It Was Only a Dream
12 Capítulo 12
Notas iniciais
http://www.youtube.com/watch?v=tKt-ioymcaI
[n/a: coloquem a musica pra carregar]
- Isa, acorda!
- Ah mãe, me deixa dormir, ta cedo.
- Que dormir garota. Hora de ir pra escola, você já está atrasada.
- Escola? – Isabella exclamou de olhos arregalados.
- É. Acabaram-se suas férias mocinha. Pode se levantar. O namorado da Babi ta na sala te esperando.
- O Danny? Por quê? – Perguntou se levantando da cama e indo a direção ao banheiro.
- Ele passou aqui pra falar com a sua irmãe eu disse que você ainda estava dormindo, ele ficou te esperando pra te levar de carro e você não se atrasar. Anda logo, senão você atrasa o menino também!
- Já estou indo. – Falou com a escova de dente na boca.
- Danny! – Isabella gritou pulando os últimos degraus da escada.
- E ai Isa. Vamos? – Ele perguntou sorrindo.
- Vamos. Só me deixa pegar uma coisa. – Falou correndo pra cozinha e voltando com uma maçã na mão. – Estou pronta. Tchau mãe! – Berrou e fechou a porta de casa.
- Ta bonita Isa. – Danny disse com um sorriso sarcástico.
- Nossa como você é debochado Daniel. – Disse dando um tapa no ombro do garoto – Eu acabei de acordar.
- Quando eu vim ver sua irmã ela também tinha acabado de acordar e ela estava linda.
- Não conta. Você é namorado dela, sempre vai achá-la linda. – Disse mostrando a língua
- Nem sempre. – Discordou rindo
- Isa! – Isabella ouviu uma voz conhecida gritar seu nome e se virou com um sorriso nos lábios.
- Fee! – Gritou de volta.
- Que saudades! – Fernanda disse abraçando Isabella.
- Senti sua falta. Como foi de viagem? – Isabella perguntou soltando a amiga.
- Muito boa! O Brasil é lindo demais. – Falou abrindo um sorriso enorme. – Vou morar lá.
- Cuma? – Exclamou Isabella.
- É! Vou terminar esse ano e vou pra lá. Meu irmão me chamou pra morar com ele. Impossível recusar.
- Puxa, vou sentir saudades. – Isabella falou fazendo um bico e arrancando uma gargalhada de Fernanda.
- Eu também. Mas a gente combina. Você passa as férias lá comigo. E eu venho pra cá ver os meus pais também. – Disse sorrindo de leve.
- Certo, eu deixo você ir. – Isabella concordou rindo.
- Vou entrar Isa, tenho que ver umas coisas. – Fernanda disse mandando beijo no ar e entrando na escola.
Procurou seus amigos no pátio e logo viu Teddy Geiger andando em sua direção.
- Isabella né? – Perguntou meio tímido e Isabella assentiu com a cabeça. – Viu a Fernanda em algum lugar?
- Acabou de entrar. – Falou estreitando os olhos.
- Certo. Obrigado. – Disse se afastando e entrando na escola.
- Isa! – Deborah gritou.
- Tava procurando vocês.
- Temos novidades. – Disse Susan.
- Novidades? Boas ou ruins? – Perguntou arqueando a sobrancelha.
- Ótimas! – Deborah exclamou com um sorriso.
- Ih, conta logo! – Isabella disse irritada.
- O Dougie terminou com a barata rosa! – Exclamou Susan aos sussurros tentando ser discreta. Pena que Isabella não conseguiu seguir as amigas e soltou um berro que fez a escola inteira a encarar. – ISABELLA! – Susan exclamou aos sussurros novamente. – Estamos tentando ser discretas.
- Não consigo ser discreta, desculpa meninas.
- Percebemos. – Susan e Deborah disseram em coro e caíram na gargalhada.
- Não vão pra aula não? – Ouviram a voz de Harry perguntar e as meninas o encararam.
- O sinal ainda não... – Começou Isabella, que foi interrompida pelo toque do sinal. Eles se entreolharam e começaram a rir. Despediram-se e cada um tomou o rumo da sua sala.
Era terça feira à noite e Isabella voltava da casa de Deborah, onde passou a tarde estudando com as amigas, incluindo Fernanda.
Andava lentamente, sem pressa pra chegar em sua casa, pensando em tudo o que as meninas disseram sobre o término do namoro de Dougie e Katie.
(flashback on)
- Não sabemos muito bem o que aconteceu, mas parece que os dois tiveram uma discussão. Ela ficou com ciúmes de alguma coisa e ele se cansou. – Contava Deborah.
- Pois é, hoje na escola ela nem olhou pra cara dele e tava se agarrando com o Aaron. – Completou Susan
- Aaron Lengfourd? – Perguntou Fernanda de olhos arregalados.
- Esse mesmo! Aaron Lengfourd do 3º B – Concordou Deborah
- Mas ele não estava com a Pâmela? – Quis saber Fernanda.
- Parece que sim. Mas assim que ele soube que a Katie estava solteira, ele terminou com ela. – Susan disse despreocupadamente.
- Pois é. E agora Douglas Poynter está livre e desimpedido, na pista pronto pra pegar uma carona com a Isa. – Deborah disse cutucando Isabella. As meninas gargalharam.
- Sem graça Debbie. Pensa que vai ser tão fácil assim?
- Por isso que ta encalhada, garota. Se ficar fazendo muito doce o garoto se cansa e parte pra outra hein?
- Ih Sue, não to falando disso. O Dougie não é apaixonado por mim, ele não vai correr atrás desse jeito, por isso que vai ser difícil.
- Você que pensa bobinha.
- Penso o que Debbie? – Isabella perguntou curiosa. Fernanda prestava atenção, calada, na conversa.
- Nada Isa, deixa quieto.
- Diz logo Debbie, por favor.
- Não tem nada Isa, é porque eu acho essa historia muito mal contada.
- Meninas, a gente veio aqui pra estudar ou pra fofocar? – Interrompeu Susan, que trocou um olhar significativo com Deborah.
- Tirou as palavras da minha boca Sue! – Exclamou Fernanda, colocando os livros no meio da roda e mostrando as anotações que havia feito na aula.
(Flashback off)
Assustou-se quando ouviu sua barriga protestar de fome. Sabia que pouco mais a frente tinha uma lanchonete e poderia parar ali pra comer alguma coisa. Apertou o casaco no corpo quando a chuva começou a cair mais forte e apressou o passo. Dentro da lanchonete estava quente, pois o aquecedor estava ligado, e Isabella abaixou o capuz. Sentou em um dos bancos altos e pegou um cardápio.
- O que vai querer moça bonita? – Perguntou um rapaz de olhos azuis, e cabelo castanho-claro, quase loiro. Seu rosto era conhecido.
- Awn, ainda não sei. – Respondeu Isabella encarando o atendente. – Er, desculpa a indiscrição da pergunta, mas eu não te conheço de algum lugar? – Perguntou torcendo a boca e arrancando uma gargalhada do balconista.
- Te confesso que já recebi cantadas melhores que essa, linda. – Disse rindo, e dando uma piscadela.
- Não! – Exclamou Isabella – Não foi uma cantada. É que realmente o seu rosto me é familiar. Mas eu devo estar te confundindo com alguém. – Falou baixando os olhos pro cardápio. – Um sanduíche de frango e um suco de maracujá, por favor. – Pediu sem olhar o atendente.
- É pra já. – O rapaz assentiu e saiu para preparar o pedido de Isabella.
Os olhos da menina vagaram pelo estabelecimento e pararam quando encontraram uma pessoa conhecida. Ele entrava na lanchonete sacudindo os cabelos loiros molhados e passava a mão neles para “arrumar”. Estava com uma cara aborrecida enquanto falava ao celular. O coração de Isabella parou e disparou ao mesmo tempo.
- O que o Dougie ta fazendo aqui justo hoje? – Sussurrou pra si mesma.
- Falou alguma coisa, linda? – Perguntou o atendente
- Não, pensei alto. – Respondeu corando. O rapaz assentiu e colocou o pedido na mesa.
Isabella agradeceu e voltou a encarar Dougie que havia sentado em uma mesa. Continuava falando ao celular e parecia mais aborrecido ainda. A menina desviou o olhar e começou a comer o sanduíche.
Uma musica começou a tocar e Isabella prestou atenção na letra.
[n/a: Coloquem a musica pra tocar]
You\'re on the phone with your girlfriend
Você está ao telefone com sua namorada
She\'s upset, she\'s going off about
Ela está chateada, brigando por
Something that you said
Algo que você disse
She doesn\'t get your humor
Ela não entende seu humor
Like I do
Como eu entendo
I\'m in my room
Estou em meu quarto,
It\'s a typical tuesday night
É uma típica noite de Terça-feira
I\'m listening to the kind of music
Ouvindo o tipo de música
Shedoesn’t\'t like
Queelanãocurte
She\'ll never know your story
Ela nunca saberá a sua história
Like I do
Como eu sei
But she wears short skirts, I wear t-shirts
Mas ela usa mini saias, eu uso camisetas
She\'s cheer captain, and I\'m on the bleachers
Ela é líder de torcida, e eu estou nas arquibancadas
Dreaming about the day when you wake up and find
Sonhando com o dia em que você acordará
That what you\'re looking for has been here the whole time
E descobrirá que o que procura estava bem aqui ao seu lado o tempo todo
If you could see
Se pudesse ver
That I\'m the one
Que eu sou a única
Who understands you
Que te entende
Been here all along
Sempre estive aqui ao seu lado
So why can\'t you see
Então, por quê não consegue enxergar?
You belong with me
Você pertence à mim
You belong with me
Você pertence à mim
Walking the streets
Andando pelas ruas,
With you and your worn out jeans
Com você e seu jeans desgastado,
I can\'t help thinking this is how it ought to be
Não consigo parar de pensar que é assim que as coisas deveriam ser
Laughing on a park bench thinking to myself
Rindo no banco do parque e pensando:
Hey, isn\'t this easy?
Isso tudo não é fácil?
And you\'ve got a smile
E você tem um sorriso
That could light up this whole town
Que poderia iluminar toda essa cidade
I haven\'t seen it in awhile
Não o vejo faz um tempinho,
Since she brought you down
Desde que ela te deixou pra baixo
You say you\'re fine
Você diz que está bem,
I know you better than that
Mas te conheço muito bem
Hey what are you doing with a girl like that
Hey,O que está fazendo com uma garota daquela?
She wears high heels
Ela usa salto alto
I wear sneakers
Eu uso tênis
She\'s cheer captain
Ela é líder de torcida
I\'m on the bleachers
E eu estou nas arquibancadas
Dreaming about the day
Sonhando com o dia
When you wake up and find
Em que você acordará e descobrirá
That what you\'re looking for
Que o que procura
Has been here the whole time
Estava bem aqui ao seu lado
If you could see that I\'m the one
Se pudesse ver que eu sou a única
Who understands you
Que te entende
Been here all along so why can\'t you
Sempre estive aqui com você então, por quê não
See, you belong with me
Consegue enxergar? Você pertence à mim
Standing by and waiting at your backdoor
Parada, esperando por você em sua casa
All this time
Durante todo esse tempo
How could you not know baby
Como não pôde saber, querido?
You, you belong with me
Você pertence à mim
You, you belong with me
Você pertence à mim
Oh, I remember you
Ah, eu me lembro
Driving to my house
Você dirigindo até a minha casa
In the middle of the night
No meio da noite
I\'m the one who makes you laugh
Eu sou a única que te fez sorrir
When you know you\'re about to cry
Quando você está quase chorando
And I know your favorite songs
Eu conheço suas canções favoritas
And you tell me about your dreams
E você me conta sobre seus sonhos
Think I know where you belong
Eu acho que sei a quem você pertence
Think I know it\'s with me
E eu acho é a mim
Can\'t you see
Não consegue enxergar
That I\'m the one
Que eu sou a única
Who understands you
Que te entende?
Been here all along
Sempre estive aqui com você
So why can\'t you see?
Então, por quê não consegue enxergar?
You belong with me
Você pertence à mim
Standing by and waiting at your backdoor
Parada, esperando por você em sua casa
All this time
Durante todo esse tempo
How could you not know baby
Como não pôde saber, querido?
You, you belong with me
Você, você pertence à mim
You, you belong with me
Você, você pertence à mim
You belong with me
Você pertence à mim
Have you ever thought
Você já parou pra pensar
Just maybe
Que talvez
You belong with me
Você pertence à mim
You belong with me
Você pertence à mim
- Sabe, eu também acho que te conheço de algum lugar. – Isabella ouviu alguém falar, levantou o olhar e viu o atendente sorrindo. – Eu sou barman de uma boate no centro. Pode ser de lá – Um ponto de exclamação apareceu no alto da cabeça da menina quando as peças se encaixaram.
- Claro! É de lá sim. Bonne Nuit não? – Disse depois de engolir o que estava comendo.
- Isso mesmo. É lá que eu trabalho. Já foi?
- Já. – Confirmou, lembrando do dia que conhecera Anthony. – Estou quase me lembrando do seu nome.
- Se tiver uma boa memória, quem sabe. Eu não faço a menor idéia do seu, desculpe.
- Sem problemas. Passam milhares de pessoas todas as noites e já faz um bom tempo que eu não apareço por lá. Normal não lembrar.
- Justamente. Lembrou do meu nome?
- Não, desculpa. – Disse fazendo uma cara de triste e dando uma dentada no sanduíche.
- Puxa. É Philip. Mas pode chamar de Phil.
- Uou. Claro, Phil! Verdade, é você mesmo. – Falou rindo – Então, eu sou Isabella, ou Isa. Como preferir. – Completou estendendo a mão.
- É um prazer te encontrar novamente Isabella – Disse beijando a mão da menina, que sorriu. – Acho que tem um garoto muito interessado aqui na conversa. – Comentou indicando com a cabeça e Isabella se virou encontrando o olhar de Dougie, que acenou levemente, chamando-a com as mãos. Ela assentiu com a cabeça e se virou para Philip. — É um amigo, vou lá fazer companhia pra ele. – Disse se levantando e pegando o suco que ainda estava no balcão.
- Tudo bem. Volte sempre Isa.
- Vou voltar, pode deixar. – Falou se virando e indo em direção à mesa de Dougie.
- Bella. – Falou abrindo um sorriso largo. Os cabelos ainda pingando no rosto por causa da chuva. O coração de Isabella falhou e por alguns segundos ela se perdeu no sorriso do garoto.
- Oi. – Conseguiu por pra fora e sorriu de leve.
- Vai ficar ai em pé? – Perguntou rindo. Isabella sentou de frente pra ele e tirou o casaco. – O que ta fazendo aqui?
- Acabei de sair da casa da Deborah. Tava estudando com as meninas. Meu estomago roncou e a chuva apertou, resolvi parar aqui. – Falou dando um gole no suco depois.
- Ah! Pensei que tivesse vindo ver seu, er... amigo – Disse constrangido, desviando o olhar.
- Amigo? – Perguntou espantada, e se virou para olhar Philip que estava atendendo uma outra menina. Provavelmente estava dando em cima dele, do jeito que estava inclinada no balcão. – Não, foi por acaso. Na verdade ele é só um conhecido. Ele é barman daquela boate que nós fomos no centro.
- Pelo visto você fez bastante amizade naquele dia – Dougie comentou arqueando a sobrancelha. – O Tony, o barman. – Completou visivelmente incomodado.
- Pois é, tenho muita facilidade em fazer amizades. – Disse dando de ombros e parecendo despreocupada, mas se divertindo por dentro com o desconforto do garoto.
- Percebi – Murmurou. Os olhos vagando por todos os lugares, menos pro rosto da menina que estava sentada a sua frente.
Isabella suspirou e pegou seu casaco.
- Bom Dougie, parece que você ta esperando alguém, e eu não quero atrapalhar. – Falou se levantando e Dougie a encarou.
- Não. Não estou esperando ninguém. Pode ficar.
- Já está tarde, tenho que voltar pra casa.
- Eu te levo. – Disse colocando o dinheiro em cima da mesa. Pegou seu casaco e levantou da mesa.
- Dougie, não precisa. – Isabella falou rolando os olhos
- Claro que precisa. Como você mesma disse já está tarde, não vou deixar uma menina andando sozinha pela rua.
- Como se você fosse me proteger de alguma coisa – Murmurou, mordendo o lábio inferior pra risada não escapar.
- Está duvidando de mim Isabella? – Perguntou com os olhos arregalados.
- Jamais. – Disse sacudindo a cabeça. Os dois vestiram o casaco e saíram pra chuva que caía devagar.
- Acho bom não duvidar mesmo, ou deixo você em um desses becos escuros. – Falou sorrindo maliciosamente.
- Tenta a sorte – Isabella sorriu de lado e Dougie a encarou com os olhos cerrados.
- Corre. – Murmurou com a voz rouca.
- Não! – Isabella berrou e saiu correndo – Dougie, nós estamos na rua e está chovendo. Não é hora pra brincadeiras.
- Você que começou – Ele rebateu correndo atrás da menina.
- E como uma menina responsável, estou terminando. – Falou parando de correr.
- E eu, como um menino teimoso, não dou ouvidos. – Disse ainda correndo e alcançando Isabella com facilidade. Segurou-a pelas pernas e tombou-a por cima do ombro esquerdo, deixando-a de ponta cabeça.
- Douglas Poynter, me coloca no chão agora! – Berrava enquanto se debatia no ombro do garoto.
- Não. Vou te deixar em um beco qualquer.
- Duvido. – Exclamou puxando o cabelo de Dougie.
- Ai garota! Estamos no meio da rua, para de dar escândalo.
- Então me coloca no chão.
- Não. Vou te deixar em ca... – Dougie foi interrompido por uma buzina de carro. O garoto parou na hora, assustando, quando viu um carro preto encostar perto de onde estavam.
- Dougie, o que foi? – Isabella perguntou preocupada.
A porta do carro se abriu e uma mulher de cabelos castanhos e curtos na altura do queixo saiu de dentro dele.
- Isa? – Perguntou em tom de duvida. – Oi Dougie.
- Oi Sra. Houston – Cumprimentou Dougie, suspirando aliviado.
- Mãe?!
- O que ta fazendo no ombro do Dougie, Isa?
- Estou levando ela pra casa.
- Pensei que ela tivesse perguntado pra mim Douglas. Ou seu nome agora é Isa?
- É justamente por isso que ela está no meu ombro Sra. Houston. Estava fazendo mal criação no meio da rua.
- Mentira mãe! – Exclamou, fazendo sua mãe rir. – Manhê, pede pra ele me colocar no chão, por favor. – Choramingou.
- Eu não. Deixe ele te levar pra casa – Disse rindo – Só não demore porque a chuva pode apertar.
Dougie assentiu com a cabeça e apertou os lábios segurando a risada.
- Mãe! – Gritou novamente.
- Tchau querida, te vejo daqui a pouco. – Sra. Houston disse mandando beijo no ar e entrando no carro novamente.
Dougie soltou uma gargalhada assim que viu o carro arrancando. Isabella bufou.
- Vai logo Dougie, ouviu minha mãe. A chuva pode apertar.
- Como quiser madame – Falou ainda rindo e voltando a andar. O caminho até a casa foi silencioso. Isabella não podia negar que estava gostando de tudo aquilo.
- Chegamos – Dougie falou pouco tempo depois.
- Pode me colocar no chão então? – Perguntou respirando fundo. Dougie agachou deixando os pés de Isabella tocarem o degrau da escada – Obrigada. – Agradeceu ficando de pé, cambaleou quando sentiu uma tontura repentina e segurou no ombro de Dougie.
- Bella, ta tudo bem?
- To bem. Muito tempo de ponta cabeça. – Acalmou o garoto sorrindo de leve.
- Foi mal – Se desculpou entortando a boca.
- Nada. Foi divertido. – Disse sorrindo mais abertamente dessa vez e arrancando um sorriso de tirar o fôlego do menino.
- Bom, vou pra casa agora.
- Não quer entrar? Trocar essa roupa molhada.
- Claro que não, moro aqui perto, é rápido.
- Certeza? – Perguntou arqueando a sobrancelha
- Absoluta.
- Você que sabe – Disse dando de ombros
- Aham, eu que sei.
- Beijos Dougie – Disse se inclinando pra depositar um beijo na bochecha do garoto que virou o rosto pra fazer a mesma coisa e beijou o canto da boca da menina sem querer.
- Ops – Balbuciou com um sorrisinho. Isabella deixou um sorriso escapar dos lábios, mas logo se recompôs. — Boa noite Isa – Se despediu virando as costas – Sonhe com os anjos.
- Boa noite Dougie – Falou acenando. “Vou sonhar com você” Acrescentou mentalmente.
Assim que o menino saiu de sua visão, Isabella subiu os degraus e entrou em casa com um sorriso enorme no rosto. Fechou a porta e subiu as escadas correndo.
- Amo você mãe! Boa noite. – Gritou entrando no quarto e batendo a porta logo depois.
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