Notas iniciais
Olá, Muffins de Blueberry! Bom, essa é a primeira fic que eu decidi postar, então, do fundo do meu coração açucarado, eu espero que gostem.

Beijinhos amanteigados da tia Pine e boa leitura!

(PS:Qualquer erro de digitação, por favor, me avisem. Eu reviso duas vezes, mas uma coisa ou outra sempre escapa.)

"Querido diário, hoje é o primeiro dia de aula em uma escola nova, numa cidade nova, e eu já estou me preparando para as decepções de hoje não ser como nas histórias, onde vou esbarrar com meu verdadeiro amor ou descobrir um bizarro segredo de família que meus pais (ou tios. Bom, normalmente é assim nas histórias, não é?) escondem de mim.
Mesmo porque, isso não é uma história. É uma vida real. A minha vida.
Ah, caramba. Eu já ia esquecendo de me apresentar, diário.
Desculpe, é que isso parece meio bobo. Estou mesmo conversando com um livro em branco? Deus, eu precioso mesmo de amigos.
Bom, isso não vem ao caso agora.
Meu nome é Julliett Price, sou uma adolescente russa (é, russa. Não, eu não ando por aí com uma arma) de 16 anos que vive em uma pequena cidade dos Estados Unidos chamada Whisper (sim, isso é uma cidade) com sua melhor amiga, Katherine.
Katherine tem 17 anos e é o exemplo de garota perfeita e malvada que você veria numa fanfic, mas ela tem uma personalidade que iria contra isso.
Ela é uma garota doce e carinhosa, apesar de ser cabeça dura e bem teimosa. É minha melhor amiga desde que eu me lembro.
Nós viemos para Whisper cerca de uma semana atrás. Queríamos começar uma vida nova, e ala achou que deveríamos fazer isso no meu primeiro ano do ensino médio (ideia de gênio, Kath. Valeu)
Ah, nossos pais? Bom, eles estão enterrados em um cemitério qualquer da Rússia a mais de um mês. Não que isso importe. Eles nunca estavam por perto, então era como se nunca tivéssemos tido pais.
Agora temos uma a outra, e, apesar de ela ser um ano mais velha, nós cuidamos uma da outra como se essa diferença não significasse nada.
Hum... Estou esquecendo algo? Ah, sim. Ela é uma Vampira.
Ah, vai me dizer que isso é surpresa?
Ela é sim uma Vampira boa. Existe isso, sabia?
E eu? Eu sou sua protetora. Tipo uma... Guarda costas. O conselho nos chama de Dampiros. Para cada vampiro existente na terra, existe um Dampiro que, mesmo antes de nascer, já fora designado a lhe proteger. Algo como “um casamento arranjado”. O conselho, no começo dos tempos, agraciou os Dampiros (ainda então humanos comuns) com visão, audição, olfato, agilidade e força aguçados, assim como os vampiros (mas claro, em uma proporção menor). Acabamos então por nos tornar uma nova espécie. Nem vampiros nem humanos, mas Dampiros. Mesmo com tudo isso, eu prefiro o termo "guardiã". Da um ar mais importante a coisa.
Minha família tem cuidado da família dela há anos. Assim que nascemos (sim, nascemos na mesma data. Sinistro, não?) eu já estava designada a cuidar dela.

Apesar disso, ela insiste em querer me proteger também. Como eu disse: teimosa.
Não se preocupe, diário. Ela não saí por aí e mata as pessoas para beber o sangue delas como um Drácula medonho. Ela bebe de mim.
Okay, não é tão ruim quanto parece. Deixe-me explicar.
A saliva dela passa endorfina para o meu sangue enquanto ela bebe, proporcionando a mim (e a ela) uma enorme sensação de prazer. Sim, prazer.
Embora eu nunca tenha feito, acredito que seja melhor que sexo.
Bom, deixando essa coisa bizarra de lado, vamos voltar a explicação.
Ela pode comer outras coisas, como uma pizza por exemplo, e se ela só comesse isso, ela ficaria viva por uns três dias no máximo. Ela precisa de sangue pra viver, e ela balanceia isso com comida humana. Assim, ela não abre mão nem da vida nem de pizza, que é uma das paixões dela.
Uma das coisas úteis (e também muito irritante as vezes) é uma conexão que nós temos. Ela sempre sabe o que estou pensando, ela sente o que eu sinto, ela pode simplesmente entrar na minha cabeça e ver através de meus olhos. Mas pelo menos tudo isso é recíproco. Facilita meu trabalho de guardiã.
Outra coisa peculiar (que só ela tem) é algo chamado "compulsão". Ela pode simplesmente olhar no fundo dos olhos de uma pessoa e obriga-la sem esforço a fazer o que ela quiser. Infelizmente isso a esgota muito, e se ela usa mais que uma vez, lá vou eu deixar ela beber de mim para que melhore.
Ah, quanto a sair no sol, isso não é um problema. Ela herdou de sua família um anel forjado pelas descendentes das bruxas queimadas em Salém em meados de 1692. O anel mágico a protege totalmente do sol, e ela pode viver bem entre os humanos.
Além do anel, ela herdou uma herança quase sem fim dos seus falecidos pais. Ela é realmente mais rica que o tal do Bill Gates.
Acredito que até..."

—Jull? Vem tomar café! -A voz de Kath vinha do andar inferior, mais precisamente da cozinha. Ergui o olhar do diário. -Já estou indo! -Fecho o diário e coloco-o na mochila, levantando-me da cadeira de do computador que ficava em frente a escrivaninha e segui atravessando o quarto, descendo as escadas de dois em dois degraus.

—O cheiro está ótimo. -Disse, entrando na cozinha, indo direto para a mesa, onde ela estava sentada, bebericando de uma xícara de chá.

—Não está com cara de quem acabou de acordar. O que estava fazendo?- Ela ergueu uma sobrancelha escura muito bem feita e me encarou com seus lindos olhos cor de jade.

—Só... Arrumando o material. -Me servi de uma xícara de café e peguei um muffim, mordiscando as bordas dele.

—Você estava escrevendo naquele diário velho que achou, não é? -Um sorriso vitorioso se espalhou por seu rosto quando ela viu que estava certa. Eu odiava não poder esconder certas coisas dela. Algumas vezes aquela ligação me irritava.

—Nunca vou ser uma grande escritora se não praticar. -Dei de ombros e dei um gole no café, que estava realmente quente.

—Claro. -A vi revirar os olhos. -Arrumou a mochila? Separou a roupa? Pegou sua folha guia? Tomou banho? -Ela rapidamente me bombardeou com perguntas, encerrando-as com um gole delicado no chá.

—Sim. Sim. Sim e ainda não. Preferi tomar café antes. Hey, para que tanta pressa? Temos uma hora para chegar ao colégio, e ele fica a uns dez minutos de carro daqui. Relaxa um pouco, okay?

—Desculpe. -Ela suspirou. -Só estou nervosa. Esse tipo de coisa sempre me deixa nervosa. -Podia sentir através do vínculo entre nós o que ela realmente não estava brincando. Seus nervos estavam flor da pele. Aquilo só fezia eu ficar mais apreensiva quanto a escola nova.
Terminei de engolir um pedaço do muffin (agora na metade) e dei outro gole no café, para ajudar a descer.

—Hey, relaxe. Você vai se dar bem. Vai entrar para o grupo das patricinhas fru-frus e metidas ainda hoje.
E eu? A galera de lá vai me devorar viva. -Fiz no ar gestos de morder e rasgar, o que a fez rir baixo. Sua risada era como pequenos sininhos de vento.

—Ah, Jull. Claro que não. -Ela se levantou, indo por a caneca na pia, mas o equilíbrio lhe faltou, e ela se apoiou na mesa para manter-se de pé.
Agora que eu reparei, ela parecia mais pálida que o normal. Seus olhos verdes estavam mais para oliva que para jade, e sobre eles, pendia um par de olheiras roxas.

—Quanto foi a última vez que você... -Não pude terminar a frase. Ela rapidamente se adiantou, mesmo ainda estando obviamente tonta e fraca.

—Não estou com fome. -Sua voz foi um sussurro fraco. Aquilo me fez revirar os olhos.

—Isso é exatamente o que você diz quando está com fome. Venha, tenho o seu prato preferido. -Me levanto e vou até a geladeira, pegando uma garrafa de água e seguindo para a sala.
Me sento confortavelmente no sofá de três lugares feito de veludo ou algo assim e dou alguns goles na água gelada, tampando a garrafa e a pondo de lado em seguida.
Kath me seguiu sem fazer barulho. Mais um ponto para as habilidades de Vampira.

—Você... Tem certeza disso? -Ela parecia apreensiva. Mesmo depois de ter bebido de mim tantas vezes, ela ainda tinha medo de me machucar. Nem eu tendo explicado a sensação da endorfina a ela, ela nunca deixa de se preocupar.

—Claro que sim. Manda ver. -Inclino a cabeça para a direita, expondo a lateral esquerda do pescoço.
A vi passar discretamente a língua nos lábios rosados.
Kath então se sentou em meu colo, segurando delicadamente em meus ombros, enquanto minhas mãos foram para sua cintura, dando-lhe equilíbrio.

Ela se inclinou sobre mim, e eu senti seus lábios roçarem levemente em meu pescoço, o que fez um arrepio se espalhar em meu corpo e meu coração palpitar de ansiedade com a sensação que estava por vir.
Suas presas então se cravaram em meu pescoço, enquanto ela pressionou os lábios contra o ferimento e começou a beber devagar.
A dor de suas presas rasgando minha pele durou apenas meio segundo.
Fechei os olhos e separei os lábios, arfando baixo, enquanto a endorfina começaria a fazer efeito.
Aos poucos, ela foi bebendo cada vez mais rápido, apertando meus ombros com certa força. Eu não pude conter um gemido baixo, enquanto apertei sua cintura.
Minha pele parecia queimar (no jeito bom, claro). A sensação de prazer formigava por todo o meu corpo, até que subitamente sumiu.
Ela saiu de meu colo e me entregou um pequeno quadrado branco de papel toalha, que eu apertei conta a ferida no pescoço para estancar o sangue.
A vi usar outro pedaço de papel para limpar os lábios.

—É tão doce... Deus, estou realmente viciada. -Ela me deu um sorrisinho tímido. -Melhor você ir tomar banho. Ou vamos nos atrasar. -Ainda alta com a sensação, concordei com a cabeça e subi animadamente as escadas de volta para o meu quarto.
Entrei no banheiro e joguei o papel sujo de sangue no lixo, tirando o pijama, deixando-o dobrado sobre o armário, entrando no banho logo em seguida.
Fiquei sobre a água quente do chuveiro até estar mais calma e relaxada, o que me pareceu durar uns quinze minutos.
Não queria nada elaborado para hoje. Não que eu realmente me vestisse ou me arrumasse de modo elaborado.
Sequei os cabelos escuros e fiz um coque frouxo, passando um lápis preto e um batom vermelho nos lábios. Aquilo era tudo de que eu precisava.
Fui para o quarto e vesti uma blusa de algodão preta, com um blusão vinho por cima, jeans pretos e coturnos.
Peguei meus óculos, o celular e meus fones na cabeceira e coloquei os óculos no rosto, passando os fones e o celular para o bolso.
Passei um pouco (pouco mesmo) do perfume que Kath me obrigou a comprar (okay, eu até gosto dele agora) e peguei a mochila, descendo as escadas.
Kath estava me esperando na porta da sala. Ela estava simples e deslumbrante.
Trajava jeans skinny brancos, saltos e uma blusa preta toda rendada que mostrava levemente seu sutiã preto. Era o que eu chamaria de "sexy sem ser vulgar".

—Achei que ia ficar no banho para sempre. -Ela me analisou de cima a baixo e torceu o nariz sem dizer nada. Ela já havia se acostumado com o fato de eu me vestir como um garoto. Já nem dizia mais nada.

Seguimos para fora, onde facilmente pude avistar sua Ferrari vermelha (lembra que eu disse que ela tinha uma herança gorda?).

—Não acha que vamos chamar atenção de mais com isso? -Ela continuou a andar com toda a classe enquanto dava de ombros casualmente.

—Dane-se. Viva perigosamente. Não é o que você diz? -Ela sorriu satisfeita, destrancando a porta e passando para o banco do motorista.
Me apressei em ir para o banco do carona enquanto ela ligava o carro e logo fazia o motor roncar, facilmente manobrando para fora da vaga e seguindo para a rua, onde os ponteiros do mostrador de velocidade logo dispararam.

—Não esqueça que se bater o carro, apenas uma de nós duas não vai quebrar o pescoço

—Cinto. -Foi a única coisa que disse. Pelo jeito a brincadeira não a agradara muito.
Eu conhecia bem aquele tom e aquele olhar. Significava "faz o que eu disse e não contrarie". Mesmo eu sendo a guardiã, eu não contrariava aquela posição dela. Nunca.
A viagem de dez minutos se passou completamente em silêncio, sem nem mesmo uma música no rádio para descontrair.
Eu podia sentir o nervosismo e a tensão através do vínculo. E esse era o motivo do meu silêncio. Eu sabia que não importava o que eu dissesse, não iria ajudar.
Finalmente, depois de dez longos e intermináveis minutos de silêncio, ela facilmente estaciona a Ferrari vermelha ao lado de um lustroso Porsche azul e desligou o carro, pegando sua bolsa, abrindo a porta e saindo com toda a sensualidade que só um vampiro conseguia ter, enquanto eu joguei a mochila nos ombros e bati a porta com cuidado.
Contornei o carro indo para perto dela, enquanto ela passava o alarme e colocava a chave em um dos milhares de bolsos de sua mochila deslumbrante.

—Você devia mesmo comprar lentes de contato. São mais práticas, baratas e não escondem metade do seu rosto com uma armação enorme. -Comentou, olhando para frente, caminhando rumo a porta de entrada.

—Eu gosto do Steve. Não tem nada de errado com ele. E, afinal de contas, eu uso a tanto tempo que fico estranha sem ele. -O que eu disse pareceu a chocar, porque ela parou de caminhar e se virou para mim, com a expressão mais perplexa que eu já vi na minha vida.

—Steve? Essa coisa tem nome? Deus, você precisa mesmo fazer amigos.

—Amigos que não bebam sangue e não pareçam modelos de passarela, não é? Deixe Steve em paz. Ele é muito útil. -Resmungo e volto a caminhar, sendo seguida por ela.

—Você vive implicando com as minhas roupas. -Empurro as portas duplas entrando no prédio.

—Talvez porque você se vista como um garoto? Já ouviu falar em saltos? Você pode ganhar até quinze centímetros e sair dos seus 1.65 para variar. -Ela deu de ombros, caminhando com passos firmes, com seu salto agulha produzindo baques surdos sempre que batia contra o piso.

—Primeiro, para de jogar seus fabulosos e naturais 1.80 na minha cara. Segundo, eu gosto de roupas de garotos. São confortáveis pra caramba, sabe? -Olhe em volta discretamente.
—Estão todos nos olhando. Talvez porque você seja a perfeição ambulante de 1.87. Se usasse roupas de garotos passaríamos nosso dia despercebidas. Mas nãããão, vamos colocar roupas de Hollywood. -Seguimos pelo corredor da esquerda, e depois fizemos uma curva a direita, subindo as escadas, passando pelos armários. "1309, 1310, 1311..."

—Ou talvez ele estejam olhando para você e pensando: meu Deus, olha. Aquilo é um garoto de cabelo comprido ou uma garota muito, muito desleixada? -Ela fez uma cara fingida de espanto e riu baixo.
—Finalmente. Acho que o seu é o 1313. Combina com você, azarada. -Ela lançou, me uma piscadela.

—Há-há. Ótimo. -Abri o segredo de meu cadeado e guardei um casaco e meu diário lá, depois o fechei.

—Tenho trigonometria agora. -Suspirei, sabendo que era a hora de seguir sozinha. Aquilo REALMENTE me apavorava.

—E eu história. -Seus braços passaram ao meu redor num abraço cheio de urgência que eu retribuí, tentando passar-lhe calma.

—Vai dar tudo certo. -Murmurei apenas para ela.
Seus braços logo meu soltaram.

—Eu sei. -Sua mão pálida tirou a franja negra do rosto. -Se cuidar, baixinha.

—Até mais tarde, jogadora da NBA. -Sorri levemente e segui para a minha primeira aula, minha aula do dia.

Inacreditavelmente, a primeira parte de meu dia voou enquanto eu o passei como de costume em todas as outras escolas em que estive na vida: sentada o mais longe possível do professor, prestando atenção sem puxar assunto ou falar com alguém. É, eu sei, parece estúpido. Mas acredite, esse é o jeito mais fácil de passar despercebida.

Caminhava com Kath para fora do vestiário feminino, seguindo para o ginásio, enquanto ela animadamente me contara sobre o quão interessante fora sua aula de história, quando eu havia percebido que estávamos um pouco (ou muito) perdidas. Mas, decidi mentalmente que, se continuássemos andando, logo acharíamos o caminho de volta.

Viramos à direita em um dos prédios de tijolos a vista da escola, quando nos deparamos com uma cena que, creio eu, vai ficar grudada no interior de minhas pálpebras pelo resto da semana (no mínimo).

No começo me pareceu um simples casal dando uns amassos embaixo da arquibancada, um lugar realmente nada visitado (nem pelos estudantes e nem por qualquer outro adulto da escola), mas cinco segundos depois, eu já havia entendido o que estava acontecendo. E pela expressão de Kath, ela também.

Uma garota pequena, com cerca de um 1.58m, pele clara e longos cabelos negros com californianas cor de vinho estava abraçando os ombros de um jogador de futebol americano cerca de 30 centímetros maior que ela, com o rosto escondido em seu pescoço. Ele parecia meio abobado, como se tivesse inalado óxido nitroso, porém, sua expressão (e seus gemidos baixos) mostrava que ele estava tomado por uma onda de prazer.

Dentro de segundos, os olhos do garoto se reviraram nas órbitas, enquanto seu corpo pendia sobre o da pequena garota, que afastou o rosto do pescoço do garoto e deixou seu corpo cair, batendo ruidosamente contra o chão de cimento. Em seguida, ela se virou para nós. Seus lábios, seu queixo e a parte inferior de suas bochechas estavam totalmente sujos de sangue, assim como o pescoço do garoto caído. Ela nos deu leve e sínico sorrisinho e levou o indicador aos lábios, pedindo silêncio e dando uma piscadinha e passando a língua nos lábios logo em seguida.

“Acho que... Temos outra vampira na escola” -Disse na mente de Kath, sem saber se era sensato dizer aquilo em voz alta.

“E você só foi perceber isso agora...”

A garota vampira veio andando em nossa direção, enquanto minha mão automaticamente foi para a pistola com balas de prata presa na cintura (tudo bem, tudo bem. Eu ando armada sim).

Ela tranquilamente abriu espaço entre mim e Kath e passou, desfilando como se estivesse em uma passarela.

—Acho que vocês tem uma baita sujeira para limpar aí. –Não precisei me virar para saber que ela havia desaparecido logo após o que disse.

—Deus, eu detesto o ensino médio. –Pude sentir a tensão de Kath através de nossa ligação.

—Mais que merda. –Praguejei, sabendo que mais tarde, quando tudo passasse, eu levaria bronca pelo “palavrão”.

Notas finais
Agora que você leu, que tal deixar um review? Eu realmente gostaria de saber o que você gostou, o que você não gostou, observações e apontamentos úteis, porque tudo isso vai me fazer melhorar e fazer minha história crescer. Eu adoro receber críticas, especialmente críticas construtivas, então sinta-se livre pra fazer isso!