It's Over

15 Capítulo 15


Notas iniciais
Volteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei o/ desta vez não demorei tanto né? :3 rsrsrs SÓ DIGO UMA COISA EU TO COMEÇANDO A TER PENA DO CLAUDE ;-; .....................................................................................MENTIRA, SOFREA DESGRAÇADO SOOOOOOOOOOOOFRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA MUAHAHHAHAHAHHAHA ta tendo tudo que merece u.ú Nem preciso dizer também que o Alois está bem... Piradinho né? e.e pois é... Piradinho é pouco. CHAME A SAMU TEMOS QUE INTERNA-LO NOW. Sério, ele ta me dando medinho Ah, antes que eu me esqueça, leiam essa fanfic! http://fanfiction.com.br/historia/473629/Adora-me/ ela é simplesmente divina *---*

"Respirei fundo e passei as mãos nos cabelos os jogando para trás. Mas eles teimavam em continuar no meu rosto.
Não devo me estressar com eles, meu verdadeiro prêmio por tudo que eu passei, está nesse momento no meu quarto. "



– Volteeeeeeeeeeeei!-

A voz animada de Alois ecou pelo quarto e na minha cabeça. Quando me dei por conta, uma boa quantidade de água, gelada com sabão, foi jogada sobre mim.

– Bom, não quero que você infeste o quarto com cheiro de urina, então, nada melhor do que um banho não é? —

Alois ainda ostentava o mesmo sorriso de antes. Irritante. O quanto mais eu tenho que aguentar?
Uma toalha azul foi estendida sobre meu tronco e Alois sentou-se sobre minha pélvis, com suas pernas uma a cada lado do meu corpo.

– Sabe Claude, uma das coisas que me chamavam mais atenção em você era a sua aparência. Sempre muito bem-arrumado, sempre com cara de pessoa saudável. —

Enquanto ele falava, suas mãos acariciavam meu rosto e cabelo.

– Quero que você continue bonito. Quero que você continue bonito apenas para mim. —

Com um movimento rápido, Alois puxou a fita isolante, que prensava as gazes dentro da minha boca. Urrei de dor e ele sorriu satisfeito. Logo ele foi colocando sua mão na minha boca e puxando as gazes de lá. Era uma sensação de alívio e ao mesmo tempo de dor.

– Estou com saudade de ouvir sua voz. Então vou deixar você um tempinho assim... —

Alois se levantou e foi até o fundo do quarto, onde começou a vasculhar um armário pequeno, que era trancado a chave.

– Você não tem medo?-

Doía mover os músculos do meu rosto, depois de ter levado um soco e de ficar com um monte de gazes na boca... Não era de se estranhar que doesse.

–Ahm? —

Alois virou seu rosto para mim, com uma expressão divertida no rosto. Em seguida se levantou e estava com uma pá e mais cordas... O que ele vai fazer?

– Do que você está falando Claude? —

Se aproximou sorrindo e calmo. Engoli em seco, quando ele chegou perto o suficiente de mim... Ele vai usar isso em mim?

– Se... Você não tem... Medo... — As palavras pareciam fugir da minha boca. Devo admitir que estava com um pouco de medo, mas não posso fraquejar para ele. Nunca.
– Se você não tem medo que eu me solte daqui e acabe com toda essa palhaçada de uma vez. —

Os olhos azuis acima, brilhavam, deixando o tom de azul dos olhos mais claro... Isso ajudava a ressaltar a insanidade estampada no rosto de Alois.

– Ham, francamente... —

Segundos depois das últimas palavras saírem de sua boca, a pá estava sendo pressionada forte contra meu pescoço. Meus batimentos cardíacos aumentaram instantaneamente, meu corpo começou a esquentar, meus músculos ficaram rígidos e a respiração estava falha... Medo. Apenas isso.

– Você realmente acha que você vai conseguir fugir de mim? —

Alois se abaixou até ficar na altura do meu rosto e pressionou mais a pá. Podia me sentir sufocar, tinha que respirar pela boca.

– Você não vai fugir Claude. E se você fugir... —

Alois segurou a pá com mais força. Prendi minha respiração, e fechei com força meus olhos, seria agora... Até que eu ouvi o barulho da pá batendo contra o chão e senti meus cabelos sendo puxados.

– Se você fugir Claude... “Não importa onde você for, eu irei atrás de você e farei da sua vida um inferno.”

Alois riu baixo e se levantou, pegando a pá logo em seguida. Conhecia bem aquelas palavras... Alois já ia sair do quarto, estava murmurando alguma coisa do gênero de “como você é idiota achando isso”.

– Não se preocupe Alois, depois de tudo, você ainda será útil para mim. Afina, eu preciso de um brinquedinho para aliviar minha raiva. — (capítulo 19 — You are my obsession)

Alois parou de imediato. Estava segurando a lateral da porta com sua mão livre. Vi seus dedos perderem a cor, ao segurarem com mais força a porta. As coisas que estavam na outra mão de Alois caíram logo depois. Uma tonalidade vermelho vivo tomou conta do seu pescoço e foi até seu rosto.

– “ Depois de tudo, você ainda será útil para mim” !!? -

E então, ele virou seu rosto na minha direção. Seu peito se movia rápido e seu lábio inferior estava sendo mordido.

– Você quer brincar!!?-

Alois berrou e chutou a porta para trás. Seus punhos estavam fechados e suas sobrancelhas curvadas para baixo. Se eu sabia que estava brincando com o perigo? Sim. Se vou morrer nas mãos dele, vou aproveitar até o último momento. Assim como ele quer me ver sofrendo, eu também quero que ele sofra.

– Você acha que eu sou seu brinquedo!? —

–Você sempre foi o brinquedo de qualquer um que fizesse sexo contigo, não pense que ninguém sabia sobre você. Acredite quando eu digo que; qualquer tipo de “faminha” que tu teve, naquela maldita escola, foi tudo por causa disso. “Seus amigos” só queria se aproximar de ti por que sabiam que era fácil. E que seria mais divertido do que transar com alguma menina. —

Alois subiu na cama e pressionou suas mãos contra meu pescoço, com força. Tentei soltar meus punhos daquelas cordas. Mas qualquer movimento que eu fazia era em vão.

– Quero ver você dizer alguma coisa agora Claude. — Alois sorria e aumentava a pressão de suas mãos no meu pescoço.
– Vamos Claude, fale! Você estava tão falante antes, por que não continua? -

–V...Você... Nã...o... Pres...Presta! —

Os olhos azuis se fecharam por um breve momento e suas mãos se afastaram de meu pescoço. Mas, assim que eles se abriram novamente, um sorriso distorcido se abriu também, seguido de um tapa muito forte.

– Você tem muita coragem. Mas vou mudar isso. —

Alois desceu da cama e se abaixou ao lado da cômoda. Pegou mais fita adesiva e a colocou na minha boca.

– Mas não hoje. Aproveite o resto do seu dia Claude. E se sentir vontade de ir ao banheiro, faça ai mesmo. Por que eu não sou sua mãe pra ficar limpando sua bunda. —



3 dias depois

“... havia sangue entre minhas pernas. Claude havia me estuprado...” (cap. 19 you are my obsession)

Havia acordado num sobressalto esta manhã, como o maldito despertador. Estava sonhando com a época da escola. Por conta da situação atual, estou dormindo no quarto dos meus falecidos, pais. A cama deles era bem mais confortável do que a minha e muito espaçosa. Mas, morria de medo de acordar e ver Claude ao meu lado me encarando... As chances disso acontecer são poucas, mas seria um tolo se não temesse.



– Bom dia flor do dia! —

Abri a porta do quarto em que Claude estava, fazendo questão de fazer o máximo de barulho possível. Foi engraçado ver ele dar um pulo e olhar para todos os lados procurando a fonte do barulho.

– Nossa Claude, te deixo três dias sem banho e você fica fedendo mais do que um porco. Francamente. —

Liguei as luzes do quarto e Claude fechou os olhos com força demorando a abri-los novamente.
Durante os três dias que Claude ficou aqui, ele ficou sem comer, beber e sem banho... Sim, eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu ia me ferrar por causa disso, por que teria que limpar. Por isso que eu trouxe um balde de água com gelo e uma faca... Só por precaução. Sou um amor de pessoa, mesmo depois de tudo eu ainda me presto a dar banho nele.
Depois das merdas que Claude falou, eu fechei as janelas e a porta do quarto com cadeados. Ah sim, também o mantive no escuro.

–Então, três dias sem me ver... Sentiu saudades? —

Abaixei-me até ficar na altura do rosto dele. Claude curvou as sobrancelhas para baixo e quase pude ler na sua testa “vá se fuder”. É lindo o amor que ele sente por mim não é?
Finquei a faca na cômoda ao lado da cama e os olhos de Claude se fixaram nela

– É eu sei que sim. Também senti sua falta... Mentira. -

Levantei-me e joguei o balde com a água gelada (lê-se: mais gelo do que água). Claude urrou e arfou. O peito ficou vermelho, pela água gelada e pelo atrito sofrido. Abaixei-me novamente e passei a mão de leve em sua bochecha e ele virou o rosto para o lado. Numa tentativa, falha, de me fazer parar. O rosto de Claude estava áspero, estava com um pouco de barba já... Sempre odiei homens com barba. São sujos... Mas, Claude no momento não é o ser humano mais limpo do mundo.

– Parece que vou ter que fazer sua bar... —

Antes que eu pudesse terminar minha frase a campainha tocou. Fui até o corredor e olhei de longe para a janela da sala. Consegui ver quem era e me deixou muito feliz tal visita. Voltei até o quarto e peguei a faca. A coloquei no bolso de trás das calças e a escondi com a blusa por cima.

– Parece que sua amiguinha suspeita de mim. —

Sorri e vi Claude arregalar os olhos antes que eu saísse do quarto e fechasse a porta. Caminhei lentamente até a porta, tentando controlar minha enorme felicidade. Hannah já tocava a campainha pela terceira vez. Até que então abri a porta e encarei a costumeira cara de peixe morto que ela sempre ostentava.

– O que devo a honra da sua visita?-

Fiz uma reverencia pra vadia, digo, Hannah. Que não mudou em nada sua expressão. Eu sei que veio procurar o Claude. Pode ter certeza que tu vai ver ele, hoje, pela última vez.

– O que você fez com o Claude? —

– O que te faz pensar que eu fiz alguma coisa com ele? —

– O que não me faria pensar que você fez alguma coisa com ele? Eu tenho ligado e mandado mensagem para ele desde o dia que ele veio jantar aqui. E também, ele não aparece em casa desde então.-

– Hum... Você já pensou que talvez ele não queira ver essa sua cara de peixe morto? —
Os olhos de Hannah se reviraram e eu apenas sorri em resposta. Não ia deixar ela entrar assim tão fácil na minha casa, apesar de querer muito que ela entre.
– Certo, certo, certo. Vou deixar você resolver isso com ele... Entre. —

Dei espaço para que Hannah entrasse na casa. Fechei a porta atrás de mim e disse a direção em que direção ela deveria seguir. Ia logo atrás dela, a seguindo. Com a mão direita segurando o cabo da faca, que estava no meu bolso. Minha garganta se comprimir e um nó se formar nela. Meus pulmões pareciam estar se comprimindo junto, o ar entrava tão rápido quanto saia de meu corto. Ansiedade e adrenalina, apenas isso.



Alois ia matar Hannah... Antes ela do que eu. Mas, ela foi a única pessoa que se preocupou comigo durante todos esses anos e também, ela me avisou para não vir. Talvez eu devesse ter ouvido ela desde sempre. Porém, esse sentimento de arrependimento não vai me tirar dessa cama.

Ao fundo pude ouvir a porta da casa ser fechada, e me surpreendi, ao ouvir que mais de uma pessoa estava caminhando até pelo corredor em direção ao quarto. O que ele pretende trazendo ela até aqui? Como ela foi tão burra ao ponto de vir até aqui?

– Claude!?-

A porta do quarto foi aberta e os olhos assustados de Hannah se arregalaram ao me ver. Não vi Alois... Mas não demorou muito para que um grunhido doloroso saísse do fundo da garganta de Hannah... Logo uma mancha de sangue foi crescendo no tecido branco da blusa que ela usava. Hannah caiu ajoelhada, um pouco de sangue saiu de sua boca. E atrás dela, estava Alois sorrindo, olhava para baixo, de forma com que eu não conseguia ver seus olhos.

– Então Hannah, gostou de ver Claude? —

Alois chutou Hannah, que por sua vez gritou de dor. Hannah olhou para mim, seus olhos transbordando lágrimas e uma mão estendida para mim, como uma súplica de ajuda. Logo Alois se meteu na frente e pisou na mão que antes me pedia ajuda. Hannah gritou mais alto e chorou mais. Era horrível ter que assistir, mas realmente não posso fazer nada além disso.

– Ele não pode te ajudar vadia. Ninguém pode te ajudar agora. —

Alois se abaixou e puxou a cabeça de Hannah pelos cabelos, até que ela o encarasse e quando fez, cuspiu em seu rosto. Hannah tentava bater, empurrar, Alois com a mão livre, mas não surtia resultado, até que ele se irritou e tirou a faca de suas costas e colou frente a frente com ela.

–Vejamos... Onde eu vou te furar agora... —

Alois deslizou a ponta da faca até o pescoço de Hannah, e esta urrava desesperada. Até que sua voz sessou. Se fez calar com a faca em seu pescoço. Agora tudo que eu conseguia ouvir era os passarinhos na rua e o meu coração que parecia fazer um barulho tão alto que podia preencher o quarto. Alois se manteve imóvel depois de enfiar a faca no pescoço de Hannah.

Notas finais
Continua... GEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEENTE VAMOS SOLTAR FOGOS DE ARTIFÍCIO! A VADEA MORREU ALELUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUIIIIIIIIIIIAAAAAAAAA O/ PARA NOOOOOOOOOOOOOOOSSA ALEGRIIIIIIIIIIIAAAAAAAA ~~O~~ OBRIGADA ALOIS, OBRIGADA DEUS, OBRIGADA CLAUDE, OBRIGADA LILY ---- Obrigada por ler! Desculpe pela demora D: e, pessoas que me mandaram mensagem privada, desculpa ainda não ter respondido, mas irei responder, não se preocupem! :D Não esqueçam de ler http://fanfiction.com.br/historia/473629/Adora-me/ :3 Até mais o