Notas iniciais
Oii pessoal desculpem a demora, mas eu tava focada na fic TDL, então sorry, espero que gostem desse cap, apesar da ação dele ser menor do que nos outros, mas...
Bem, é crucial para a continuação da fic.
Sem mais delongas, Boa leitura.

Bella POV:

Usamos a rede de flú indo para o ministério. Falaríamos primeiro com o Fudge sobe a Cindy em seguida faríamos a visitinha à Skeeter.

Uma secretária de quinta tentou nos impedir de entrar na sala do paspalhão, mas eu pouco me importei e invadi a sala, sem nem hesitar. Me arrependi assim que meus olhos pousaram nas duas figuras lá dentro e o que elas faziam. Caralho! Estou sentindo minhas retinas queimarem! Vou cegar! Estou traumatizada pelo resto da vida!

A cara de sapo estava... Argh, praticamente em baixo da mesa de frente para o Fudge que nos olhava de olhos arregalados. Ugh que nojo! Cindy e Drake pareciam tão ou mais horrorizados do que eu. Cin parecia um pouco verde, enquanto o rosto de Drake se contorcia em uma expressão de nojo, desprezo e repulsa.

- Mas o que é isso? – Esbravejou o Fudge. Eu rolei os olhos fazendo o máximo para não olhar para algo abaixo do seu rosto, eu tenho certeza que dessa vez meu cérebro iria atrofiar se eu ver isso novamente.

- Não grite comigo Fudge, sabe muito bem que eu posso fazê-lo se arrepender, ainda mais depois disso. – Apontei a mão vagamente na direção deles. – Agora mande a Sapink sair para podermos conversar. – Eu falei friamente crispando os lábios com nojo. Lucio, parecia mortificado, com nojo e um pouco divertido, mas isso não era muito visível por trás de sua expressão fria e indiferente.

A sapink saiu fazendo cara feia para mim, graças a Merlin a sapa rosa não disse nada, afinal a dignidade inexistente dela não tinha mais moral.

- O que vocês querem falar? – Perguntou Fudge tentando fingir que a cena de momentos antes não ocorreu. Cindy arqueou uma sobrancelha friamente como que não pudesse acreditar em tamanha cara de pau, afinal o infeliz ainda nos ofereceu FireWiskey. Nenhum de nós aceitou, geralmente não bebíamos ou começamos o que estranhos e pessoas não confiáveis nos ofereciam.

- Esta é Cindy Black Malfoy. – Eu apresentei, antes que ele pudesse perguntar Lucio falou.

- Minha filha. – Isso rendeu-lhe olhos arregalados.

- Mas... Mas... Como? – Dake bufou provavelmente prendendo uma resposta espirituosa, já Cindy não teve a mesma preocupação.

- Ora como, homem, mulher, cama, sexo, nove meses, bebê... – Falou em um tom irônico como se acreditasse falar com alguém de problemas mentais, o que rendeu uma carranca de raiva do ministro falsete.

- Disto eu sei muito bem garota, eu... – Drake interrompeu parecendo irritado.

- Isso nós percebemos. – O sarcasmo escorria litros em sua voz. Antes que o falsete falasse algo eu interrompi.

- Sem perguntas idiotas. Quero que Cindy vá para Hogwarts comigo. – Falei sem rodeios.

- E o que eu tenho haver com isso? – Perguntou arrogantemente. Eu apenas sorri, dócil e infantilmente, exatamente o sorriso que eu dava quando iniciava alguns joguinhos divertidos com Trixie. Fudge me olhou confuso deixando-se seduzir pelo sorriso de Eva. Trixie batizou assim depois que eu contei a ela um pouco sobre a crença dos trouxas nos demônios, e a origem da espécie, embora tenha zombado bastante de como os trouxas são tolos.

‘Você vai fazer o que eu quero Fudge querido’ – Falei em sua mente o que o assustou afinal ele tinha barreiras de oclumencia as quais eu atravessei sem problemas. Os únicos que podiam me bloquear eram Sev, que sempre me dava passagem quando eu queria, meu pai, que mantinha nossas mentes ligadas boa parte do tempo, embora não escutemos os pensamentos uns dos outros exceto quando começamos a conversar por essa ligação, e o velho estúpido, a merda era que eu não conseguia nem sentir a oclumencia dele, só tinha uma barreira grande e negra na porra da mente maldita dele que eu não podia passar, isso me irritava afinal isso só acontece com certas criaturas.

- Como... Como você...? – Perguntou um pouco pálido. Frouxo! Eu me levantei caminhando com o sorriso ainda pregado no rosto. Ele tentou virar a cadeira para manter os olhos em mim, mas eu o prendia com um feitiço simples de pressão. Coloquei as mãos em seus ombros deixando-o sentir o formigamento do meu poder, em seguida enviei outro formigamento com o sentimento, mau do meu poder, era como se ele caísse em um tanque cheio de mil insetos, todas passando por sua pele, e aquele típico sentimento maligno. Eu me inclinei um pouco e sussurrei em seu ouvido, enquanto olhava para Lucio, Drake e Cindy, os dois últimos mantinham sorrisos igualmente cruéis no rosto enquanto Lucio crispava os lábios para não deixar o seu sorriso sair, afinal, ele ainda mantinha uma fachada publica.

- Eu posso fazer muito mais do que isso, posso descobrir tudo aí dentro, posso colocar tudo aí dentro, posso fazer o que eu quiser com você, por enquanto você me é útil, eu sugiro que você se esforce para não se tornar algo dispensável para mim, porque eu, não hesitarei antes de me livrar dos inúteis... – Ele tremia mais que o idiota do Quinrell que meu pai me mostrou em suas memórias, o idiota que o ajudou a entrar em Hogwarts a alguns anos. – Quero Cindy em Hogwarts comigo, ela corre perigo enquanto estiver longe de mim, então quero que coloque também mais dois primos meus. Alec e Jane Volturi, eles são bruxos e também são vampiros, mas considerando que Dumbledore já colocou alguns lá, mais dois não fazem diferença. Quero que consiga três vagas para eles, ou eu temo que você terá que dar adeus a seu casinho com a sapink afinal... Não se pode fazer nada sem o ‘brinquedinho’ não é... – Apertei minhas unhas em prata em sua coxa sugestionando a ameaça, era um feitiço que Trixie havia criado que mudava a essência de nossas unhas para prata, muito afiada, útil para torturas e muito bonita, além de ser de uma das cores da sonserina.

O idiota agora ofegava pelo medo, de olhos arregalados, fala serio, como é que eles escolhem os Ministros? Pelo mais covarde com certeza. Me afastei dele voltando para a minha cadeira ainda sorrindo docilmente como se estivéssemos falando de assuntos terrivelmente comuns e eu não tivesse acabado de ameaçar matá-lo não sem antes arrancar suas partes baixas.

- Então Fudge, será que já mudou de idéia? – Perguntou calma e friamente Lucio.

- Humm... Sim... Sim... Eu... – Ele engoliu em seco lançando uma olhadela em minha expressão sorridente. – Enviarei as cartas para a mansão Malfoy em alguns dias.

- Se apresse, quero que eles possam ir comigo assim que eu e Drake retornarmos ao castelo. – Eu falei me levantando. – E não tente mostrar suas memórias a ninguém, porque eles verão muito além disso. Não gostaria que todos soubessem sobre o trabalho extra da sapink não é? – Zombei com uma voz fria. Ele se encolheu um pouco, com certeza tinha pensado nessa possibilidade, Drake rolou os olhos, Cindy ainda tinha um sorriso gélido no rosto e Lucio ainda parecia frio e indiferente.

Eu saí da sala sem me despedir, não tava nem aí para os modos, quando se tratava de gente desse tipo, sendo seguida é claro pelos três. Eu me direcionei as portas do ministério, ignorando o caminho do flú e os outros continuavam em meu encalço sem nenhuma pergunta.

Os arrastei até um beco alguns quarteirões dalí e observei um pouco a movimentação, tinha estudado um pouco a rotina dos meus alvos e sabia que a Skeeter sairia do trabalho mais ou menos em dez minutos e em vinte estaria em casa, onde nós a esperaríamos é claro. Transfigurei minhas roupas comuns para minhas vestes de comensais, um vestido completamente preto de um tecido muito parecido com couro e jeans (NA verdade eu sempre mudava minhas vestes de comensal para algo diferente a cada missão, pra que repetir a roupa se você pode usar milhares de outras opções para cada ocasião?), uma capa de veludo, botas sem salto que iam até os joelhos, afinal o vestido batia no meio das minhas coxas. Maquiagem mais escura ainda, o batom vermelho sangue, era a única coisa colorida em mim. E por ultimo minha máscara de prata que cobria parcialmente meu rosto, deixando apenas os olhos, a ponta do nariz e os lábios visíveis.

Draco e Lucio também tinham transfigurado suas roupas para as vestes usuais de comensal, enquanto Cindy só nos olhava confusa.

- É o que usamos, o ‘uniforme’ dos comensais. – Eu expliquei e com um aceno de mão em sua direção suas roupas mudaram para um vestido preto de seda que batia um pouco acima de suas coxas, uma bota de combate preta, capa de veludo, maquiagem mais sombria. E uma máscara de couro preta.

- Porque não posso ter uma máscara de prata como a de vocês? – Perguntou fazendo biquinho.

- Mascaras de prata são para os comensais do circulo intimo, alguns usam de couro para esconder as identidades ou só porque se consideram a elite abaixo é claro do circulo intimo. Você não é uma comensal, e sua identidade deve ser preservada. – Eu expliquei. – Agora sem mais conversas, temos que ir. – Sem esperar resposta eu toque os três e aparatei em frente a mansão da velhota. Nós passamos facilmente pelas enfermarias da casa e nos sentamos na sala de frente para a lareira e porta a espera da nossa vítima.

Não demorou muito e as chamas da lareira se tornaram esverdeadas e Mafalda Skeeter apareceu dentre elas. Ela não nos percebeu ali, estávamos nos cantos mais escuros da sala, jogou a bolsa em cima do sofá e retirou os sapatos suspirando aliviadamente.

- Teve um dia cheio Skeeter? – Eu perguntei sorrindo maliciosamente. Ela saltou com o susto voltando-se para mim tentando alcançar a varinha dentro de suas vestes.

- Q-quem é você? O que faz aqui? Isso é invasão de propriedade eu vou chamar os aurores! – Ela ameaçou e eu somente ri, acompanhada dos outros, o que chamou sua atenção para a presença deles. Estalei os dedos e várias velas se acenderam ao nosso redor bem como a chama da lareira aumentou dando-lhe a perfeita vista de onde nós estávamos e de quem éramos.

Uma expressão de pânico passou por seu rosto ao apalpar o lugar onde sua varinha deveria estar e eu sorri descruzando os braços das minhas costas.

- Procurando isso aqui? – Perguntei cinicamente apontando para sua varinha em minhas mãos. – Hm... acho que você não vai precisar mais... – Comentei me aproximando lentamente. Ela deu alguns passos para trás assustada. Não havia mais ninguém na casa, a Skeeter filha estava no prédio do profeta diário e tinha sua própria casa, e ela não tinha elfos, ou qualquer outro ser vivo morando com ela. Sua varinha estava em minhas mãos, se tentasse lutar sem ela... Éramos quatro contra um, ela nunca ganharia, ela estava completamente a nossa mercê.

- P-porque estão aqui? – Ela perguntou tentando parecer firme.

- Pense minha cara Skeeter, o que você fez para irritar o Lord das Trevas? – Eu estimulei. Era divertido ver suas expressões mudando de medo, para pânico, para choque, depois para medo novamente, era divertido fazer esses joguinhos, antes eu nunca cogitaria fazer isso, mas agora, eu entendia perfeitamente o prazer sádico que meu pai e boa parte de seus seguidores tinham para isso. Era muito divertido...

- E-eu não sei... A causa dos elfos domésticos? – Perguntou incerta depois de um tempo pensando. Eu e Lucio rolamos os olhos em uníssono.

- Pense mais fundo Skeeter, procure em suas memórias, procure alguém que você e o resto dos babacas do ministério irritaram... Contrariar um bruxo tão poderoso como ele... Quão estúpido vocês podem ser? – Meu sussurro frio ecoou por toda a sala silenciosa. Ela pensou mais um pouco, franzia o cenho cada vez mais, até que por fim seu rosto estava horrorizado e ela arregalava os olhos dando mais alguns passos para trás.

- Não pode ser... Como...? – Gaguejou. Eu sorri maliciosamente e acenei confirmando seus pensamentos. Quase ninguém sabia que o verdadeiro nome do meu pai era tom. Para a sociedade Tom tinha morrido, ninguém sabia da verdadeira identidade do Lord das Trevas, exceto para mim, Dumbledore, o Potter, o circulo intimo e essa mulher em minha frente.

- Exatamente. Pelo visto não é tão lerda quanto parece... – Eu comentei com desdém.

- Tom... Ele... Não pode ser... Ele está morto! – Ela gaguejou novamente.

- Oh, sim! Ele está morto a um bom tempo. Agora ele é uma pessoa diferente... Alguém mais cruel... Mais frio... Mais sádico... – A cada pausa eu dava mais um passo em sua direção e ela lentamente caminhava para a armadilha, chegando cada vez mais perto de onde Lucio estava. – Mais vingativo... – Eu ronronei essa palavra saboreando seu significado implícito. – todo esse tempo... Não importa... Todos vocês irão pagar muito... Mas muito caro... – Essa parte eu disse em um tom raivoso e gélito. Ela pulou para trás assustada e um grito saiu de sua boca quando os braços de Lucio prenderam-se ao seu redor. Ela olhou para ele e o reconhecimento encheu sua expressão assim que viu os olhos cinzentos de Lucio, mesmo por sobre a mascara.

- L-Lucio... – Ela murmurou espantada. Todos sabiam que ele fora um comensal, mas todos pensavam que ele fora manipulado pelo imperius. – Vocês estão mantendo-o novamente pela maldição não é? — Ela virou-se para mim subitamente com raiva. Eu simplesmente não pude me segurar e soltei uma sonora gargalhada. Enquanto Lucio soltava risinhos desdenhosas.

- Não, não, minha cara Skeeter, eu nunca estive sobre os efeitos dessa maldição... – Ele falou em sua voz fria e sedutora mesmo quando a crueldade era obvia em seus olhos, hmmm, meu Merlin, isso já está ficando fora do controle... Nenhuma mulher resiste assim estando cercada por tantos homens gostosos, e Lucio definitivamente era um... Pena que era casado com Narcisa. Ao pensar nela uma involuntária careta veio ao meu rosto. Minha afinidade inicial com ela desapareceu poucas semanas depois que eu comecei meu treinamento, sei lá ela era tão... Bitch... – Uma desculpa inteligente não acha? – Perguntou ele retoricamente sorrindo. Percebi a decepção encher os olhos dela, bem como algumas lágrimas não derramadas e isso retornou meu riso.

- Ele é bonito não é? – Perguntei me aproximando dos dois. Ela agora não respondeu apenas olhou para o chão. – Com toda essa postura fria e refinada... Os longos cabelos platinados... Os olhos tempestuosos... – Percebia que agora as lágrimas escorriam por seu rosto. – Patético... – Murmurei. – Muito patético... Apaixonada por Lúcio? – Eu ri quando Luc estalou a língua em um som de desprezo que aumentou o choro da infeliz para soluços. Drake e Cindy mantinham-se quietos, como eu ordenei antes. – Não vai ao menos tentar fugir? – Eu perguntei com nojo. Que estúpida e fraca essa imbecil era! Nem ao menos lutar para escapar ela faz. – Oh, pobre coitada, está de coração partido, Luc machucou seus pobres sentimentos foi? – Zombei com uma voz infantil muito semelhate a de Trixie e ela estremeceu. Lancei-lhe uma fração da maldição crucio, algo bem fraco mesmo, até um primeiranista conseguiria, e a infeliz gritou de dor. Mantive a maldição por alguns instantes e rolei os olhos, retirando a maldição essa idiota consegue estragar a diversão! Argh, a infeliz desmaiou somente com essa pequena fração do Crucio, não agüentaria um dia nas masmorras da mansão. – Estúpida, não serve pra nada, nem pra torturar, é fraca de mais... Vamos levá-la à meu pai para ele decidir o que fazer com ela... – Eu crispei os lábios em desgosto para a mulher caída no chão. Luc é claro havia deixado-a estatelar-se no chão assim que ela perdeu a consciência. – Não durará muito... Que chato... – Lamentei. – Vamos. – Falei rapidamente. Queria me divertir um pouco com a Trixie, afinal essa Skeeter fracote nem me rendeu uma mínima diversão.

Aparatamos de volta para a mansão, e eu levitei o corpo dela até a sala de reuniões. Onde meu pai estava com o resto do circulo intimo. Joguei o corpo em cima da mesa me jogando em uma cadeira ao lado de Trixie enquanto Luc e Draco também sentavam-se. Cindy parecia incerta de onde ficar até que meu pai acenou para ela sentar ao lado de Lucio.

- Então querida, como foi? – Perguntou meu pai. Eu bufei olhando com desprezo para o corpo da Skeeter.

- Chato. – Respondi. – Essa imbecil começou a chorar antes mesmo de que eu partisse pra ação. E ainda desmaiou em cinco segundos da versão mais fraca do Crucio. – Bufei novamente, argh, eu queria uma missão de verdade, matar alguém de verdade. Meu pai olhou crispando os lábios em desgosto para a Skeeter desmaiada, e gritou pelo inútil do rabicho, que entrou correndo na sala tropeçando nos próprios pés e gaguejando uma saudação.

- C-chamou M-milord? – Eu rolei os olhos, não sei por que meu pai ainda mantinha esse idiota covarde aqui...

- Leve essa daí para uma das celas vazias. – Meu pai ordenou. O idiota ficou olhando para o corpo até que eu me irritei e rosnei em sua direção o assustando.

- Está esperando o que pra cumprir a ordem seu energúmeno? Que a infeliz acorde e caminhe sozinha para as celas? –Perguntei acidamente. Ele pareceu ainda mais assustado e levitou o corpo murmurando várias desculpas e saiu da sala correndo com o corpo flutuante atrás de si. – Idiota... – Murmurei por baixo da respiração. – Papai, eu posso pegar a Trixie emprestada? – Perguntei fazendo “cara-de-cachorrinho-pidão-que-caiu-do-carro-da-mudança”

- Isso depende, o que você quer fazer? – Perguntou. Um sorriso perverso cruzou meu rosto qual ele retribuiu.

- Quero fazer uma... Visitinha ao mundo trouxa... E aproveitar para passar na casa onde os Volturis estão, avisar que Jane e Alec vão comigo para Hogwarts juntamente com Cindy. – Eu respondi maliciosamente.

- Então você dobrou o ministro? – Perguntou arqueando uma sobrancelha. Uma expressão de puro nojo cruzou não só meu rosto, mas o de Drake, Luc e Cin. Meu pai percebeu e pareceu ainda mais curioso. Mostrei-lhe as memórias e ele mesmo fez uma expressão de nojo lago em seguida riu.

- Então é disso que o Fudge vem trabalhando ultimamente? – Debochou, eu apenas assenti sentindo uma imensa vontade de vomitar ao lembrar da sapink fazendo... UGH!

- Infelizmente para meus olhos e minha pobre mente traumatizada eternamente por aquela cena grotesca, sim. – Eu respondi. Ele riu novamente e falou.

- Vocês podem ir. Mas leve mais alguém com vocês. – Ordenou, Eu assenti pulando animada da minha cadeira e me jogando no seu colo. Os comensais do circulo intimo nem mais se chocavam com isso, afinal quase toda vez que o via eu fazia isso.

- Obrigado! – Eu beijei sua bochecha e sorri para ele que retribuiu rolando os olhos para meu comportamento.

- Quem você irá levar? – Perguntou.

- Hmm, Cindy. E Draco. – Respondi.

- Só? – Perguntou parecendo querer acrescentar mais alguns nomes na lista, tipo... Uns cem... Isso que dá ter um pai hiper-protetor, Ultra-poderoso, e mega-ciumento.

- Sei me cuidar papai, não se preocupe, Trixie também estará lá esqueceu? –Perguntei rolando os olhos. Ele bufou contrariado mas assentiu. Dei-lhe outro beijo na bochecha e praticamente saltitei (¬¬’) para onde Trixie, Cindy e Drake estavam sentados e os arrastei para fora da sala. – Até mais pessoal. – Eles responderam ao cumprimento e eu falei para os três assim que saímos da sala.

- Eu vou tomar um banho, se aprontem para irmos em meia hora. – Dei um beijo na bochecha de Trixie, um selinho em Drake e saí puxando Cindy para o quarto animadamente.

- Eu já disse que você é bipolar? – Perguntou Cindy rindo. Eu ri junto e fingi pensar.

- Hm... Sei lá, uma, duas, três vezes? Mais...? – Dei de ombros e continuei arrastando-a para cima.

Seria ótimo quando voltássemos para Hogwarts, Rosalie, Jasper, Emmett, Drake, Blaise, Lya, Pansy, Jane, Alec, Cindy e eu juntos no mesmo lugar... Hogwarts que se cuide porque com a nossa presença as coisas ficarão muito mais perigosas, ainda mais agora que a guerra está tão próxima. Eu não precisava mais fingir tanto ser boazinha, será... Divertido, embora eu tenha o pressentimento de que vou me surpreender bastante nesse pouco tempo antes da guerra, principalmente com certos Grifinórios, mais especificamente, Harry, Ronald e Hermione, mas uma sensação ruim vem junto com isso, de alguma forma eu sei que o trio não é culpado, mas quem é?

Três imagens, de três rostos apareceram subitamente em minha mente deixando-me um pouco confusa.

Dumbledore, Narcisa e... A murta que geme?

Fim do Capitulo.

Notas finais
Ohh, o sexto, sétimo, sei lá, sentido da Belly aflorando aí minha gente! E aí o que acharam desse final? A murta que geme será uma peça muito importante nessa fic, fiquem atentos às aparições da suposta garota morta por Tom... Será mesmo que tudo o que eles acreditam do passado é real? Hmmm... Mistério... Eu to com essa idéia na cabeça a meses, finalmente pude começar a realmente colocá-la em prática!
Espero que tenham gostado, E quero Reviews e muitas recomendações ou nada de próximo capitulo antes do dia seis! Rum.¬¬
MUHAHAHAHAHAH #Risadamaleficamodeon#
Até mais amoras, Bjs!