Notas iniciais
Oie espero não ter demorado muito, mas eu estou em semana de prova e quase não tenho tempo para digitar ou escrever...
Então sorry se o cap esta ruim, eu particularmente acho que minha escrita está caindo bastante, mas... Foi o melhor que eu consegui.
Espero que gostem.

Alice POV:

Depois que abandonamos Bella ficamos umas duas semanas no Alasca com os Denali, desde que nos mudamos eu não falo mais com o Edward, ainda mais depois que ele fez a idiotice de começar a namorar com a vadia da Vacânia, nem uma semana depois de termos ido embora de Forks. Ainda mais depois que eu tive uma visão me avisando que a Bellinha havia morrido. Se eu pudesse, voltaria no tempo e não deixaria Edward nos convencer a ir embora, não deixaria ele me afastar da minha irmã, porque talvez ela ainda estivesse viva.

Nenhum de nós gosta da Vacânia, ela é insuportável, vive falando mal da Bellinha quando o abestado do meu irmão não está perto e fica dando em cima de qualquer um que tenha um pau no meio das pernas. Esme e Rosalie tiveram que ser seguradas por Carlisle e Emmett depois que ouvira a vacânia se insinuar para eles. Eu teria ajudado elas de bom grado, seria menos uma vadia no mundo, mas Jazz me impediu.

Um mês depois que nos mudamos para o Alasca um homem apareceu em nossa casa, nos pedindo ajuda. Ele nos contou que era um bruxo, que era diretor da escola de Magia e bruxaria de Hogwarts, falou sobre Voldemort, seus comensais da morte e todas as crueldades que eles cometiam, sobre a ordem da fênix, como eles combatem os comensais e a Voldemort, falou sobre Harry Potter, a profecia, a morte de seus pais, disse que queria nossa ajuda para protegê-lo porque a profecia dizia que ele derrotaria Voldemort. Contou também que Rosalie, Jasper e eu fomos bruxos quando ainda éramos humanos, o que nos surpreendeu bastante, eu não lembrava de nada da minha vida antes da transformação, mas Rosalie e Jasper lembravam. Como eles não lembravam que eram bruxos? Dumbledore disse que a magia interferiu em nossas memórias durante a transformação por isso não lembrávamos de nada que envolvesse o mundo bruxo. Ele também nos mostrou uma foto de Rosalie, junto de mais duas garotas Loiras e muito bonitas, e o mais legal. A foto se mexia e falava conosco. Depois disso qualquer duvida de que ele estava mentindo para nós evaporou.

Decidimos que o ajudaríamos a proteger Harry e seus amigos, estávamos muito curiosos sobre o mundo bruxo e Rosalie, Jazz e eu queríamos saber mais sobre nosso passado. Dumbledore ficou muito feliz quando o informamos de nossa decisão e avisou que iríamos para Hogwarts, Carlisle ajudaria na enfermaria, Esme daria aulas de Estudo dos Trouxas, e o resto de nós seríamos alunos, ele disse que com um pouco de treinamento poderíamos fazer magia, não seria tão poderosa quanto à de um bruxo normal, mas seria razoável. Esme, Carlisle, Emmett, Edward e a Vacância o questionaram sobre isso, pois se eles não foram bruxos quando humanos, como conseguiram fazer magia? Isso, Dumbledore resolveu encomendando varinhas especiais para nós, feita com nossos fios de cabelos, elas funcionariam perfeitamente para nós, e nos ajudaria com magia própria.

Ficamos algum tempo na sede da Ordem da Fênix, esperando o dia 1° de setembro para irmos para a escola bruxa junto com Harry e seus amigos. Eles eram os alvos principais de Voldemort e os que mais precisavam de proteção.

****

Chegado o dia de irmos para a escola, fomos eu e minha família, (incluindo o encosto loiro que não largava do meu irmão) junto com Harry, Hermione e os Weasley para pegarmos o expresso de Hogwarts.

Separamos-nos deles na estação deixando-os conversar com seus amigos e entramos no trem, Esme e Carlisle foram para uma cabine reservada para professore, e o resto de nós passamos a procurar alguma cabine vazia, depois de andar praticamente todo o trem e não encontrar nenhuma desocupada, eu iria sugerir que fôssemos nos sentar na cabine dos professores com Carlisle e Esme, mas uma visão me parou. Nós estávamos sentados em uma cabine, o número na porta era 3586, uma das ultimas cabines, nela estavam mais duas pessoas uma delas o garoto da Floreios e Borrões, Draco Malfoy. Ótimo essa era a oportunidade perfeita de tentarmos descobrir como ele e seu pai sabem tanto da gente. Mas o que me intrigou foi à garota que estava em seu colo, eu só podia ver suas costas, mas ela era bastante parecida com Bella. Será que...?

- Não! – Edward rosnou pra mim, Jazz se colocou a minha frente e eu ignorei o imbecil que eu infelizmente chamava de irmão. Mas ele tinha razão pelo menos nisso. Não podia ser a Bella, ela estava morta. E por nossa culpa, principalmente do Edward. Ouvi-o dar um gemido baixo e disse ofensivamente.

- Se você não gosta do que ouve, pare de sem enxerido e vá escutar os pensamentos da sua ‘companheira’ por que de mim você só vai escutar a verdade. — Ele me olhou magoado, e eu virei às costas para ele dizendo para ninguém em particular. — Vamos! – Falei já caminhando em direção ao ultimo vagão onde ficava a cabine 3586. Rapidamente achei a cabine e como na visão lá estava o garoto, Draco Malfoy, com a garota que parecia bastante com minha melhor amiga em seu colo, mas eu não podia ver seu rosto já que estava escondido no vão do pescoço do menino.

Abri a porta da cabine perguntando amigavelmente.

- Olá, podemos nos sentar aqui? Não há mais nenhuma cabine vaga. – Ele nos olhou inexpressível, depois olhou para a garota, então olhou para nós novamente e assentiu minimamente.

Acomodamo-nos espaços restantes, e ficamos em silêncio por alguns instantes até que eu não agüentei mais e o quebrei.

- Então... Draco Malfoy certo?

- Sim. – Ele respondeu simplesmente.

- Eu sou...

- Alice Cullen. – Ele disse antes que eu pudesse completar. – Você é Edward Cullen. — Apontou para Edward depois murmurou um ‘Broxa’ bem baixinho. Abafei o riso junto com os outros e Edward o olhou com raiva, mas Jazz interveio lhe mandando uma onda de calma. – Emmett Cullen. – Continuou olhando agora para Emmett que sorriu e soltou um ‘E aí cara?’ – Vocês devem ser Jasper e Rosalie Halle. – Disse olhando os dois e por fim olhou para a vaca loira agarrada no braço do cabeção. – E você a julgar pelas roupas vulgares e cara de obsessiva que faz para o telepata deve ser a famosa Tânia Denali. – Tânia o olhou com raiva, e o resto de nós o encarou chocado. O quanto ele sabia de nós?

- Er.. Sem querer ser intrometida, mas você e seu pai parecem saber muito sobre nós... Será que nos conhecemos de algum lugar? – Perguntou Rosalie, tentando soar agradável e descobrir alguma coisa ao mesmo tempo.

- Nós nos conhecemos na Floreios e Borrões. – Falou olhando para a garota seu colo e acariciando suavemente seus cabelos.

- Então como...? — Ele não me deixou terminar.

- Vocês conhecem uma pessoa que faz parte da nossa família. – Franzi o cenho, não me lembrava de conhecer nenhum Malfoy além dele e de seu pai é claro, e pela cara dos outros eles também não.

- Quem...? – fui interrompida novamente, mas dessa vez, foi pelo trem que parou em um solavanco e todas as luzes se apagaram.

- O que é isso? – Rosalie perguntou.

- Acho que estão revistando o trem... – Draco respondeu.

- Por quê? – Jazz perguntou já em alerta para qualquer perigo.

- Alguns prisioneiros fugiram de Azkaban. – Falou em tom de óbvio.

- E... – Edward perguntou impaciente. Revirei os olhos. Mais é burro mesmo. Ele olhou irritado para mim, mas antes que pudesse abrir a boca Draco disse sarcasticamente.

- Se eles fugiram é claro que os guardas estão atrás deles brocha-brocha. – Prendi o riso junto com Rosalie e Jazz, já Emmett gargalhava estrondosamente, não sei como a garota não acordou. Vacânia rosnou em sua direção e o brocha-brocha (risos) o fuzilou com o olhar.

- Pare de me chamar assim, você não sabe de merda nenhuma.

- Mentir é feio brocha-brocha. – Emmett zoou fazendo Edward rosnar.

- Vai me dizer que você não é um virgem centenário? – Draco debochou ignorando o comentário de Emmett que voltou a gargalhar mais alto ainda. Até as janelas tremeram, aquela garota devia ter um sono pesado... Droga, eu queria ver o rosto dela, de costas é tão parecida com minha Best. Todos nós sentíamos saudades dela, até mesmo Rosalie. Depois que fomos embora de Forks, ela se sentiu culpada pelo jeito que tratava Bella e não falava muito com o Edward, embora ele não tenha dado detalhes sobre a conversa que teve com ela, ele nos falou que a deixou na floresta e incrivelmente a pessoa mais irritada com isso foi Rosalie. Ela ficou furiosa, ouvi conversando com Emmett, quando ele perguntou o porquê dela estar defendendo a Bella, se nunca gostou ou foi gentil com ela. Rosalie respondeu que em todas às vezes se colocava no lugar dela, no começo ela odiava Bella porque ela queria jogar fora sua vida para virar uma vampira e depois quando a deixamos, ela pensou que não gostaria de ser abandonada como Bella foi.

Comecei a me sentir com frio, o que não era lógico, pois vampiros não sentem frio. Emmett e Rosalie já não mais sorriam e também aparentavam estar com frio assim como os outros, o frio piorou e eu comecei a me sentir como se já não existisse felicidade e senti apenas uma onda de tristeza e solidão tomar conta de mim.

A porta da cabine se abriu num estrondo, nos fazendo pular assustados. Algo, ou alguém apareceu na porta, parecia mais um bicho, usava uma longa capa negra, cobrindo seu corpo esquelético, tinha longas garras também negras e não possuía a parte inferior do corpo. Era apenas tiras de seu manto flutuando ao seu redor. Senti um calafrio e me encolhi mais perto de Jazz. O que quer que aquele bicho seja não era nada bom.

- O que é isso? – Rosalie sussurrou em direção a Draco que olhava assustado para o bicho.

- Um dementador. – Ele respondeu também em voz baixa e apertou forte e protetoramente a garota em seu colo.

O Dementador passou por nós como se não nos visse e parou em frente à Draco, ele arregalou os olhos e um fio de luz saiu de sua boca indo para o dementador, ele ficava cada vez mais pálido, eu observada àquilo paralisada. Não conseguia me mexer nem fazer nada para ajudar, algo naquele bicho nos dizia que seria melhor ficar quietos.

Do nada a garota que estava no colo de Draco se levantou, e ele caiu no banco desacordado, ela apontou varinha para o dementador e disse em um murmúrio.

- Expectum Patronum – Uma luz prateada saiu da ponta de sua varinha e toma a forma de u enorme dragão espectral. O animal bate as asas duas vezes e mais quatro animais aparecem por baixo de suas enormes asas. Um leão, uma águia, um texugo e uma serpente. Eles avançaram em sincronia para o dementador que foi recuando para fora da cabine, assim que eles estavam no corredor o Dragão rugiu e cuspiu um fogo prateado em direção ao bicho que na mesma hora se desintegrou em cinzas. Os espectros correram em direções contrárias pelos corredores deixando apenas o Dragão de guarda em nossa porta.

Ela se virou em direção ao Draco, nem mesmo reconhecendo nossa presença. Sentou-se ao banco acomodando a cabeça dele em suas pernas e murmurando outros feitiços que eu não conhecia. As luzes lentamente foram acendendo novamente e os animais que a garota conjurou voltaram, juntando-se ao dragão que num bater de asas desapareceu.

Finalmente me recuperei do meu estado de choque e me levantei dizendo.

- Vou chamar Carlisle, ele é médico poderá ajudá-lo e...

- Não será necessário eu posso cuidar dele. — Ela me cortou sem nenhuma emoção na voz.

- Mas ele...

- Como eu disse. Eu cuido dele. – Ela repetiu levantando o rosto e me encarando friamente. Arregalei os olhos ao fitar aqueles olhos castanho-chocolate bastante conhecidos. Eu poderia jurar que Bella estava em minha frente se essa garota não fosse tão diferente. Ela tinha os mesmos cabelos, só que mais longos e mais lisos, os mesmos olhos, só que estes demonstravam frieza e não os sentimentos amorosos que Bella sempre demonstrou, sua voz era rouca e aveludada, sua expressão era fria e impassível, sua postura reta e elegante ao mesmo tempo em que era desleixada e felina, seu corpo era mais curvilíneo e mais escultural, fora o fato de que ela era uma bruxa e uma bem poderosa.

A nossa Bella não é nada disso. A Bella é somente uma humana, e não tem nada haver com esse mundo. Elas são duas pessoas totalmente diferentes e ao mesmo tempo tão parecidas, mas mesmo assim cada uma dela tinha uma aparência e personalidade distinta, somente com um olhar percebe-se que essa garota não é tímida, nem fraca, ela demonstra uma personalidade muito forte e decidida, ao seu redor algo gritava imponência e altivez. Eu não poderia dizer se ela tem ou não consciência disso, mas eu tenho certeza que Dumbledore vai adorar conhecê-la.

Bella POV:

Os dementadores atacaram o trem e eu sentia que algo estava errado. Eles não estavam atrás dos fugitivos de Azkaban, suas áureas eram muito mais poderosas dos que a dos dementadores que vivem de guarda na prisão.

Eu também tinha certeza de que não tinha sido o ministério ou mesmo meu pai que havia mandado-os aqui. Se tivesse sido meu pai ele me avisaria de antemão e eles não teriam atacado nenhum de seus comensais. Todas as criaturas sobre seu poder tem a marca negra, para que assim possam reconhecer os aliados e os inimigos. Esse dementadores vieram prontamente em nossa direção com certeza éramos os alvos. Todos os ataques ao trem batiam com minha teoria. Quando enviei meu patrono em busca de mais dementadores descobri que as únicas cabines atacadas foram a nossa, a que estavam a Nott, Crabbe, Goyle, Zabine e a Parkinson. A que estavam o filho dos Avery, um primo de 3° grau dos ao Black e um sobrinho dos Gliwoover, a que estava o trio dourado e a minha. Fora o trio todos os outros são comensais e isso quer dizer que o ataque foi direcionado a nós. Há uma chance de algum comensal estar sentado com o trio, mas eu não me importei em verificar agora.

Também sabia que o ministério não era forte o suficiente para controlar um ataque desses, e mesmo Dumbledore poderia controlar essa quantidade de dementadores em um ataque tão especifico. Além do mais por que ele atacaria ao trio? Eles estão do mesmo lado, isso não seria vantagem para ele, e se o mesmo quisesse disfarçar o ataque selecionado com certeza teria escolhido outras pessoas que não fosse o Potter, a Granger e o Weasley Jr.

Mas se não foram eles, quem comandou esse ataque com os dementadores? Uma pessoa com tal poder que chega a rivalizar com o do meu pai não é nada bom. Eu teria que investigar minuciosamente sobre isso e falar com meu pai o maio rápido possível. Não seria possível sair de Hogwarts tão cedo, alguém pode desconfiar, mas eu tinha outros meios para contatar meu pai, e era isso que eu faria assim que tivesse a oportunidade.

Distrai-me por alguns minutos tentando achar a origem do poder deles, que nem percebi que um deles havia entrado na cabine e atacava Drake. Só me dei conta disso quando ele apertou-me fortemente em seus braços me tirando do meu transe. Conjurei meu patrono não dando a mínima para o que as pessoas achariam dele, afinal eu era uma Prydein, era de se supor que eu seria poderosa, não é?

Sentei-me no banco ao lado de Drake que havia desmaiado e puxei sua cabeça para o meu colo, murmurando alguns feitiços de cura, energia e também para reverter os efeitos de ser sugado por um dementador. Sentia-me um pouco culpada por seu estado, e também extremamente irritada comigo mesma. Minha missão mal havia começado e me distrai facilmente deixando-nos com a guarda baixa, isso é completamente inaceitável.

Os Cullens ainda estavam paralisados de medo pelo ataque e nos olhavam de olhos arregalados. Depois de algum tempo a anã Cullen se levantou fazendo menção de chamar o Dr. Presas contrariei-a dizendo que eu mesma cuidaria de Drake, a baixinha ainda insistiu um pouco, mas acho que percebeu que não era bom me contrariar quando eu estava nesse estado. Quando eu fico irritada, eu entro em um estado terrivelmente calmo, como o silencio antes da tempestade, quanto mais irritada eu fico, mais efeitos colaterais têm, não só para mim, mas para todos ao meu redor. A ultima vez que isso aconteceu eu destruí as masmorras da mansão em menos de 10 segundos, matei praticamente umas 50 pessoas que estavam lá, Trixie havia se machucado em uma missão e algum auror imbecil achou que poderia prendê-la. Eu estava com meu pai nas masmorras assistindo-o torturar alguns trouxas, quando os outros comensais que a acompanharam chegaram. Meu pai foi o único que conseguiu criar um escudo ao seu redor e não se machucar, mas todos os outros prisioneiros, e alguns comensais incluindo aqueles que deixaram Trixie para trás viraram cinzas mais rápido que qualquer um poderia dizer “Morsmorde”. Eu mesma fui ao ministério onde eles mantinham-na sob interrogatório, vestida de comensal, com capa e máscara, e disfarçada de um dos incompetentes que haviam morrido, nas masmorras, para não ser reconhecida. Levei Trixie e os idiotas que a prenderam de volta para Serpent’s Hall onde os Elfos tentavam reconstruir as celas dos prisioneiros.

Drake já estava com uma cor bem melhor e não aquele cinza morto que estava há alguns minutos, deixei minha mão em sua testa dando-lhe um pouco de calor com um feitiço de temperatura. Os Cullens ainda me olhavam que nem idiotas sonhando acordados com a tola Isabella Swan, ignorei-os e continuei esperando Drake acordar. A cada segundo que passava mais irritada eu ficava, odiava esperar, e eu estranhamente precisava ver os olhos cinzentos do meu ‘priminho’ me olhando sarcasticamente ou luxuriosamente, porque isso queria dizer que ele estava bem e eu não aceitaria menos que isso.

Kramisha entrou correndo na cabine, dando uma ligeira olhada para os Cullens, e depois pulando em cima do peito de Drake.

- “Ele está bem senhora?” – ela perguntou preocupada.

- “Está querida, ele apenas não acordou ainda, receio que o ataque do dementador tenha o afetado além dos meus cuidados.” – respondi mentalmente também preocupada.

Ela se aproximou do rosto dele e lambeu carinhosamente sua bochecha, sorri para a cena e disse.

- “Você não faria isso se ele estivesse acordado.”

- “É claro que não!” – Respondeu em tom arrogante. Soltei uma risada baixa e acariciei os cabelos loiro-branco de Drake.

- Vamos Drake acorde... Sei que você está bem, acorde... – Disse em um sussurro. – Se você não acordar eu terei que tomar medidas drásticas... – Avisei.

Percebi Edward me olhando como se eu fosse um fantasma e sabia que era exatamente isso que ele via, em seus olhos eu via dor e culpa, mas eu não estava me importando para a dor dele, ele fez sua escolha então que arque com as conseqüências dela. Ele via em mim o fantasma da velha Isabella Swan que agora devia estar morta para eles. Cuidei para que eles soubessem da minha ‘morte’ algumas semanas depois que passei pela transformação.

Mas agora eles viam-me em sua frente como um fantasma do passado, com os mesmos olhos, mesmos cabelos... Era muita semelhança com a garota que eles conheceram em Forks e que agora pensavam estar morta. E nesse momento, eu era o fantasma da culpa deles, os lembrando que eles eram os únicos culpados por tudo.

Fim do capitulo.

Notas finais
Até mais pessoal... Eu respondo os Reviews depois.
Xoxo
P.E.