui, seu verme. — Claude gritava cada palavra, movia seus braços e pernas com força, mas era inútil de qualquer forma.

– Qual o meu problema? — Caminhei até ele depressa. Ajoelhei-me ao lado da cama, perto do rosto dele. Isso tudo já está me irritando.
– Qual o meu problema? Acho que a resposta é mais do que obvia, não é? — Puxei os cabelos negros dele para trás, fazendo com que ele não desviasse o olhar.
– O meu problema é e sempre foi você. — Falei baixinho, mas sabia que ele tinha escutado. Soltei seus cabelos e me levantei.
– Sempre foi o maldito Claude Faustus. Sempre você! Sempre! — Segurei meus cabelos com força e acabei mordendo meu lábio inferior. Uma mordida tão forte que o fez sangrar. Tudo culpa dele, como sempre.

– Ah lamento. De fato eu realmente tenho culpa de ser o problema de um garoto mimadinho, que tem necessidade de chamar a atenção. Desculpe-me Alois, por não me interessar em você, mas infelizmente, a vida é assim. Nem sempre a pessoa que você,supostamente “ama” vai te amar de volta. Sei que seus pais devem ter lhe criado da pior forma possível, sempre lhe dando tudo o que queria. Porém, eles esqueceram de lhe dar algo chamado amor.

Primeiramente, estava surpreso por Claude ter coragem de começar a falar algo como isso. Não demorou muito para que minha raiva começasse a me possuir.

– Realmente ninguém suporta você. Me diga Alois, doi? Doi saber que nem mesmo seus pais te amavam ? Pobre Alois, quem vai amá-lo? Você não passa de um fedelho mimado e que... -


– Já chega! Cale essa porra de boca! — No momento seguinte em que me calei , meu punho acertou o estômago de Claude. Juntamente com seu gemido de dor, Claude se aliviou da vontade de ir ao banheiro. Gargalhei alto vendo que ele havia feito xixi na cama.
– Você é tão nojento Claude...- Limpei uma lágrima que escorria no canto do olho, pelo efeito da risada.
– Mas eim, você não sabe do que está falando. Você não tem razão alguma em falar alguma coisa pra mim! Você não sabe como era a minha vida, você não sabe de anda! E mais uma coisa; crianças que mijam na cama não podem opinar na vida dos adultos.-

A veia do pescoço de Claude pulsava, o rosto vermelho de raiva e vergonha. Eu apenas comecei.

– A verdade é que você não aguenta a verdade.– A voz de Claude saiu falha e baixa. E mesmo ainda sentindo dor e humilhado, ele sorriu... E no instante que ele sorriu, eu senti meu sangue borbulhar... Podia matá-lo agora mesmo. Mas, ele não merece morrer, ele merece sofrer.

– Sabe Claude, você realmente está pedindo para morrer... Mas, ainda é muito cedo. Então, já que você gosta tanto de falar merda, eu vou dar um jeito de calar sua boca. Ah! E não esqueça que Ciel vem te ver hoje!- Sorri largamente e fui em direção a porta. — Imagine o quão humilhante vai ser ele te ver assim. — Gargalhei e o deixei trancado no quarto. Pegaria algumas coisas para calar-lhe a boca.



A sensação de ter gazes enroladas, dentro da boca com uma fita isolante por fora, as prendendo ali dentro, era sufocante. Agonizava, parecia que a qualquer momento eu vomitaria ou que me engasgaria... Ainda sentia dor por conta do soco. Não sei o que eu deveria sentir nesse momento. Não sinto nada. Além do que eu sempre senti por ele. Repulsa.
Sei que Alois vai me humilhar o quanto ele puder, mas não estava com medo e nem ficaria, por que é isso que ele quer. Em breve alguém daria falta de mim e começariam a me procurar. Hannah sabia que eu viria aqui, talvez ela seja a minha única esperança para sair daqui. Não... Se ela vier...

– Claaaaaaaaaaaudeeeeeee visitas!- A voz alegre e aguda de Alois ecoou pelo quarto assim que ele abriu a porta. — Entrem vocês dois! Claude está ansioso para vê-los. -

Sebastian e Ciel adentraram no quarto. Visivelmente Ciel ficou assustado ao entrar no quarto e pude o ouvir sussurrar um “Alois você foi longe de mais”. Sebastian ostentava sua expressão seca e séria. Seus olhos encaravam diretamente os meus. Sebastian não havia mudado nada desde a última vez que o vi, mas Ciel... Ciel havia se tornado um adolescente perfeito.

– O que você tanto olha Claude? — Alois inclinou a cabeça para o lado fingindo não entender. — Ah! Está olhando para Ciel... Ah ele ficou muito bonito não ficou? O seu tipo não é!?- E sorriu largamente.

Um vulto rápido avançou até mim e ouvia Ciel gritar para que Sebastian parasse. Mesmo com Ciel segurando seu braço, Sebastian me atingiu no rosto. Meu rosto virou para o lado com o impacto e já podia sentir a dor se alastrar por todo meu rosto e latejar onde fora atingido. Ao fundo ouvia as gargalhadas insanas de Alois.

– Você não tem mais o direito de olhar para ele, nem mesmo deveria estar no mesmo local que ele. Você vai ter tudo que merece Claude. Espero que Alois não seja nenhum pouco bonzinho. — Sebastian cuspia cada palavra contra meu rosto.
– Olhe para mim! Ou você não tem coragem?! Vamos seu covarde olhe para mim!- Sebastian havia me segurado pelos ombros e me sacudido. Meus músculos se enrijeceram com a raiva. Virei meu rosto e o encarei nos olhos. Sebastian cerrou, sabia que levaria mais um soco. Apenas fechei os olhos esperando a dor que chegaria em breve. Mas ela não veio.

– Basta Sebastian! Vamos embora agora!- Ciel gritou a plenos pulmões. Entreabri meus olhos e vi Ciel saindo pela porta e Sebastian o acompanhando com o olhar. O olhar fuzilador de Sebastian voltou para mim e meus cabelos foram puxados.

– Espero que você sinta muita dor. — Suas palavras de despedida foram acompanhadas por um cuspe no meu rosto. Sebastian me soltou e saiu do quarto acompanhado por Alois que murmurou um “já volto.” e sairá saltitando.

Notas finais
Continua... MUHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA MEO DEOS ALOIS TA AHAZANDO U3U eu quase senti pena do Claude na hora que ele fez xixi :'D MENTIRA HUHUHU. Enfim; obrigada pela paciência e por acompanhar essa história. Mais uma vez; me desculpe pela demora.