Isabella Prydein Riddle
7 Capítulo 6
Notas iniciais
Está um pouco mais light mas ele é essencial para a fic.
Próximo cap. aparecem os Cullen mais ainda não é o reencontro, é quase.
Logo logo terá o primeiro momento Hot entre a Bella e o Draco.
Boa leitura.
Até lá em baixo
Bella POV:
- Porque meu objetivo não é poder e sim vingança.- Respondi deixando que ele visse o vazio em meus olhos, enquanto o observava. Ele estremeceu um pouco e eu dei um pequeno sorriso sarcástico para isso, e continuei falando. – Uma vingança fria e bem planejada. Isso requer lucidez. Não gosto de usar magia para tudo, porque não irei depender da magia. Ela dependerá de mim.
- Isso foi muito informativo, minha querida, e nos esclareceu vários pontos cegos sobre você. Desde quando você tem conhecimento disso tudo? – Meu pai questionou.
- Eu tinha todas as informações em minha mente há algum tempo, são partes de várias pesquisas que fiz nos dois últimos meses, mas só as conectei alguns minutos atrás. – Respondi. –Então.. Ainda teremos treinamento?
- Não. Chega de treinamento por hoje, vamos iniciar logo a reunião. – Ele respondeu indo em direção à saída. Todos o seguimos para a sala de reuniões, após nos acomodarmos nas cadeiras, meu pai iniciou.
- Isabella, não tivemos a oportunidade de apresenta-los durante o treino por razões obvias, mas este é Draco Malfoy, ele a protegerá em Hogwarts.- Rolei os olhos para a parte em que ele me protegeria, mas não disse nada. – Draco esta é minha filha, Isabella Prydein.- Fiz bico para a ultima parte. Não poderia usar o sobrenome de meu pai publicamente eles saberiam que eu era sua filha, e isso ainda não estava em nossos planos. Eu queria que todos soubessem quem eu realmente era, mas eu teria que ficar disfarçada.
Bufei com a ultima parte.
- Prazer em conhecê-la Isabella. – Draco me cumprimentou.
- Idém. – Respondi ainda um pouco chateada por causa do sobrenome. Olhei em sua direção e fiquei presa em seus olhos. Era como se seu olhar causasse algum magnetismo em mim , sitia-o me puxando para ele, e minha pele se sentia quente sob o seu olhar. Eu pensaria que ele usava magia para me encantar, se eu não pudesse sentir se ele usa-se seus poderes ao meu redor.
Severo limpou a garganta me fazendo sair do meu transe.
- Precisamos de uma história publica para que possamos contar aos outros sobre Isabella.- Lúcio disse.
- Já que ela ficará com vocês, terá que ter algum tipo de parentesco com os Malfoy.- Trixie disse.
- Não necessariamente.- Me pronunciei
- Como assim? Ninguém acreditaria que você foi adotada, porque os Malfoy naão acolheriam alguém desconhecido, ‘possivelmente sangue-ruim’ por ‘bondade do coração’.- Draco afirmou colocando muito sarcasmo em suas palavras. Não fiz caso de sua ironia e disse para ninguém especificamente.
- Desde que fui avisada de que iria para Hogwarts venho pensando sobre meu passado público. Poderíamos contar a verdade. Modificando é claro algumas coisas.
- O que você sugere? – Meu pai perguntou interessado.
- Sugiro que digamos que digamos que sou filha de Andrômeda. – Disse simplesmente.
- Com Severo? – Meu pai arqueou uma sobrancelha.
- Com Rodolfo. Assim eu poderia manter meu sobrenome sem revelar minha verdadeira identidade. Podemos dizer que sou fruto de um rápido romance entre os dois. E que minha existência foi escondida por que minha ‘mãe’ fez os Malfoy prometer não contar a ninguém sobre mim pois ela tinha um pressentimento ruim. Então cumprindo sua promessa eles nunca me revelaram e me educaram em casa. Ano passado eu decidi que queria viver experiências novas então resolvi passar um tempo no mundo trouxa, vivi um ano como Isabella Swan, mas a vida trouxa se tornou entediante e eu ainda seguindo a ideia de ‘experiências novas’ convenci meus tios a me deixarem ir para a escola, alegando que já havia passado tempo o suficiente para que eu estivesse segura, e poder aparecer em publico. Meu querido ‘tio’ Lúcio conseguiu convencer o ministério a me enviar para Hogwarts, eles não desconfiariam de nada já que não acredita que meu pai ainda esta vivo.
- E como você passou despercebida todos esses anos? Ficando o tempo todo trancada dentro de casa? – Draco questionou. Rolei os olhos para ele e modifiquei minha aparência, para que eu parecesse com ele.
- Certo, certo...- Ele murmurou, e eu sorri de lado voltando a ser eu mesma.
- Então essa será a história, mas querida você terá que usar varinha em Hogwarts.- Fiz uma pequena careta e disse.
- Tudo bem apesar de não gostar de usa-la, eu terei que usar uma em Hogwarts, e para não ter buracos em minha história, eu não preciso comprar uma no beco..
- Como não? Aonde mais você irá arrumar uma? – Severo perguntou.
- Bom, eu não gostar de usar uma não significa que não tenha estudado sobre elas, e outro dia eu encontrei um livro que dizia como se fabricava uma então...- Dei de ombros e me abaixei para puxar a varinha que eu tinha feito para mim. Ela era preta, com alguns desenhos em prata ao longo de sua extensão, eram: um leão, uma águia, uma serpente, um texugo e Um dragão. Eles representavam a minha linhagem. O leão para Godric Grifinória. A águia para Rowena Corvinal. A serpente para Salazar Sonserina. O texugo para Helga Lufa Lufa. E o Dragão para Merlin. Na ponta tinha um pequeno rubi incrustado quase invisível.
Dei a varinha para meu pai olhar, e percebi que os outros me olhavam com cara de bunda. Revirei os olhos e me foquei em meu pai que analisava minha obra curiosamente. Então ele finalmente me devolveu dizendo.
- Muito interessante, eu posso sentir o grande poder que flui dela, mas me diga querida, o que você usou para fazer o núcleo dela?
- Ahn... Meu cabelo...
- Seu cabelo? Mas eu pensei que...- Sev disse.
- Não funciona com bruxos, mas eu não sou uma então....- Respondi prevendo sua pergunta.
- Incrível! – Meu pai disse. – Você testou-a?
- Na verdade eu iria testa-la no treinamento mas não deu....
- Então a teste agora minha querida.
- Claro papai.
Levantei-me e apontando a varinha para cima de nossas cabeças e disse:
-Morsmodre mínima! – Um jato cinza saiu da ponta da varinha e se transformou em um enorme crânio com uma serpente entrelaçada nele.
A serpente circulou-a uma vez, saiu pela parte de baixo do crânio e sibilou na língua das cobras.
- “Princesa das Trevas” – Meu pai sorriu longamente e traduziu para os outros, o que ela havia dito.
Ergui a varinha novamente num movimento rápido de mão a fumaça que formava a imagem foi se esvaindo até que não existia mais nada lá. Sorri e me sentei de volta em meu lugar para meu pai dar continuação à reunião.
Fim do Capítulo.
Notas finais
Xoxo
P.E.
Fale com o autor