Notas iniciais
Oii gente foi mal a demora, e foi mal ai se o cap. ficou ruim ou sei lá.
Boa leitura!

Bella POV:

Algumas semanas se passaram e a história sobre a minha imunidade à maldição Crucio se espalhou entre os seguidores de meu pai. Eles tinham tanto medo de mim quanto tinham do meu pai, talvez até mais.

Meu apelido “Princesa das Trevas” ficou bem popular entre eles depois de ouvirem meu pai me chamar assim numa reunião. Alguns inventaram outros, mas todos eles são basicamente um símbolo de poder e escuridão.

Neste momento eu me arrumava para finalmente aparecer em público com os Malfoy. Iríamos para o Beco Diagonal onde eu registrar-me-ia como “Isabella Prydein” Filha de Andrômeda Lestrange e Rodolfo Prydein. Eu assumiria as fortunas das duas famílias e faria as compras dos materiais para Hogwarts.

Mas antes de tudo isso eu e Lúcio iríamos ao Ministério, o Ministro, Cornélio Fudge, queria conhecer a misteriosa sobrinha dos Malfoy, que tinha o sobrenome mais poderoso do mundo bruxo. A família Prydein vem de linhagem direta de Merlin e o Ministro com certeza sabe disso. Lúcio disse que ele vai tentar de tudo pra puxar o meu saco, somente para que eu esteja “de acordo” com ele.

Ele convocou uma reunião com os membros mais importantes do Ministério. Entre eles Alvo Dumbledore, eu só aceitei ir quando soube que o velho estaria lá, apesar de saber que não poderia fazer nada ofensivo contra ele tão cedo, seria bom dar um rosto ao futuro voluntário dos meus planos de tortura. Meu pai não quis me contar o que aconteceu “naquela” noite com minha mãe, Trixie, Rodolfo e Narcisa mas eu convenci Trixie a me contar tudo, nos mínimos detalhes. Eu nunca senti tanta raiva na minha vida, nem mesmo quando eu passei pela transformação depois da “agradável” conversa que tive com o Cullen telepata, naquele dia eu acabei matando todos os prisioneiros que eram mantidos na mansão, meu pai ficou furioso quando soube que Trixie havia me contado, mas eu o convenci que eu tinha induzido ela á me contar, por isso ele relevou em castiga-la.

Era impressionante como a cada dia que passa, meu ódio por Dumbledore cresce mais ainda. Não somente dele mas de todos que votaram a favor de liberar a entrada dos trouxas no mundo mágico. Eram sete pelo que papai havia me contado, e todos eles, um por um iriam pagar muito caro, isso eu posso garantir pessoalmente. Cornélio Fudge, Dolores Umbridge, Mafalda Skeeter, Adalberto Walfling, Emerico Switch, Filida Spore e Alvo Dumbledore não teriam um final feliz. Seria muito, mais muito bom conhecê-los hoje na reuniãozinha. Lá também estariam Newt Scamander, Cassandra Vablasky e Libálius Borage, eles apoiaram meu pai junto com Sev e Rodolfo há 17 anos. Sev desistiu de trabalhar no ministério depois do que aconteceu e foi trabalhar em Hogwarts como professor. Newt e Libálius também eram comensais, já Cassie era casada com Newt e também nos apoiava mas sem se envolver diretamente.

- Está pronta Belly? – Lúcio perguntou na porta do quarto, me tirando dos meus devaneios.

- Estou Lúcio, vamos. – Respondi pegando minha bolsa. Dei uma ultima olhada no espelho, constatando que estava perfeita. Usava uma calça jeans preta colada com detalhes dourados nos lados, uma camiseta cinza com um crânio na frente, um casaco preto por cima já que fazia um pouco de frio e um salto alto preto. Meus cabelos caiam em belos e bem feitos cachos por minhas costas, passei uma maquiagem escura mas simples nos olhos e um batom vermelho vivo nos lábios. Sorri para meu reflexo e acompanhei Lúcio até a sala de estar onde meu pai e Trixie nos esperavam.

(Roupa da Bella: http://www.polyvore.com/ipr_minist%C3%A9rio_da_magia/set?id=46026740 )

- Belly você está linda! – Trixie disse sorrindo, retribuí o gesto.

- Obrigado Trixie.

- Realmente, você está perfeita querida. – Meu pai concordou. Sorri para ele e o abracei, depois que fossemos ao Beco diagonal não voltaríamos para cá, eu ficaria na casa dos Malfoy já que amanhã o expresso para Hogwarts saia.

Meu pai pareceu perceber isso e disse.

- Não se preocupe pequena, nós nos veremos logo, você também virá para as reuniões, ok?

- Mas... Vai demorar? Não quero ficar longe de você agora que nos reencontramos. Passamos tão pouco tempo juntos. – Fiz um bico enorme. Eu realmente não queria me afastar dele, mas era a minha missão... Suspirei e ele respondeu.

- Não irá demorar querida, e eu também não quero ficar longe de você, mas é necessário. Quando tudo isso acabar nós ficaremos o tempo todo juntou, tudo bem? – Eu assenti e sorri para ele. – Eu te amo pequena, se cuide. – Ele sussurrou no meu ouvido.

- Eu também te amo, se cuide também, ah e guarde um pouco de diversão pra mim! – disse em resposta. Ele sorriu sabendo do que eu falava e concordou.

- Então... É melhor irmos, ou vamos nos atrasar não é Lúcio? – perguntei.

- Claro Belly. – Ele sorriu, eu adorei quando eles inventaram esse apelido para mim, apenas Sev, Trixie e Lúcio me chamam assim.

- Ahhhhh eu vou sentir sua falta Belly... Isso vai ficar monótono sem você. – Trixie choramingou, eu sorri e abracei-a.

- Nos vemos logo, Trix, vou sentir saudades também. – Ela sorriu e nos afastamos.

Eu e Lúcio entramos na Lareira e pegamos um pouco de pó de Flu. Dissemos ao mesmo tempo.

- Ministério da Magia de Londres. – Senti como se o ar estivesse se dobrando e uma força invisível me puxasse, mas isso se foi tão rápido, quanto veio e quando me senti em terra firme novamente, abri os olhos e constatei que estávamos em um enorme salão cheio de lareiras, várias pessoas entravam e saiam delas se transportando de lugar para lugar. Quando saímos da lareira em que estávamos, alguns pararam para nos olhar, mas nenhum se atreveu a falar conosco. Sorri de canto e caminhei junto de Lúcio para a saída. Passamos por um Longo corredor cheio de portas e paramos na ultima delas.

- Preparada? – Lúcio questionou.

- Sempre estou! – Respondi e adentramos a tal porta.

Lá dentro estavam exatamente dez pessoas. Eu já conhecia Newt, Libálius e Cassie. Pelas descrições que Lúcio me deu anteriormente o homem sentado no lado mais extremo da mesa que usava um chapéu ridículo e tinha um charuto nos lábios era Cornélio Fudge, a coisa rosa que estava sentada à direita dele era Dolores Umbridge, à sua esquerda estava um homem magro com cara cheia de sardas e os dentes maiores que a boca só poderia ser Emerico Switch, ao lado dele estava uma mulher baixinha e pela cara de mosca-morta era Filida Spore, ao lado de Dolores estava um homem muito gordo praticamente careca e com cara de quem comeu e não gostou, Adalberto Walfling. Depois do gorducho estava Cassie com seu clássico vestido negro e coque bem feito, ao lado dela Newt se sentava com sua típica postura superior. Ao lado da Spore estava um velho de barba enorme e cara de sabe-tudo, obviamente aquele era o tão falado Alvo Dumbledore, deixei um mínimo sorriso maléfico brincar em meu rosto, mas logo o escondi sorrindo “falsamente” amável. Ao lado do velho Libálius estava sentado representando seu papel de “eu-sou-bonzinho-e-quero-a-paz-mundial”.

- Ministro. – Lúcio cumprimentou respeitosamente. Somente quem o conhecia realmente bem, como eu, podia identificar o deboche escondido em seu tom. – Gostaria de apresenta-los minha adorada sobrinha Isabella Prydein. – O “adorada sobrinha” continha uma dose extra de sarcasmo. Meu sorriso amável se tornou um pouco debochado, mas logo o camuflei novamente, precisava conhecer o território inimigo primeiro para depois decidir como agir.

- É um prazer conhecê-los. – Meu tom era neutro e ao mesmo tempo agradável, mas eu nunca iria demonstra um pingo de respeito àqueles inúteis, o único a quem eu trato assim é meu pai, porque ele é quem realmente o merece.

- Lúcio. – O imbecil cumprimentou se achando superior, depois se virou para mim. – É um prazer conhecê-la também, Isabella. – Seu tom era condescendente e continha arrogância. Arqueei uma sobrancelha para Lúcio como se perguntasse “ E o papo dele puxar meu saco?” Ele entendeu e sussurrou para que somente eu ouvisse.

- Ele duvida que você é a herdeira dos Prydein. – Meu sorriso se tornou de escárnio e eu não me preocupei em escondê-lo. Já que o chapeuzinho duvida do lobo mal ou no meu caso pantera, já que minha forma animaga é uma enorme pantera negra, vamos provar a ele a verdade.

- Srta Prydein. – O corrigi. – Não temos intimidade o bastante para que você me chame pelo primeiro nome Cornélio. – Falei destacando o seu nome, deixando claro que eu o chamaria do que eu quisesse.

- Ainda não temos prova de que você é realmente uma Prydein, é apenas a palavra de Lúcio para isso, a Família Prydein é uma das mais ricas e poderosas do nosso mundo, não queremos botar tudo a perder colocando isso nas mãos erradas, estou certo? – Seu tom ainda era o mesmo e eu assim como meu pai não tinha uma paciência infinita.

- Está insinuando que a palavra de Lúcio, meu tio, não tem valor? – Perguntei ainda sorrindo, mas meu tom não tinha nem um pouco de divertimento.

- Não é isso, eu...

- Se duvida tanto disso posso prova-lo perfeitamente qual a minha linhagem. – Um sorriso se aumentou com o trocadilho.

- Isso seria ótimo, mas...

- Perfeito. – O interrompi novamente e me abaixei puxando minha varinha, os outros idiotas puxaram suas varinhas caso eu fizesse algo contra “o Ministro”. Não fiz caso de sua ameaça inválida, eles não conseguiriam nem movimentar a varinha caso eu decidisse mata-los. Mas eu não faria isso, pelo menos não agora.

Movimentei elegantemente minha varinha e disse alto e claro.

- Expectum Patrono. – Uma luz azul cinzenta saiu da ponta de minha varinha e formou um enorme e belo dragão, ele bufou deixando um pouco de “fumaça” sair de seu focinho e bateu as asas, ele juntou as asas ao redor de seu corpo pela segunda vez e quando as abriu ao seu redor tinham mais quatro animais. Uma águia, um texugo, um leão e uma serpente. A águia levantou voo ao redor do dragão, o texugo farejou o ‘ar’ , o leão rugiu e a Serpente sibilou. Resolvi brincar um pouco e silenciosamente os mandei se aproximar do Fudge que estava mais branco que papel. Como minha magia era muito mais poderosa que a dos bruxos, meus patronos eram muito mais reais e corpóreos que os outros tornando-os muito mais assustadores , a única semelhança com o patrono comum era a cor.

Eles foram se aproximando vagarosamente do Fudge que se encolhia cada vez mais na cadeira, os outros estavam ou chocados de mais ou assustados de mais para pensar em fazer alguma coisa. Vi pelo canto do olho Lúcio sorrir abertamente e Newt, Cassie e Libálius prenderem o riso.

Vi fudge ficar branco, cinza, azul, roxo verde e..... Ele desmaiou?? Sufoquei a gargalhada e com um pequeno aceno com a varinha meus patronos sumiram. Aproximei-me dele, e Dolores saindo de seu estado de choque, se levantou, para ajuda-lo. Assim que estava perto o suficiente apontei a varinha para ele e pensei “Wolt’s Corpus Minima”, uma luz azulada saiu de minha varinha e o atingiu no peito.

Esse foi mais um dos feitiços que eu criei no meu tempo livre, ele mandava uma carga de choque através da pessoa em quem eu apontar. Até agora o mais forte que eu tentei fritou o alvo completamente, foi horrível, a ala de cárcere da mansão ficou fedendo a carne queimada, lamentável. Eu nunca tentei o “Wolt’s Corpus Máxima” somente o padrão “Wolt’s Corpus”, meu pai acha que a vitima se desintegraria ou algo assim.

O corpo do Fudge se sacudiu e ele rapidamente abriu os olhos assustado.

- O que foi isso? – Perguntou ofegante.

- Nada de mais, apenas acordei você. Está doente Cornélio? Desmaiou tão de repente.... – Perguntei com falsa ingenuidade. Ouvi risinhos baixos, mas não me incomodei em ver quem era.

- N-não se preocupe Srta Prydein, eu estou bem, foi apenas... Um mal estar. Sorri largamente.

Ele se levantou e sentou novamente com a ajuda da coisa rosa. Sentei-me também ao lado de Lúcio e esperei para ver o que ele falaria.

— Bom então já que está provado que a Srta é mesmo a Herdeira dos Prydein, gostaria de apresenta-la aos membros do ministério. Estes são Dolores Umbridge, Mafalda Skeeter, Adalberto Walfling, Emerico Switch, Filida Spore, Alvo Dumbledore, Newt Scamander, Cassandra Vablasky e Libálius Borage. – Ele apontou para cada um deles enquanto dizia seus nomes, eles acenavam para mim quando eram apresentados. – Lúcio você já conhece e eu sou Cornélio Fudge, como você sabe o Ministro. – Ele tinha um tom de orgulho quando disse a última parte.

Acenei sem dizer nada e ele continuou.

- Bem, Lúcio nos contou de você é filha de Andrômeda e Rodolfo, isto está correto?

- É claro. – Afirmei

- Bom então.. – O interrompi impaciente.

- Se era só isso, eu ainda tenho que ir ao Beco diagonal com meu tio, você deve saber que eu não tenho o dia todo somente para responder suas perguntas obvias. – Ele ficou vermelho e seus olhos mostraram irritação, arqueei uma sobrancelha o desafiando a me contradizer.

- Claro Srta Prydein, nós todos entendemos isso e...

- Ótimo, vamos ‘tio’. – Me levantei não fazendo caso do que ele iria falar e Lúcio me acompanhou.

- Até logo senhores, Ministro. – Lúcio disse se despedindo, eu não me incomodei com isso.

Ele me estendeu o braço, eu o peguei e caminhamos para as lareiras novamente. Assim que estávamos sozinhos, e ninguém poderia nos escutar eu gargalhei sonoramente e Lúcio me acompanhou. Essa reunião rendeu mais do que eu imaginava, e o ministro é mais idiota do que eu pensava. É realmente lamentável as escolhas de líder que o mundo mágico faz, mas isso logo, logo será mudado.

Fim do Capitulo.

Notas finais
E ai o que acharam? Ta bom? Ruim? OMM não me joguem avadas Please. rsrsrsrs
Gente espero que o cap tenha ficado bom até a próxima.
Xoxo
P.E.