Notas iniciais
Oi gente eu juro que quando tiver tempo respondo os Reviews, só que além de ter que estudar eu estou morrendo de dor de cabeça e a maldita não passa de jeito nenhum.
Ahh e algumas vem me perguntando se a fic é Beward, a resposta é NÃO.
A fic é Bella/Draco.
então tá ai um cap mostrando que a Bella realmente mudou, e aparece também o lado sombrio dela.
Ahhhh e eu sei que vocês querem que a Bella chegue logo em Hogwarts e não se preocupem se não for no proximo será no outro ok?

Bella POV:

– Lúcio? — Perguntei entrando no escritório. Ele ainda estava lá só que agora conversava com Dra.. ke, Droga tenho que me acostumar em chamar ele assim, não posso ficar hesitando no apelido na frente dos outros.

– Sim? — Ele respondeu, olhando questionadoramente para minhas roupas, assim como seu filho.

– Só queria avisar que vou sair e não volto para o jantar.

– E eu posso saber pra onde você vai? — perguntou um pouco irônico.

– Ao mundo trouxa. — Respondi com descaso. Ele fez uma careta de nojo e perguntou.

– Porque você iria para aquele lugar imundo?

– Ora, para caçar é claro, ou você acha que eu me vesti assim por que sou inocente e gosto de rosa? — Perguntei sarcasticamente, minha roupa exalava falsa ingenuidade, coloquei-a exatamente por isso. Era um vestidinho tomara que caia rosa bebê que ia até o meio das minhas cochas, com uma camada fina de tecido transparente por cima da saia, no busto alguns desenhos florais de um rosa mais escuro e lilás. Nos pés uma sapatilha rosa salmão e uma tiara lilás nos cabelos, que agora estava com longos e angelicais cachinhos dourados, meus olhos de volta ao azul claro e uma coloração rosada estava destacada em minhas bochechas e segurando uma gatinha filhote agora também com a pelagem dourada e olhos azuis. Tinha também modificado meu corpo para parecer o de uma garota de 14 ou 15 anos, bem formado, mas ainda sim jovem. Era a verdadeira imagem da inocência. Aham ta!

Lúcio sorriu friamente e concordou.

– Claro, claro, tinha me esquecido disso, mas se não for pedir muito você poderia levar Draco com você? — Arqueei uma sobrancelha, mas não disse nada, apenas assenti.

– Vamos Drake? — Disse com falsa inocência.

– Vamos Izzy. — Ele respondeu prendendo o riso para a cara que seu pai fazia.

– Drake? Izzy? — Perguntou incrédulo. — Tinha como isso ser mais ridículo?

– Acredite Lúcio, eu conheço alguns apelidos que você vomitaria só de escutar. — Respondi sem conter a gargalhada. Ele fez cara de nojo novamente e perguntou.

– Porque os apelidos?

– Draco e Isabella é algo muito formal para duas pessoas que se conhecem desde criança, não acha? — respondi enquanto Draco ainda prendia o riso.

– Oh, claro! Você pensa em tudo não é querida? — Perguntou agora sorrindo abertamente. Retribuí o gesto e me virei em direção à porta.

– Boa noite Lúcio, Vamos Drake, temos uma caçada nos esperando.

– Claro! — Ele respondeu. — Boa noite pai.

– Boa Noite, Boa caçada para vocês.

Fiz uma chave de portal para o centro de Londres, rapidamente aparecemos em um beco escuro do mundo trouxa. Caminhamos calmamente em direção a rua e só então Draco se pronunciou.

- O que vamos caçar?

– O que você acha? — Perguntei sugestivamente.

– Trouxas? — Perguntou com a sobrancelha arqueada.

– Muito bem Drake! — Eu não me importava de matá-los, é claro que não iria atrás de um pai de família ou uma criança inocente, existem trouxas sem escrúpulos o suficiente para nos divertirmos bastante.

– Quando você diz caçar...?

– Quero dizer como na selva querido. Caçar, matar e comer. — Disse divertindo-me com sua cara de repulsa.

– Eu não caço nesta forma, apenas na forma animaga. — Adiantei sua pergunta, antes que ele abrisse a boca. Compreensão passou por seu rosto, mas logo uma ruguinha de duvida apareceu novamente entre suas sobrancelhas.

– Nós não precisamos caçar na forma animaga, então por que..?

– Porque além de ser divertido, me deixa mais forte. — respondi sem esperá-lo terminar a pergunta. Seu rosto ainda estava duvidoso, mas acho que desta vez ele tentava decidir se tentaria ou não caçar.

– Tente. Você nunca terá as respostas se não tentar. — Comentei. Já havíamos caminhado bastante e estávamos no lugar perfeito para uma caçada.

Era uma área cheia industrial, quase deserta. Caminhamos mais um pouco até que eu avistei as vitimas perfeita. Eram três homens, eles cercavam uma garota que não parecia ter mais que 17 anos, eles com certeza tinham a intenção de estuprá-la. Sorri malignamente e disse para Draco que olhava para o mesmo local que eu.

– Só apareça quando eu der o sinal, ok? — Não o esperei responder e comecei a caminhar em direção a minhas vítimas, colocando minha melhor cara de inocência, o que eu não precisava realmente, minha aparência fazia isso por mim. Aproximando-me cada vez mais, já podia ouvir as idiotices que eles diziam assustando a garota.

Comecei a cantarolar uma musica trouxa bem infantil, rapidamente eles notaram minha presença e sorriram sadicamente. O do meio tinha uma barba enorme e tinha alguns traços parecidos com os da garota, com um breve legilimens descobri que ele era pai dela e abusava dela desde os dez anos da coitada, fiquei furiosa, mas não deixei isso transparecer, ela trabalhava na cozinha de alguma das indústrias ao nosso redor. Logo eles se arrependeriam de todos os seus pecados. O da direita tinha uma aparecia mais jovem e bem cuidado, provavelmente, um advogado ou empresário. E o da esquerda parecia o mais velho dos três, e usava roupas surradas.

Saltitei em direção a garota, que se chamava Melanie, ou melhor, Mel, e disse como se não me desse conta das intenções dos homens ali presentes.

– Mel, porque você demorou? Eu estava esperando você a mais de meia hora, então vim te procurar, temos que ir para o teatro, as meninas estão nos esperando. — Enganchei meu braço no dela como se fôssemos melhores amigas. A garota olhava para mim como se eu fosse louca. Mas não disse nada, pois os homens começaram a falar novamente.

– Olha o que temos aqui... — O da esquerda disse.

– Sim, sim... Que bela garotinha não? — O da direita sorriu.

– Não sabia que você tinha amiguinhas assim doçura. — O do meio, pai da garota comentou também sorrindo. — Vamos adorar brincar com vocês...

– Eu adoooro brincar, principalmente de pique — esconde, é tão divertido... — Eu disse 'sonhadoramente', e sorri internamente ao perceber eles mordendo a minha isca.

– Então vamos brincar belezinha. — O da direita disse.

– Vocês se escondem... — O da esquerda começou.

– E nós caçamos vocês. — O do meio terminou sorrindo sádico.

– Ebaaa! — comemorei saltitante, estou até parecendo à anãzinha Cullen. — Mas... Primeiro virem de costas, não é justo vocês verem aonde agente vai se esconder! — exigi com um biquinho. Eles se entreolharam sorrindo e viraram de costas. Revirei os olhos, tão idiotas...

– Saia daqui o mais rápido possível. — disse em voz baixa para a garota ao meu lado.

– Mas... E você? — ela perguntou preocupada.

– Não se preocupe, vim salvar você, agora saia antes que os idiotas se cansem de ficar de costas.

– Você é meu anjo da guarda? — Perguntou sonhadoramente.

– Algo assim, e é por isso que você nunca mais os verá. — Falei indicando os homens a nossas costas.

– Mas... Ele é meu pai!

– E ele abusa de você desde os seus dez anos, não vai fazer falta em nada. A aura dele está manchada e ele deve ser eliminado. — Falei dando a entender que era um anjo. Ridículo eu sei, de anjo eu não tenho nem a cara, mas a garota era cabeça dura. Enquanto discutíamos caminhávamos para longe dos idiotas.

– Obrigado. — Ela assentiu e me abraçou antes de sair correndo. Entrei em um beco ali perto e esperei-os vir me procurar, sentada em cima de umas caixas que tinham ali. Não demorou muito e eu pude escutar seus passos e suas vozes nos chamando.

– Onde vocês então, gracinhas?

– O titio aqui vai achar vocês rapidinho... — Revirei os olhos e joguei uma pedra no latão de lixo que tinha quase do meu lado. Pude ouvir suas risadas e em seguida seus passos se aproximando de onde eu estava.

Conectei minha mente com a de Draco e disse:

–“Você já pode vir espere apenas eles entrarem no beco.”

– “Tudo bem”- Ele respondeu e eu desconectei nossas mentes.

– Olha quem encontramos aqui? — Um dos inúteis disse teatralmente ao entrar no beco.

– Onde está sua amiguinha? — O Barbudo perguntou.

Levantei-me deixando minha expressão inocente se tornar sádica e maliciosa, eles nem ligaram e começaram a se aproximar de mim.

– Sabe, vocês são muito idiotas mesmo... — Comentei sorrindo minimamente. Antes que eles pudessem retrucar eu continuei. — Caminhar assim tão facilmente para uma armadilha. Tsc, Tsc, Tsc. Eu não os culpo. São uns trouxas de mente pequena, não esperaria muito de vocês, estupradores e pedófilos... Então não teria como vocês resistirem a mim não é?

– Cale a boca sua vadiazinha, agora nós comandamos o jogo. — O com pinta de advogado disse.

– Oh, não, você está muito enganado... Sou eu quem comanda o jogo. — Sorri colocando Kramisha no chão, ela imediatamente se tornou uma enorme pantera com dentes longos e afiados. Suas expressões se tornaram de medo e recuaram alguns passos em direção a saída do beco, mas foram impedidos de fugir por Dra..ke que impediam a passagem deles já em sua forma animaga, que era um Guepardo loiro-branco enorme.

Sorri maleficamente e decidi assustá-los um pouco mais.

– Expectum Slave. – Sussurrei sacando minha varinha e apontando em direção ao barbudo. Da ponta da varinha uma chama negra saiu se acumulando a minha frente e tomando a forma de um dementador. Era uma versão do patrono das Trevas, não era muito usado, já que requer muita habilidade além de tem que ser muito cruel para conjurar um desses, pois ele suga cada gota de energia do alvo, causando uma dor torturante antes de matá-la.

Os três trouxas gritaram e tentaram fugir, mas Dra..ke entrou em seu caminho os impedindo. Eles recuaram até um canto e abriram o berreiro.

– Covardes. — Resmunguei. Ordenei meu expecto se aproximar do barbudo e atacá-lo. O barbudo gritou ao sentir a terrível dor que um Slave podia causar. Seus gritos foram se extinguindo assim como a sua vida, quanto mais fraco ele ficava mais forte eu me sentia. Era como se eu tivesse passado toda a minha vida comendo comida trouxa e de repente descobri o néctar dos deuses. O gosto era de puro poder, deixando-me inebriada.

Os outros dois trouxas se encolhiam para longe de onde o amigo morria. Revirei os olhos e recuei meu espectro dizendo para Kramisha.

– É todo seu! – Ela avançou no corpo do barbudo e passou a dilacerá-lo com suas garras e dentes.

– O que é você? O que você vai fazer com a gente? – O mais velho gritou para mim.

– Sempre as mesmas perguntas... Quem é você? – Fiz uma pequena pausa sorrindo. – Ou melhor, o que é você? Porque está fazendo isso? O que você quer? Perguntas aterrorizadas de pessoas que aterrorizam... Tsc, Tsc, Tsc...

– Por favor... Tenha piedade de nós... Por favor..? – O que aparentava ser advogado implorou choramingando.

Sorri largamente e respondi.

– Oh sim! É claro que eu terei piedade de vocês... – Eles respiraram aliviados e eu continuei. – Assim como vocês tiveram piedade de todas as suas vítimas. – Terminei em um tom gélido e sombrio. Eles não entenderam o duplo sentido da frase eu não os dei tempo para isso. Ataquei um deles enquanto Draco atacava o outro.

Senti alguns bruxos se aproximando e dei um sorriso felino ao perceber a aura dos bruxos da luz, dentre eles o velho caduco. Rapidamente voltei a minha forma original, Draco e Kramisha fizeram o mesmo.

Lancei um feitiço nos restos dos trouxas e eles tomaram a forma de uma rosa, com uma serpente enlaçada no seu caule. Draco olhou questionadoramente para mim, mas eu apenas sorri pegando Kramisha no colo e agarrando o braço dele, criando uma chave de portal para a mansão Malfoy.

Aparecemos na sala de estar, Lúcio e Narcisa estavam sentados na sala conversando e se assustaram quando aparecemos. Não era para menos, estávamos os três ensopados de sangue eu mantinha um sorriso frio no rosto. Com certeza amanhã as noticias sobre o massacre de trouxas apareceria no Profeta diário.

– Por Merlin o que aconteceu? – Narcisa perguntou preocupada.

– Não é nosso sangue mãe. – Draco a acalmou, sua voz era um pouco arrastada, porque se alimentar de carne humana também nos deixava inebriados, não tanto quanto se alimentar aura deles mais quase isso.

– Oh...

– Então como foi a diversão de vocês? Voltaram cedo... – Lúcio perguntou sorrindo.

– Ótima. Nós tivemos que vir mais cedo, porque os membros da ordem estavam a caminho. Deixei um presentinho para eles lá. Tenho certeza que amanhã estará na primeira página do jornal. – Expliquei.

– Como você sabia que eles estavam vindo? – Draco perguntou.

– Simples, eu senti a aura deles próxima de onde estávamos. – Ele assentiu e se sentou em uma cadeira que ele conjurou para não sujar as poltronas.

– Belly, o Lord quer falar com você. – Lúcio anunciou não mais sorrindo. Fiz uma careta, ele com certeza queria falar dos Cullens.

– Agora? – Perguntei.

– Ele disse que assim que você chegasse fosse diretamente falar com ele. – Suspirei e colocando Kramisha no chão, me dirigi à lareira.

– Serpent’s Hall. – Disse soltando o pó de flu.

Saí da lareira da sala de reuniões da mansão, e me encaminhei para a sala de jantar, a essa hora meu pai devia estar lá com alguns de seus comensais. Quando passei pelas portas duplas que davam para o salão de jantar avistei meu pai assim como uns 30 comensais sentados a mesa. Alguns me olharam com receio e outros sorriram assim como meu pai.

– Boa noite, mestre. – Disse respeitosamente como sempre fazia quando estávamos na presença de outras pessoas que na eram Trixie, Sev, Lúcio ou mesmo Dra..ke.

– Boa Noite. – Ele respondeu sem emoção. – Eu a convidaria para se juntar a nós nesta refeição se não estivesse tão claro que já fez sua refeição. – Ele comentou com um sorriso sádico, apontando para minhas roupas. Retribuí seu sorriso e pude ouvir alguns comensais engolirem em seco. Rolei os olhos mentalmente, e respondi meu pai.

– Certamente eu já estou bem alimentada, vim aqui porque Lúcio me informou que desejava falar comigo. – Afirmei com a voz vazia.

– Claro, venha comigo. – Disse se levantando e indo em direção ao seu escritório.

– Lúcio me disse que os sanguessugas que abandonaram você no mundo trouxa estavam no beco com o ‘trio de ouro’ – disse friamente quando já estávamos sozinhos. Isso não é bom sinal. Ele só age assim quando está furioso. Eu sabia que ele não estava com raiva de mim e sim dos Cullens, e pelo seu tom de voz ele tinha planos assassinos.

– É verdade, mas...

– Ótimo, eu estava mesmo precisando de voluntários para testar umas novas técnicas de tortura! – Ele interrompeu sorrindo alegremente.

– Papai... não faça nada com eles... por enquanto...

–Porque não? Não vai me dizer que ainda ama o sanguessuga. – perguntou desconfiado. Fiz cara de nojo quando ele apontou essa possibilidade.

– É claro que não. Eu quero apenas me vingar pessoalmente. Veja. – Conectei nossas mentes mostrando a conversa que tive com Lúcio mais cedo.

– Eu vou cobrar essa parte do ‘qualquer coisa’- Ele disse quando terminei de mostrar-lhe as imagens.

– Tudo bem. Hoje na caçada os membros da ordem apareceram – Comentei casualmente.

– O QUE? E você os matou? – perguntou meio irritado meio esperançoso.

– Não, apenas deixei um presentinho pra eles. – disse sorrindo. Ele arqueou uma sobrancelha e eu mostrei minhas memórias do que aconteceu na caçada para ele.

– Interessante. O que a marca faz?

–Eu a criei para que dependendo da minha intenção ela pode fazer várias coisas desde curar qualquer coisa até mesmo maldições que aparentemente não tem antídoto, até lançar uma maldição com os efeitos triplicados. – Seus olhos brilharam com algum sentimento que eu não consegui decifrar.

- Qual maldição você usou?

‘Ignis Umbrae’. – Respondi. Não mataria quem fosse atingido, mas a energia vital da pessoa seria lentamente queimada por uma chama negra, a dor da recuperação e muito pior que a própria maldição em si. É uma queimação por tom do o corpo, semelhante a um Crucio muito forte somando um pouco de veneno de vampiro nas veias.

– E ela cura qualquer coisa mesmo? – Perguntou.

– O que tem em mente? – Perguntei.

– Talvez isso seja capaz de me devolver a minha forma original e não uma aparência ofidioglota. Tecnicamente eu fiquei assim por causa da maldição que se voltou contra mim.

– Hmm, acho que isso pode dar certo... Quer tentar agora?

– Sim, apenas dispensarei alguns dos comensais que chamei para uma reunião sem muita importância, e poderemos tentar. Do que você precisa?

– Morte. Sangue e morte. Não estou com fome então peça a algum comensal dilacerar os corpos. De preferência trouxas, a carne deles nos dá poder.

Depois de mais ou menos uma hora estava quase tudo pronto. Resolvi fazer um pequeno ritual para não correr riscos de falhas. Chamei Draco, Sev, Lúcio e Trixie para me ajudarem com o circulo de poder que faria. Estávamos todos nós na sala de treinamentos os corpos dos trouxas já estavam em pedaços aos nossos pés. Sev, Trixie, Draco, Lúcio, meu pai e eu já estávamos todos posicionados. O circulo estava apenas em nossas mentes. Ele ligava a todos nós com poder, meu pai estava no centro e aos seus pés os destroços dos corpos. Comecei a dizer uns encantamentos em aramaico, que era basicamente invocando o Sangue que era representado pela Trixie, a noite que era Lúcio, a humanidade que era Draco, a Terra que era Sev, ao espírito que era meu pai e ao poder que era eu. Isso faria a marca muito mais poderosa do que já era e com certeza daria meu pai sua forma humana novamente.

Depois que a magia do circulo estava completa, me posicionei de frente a meu pai com apenas os corpos entre nós. Murmurando feitiços para formar a marca segurei a mão do meu pai me preparando para passar o Maximo de poder que conseguisse para ele conseguir mudar sua essência de serpente de volta ao normal.

Quando a marca terminou de se formar, me foquei em poderes de cura e enviei a maior carga de poder que consegui para nossas mãos entrelaçadas. Senti um choque passando pela minha coluna e cai de joelhos sendo seguida pelo meu pai. Mesmo que eu quisesse não conseguiria me soltar de sua mão, o poder do ritual nos mantinha todos presos em nossos lugares até o termino do mesmo. Enviei mais uma carga de poder para ele e senti novamente o choque em meu corpo. Uma luz cinzenta começou a envolvê-lo até que eu não podia ver nenhuma parte de seu corpo, pude sentir aos poucos a mudança na temperatura e também na textura de sua mão que eu ainda segurava. O poder do circulo só aumentava cada vez mais me deixando sem ar por causa de sua potencia passando por meu corpo em direção ao meu pai.

O Poder triplicou de repente e a luz ao redor de meu pai se tornou mais densa, gritei pela corrente de energia que passou por meu corpo e os outros me seguiram.

A ultima coisa que vi antes de desmaiar foi o rosto de meu pai exatamente como nas fotos em que eu vi dele junto com minha mãe. Então tudo escureceu e eu não vi mais nada.

Fim do capitulo.



Notas finais
E ai o que acharam?
Bem eu tentei encontrar um nome para a habilidade de falar com gatos e o que saiu foi: Vorbifeles
Eu especialmente não achei lá essas maravilhas mas...
Vorbi quer dizer fala em romeno e Feles é felinos em latim.
Se alguém tiver uma ideia melhor please me iluminem.
Beijões até a próxima.
P.E.