Notas iniciais
Oii gente.. Desculpa de novo não ter respondido todos os Reviews mas eu li todos e ameii, juro juradinho que quando tiver tempo respondo tudo.
E pessoal eu queria saber como vocês querem que a Bella mostre que ela foi a Isabella Swan para os Cullens. Eu achei a versão que eu criei muito coxa e queria ideias, já é no próximo capitulo portanto please me ajudem!
Espero que gostem.

Bella POV:

Drake se remexeu em meu colo, e eu olhei-o preocupadamente. Lentamente ele abriu os olhos, olhando diretamente nos meus.

– Você está bem? – Perguntei suavemente acariciando seus cabelos, ele piscou um pouco e respondeu com a voz rouca.

– Sim... O que aconteceu?

– O dementador atacou você. Sinto muito Drake, eu devia ter conjurado o patrono mais cedo. Mas eu me deixei distrair... Isso com certeza não acontecerá novamente. – Respondi tão preocupada que o apelido idiota saiu naturalmente ao contrário das outras vezes.

Ele sorriu de lado e tentou se levantar, mas balançou um pouco no lugar. Ajudei-o a sentar no banco corretamente, peguei uma barra de chocolate, com poção revitalizadora em seu ingrediente e ofereci a ele.

– Coma, fará você se sentir melhor. – Ele franziu as sobrancelhas, mas aceitou de bom grado.

– Obrigado. E não se preocupe não foi sua culpa Izzy.

Kramisha que tinha pulado em cima do compartimento para os malões pulou em meu colo agilmente e eu acariciei seus pelos distraidamente

– Ah... Izzy...? – A baixinha perguntou.

– Isabella. – Corrigi sem emoção. Eles estremeceram ao ouvir o nome conhecido.

– Isabella. Você poderia nos explicar o que exatamente houve aqui? – Jasper tomou a fala.

– Não sei bem o porquê dos dementadores estarem aqui nem sei se isso é normal, mas o que aconteceu aqui é que um deles atacou Drake e provavelmente outros alunos. – Disse uma meia verdade. Não tinha paciência para fingir agora. Minha cabeça estava a mil e agora que Drake estava bem eu voltei a tentar desvendar que teria enviado os dementadores. Eu realmente precisava conversar com meu pai.

– Ah vocês estão aí. Procuramos vocês por todo o trem e... O que vocês estão fazendo sentados com o doninha vulgo Malfoy? – O Weasley apareceu do nada na porta da cabine acompanhado do Potter e da Granger.

– Olha como fala comigo pobretão. – Drake retrucou se levantando irritado. Puxei-o de volta para seu lugar, fazendo-o sentar novamente.

– Mas o que...? – Começou irritado, mas se calou ao ver minha mão em cima do lugar de sua marca negra. Ele sabia que se me irritasse não seria nem um pouco agradável ainda mais quando eu estava sem paciência.

– Não se meta em nenhuma briga agora, eu não vou perder meu tempo cuidando de você porque você saiu no murro com alguém. – Minha voz saiu em tom de ordem e ele assim como os outros perceberam isso. Ele bufou recostando-se no banco novamente. Voltei meu olhar para a janela ignorando o trio olhando para nós dois chocados.

– Você que manda mamãe. – Ele respondeu irônico.

Não fiz caso de sua infantilidade e tentei voltar a pensar em alguém que poderia ser forte o suficiente para controlar os dementadores. Mas a garota Granger se pronunciou chamando a minha atenção.

– Então... O que fazem aqui? – Perguntou aos Cullens.

– Nós não achamos uma cabine vazia. Então nos sentamos com eles. Mas onde vocês estavam quando os dementadores ainda estavam no trem? – A anã de jardim perguntou.

– Nós estávamos em uma cabine mais á frente. – A Granger respondeu.

– Um deles entrou na nossa cabine mas o Harry nem teve tempo de conjurar seu patrono e um patrono de leão apareceu botando o bicho pra correr. – O Weasley falou animadamente.

– Vocês sabem quem conjurou aquele patrono? – O Potter nos perguntou. – Aliás sou Harry Potter. – Ele se apresentou me estendendo a mão.

– Isabella Prydein. – Falei segurando sua mão. Senti uma faísca de reconhecimento em seu interior, parecia o poder de uma das Horcuxes. – Insteressante... – Comentei ainda segurando sua mão.

– O que? – Ele perguntou curioso.

– Você tem um pedaço da alma de Voldemort em si. – Falei como se não fosse nada de mais. Sabia que todos ali tinham conhecimento disso, e eu queria testar um pouco o ‘garoto que sobreviveu’. O Weasley engasgou, o Potter e a Granger me olhavam chocados e os Cullens receosos. Drake apenas me olhava inexpressivo.

– P-por que acha isso? – O Potter perguntou nervosamente, retirando sua mão da minha.

– Simples. você tem um pouco da essência da alma dele ao seu redor. – Falei calmamente.

– Como você sabe disso? – A Granger perguntou desconfiada, não negando esse fato. Dei um meio sorriso e disse.

– Eu posso sentir isso emanando dele. Creio que Dumbledore também pode. – Falei com descaso. Eles arregalaram os olhos novamente, pois eu acabei de afirmar que meus poderes rivalizam com os do velho, que para eles era, ridiculamente, o bruxo mais poderoso ainda vivo. Drake me olhava como se perguntasse “Porque está contando isso a eles?” era algo simples. Eu queria que o velho soubesse do que eu era capaz, ele provavelmente acha que eu sou como os outros Prydein, poderosos, mas não tanto quanto ele. Eu queria que ele soubesse que estava errado ele com certeza tentaria me recrutar para o lado da luz, o que ele jamais iria conseguir, eu nunca trairia meu pai, mas isso poderia me servir bastante futuramente. E também porque esse era o começo do meu plano para fazer o Potter confiar em mim. É claro que ele ficaria desconfiado no começo, mas logo ele esqueceria isso.

– Foi você quem conjurou aquele patrono? – Perguntou a sabe-tudo Granger.

– Sim.

– Por quê?

– Um deles atacou Drake. – Respondi.

– Drake? – O Weasley perguntou. Revirei os olhos e apontei para Drake que ainda me olhava confuso.

– Você tem um apelido carinhoso para o doninha? – Perguntou chocado.

– Sim.

– Por que alguém faria isso? – Perguntou novamente.

– Porque nós vivemos juntos e eu o conheço melhor que ninguém. – Respondi confiante.

– É exatamente por isso que você devia detestá-lo. – O Potter apontou.

– Ele não é tão mal quanto faz vocês pensarem. – Falei divertida com a cara de Drake.

– Ei, ei, ei. Vamos parar de me difamar, porque daqui a pouco vocês vão montar um fã clube. E eu não vou virar mariquinhas só porque você vai pra Hogwarts Izzy. Nem tente. – Ele falou lembrando do que combinamos. Ele agiria diferente, comigo na frente dos outros os fazendo ficar em duvida de quem ele realmente era.

– Você não vai agir diferente comigo só pra manter uma reputação boba de valentão está me escutando Sr Lucius Draco Malfoy? – Falei seriamente por fora, mas morrendo de rir por dentro. Os Cullens e o trio nos olhavam curiosa e duvidosamente.

– Izzy eu não vou sair sendo agradável com todo mundo só porque você está por perto, e eu gosto da minha reputação. – Ele falou emburrado, mas eu podia ver em seus olhos um brilho de diversão. Ainda bem que eu estava camuflando nossas emoções se não Jasper já teria nos descoberto.

– Aé? Então porque você não pega essa sua reputação e enfia onde o sol não bate hem loiro oxigenado? – Perguntei falsamente brava. Vi o trio segurar o riso e gargalhei mentalmente, eles estavam começando a cair. Drake não respondeu e eu fingi que ia sair da cabine fungando um pouco. Ele me puxou pelo braço de volta me fazendo cair em seu colo. Vi o Potter levantar as sobrancelhas e o Weasley sorrir maliciosamente.

– Foi mal Izzy, não fica assim não ta bem? Eu prometo agir normalmente com você Ok? Mas só com você! – Ele disse em meu ouvido, mas alto o suficiente para o trio ouvir.

– Jura? – Perguntei olhando de olhos cerrados pra ele.

– Juro. – Soltei um gritinho de felicidade(¬¬’) e o abracei.

– Ér.. sem tanta demonstração de afeto na frente do trio por favor? Eu ainda tenho uma reputação a zelar. – Ele disse sufocado. Fiz um biquinho e soltei ele.

– Já estamos quase chegando, temos que colocar as vestes da escola. – Ele carinhosamente para mim em seguida semi cerrou os olhos para o Trio e os Cullens. – Vocês não vão contar pra ninguém o que acabaram de ouvir entenderam? – Disse ameaçadoramente.

– Ah ta. É bem capaz de nos mandarem para o St. Mungus se dissermos que Draco Malfoy estava sendo agradável e carinhoso com alguém. – A Granger disse nos olhando ilegível.

– Vamos logo. Você não disse que tínhamos que colocar as vestes? Eles já estão vestidos. – Falei indicando o trio. Eu poderia simplesmente transfigurar minha roupa para as vestes, mas eu queria deixar o trio e os Cullens tirar uma pequena conclusão do que acabaram de ver, e eu poderia me comunicar com meu pai dos vestiários.

Ele bufou enquanto eu o puxava pára fora da cabine. Chegamos nos vestuários e estava praticamente vazio, a maioria dos alunos já haviam colocado suas vestes. Entrei em um dos vestuários e transfigurei minha roupa rapidamente para o uniforme de Hogwarts, com o símbolo de todas as casas já que eu ainda não havia sido selecionada, e me sentei no chão mesmo criando uma conexão mental com meu pai.

Olá querida, não esperava falar com você tão cedo. Deve ser algo importante eu suponho.” – Sua voz soou em minha mente.

“Olá papai. Um grupo de dementadores atacou o trem.” – Disse sem rodeios.

“O QUE?” – Ele gritou furioso.- “Como assim teve um ataque? Você está bem?” – Suspirei internamente e lhe mostrei minhas memórias. Incluindo a conversa com o trio. Ele riu um pouco na parte da ‘briga’ com Drake, mas logo voltou a ficar sério novamente.

“Eu não ordenei esse ataque, e por suas memórias creio que isso não foi feito nem pelo ministério e nem pelo velho. Não há lógica em atacar o trio. Além do mais ele não poderia ter conhecimento de todos os comensais, alguns deles só aderiram a causa nestas férias, então... Temos que descobrir quem está por trás disso. Pode ser uma ameaça a nossos planos e pelos últimos acontecimentos não é um possível aliado. Se você estiver certa é um inimigo e um bastante poderoso. Temos que eliminá-lo o mais rápido possível.”

“Eu concordo, vou ficar de olho, mas não acho que possa ser de grande ajuda estando em Hogwarts” – Respondi.

“Tomarei as devidas providencias para descobrir mais sobre isso, agora eu preciso ir, tenho uma reunião importante. Boa sorte” – Ele disse quebrando a conexão.

Sai da cabine rapidamente encontrando Drake me esperando na porta do vagão, caminhamos em silêncio para a cabine cada um perdido em seus próprios pensamentos. Eu não parava de pensar na conversa que tive com meu pai. E se a pessoa por trás dos ataques fosse mesmo um inimigo? Um inimigo tão poderoso quanto meu pai? Isso não era nada bom. Sinto que essa não será a ultima aparição desse inimigo misterioso, mas por mais que eu tente não consigo pensar em alguém tão poderoso. Não queria que meu pai, Sev, Trixie, Lúcio, Drake ou mesmo os outros comensais do circulo interno se machucassem. Apesar de ter me apegado mais a esses cinco (Meu pai, Sev, Trixie, Lúcio, Drake) eu também gostava bastante dos outros, eles eram fieis a meu pai e mereciam respeito. Apenas meu pai e eu conhecíamos os quatro últimos membros do circulo interno, apesar de dois deles serem bastante jovens eles se provaram leais, e ninguém nunca desconfiaria de suas lealdade. Eles vinham para as reuniões disfarçados ou muitas vezes eram contatados por mensagens mentais. Seria um choque para todos descobrir que eles eram comensais, mas isso não seria feito agora, pelo menos não de acordo com nossos planos.

Eu não queria que nenhum deles se machucasse ou morressem, nem agora e nem na guerra, eles eram minha família e eu daria um jeito de protegê-los.

Chegamos a cabine e o trio ainda estava lá conversando com os Cullens.

– Então Isabella, você é nova na escola não é? – A Granger perguntou.

– É. Nunca vimos você na escola antes... – O Potter comentou como quem não quer nada.

– Eu estudei em casa minha vida toda. – Respondi me sentando junto com Drake.

– Sério? – O Weasley perguntou. Idiota.

– É...

– Espera, você disse que seu sobrenome é Prydein? – A Granger perguntou de olhos arregalados.

– Sim. Isabella Prydein. – Repeti. Sabia que ela tinha acabado de perceber a importância do meu sobrenome.

– Isso explica muita coisa... – Ela murmurou.

– O que foi Mione? – O Potter perguntou.

– Eu li em um livro sobre esse sobrenome. É um dos mais poderosos do mundo. Descendente dos quatro fundadores de Hogwarts e se minhas fontes estiverem certas os últimos descendentes dos Prydein, que morreram há 17 anos eram descendentes também do fundador de Beauxbatons. Existem boatos que eles são descendentes do próprio Merlin, mas isso não foi confirmado, pois nenhum membro dessa família demonstrou poder semelhante ao dele. – Ela explicou. Assim que ela fechou a boca, todos eles, menos Drake, me olhavam chocados e admirados. Rolei os olhos e não disse nada.

– Então é verdade? – O Weasley perguntou depois de um tempo, quando eles ainda me olhavam do mesmo jeito.

– A maior parte. – Disse como se não fosse nada. Eles agora me olhavam curiosos e ansiosos.

– Wow, você deve ser poderosa. Pelos livros que li Merlin foi o feiticeiro mais poderoso do mundo bruxo. – Alice falou querendo entrar na conversa.

– Você é parente do Malfoy? – A Granger perguntou.

– Prima. – Respondi prontamente.

– Não parece. – Rosalie se intrometeu.

– Sou filha da irmã da mãe dele.

– Bellatrix? – Perguntaram o trio em uníssono assustados.

– Andrômeda. – Corrigi. Eles ficaram em silêncio, provavelmente tentando lembrar dela, é claro que não conseguiriam pois não a conheciam.

– Então você é filha do Snape? – A Granger perguntou ainda mais chocada. Estou começando a entender esse papo de sabe-tudo.

Drake gargalhou e por algum motivo Emmett também.

– Do que vocês estão rindo? – Eu e a Granger perguntamos irritadas, ao mesmo tempo.

– Eu estou rindo da idéia de você ser filha do Snape. – Drake se defendeu. Olhamos para Emmett que deu de ombros e disse simplesmente.

– Eu acompanhei. – Balancei a cabeça negativamente enquanto Rosalie lhe dava um tapa na cabeça.

– Ai Ursinha! – ele resmungou passando a mão onde ela bateu.

– Quem são seus pais? – O Potter questionou, depois da asneira de Emmett.

– Rodolfo Prydein e Andrômeda Lestrange. – Menti como havia combinado com meu pai. — Eles morreram quando eu era criança, na revolta trouxa. – Comentei distraidamente sabendo que eles perguntariam isso.

– Os pais do Harry também, você viveu com quem esse tempo todo?

– Com os Malfoy.

– Com os Malfoy? Mas porque nunca vimos você antes? – O Potter perguntou.

– Vocês não se acham muito curiosos não? – Drake perguntou sarcasticamente.

– Não falamos com você doninha. – O Weasley rosnou. Antes que Drake pudesse retrucar eu disse.

– Será que vocês podem pelo menos fingir que são civilizados? – Eles bufaram e viraram a cara infantilmente. Dei de ombros e respondi a pergunta do Potter.

– Minha mãe os fez prometer que não contariam a ninguém sobre mim. Ela e meu pai temiam pela minha segurança no meio da revolta. Só recentemente consegui convencê-los que era seguro eu aparecer publicamente. Estava farta de ficar em casa e queria experiências novas. – Eles me olharam desconfiados, mas eu me recostei a Drake encerrando a conversa. Minutos depois o trio saiu com a desculpa de pegar sua bagagem e ficamos só eu Drake e os Cullens novamente, a diferença é que agora eu estava acordada. Não demorou muito e Rosalie quebrou o silêncio iniciando exatamente o tema que eu queria.

– Sabe... Você parece com alguém que conhecemos. – Os outros fecharam a cara e eu dei um meio sorriso irônico.

– Quem? – Eles imediatamente ficaram tensos.

– Uma conhecida. – Rosalie respondeu evasiva, sorri internamente, esse assunto os incomodava e eu iria me divertir bastante, mas eu queria que eles soubessem que eu era Isabella Swan, assim minha vingança seria muito melhor.

– E em que ela parece comigo? – insisti.

– Vocês têm...alguns traços parecidos. – Desta vez Jasper foi quem respondeu. Não escondi o sorriso de deboche e perguntei.

– Qual ‘era’ o nome dela? – Drake se meteu, enfatizando bem o ‘era’.

Como assim ‘era’? – Emmett perguntou olhando nervosamente para nós dois.

Vocês falam como se ela estivesse morta ou não fosse importante. – Brinquei.

Não diga isso! – Edward rosnou. Vi que a Putânia não gostou nadinha disso e isso me divertiu ainda mais. Sorri sarcástica e provoquei.

Ou o que?

Ou..

Você não vai fazer nada contra mim, não tem capacidade para isso. Além do mais, vocês tem que proteger os alunos e não machucá-los. – Falei sorrindo. Eles trocaram um olhar surpreso então Emmett resmungou.

O que há com os Malfoy? Mas que droga, como vocês sabem tanto sobre agente? Me conta ai vocês fizeram pacto com o diabo ou algo assim? – Soltei uma gargalhada sendo acompanhada por Drake

Primeiro: Eu não sou uma Malfoy. Segundo: Eu apenas gosto de saber onde me meto. Terceiro: Você é idiota? Pacto com o diabo? Somos bruxos, porque precisaríamos disso? – Ele deu de ombros e Rosalie fechou a cara. Jasper tentava ler minhas emoções, Alice me olhava duvidosa, Edward me olhava ilegível e a Putânia tinha uma cara de quem comeu e não gostou.

O trem foi parando e todos se apressaram em sair. Puxei Kramisha, que dormia perto dos malões, para meu colo e meu malão para meu bolso e desci do trem acompanhada de Drake ( Argh! já disse que esse apelido é muito gay? Pois é estou dizendo agora.)

Pegamos as carruagens nos portões da escola, Drake e eu ficamos junto com a Parkinson que ficou o tempo todo quieta olhando para sua mão ensangüentada, o Zabine, Crabbe, Goyle que babavam em mim feito três cachorrinhos e a Nott. Drake engatou uma conversa com os meninos e eu conversei bastante com Lyanna ou como ela disse Lya.

Na porta do castelo os quatro monitores, como Lya havia me dito que eram se reuniram e organizaram todos os alunos do 2° até o 7° ano e os guiaram para dentro da escola. Acenei minimamente para a professora McGonagall e acompanhei Severo, que me esperava, e aos Cullens, para irmos para a sala do diretor. Eu faria testes para garantir que eu poderia estudar em uma turma de sétimo ano, já os Cullens eu não sabia nem me importava.

– Bem Vindos a Hogwarts, Srta Pydein, Cullens. Sou Severo Snape professor de poções, irei acompanhá-los ao gabinete do diretor. – Sev disse assim que nos viu, com sua típica voz monótona.

– Obrigada professor Snape. Sou Isabella Prydein. – Disse divertidamente. Os Cullens apenas disseram seus nomes e seguimos para encontrar com o velho.

Fim do Capitulo.


Notas finais
*.* O que acharam?
Gente queria pedir que vocês dessem uma olhada na minha outra fic Love and Revenge e me digam o que acham. Please! olha o link aí:
https://www.fanfiction.com.br/historia/212524/Love_And_Revenge
Espero que gostem.
xoxo
P.E.