Isabella Prydein Riddle
35 Capítulo 30
Notas iniciais
Desculpem gente, mesmo. Espero que ninguém tenha me abandonado... Em fim sem mais chateação, Boa Leitura!
Belly POV:
Me arrumei rapidamente, estava animada para torturar alguns trouxas inúteis, dei a Cindy uma roupa perfeita para a ocasião, ela usava um vertido vermelho sangue, curto de couro, saltos pretos e maquiagem escura. (N/A: O vestido que a Taylor Momsen usa no vídeo de Just Tonight)
Já eu usava uma saia de pregas curta, de couro, um espartilho de couro preto por cima de uma camiseta de mangas também preta, botas que iam até acima dos joelhos, maquiagem escura, e cabelos soltos. Eu tinha o cabelo na cor castanho dourado, os olhos na cor âmbar e o corpo ligeiramente petite, no momento, adorava ser uma metamofomaga, podia ser quem eu quisesse.
- Vamos? – Perguntei a Trixie e Drake quando nos encontramos no Hall de entrada da mansão, eu é claro, mantinha Kramisha em meu colo, afinal ela também precisava de uma diversão.
Trixie usava um vestido de veludo preto, com vários assessórios em couro em prata, parecia uma motociclista. Usava saltos pretos, os cabelos ligeiramente lisos, mas no mesmo penteado, usava suas típicas luvas de couro e renda preta que cobriam seus braços e ligavam-se ao vestido como se fosse parte dele.
(N/A: O penteado fica igual ao da Amy Winehouse, ou pelo menos parecido, apenas um pouco mais selvagem.)
Drake usava uma camiseta preta de gola alta, calça e jaqueta de couro preta, botas de combate também pretas, os cabelos em seu típico bagunçado de sempre, e um sorriso irônico no rosto.
- Estão lindas. – Ele elogiou quando aparecemos, Cin corou, mas sorriu maliciosamente para isso.
Eu rolei os olhos para ela e o puxei para um beijo rápido.
- É melhor usarmos chave de portal, poderíamos nos perder se aparatarmos. A chave de portal é a minha pulseira, saí em dez segundos, todos a toquem agora. – Eu disse. Os três seguraram minha pulseira exatamente no momento em que ela brilhou e nos transportou para uma cidade média no interior de New Hampsire, não muito longe de Londres. Eu sabia que o ministério não podia nos rastrear, já que a minha magia encobria a deles, então estávamos seguros para viajar assim, desde que fossemos todos juntos é claro.
- Hm... Lugarzinho sem graça... – Trixie comentou olhando para os trouxas e suas vidinhas que eu também achava sem graça.
- Vai ficar bem mais divertido quando nós terminarmos... – Drake disse com um sorriso maldoso. Eu dei-lhe um sorriso concordando e comecei a nos guiar pelas ruas, passando despercebidos pelos trouxas enxeridos. Como sempre meu ambiente de caça era em lugares industriais, ou perto de casas noturnas. Avistei um grupo de homens sentados com uma única mulher no meio deles, ela parecia uma prostituta. Invadi a mente deles, eram seis homens e uma mulher, dois deles eram traficantes de drogas, e também de mulheres jovens para se tornarem prostitutas em outros países, outro abusava da irmã mais jovem, era pedófilo. Um deles era policial corrupto, os outros eram uns pervertidos sem reversão, assaltantes e bandidos que gostava de estuprar mulheres. E a mulher dormia com os seis, além de ajudar nos esquemas dos cinco, arranjando vítimas para os estupradores e assassino loiro, compradores para os dois traficantes morenos, assim como seqüestrava crianças para o pedófilo. Ela era a pior de todos eles, uma vadia completa.
- Eu quero o loiro. – Falei apontando para o mesmo. – A mulher é sua Trixie, faça-a sofrer bastante, vocês dois podem fazer o que quiser com os outros desde que não os deixem fugir. – Falei para Draco e Cindy. – “O ruivo é seu Kram”– falei, me referindo ao segundo estuprador, na mente da minha gata,que se arrepiou com a excitação de uma verdadeira caçada, que não tínhamos a um bom tempo. — Eu e Cindy vamos na frente, Drake e Trixie quando eles nos seguirem e entrarem no beco, vocês aparecem os cercando por trás. – Sorri maliciosamente enquanto Trixie arregalava seus olhos brilhantes de loucura e excitação pela parte torturosa da noite.
Peguei Cindy pela mão sem esperar que os dois respondessem e a puxei na direção um pouco mais clara da rua e ri alto chamando a atenção dos trouxas para nós. Cindy se inclinou na minha direção sussurrando.
- O que eu devo fazer? – Eu sorri com malicia como se ela tivesse falado algo totalmente diferente do que tinha dito e me inclinei passando a mão em seu rosto enquanto piscava para ela.
- Divirta-se doçura... – Respondi rindo novamente e continuamos a caminhar novamente. Cindy relaxou um pouco com as minhas palavras e riu me acompanhando. Aquilo tinha sido o bastante para que o grupinho de trouxas imundos se interessassem em nós.
Eu via pela mente deles o que eles planejavam fazer. O policial corrupto e um dos traficantes se viam particularmente interessados em ouvir Cindy gritar de dor enquanto a estupravam, o estuprador e o pedófilo tinham a mesma ideia exceto que eles me imaginavam no lugar de Cindy, a mulher gostaria de assistir toda a ação, ou até mesmo participar. Já o ultimo homem, também traficante queria transar com a prostituta enquanto assistia o que os outros faziam conosco.
Abri um enorme sorriso malicioso para aquilo, era sempre tão divertido... A presa se tornando o predador... Lambi os lábios já imaginando a diversão que teria essa noite e finalmente puxei Cindy para um beco, antes que saíssemos completamente de suas visões empurrei Cindy contra a parede e me encostei contra ela de uma forma que para eles parecesse mais intimo do que era. Cindy entendeu o recado e me puxou mais pra dentro do beco e... Bingo! Agora era só esperar que eles viessem para as nossas garras.
Nem mesmo dois minutos se passaram e os sete apareceram com sorrisos maliciosos em seus rostos.
- Olá gracinhas... – O loiro falou olhando com luxúria em minha direção.
- Olá. – Eu respondi calmamente com um enorme sorriso no rosto. Cindy estava sentada em uma caixa em frente a mim e ocasionalmente soltava risadinhas a lá Trixie.
Quatro dos homens foram se aproximando de nós e meu sorriso só aumentava.
- Agora delicia... Vocês vão sentir como é realmente ter um homem dentro de seus corpinhos deliciosos... Ou melhor.. Dois... – Falou o outro que se dirigia a Cindy.
- Sério? — Ela perguntou brincalhona. – Eu não vejo nenhum homem por aqui... Quem dirá dois... – Insultou e eu ri. Os quatro rosnaram enquanto a mulher mais atrás junto com o ultimo dos homens pareciam apreciar o entretenimento.
- Vamos ver o que você vai dizer quando eu terminar gracinha. Vocês estarão tão quebradas que nem mesmo conseguirão andar... – Ameaçou o que caminhava ao lado do loiro.
Uma gargalhada maníaca ecoou pelo beco e todos viraram sua atenção para a entrada do mesmo onde Trixie, Draco e Kram estavam. Draco parecia com raiva, Trixie gargalhava a plenos pulmões e Kram agora na forma de um enorme tigre com os pelos na cor castanho-dourado e os olhos âmbar seguindo a minha mudança de aparência, rosnava baixinho para os sete.
- Ohh! O pequeno trouxa acha que pode machucar a Belly poo... Ou a Cin cupcake... – Ela riu em uma voz infantil e assustadora.
- Quem diabos é você? – Rosnou a prostituta.
Trixie parou de rir imediatamente com uma expressão assassina no rosto e disse em uma Voz mortal.
- Sou o seu pior pesadelo trouxa inútil! Crucio! – A prostituta caiu no chão se contorcendo e gritando de dor. O homem que estava ao seu lado sacou uma arma, mas antes que pudesse atacar Trixie ele estava no chão gritando enquanto Draco o mantinha sob o Criciatus.
Os outros quatro deram passos assustados para trás como se fossem correr, mas eu e Cindy estávamos em seus caminhos. Kram deixou o ruivo correr um pouco e logo o seguiu antes que ele saísse do beco cravando seus dentes na perna do trouxa e o puxando de volta enquanto ele gritava de dor e medo.
- O que diabos são vocês?! – Gritou o loiro com medo evidente. Dei-lhe meu melhor sorriso cruel e lambi os lábios antes de dizer.
- A sua morte... – Num milésimo de segundo o loiro e o que estava ao seu lado estavam mantidos presos no chão por visco do diabo, com os braços e pernas separados do corpo.
Cindy tinha criado um escudo ao redor dos dois trouxas a sua frente impedindo que eles fugissem. Ela apontou a varinha e me surpreendi ao vê-la manter a maldição Cruciatus nos dois ao mesmo tempo.
Kram agora se divertia dando mordidas aleatórias no trouxa que gritava tentando escapar sem nenhum sucesso. Trixie soltou uma risadinha quando Kram rasgou as roupas do trouxa cravando os dentes no minúsculo ‘brinquedinho’ do trouxa o arrancando. O trouxa gritou e Kram cuspiu o pedaço de carne parecendo um pouco enojada, me fazendo rir para isso, antes de começar a arranhar suas unhas pela carne do trouxa e lambendo o sangue tentadoramente perto de seu estômago fazendo o trouxa gritar mais ainda, de medo, dor, pânico. Nesse momento todos eles pediam piedade... Ouvi vagamente Cindy zombando friamente para um dos trouxas que torturava dizendo que se ele queria perdão que pedisse a Deus, isso antes de morrer porque em pouco tempo ele estaria de cara com o capeta.
Sorri maliciosamente me abaixando perto do loiro e soltei um risinho antes de entrar em sua mente criando alucinações em que ele aparecia no lugar de suas vítimas. Deliciei-me com os seus gritos não tocando no segundo trouxa, deixando o medo o consumir ao escutar os gritos de dor estridentes de seus companheiros.
Lancei-lhe então uma maldição que o faria lentamente queimar de dentro pra fora como se seu sangue começasse a ferver. Em seguida, apenas em um experimento lancei uma das minhas maldições. “Wolt’s Corpus”, uma versão um pouco mais forte do que a que usei em Fudge algum tempo atrás. Sorri quando seus gritos se intensificaram e ele se debatia ainda mais contra o visco que só o apertava mais.
Sorri mais ainda sentindo a presença de duas pessoas, dois vampiros para ser mais exata a alguns metros de nós e chamei.
- Jane. Alec. Juntem-se a nós. – Pude sentir a surpresa emanando dos dois, mas rapidamente os dois apareceram com suas capas escuras e sorrisos idênticos ao ver a cena ao seu redor.
A noite seria divertida....
[...]
Algumas horas depois voltamos para a mansão, Alec e Jane vieram junto conosco, os outros volturis tinham voltado para Volterra somente a espera de um chamado de meu pai, enquanto os dois ficaram já que iriam comigo para Hogwarts.
Os dois estavam caçando quando nos encontraram, o que foi perfeito, fiz os dois se alimentarem dos trouxas injetando um pouco de seus venenos no sistema de cada um, apenas para fazê-los sentir dor, nada o bastante para transformá-los. Eles adoraram a sensação do gosto do sangue enquanto as vítimas eram mantidas sob o Cruciatus, isso era explicado pelo fato de que o Cruciatus agitava todas as células do corpo e fazia a temperatura do sangue aumentar fazendo a dor crescer.
Sorri maliciosamente para o fato de Alec e Cindy terem se dado excepcionalmente bem, e pelos pensamentos maliciosos de Cindy sobre ele, com certeza ela estava interessada em dar uns amassos com o vamp-boy.
Achei estranho não encontrar meu pai em seu escritório quando fui avisar que tínhamos chegado, mas logo esse problema foi resolvido quando os gritos vindos das masmorras chegaram aos meus ouvidos. Minha audição era um pouco melhor por conta da minha animagia e fazia os menores ruídos se tornarem mais nítidos. Assim como os meus outros sentidos eram também um pouco mais melhorados embora não tanto.
Pedi para Draco mostrar a Alec e a Jane seus quartos e deixei Cindy, depois dela muito insistir, ficar com os gêmeos e Draco conversando enquanto eu iria até meu pai.
Caminhei confiante pelos corredores extensos da mansão não me preocupando em trocar a roupa coberta de sangue, podia facilmente fazer isso mais tarde, e eu tinha quase certeza de que me divertiria mais um pouco nas masmorras e eu não queria estragar outras roupas desnecessariamente. Queria também ver Sev ou o Lobo mau logo, estava louca para saber a reação da ordem ao ver novamente minha marca, uma rosa com uma serpente formada ao redor de seu caule, sendo a Marca feita dos restos dos corpos imundos dos trouxas que matamos.
Cheguei nas masmorras e perguntei para comensal que parecia um pouco assustado enquanto guardava a porta da cela onde eu sentia meu pai e mais outra pessoa.
- Quem está aí? Além do meu pai é claro?
- A-Adalberto Walfling princesa, alguns comensais que chegaram de uma missão o trouxeram pra cá. – Respondeu ele estremecendo quando os gritos aumentaram. Eu o entendia, sentia a fúria de meu pai de longe e com certeza nenhum de seus seguidores queria ser alvo de sua ira.
- Esse é o mesmo Walfling do ministério estou certa? – Perguntei arqueando uma sobrancelha.
- Sim. – Respondeu ele rapidamente. Agora eu entendia a raiva do meu pai. Walfling foi um dos que votaram contra ele no ministério anos atrás, e o culpado por várias mortes incluindo a de minha mãe.
- Está dispensado, eu vou ficar aqui. – Falei entrando na cela sem esperar resposta.
Meu pai mantinha o traidor de sangue sob seu cruciatus, que estava em seu auge máximo desde quando partilhamos nossos poderes ao trazer seu corpo humano de volta.
Observei por mais alguns segundos escutando o traidor gritar. Nenhum dos dois pareciam perceber minha presença e isso era descuidado da parte de meu pai, se fosse outra pessoa potencialmente perigosa a ele, teria uma chance de atacá-lo, mas é claro eu nunca faria isso.
Meu pai lançou mais um crucio no traidor de sangue que gritou novamente. Ele estava muito perto da morte, e eu não queria isso, ele deveria sofrer muito mais, afinal ele participou da decisão que fez a minha mãe sofrer, e meu pai, Sev, Trixie e muitos outros. E ainda é sua culpa que eu tenha passado toda a minha vida no mundo trouxa!
- Papai... – Chamei me aproximando e colocando a mão em seu ombro. Ele nem ao menos olhou para mim. – Papai. – Ele parecia não me ouvir. – PAPAI! – Ele finalmente me olhou com seus olhos rubis mais enlouquecidos do que nunca. – Eu assumo daqui. Se matá-lo agora ele não pagará pelo que fez, apenas morrerá. – Lentamente ele facilitou o crucio, e com uma ultima olhada de ódio para o traidor de sangue e saiu da sala.
Sorri maliciosamente para o Walfling, e disse me abaixando um pouco e retirando uma adaga da bota.
- Bem, bem Honey... Eu não sou tão boazinha quanto meu pai... E adoro fazer isso sem magia... Fazer com as próprias mãos é mais... Divertido.... – Sussurrei passando a ponta da faca em seu peito e lambendo os lábios para a dor em seus olhos. Ele repirava ofegantemente, ainda se recuperando da dor do crucio, não parecendo ter forças para gritar no momento.Mas eu lhe daria motivos e força para gritar novamente... Ah sim! Isso vai ser perfeitamente delicioso...
Fim do Capitulo
Notas finais
Ahhh, e eu tô fazendo uma oneshot, crossover de Moulin Rouge e Harry Potter onde a Hermione como personagem principal é uma dançarina no cabaré francês e Lúcio Delicia Malfoy fica interessado nela após um de seus shows! Será bem Hot, e obviamente será só um capitulo.
Eu também estou pensando em postar numa fic como contos de um só cap. Algumas redações que eu fiz durante esse ano, em sua maioria são contos de terror, ou uma mistura de terror e romance. Como eu sou 'muitíssimo' interessada só tem quatro sendo que duas eu fiz hj! Eu vou digitar e espero sinceramente que gostem.
Ahh e mais uma, ou melhor duas coisas, eu vou postar a oneshot Lumione, e quero saber se vocês querem que eu continue fazendo oneshot's, sendo eles é claro com meus personagens e shippers favoritos que estão no meu perfil. Eu também quero dizer que eu comecei novamente a escrever Wolf e pretendo postar assim que tiver uma quantidade razoável de caps prontos.
Bjs e até mais!
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