Notas iniciais
Oiee espero não ter demorado muito, eu estou super feliz com os reviews já são 301 e 6 recomendações, eu comecei a responde-los agora, não sei se vai dar pra responder tudo, mas aos poucos eu respondo.
Espero que gostem do cap.
Recado importante para a fic nas notas finais*

Bella POV:

Acordei em uma cama confortável sentindo alguém acariciar meus cabelos. Abri lentamente os olhos, a luz do quarto ofuscou minha visão e eu fechei rapidamente os olhos.

– Que bom que acordou pequena. – Uma voz grave e aveludada disse vindo do lado da cama. Esperei um pouco e abri os olhos devagar me deparando com o rosto, agora não mais ofídico de meu pai. Sorri largamente para ele, tinha dado certo.

– Uau, você está muito gato papai. – Falei a primeira coisa que me veio à cabeça. Ele sorriu para mi e disse.

– Graças a você querida. Como se sente? – Perguntou preocupado. Pensei um pouco sobre isso, meu corpo estava perfeitamente bem com nada fora do normal, mas eu me sentia mentalmente cansada, o ritual havia gasto muito dos meus poderes, é claro que isso não me deixou indefesa, meu nível de poder estava igualado com o do meu pai, mas a cada segundo que passava eu sentia esse poder aumentando, provavelmente em algumas horas eu estaria renovada.

– Fisicamente bem, mas um pouco cansada mentalmente. Não se preocupe com isso a cada segundo que passa fico mais forte dentro de algumas horas meu nível de magia voltará ao normal. – Mesmo assim a ruga de preocupação entre suas sobrancelhas não se desfez. – Estou realmente feliz que deu certo papai. – Abracei-o fortemente.

– Eu também pequena, agora tome essa poção revitalizadora, isso diminuirá seu tempo de recuperação, e um elfo já está vindo com seu café. – Disse me soltando e pegando uma poção na mesinha ao lado da cama.

Tomei toda a poção e comi toda a comida que o elfo trouxe. Meu pai disse que os outros já estavam recuperados do ritual, já que a magia deles era menor que a nossa portanto mais fácil de recuperar, eles tiveram mais danos físicos do que mentais ao contrario de mim e do meu pai. Ele me fez ficar descansando até a hora do almoço, e só me deixou sair porque o trem para Hogwarts sairia em duas horas. Depois de almoçar peguei uma chave de portal para a mansão Malfoy encontrando Lúcio, Narcisa e Drake me esperando para irmos para a estação. Minhas malas estavam no chão perto da lareira junto com Kramisha que assim que me viu pulou em meu colo perguntando mil vezes se eu estava bem. Como minha companheira ela sentiu meu enfraquecimento repentino e achou que algo tinha acontecido comigo.

Lancei um ‘Reduccio’ diminuindo o peso de meus malões, seguido de um ‘Penapero’ para aliviar o peso e colocando-os no bolso. Fomos a partir de rede de flú para um dos portais do ministério que davam para a estação Kings Cross. Eu e ‘Drake’ nos despedimos rapidamente de Lúcio e Narcisa e entramos no trem.

No caminho para a cabine dos monitores encontramos com alguns conhecidos de Draco, eu os conhecia apenas de vista, eles foram recentemente marcados como comensais, eu estava na cerimônia, mas como ainda não podia aparecer publicamente e era arriscado me mostrar para os mais jovens comensais mudei minha aparência para não ser reconhecida.

Eram três garotos e duas garotas. O filho dos Crabbe, o Filho dos Goyle, o filho dos Zabine, a filha dos Nott e a filha dos Parkinson. Essa ultima assim que viu o Drake começou a dar pulinhos e gritou.

– Draquinhooo. – Ela correu em sua direção e pude perceber a cara de desgosto que ele fez. Ela pulou em cima dele e os dois quase foram ao chão. Disfarcei a risada olhando para o lado. Era impossível não rir com aquela cena.

– Pansy. – ‘Drake’ praticamente cuspiu, mas ao que parece a garota é idiota o suficiente para não perceber o desprezo impregnado em sua voz.

– Senti sua falta! Como foram as férias? Se divertiu muito? Sentiu minha falta? – Ele habilmente se livrou do abraço dela a ignorando e cumprimentando os outros, depois de cumprimentar cada um ‘Drake’ se virou para mim me puxando para que ficasse ao seu lado.

– Pessoal esta é Isabella Prydein. Izzy estes são Julius Crabbe, Willian Goyle, Blaise Zabine, Lyanna Nott, e Pansy Parkinson. – Os garotos me secavam da cabeça aos pés, a Nott sorria maliciosamente para mim e para ‘Drake’, já a Parkinson me analisava da cabeça aos pés terminando com um olhar superior de nariz empinado. Eu apenas sorri irônica para ela e cumprimentei os outros.

– Então Izzy.. – começou a Parkinson arrogante.

– Isabella. Ou Belly. – Corrigi como se falasse com uma criança, ela me olhou com raiva e eu apenas continuei sorrindo.

– Então ‘Belly’ – Cuspiu o apelido. – Onde você conheceu o Draquinho? – Ela perguntou tentando soar segura e indiferente, mas falhando miseravelmente.

– Eu ‘moro’ com ele. – Frisei bem o moro colocando um pouco de duplo sentido na frase. Ela fechou a cara e ficou calada.

– Então, vamos procurar uma cabine? – Zabine perguntou, sorrindo pra mim, retribuí o sorriso e disse.

– Na verdade eu e Drake ficaremos na cabine dos monitores, temos alguns ‘assuntos’ para resolver. – Os garotos pareceram desapontados, a Nott sorria travessa e a Parkinson me fuzilava com o olhar. Lancei um imperceptível ‘legilimens’ nela e gargalhei internamente com seus pensamentos.

Essa idiota pensa que vai roubar o meu Draquinho de mim, mas ela está muito enganada, eu vou fazer a vida dela um inferno em Hogwarts e...”

Eu me segurava para não gargalhar alto com tamanha futilidade. Mas se ela pensa que vai ser um empecilho e ficar me desafiando está muito enganada. Eu sou a ‘Princesa das Trevas’ e todos os comensais me devem respeito. Será divertido colocá-la em seu lugar.

– Ahnn... Tudo bem... Tchau Belly, tchau Draco nos vemos na escola... — Zabine disse puxou os outros menos a Parkinson que ainda me encarava. Indiquei para ‘Drake’ ir à frente e parei o lado da Parkinson. Discretamente segurei seu pulso esquerdo e senti o poder da marca negra me reconhecendo, enviei uma enorme carga de poder na mesma fazendo a garota ofegar, e teria caído, por causa da queimação intensa que meu poder causava em seu corpo através da marca, mas eu a impedi de cair a fazendo se debruçar na porta de uma cabine vazia. Era quase como veneno puro de vampiro nas veias.

Olhei dentro de seus olhos deixando os meus voltarem ao seu normal, igualmente aos de meu pai, azuis e vazios. Sorri cruelmente fazendo uma sombra vermelha lampejar por minhas irís.

Ela tentava se soltar do meu aperto, mas era inútil. Meu sorriso aumentou ao ouvi-la gemer de dor, eu apertava seu braço cada vez mais forte, não deixaria marcas, mas doeria bastante, ela veria sua mão sangrar e apodrecer dentro de dias e também sentiria toda a dor que isso proporciona, mas ninguém além de mim e dela poderiam ver ou sentir nada vindo de sua mão. Era a uma das maldições que eu criei quando Trixie me contou sobre as atrocidades que ela, minha mãe, Narcisa de Rodolfo sofreram na revolta dos trouxas. Criei umas cinco ou seis enquanto torturava os prisioneiros da mansão.

Entrei na mente da Parkinson e disse com a voz fria, persuasiva e suave, era a mesma voz que meu pai falava antes de matar alguém. Isso nunca era um bom sinal vindo ou dele ou de mim.

Preste bem atenção sua garotinha imunda, não me tire do sério porque você não vai gostar de virar a minha refeição.’ Deixei-a ver algumas imagens de mim e Kramisha na nossa primeira caçada onde eu voltava a forma humana ainda me deliciando com o sangue dos trouxas, fiz uma leve alteração nas memória mudando minha aparência para ficar igual á que estou agora. “Não me desafie Parkinson, porque se você começar... Eu termino.” Criei uma ilusão fazendo o meu eu da memória dizer essas ultimas palavras sorrindo macabramente com o rosto coberto de sangue.

Olhei para o rosto dela e a idiota parecia que ia desmaiar, estava pálida quase cinza e estava paralisada pelo medo. Senti um líquido quente e grosso escorrendo por minha mão e vi que ela já sangrava bastante por causa da maldição.

Soltei seu braço bruscamente e ela me olhou assustada, sabendo que só nós veríamos, levei minha mão suja de seu sangue a boca e passei a língua sentindo o gosto ao mesmo tempo que sorria friamente para ela.

Fiz meus olhos voltarem novamente a cor chocolate e saí caminhando calmamente na direção em que Drake tinha ido, deixando-a lá olhando horrorizada para sua mão.

Encontrei-o no ultimo vagão onde ficavam duas cabines para os monitores. Numa estavam alguns adolescentes conversando animadamente e na outra Drake me esperva.

– Porque demorou tanto Izzy? – Perguntou quando me sentei.

– Ahh, nada de mais, a Parkinson veio dar o aviso de “Ele é meu e não se meta no meu caminho” – Disse rolando os olhos.

– “Posso andar um pouco pelo trem senhora?”- Kramisha perguntou em meu colo.

“ Claro mas não mude de forma eles não aceitam animais maiores ou mais perigosos em Hogwarts” – Respondi colocando-a no chão.

– A Pansy fez mesmo isso? – Perguntou Drake incrédulo. Dei de ombros não respondendo.

–E o que você fez? – Perguntou curioso. Sorri maliciosamente e disse.

– Mandei uma boa quantidade de poder em sua Marca Negra. – Disse uma meia-verdade. Ele fez uma careta e involuntariamente sua mão foi para seu braço, tocando o lugar da marca.

– Dejavú? – Arqueei uma sobrancelha.

– É um dos castigos que o Lord aplica nos comensais. – Disse apenas.

– Eu sei. Mas a minha carga é muito maior que a do meu pai. – Sorri com falsa ‘inocência’.

Ficamos em silêncio, o trem não demorou a partir e assim que saímos da estação eu tive um ótimo pressentimento e sorri maliciosamente ao ter uma pequena ‘visão’, um dos poderes que herdei de Rowena Ravenclaw é o talento para adivinhação e conseqüente mente tenho pequenas previsões do futuro, mas como o da anãzinha as visões vem quando querem pois eu não tive tempo de treinar esse poder ainda. Sorri comigo mesma e levantei-me de onde estava sentada e me acomodei ao lado de Drake praticamente em seu colo, colocando a cabeça em seu pescoço e uma mão em seu peito.

Drake arqueou uma sobrancelha para mim e eu disse em sua mente.

– “Agora começa o jogo!” – Percebi-o estremecer com minha voz sussurrada, mas já havia fechado os olhos fingindo dormir. Nesse momento a porta da cabine se abriu e uma voz de sinos perguntou.

– Olá, podemos nos sentar aqui? Não há mais nenhuma cabine vaga.

Fim do Capitulo


Notas finais
Huhu o tão esperado cap de Hogwarts está chegando.
Eu gostaria de avisar que eu vou mudar algumas coisas na linha do tempo.
Eles vão estar no sétimo ano, o trio não saiu de Hogwarts atrás das horcrux, vamos dizer que a mione com muitaas pesquisar descobriu que elas estavam em Hogwarts mas ainda não sabem o que elas são. O voldy já conquistou toda a comunidade bruxa, só resta O Ministério e Hogwarts, isso tudo foi feito as escondidas, pois o voldy quis a vantagem de surpreender seus inimigos, ou seja, os ministros, diretores e etc, dos outros países são comensais disfarçados, eles estão só esperando a conquista de Hogwarts e do Ministério inglês para revelarem suas verdadeiras identidades.
Então eu vou colocar algumas coisas misturando todos os filmes, prox. cap vocês vão ver uma parte parecida com o prisioneiro de Azkaban só que serão só semelhanças, o desfecho da fic será original.
qualquer duvida eu respondo pelos reviews.
Xoxo
P.E.