Isabella Prydein Riddle

25 Capítulo 20 - Parte III


Notas iniciais
Olá desculpem a demora, não deu pra postar no outro dia...
Sorry, espero que gostem desse capitulo e quero avisar que criei um blog para postar alguns extras das minhas fics ok? Eu fiz o primeiro post hoje, é a foto do meu Voldemort na fic The Dark Lady.
Então, quando precisar postar algo das fics eu posto lá ok?
Ta aí o Link:
http://paulinhaeyvafanfic.blogspot.com.br/
Boa leitura.

Belly POV:

Entrar na mente da loira foi bastante fácil, ela estava em um sono profundo no dormitório ao lado e sua mente estava bem próxima a mim.

Eu estava em frente a um beco escuro e mal iluminado, olhei para os lados a procura da Loira, mas eu só via pessoas vestidas com roupas de outra época, passando em carruagens um pouco distante daqui, ao que parece essa era uma área quase deserta a essa hora. Continuei a procurá-la até que ouvi murmúrios vindos de dentro do beco. Virei-me olhando por entre algumas caixas que tinham ali e no final do beco avistei-a, sendo subjugada por

–Por favor, não! Por favor, não! De novo não! De novo não. — Rosalie choramingava enquanto eles a empurravam contra a parede rasgando seu vestido. Reconheci a cena como sendo a noite de sua transformação, vi isso na mente do brocha, ela havia sido estuprada por seu próprio noivo e mais alguns homens bêbados.

Lágrimas de sangue jorravam dos olhos dela enquanto ela implorava para não a machucarem. Seus olhos estavam dourados, mas de acordo com seu subconsciente, nos sonhos ela não conseguia se defender deles com a força ou a velocidade vampiresca e a cena acabava se repetindo. — Royce, por favor, me ajude... Por favor... — Ela pediu.

– Cale a boca Mulher. Agora você só tem que abrir essas perninhas deliciosas e deixar o papai aqui fazer o trabalho. — Ele debochou. Segurando seus pulsos fortemente. Enquanto outros dois forçavam-na a abrir as pernas, acariciando suas coxas. Os dois últimos ‘acariciavam’ seu busto e abdome sorrindo sadicamente. Ela começou a soluçar impotente diante do abuso, foi aí que eu resolvi intervir. Ela já passou por isso uma vez e Deus sabe quantas em sua própria mente, ela não precisava passar por isso de novo.

Com um aceno de mão os homens que a seguravam estavam desacordados no chão e presos com visgo do diabo. Estendi a mão em direção a ela que me olhava temerosa.

– Não vou machucar você, fique calma. Você pode fazer o que quiser com eles. Eu vou te ajudar. — Falei com uma voz que soou muito suave e compreensiva. Ela lentamente aceitou minha mão e pediu em voz baixa e trêmula, era realmente muito diferente da rainha do gelo que eu conheço.

– Obrigado... Você pode ajeitar minhas roupas? Para podermos 'cuidar' deles? – Olhou com ódio e desprezo para os projetos de homens desacordados.

Sorri diabolicamente e com outro aceno de mão suas roupas estavam novas em folha um pouco parecidas com a minha, a diferença é que eu estava nas minhas vestes de comensal. Minha máscara estava pendurada ao redor do meu pescoço brilhante e chamativa, era o símbolo do circulo interno de Lord Voldemort.

– Essas roupas são bonitas. – Ela comentou olhando para a sua roupa, era igual a minha ela apenas não tinha uma máscara. – Diferente, mas bonita...

– Que bom que gostou Rosalie. Agora o que você quer fazer com eles? – Perguntei apontando para os inúteis ainda desacordados.

– Você pode fazer esse lugar desaparecer? Ele me assombra a anos... – Estalei os dedos e nós estávamos em um tipo de porão, só que bem limpo e iluminado.

– Obrigado... Isabella...

– Belly, ou Isa se preferir. – Corriji.

– Belly. É... Isso não é real não é? É só um sonho... — Perguntou hesitante.

– Depende pelo que você entende por real. Isso será tão real quanto você permitir. — Eu falei. Era diferente do que eu mostrei a Jasper. Lá eram memórias reais que aconteceram antes e não põem ser mudadas, não realmente, mesmo que ninguém lembre aconteceu e nada vai mudar isso. Já aqui estávamos criando uma nova situação não era totalmente ilusão, mas também não era totalmente real.

Ela assentiu lentamente e se virou para seus agressores.

– O que podemos fazer com eles?

– Tudo. Lembre-se que ainda estamos em sua mente e tenho certeza que você tem uma imaginação bastante fértil, mas... Eu poderia lhe ensinar algumas coisas...

– Como o que? – Ela perguntou curiosa.

– Tortura mágica. É bem eficaz. – Dei de ombros.

– Parece bom, mas eu não sei magia prática. – Ela disse olhando para o chão onde seus agressores ainda estavam presos. Eu sorri maliciosa e disse.

– É claro que sabe. Você só precisa deixar seus instintos se libertarem e deixar sua magia correr por você. Você conhece a magia, só não se lembra disso. Posso lhe ensinar algumas maldições que são incríveis para esse tipo de escória. – Apontei para os estupradores no chão. – Mas devo avisar que esses feitiços são considerados Artes das Trevas, seus efeitos são terríveis, é por isso que são chamados de maldição. Você ainda quer aprender? – Perguntei. Ela considerou um pouco olhando entre mim e os ‘homens’ para logo em seguida sorri assentindo, mais animada.

– Ótimo. A primeira é Cruciatus, ou Crucio, é uma das três maldições imperdoáveis. Causa uma dor excruciante, capaz de matar se estendido por muito tempo, a intensidade dele depende das intenções do bruxo que a conjura, por exemplo, se um bruxo lança um crucio sem realmente querer, apreciar ver o alvo com dor, não funcionará, o feitiço pode sair fraco de mais, não se manter ou até mesmo nem se conjurar. Para lançar um desses, você tem que sentir prazer, regozijar-se com o fato de que você está causando uma dor terrível para a pessoa a quem você o lançou. – Ela balançou a cabeça assentindo, então eu peguei minha varinha no bolso das vestes e acordei um dos caras. Ele olhou ao redor confuso e parou os olhos turvos e desorientados em nós duas, olhou para seus amigos desacordados e voltou a olhar para nós, com um pouco de receio.

– Veja. – Eu disse para a Loira sem me importar com ele, apontei a varinha em sua direção e pensei em toda a raiva que eu sentia. Por Edward. Pelo Velho. Pelos assassinos de minha mãe, e disse.

– Crucio. – Ele se debateu gritando alto e agoniado. Eu sorri sentindo todo o prazer e escuridão tomar conta de mim ao colocar aquele verme sob tortura. Vi pelo canto do olho a loira olhando para ele com um pequeno sorriso de satisfação no rosto.

Suspendi a maldição quando ele começou a sangrar e me virei para ela sorrindo preguiçosamente, a onda de poder escuro ainda rolava por mim dando-me deleite e vontade de continuar o que comecei.

– Então o que achou? – Perguntei.

– Parece bastante divertido. Posso tentar? – Perguntou apontando para a minha varinha.

– A sua está no bolso esquerdo de suas vestes. – Ela pegou a varinha e uma onda de poder correu pela sala. Essa era a sua varinha original, eu havia resgatado-a de umas memórias danificadas dela, tinha apenas o borrão dela, mas com um poder de localização e convocação usando a essência da mente dela eu chamei a varinha para nós. Era real e ela a teria ao seu lado da cama pela manhã. Adoraria ver sua reação...

– Isso é incrível. Eu sinto uma sensação familiar nisso tudo, agora eu realmente acredito nessa história toda de ser bruxa, eu ainda me sentia um pouco de fora... Mas você tem certeza que ela funcionará agora que eu estou assim? Dumbledore encomendou uma especial para nós, a varinha meio que tem a magia por nós. – Eu bufei e disse.

– É claro que funciona. Uma vez bruxo sempre bruxo, o velho só quer controlar vocês, em fim, teste-a. – Fiz sinal para a varinha em suas mãos. Ela assentiu e depois de se concentrar um pouco apontou a varinha para o mesmo o qual eu havia torturado antes dizendo a maldição.

Ele tornou a gritar cada vez mais alto, e se debatia fortemente como um peixe fora d’água e eu somente ria observando-os.

– Quanto mais forte é a sua raiva mais forte é a dor que ele sentirá. – Eu disse para ela, que sorriu perversamente aumentando a intensidade da maldição.

– Sabe... Ser uma vampira aumenta a intensidade de todas as nossas emoções... – Ela comentou maliciosa. O trouxa já estava desacordado, mas ainda se debatia e ela não suspendeu a maldição até que ouviu seu coração parar. Eu sorria apreciativa e ela gargalhou ao ver o corpo ensangüentado dele no chão.

Nunca pensei que fosse gostar da rainha do gelo Rosalie Halle, mas essa loira estava realmente me saindo muito bem. Eu a traria para o nosso lado. Emmett a seguiria em qualquer lugar, e Jasper... Bem era só esperar um pouco e ele viria até mim.

Eu e Rosalie passamos o resto da noite torturando os trouxas em sua mente, eu a ensinei várias maldições escuras antes de mostrá-la a maldição da morte. Ela parecia cada vez mais entusiasmada com todas as magias novas que eu lhe ensinava, as Artes das Trevas não eram somente consideradas ruins porque causavam o mal, mas porque elas eram sedutoras, uma vez que você as usa, eventualmente você desejará fazê-lo de novo, é claro isso se você for uma pessoa ambiciosa e com desejo de poder. E a loira com certeza era ambiciosa e tinha sede de poder.

Eu já estava a um passo de trazê-la para o nosso lado. A família feliz não vai aceitar seu desejo de magia escura e eventualmente ela se afastará deles. Uma noite no castelo, e eu já tinha desestruturado todos os Cullens. Com certeza esse será um ano divertido.

Fim do capitulo.


Notas finais
E aí o que acharam? Espero que tenham gostado.
Bjs