Isabel

1 Trabalhando duro


Notas iniciais
PLÁGIO É CRIME!!! TENHA CRIATIVIDADE E CRIE SUAS PRÓPRIAS HISTÓRIAS, FORA ISSO SEJA BEM VINDO AO MEU MUNDO!

Em um vilarejo muito, mas muito distante da cidade grande, mora uma jovem bonita, de cabelos longos e olhos castanhos claros chamada Isabel. Isabel é muito trabalhadora e tem uma fiel mascote, uma cachorrinha branquinha como a neve, chamada Beijoca. Alegre e protetora, Beijoca está sempre atenta a qualquer perigo para proteger sua dona. Todos os dias, Isabel e Beijoca saem juntas para fazer entregas. Isabel é uma ótima costureira e lavadeira, admirada por todos por sustentar-se com seu trabalho honesto.

Apesar de sua dedicação e companheirismo com Beijoca, Isabel sente-se muito sozinha. Tendo perdido os pais muito cedo, ela teve que abandonar sua adolescência para encarar a dura realidade do mundo adulto. Mesmo assim, nunca deixou de sonhar em encontrar seu príncipe encantado e formar uma família feliz.

Naquela manhã, Isabel já havia limpado a casa, preparado o almoço, lavado, passado e guardado as roupas. Com duas cestas cheias de roupas, ela se prepara para sair.

— Esta cesta é da senhora Filó. Está tudo limpinho, as roupas que precisavam de costura estão prontas e passadas. A outra cesta é da senhora Norma, esposa do capitão Matias. Que sorte ela tem de ter um marido forte, inteligente e carinhoso. Será que um dia também terei alguém assim? — pensa Isabel, enquanto confere as roupas.

Com as cestas equilibradas, Isabel sai de casa acompanhada por Beijoca. Ambas seguem felizes, cantando e dançando pelo caminho.

— Olha, Beijoca, como a natureza é linda! Os campos e as flores são perfeitos.

Chegando à casa da senhora Filó, Isabel coloca a cesta no chão e bate palmas.

— Senhora Filó! Senhora Filó! — chama Isabel, enquanto Beijoca late.

A senhora Filó aparece na porta, um pouco irritada.

— Que foi, menina? Pra que tanto escândalo?

— Suas roupas estão prontas, lavei, passei e costurei tudo que precisava. — diz Isabel, sorridente.

A senhora Filó pega a cesta, entra em casa e volta com o pagamento.

— Aqui está, menina. Semana que vem pode vir buscar mais roupas para lavar e passar.

— Pode deixar, estarei aqui semana que vem. Cuide-se, senhora Filó!

— Cuide-se também, Isabel. Não fale com estranhos e volte direto para casa após as entregas.

— Pode deixar, senhora. Beijoca e eu tomaremos cuidado. Até logo! — responde Isabel, sorridente.

Enquanto Isabel se afasta, a senhora Filó murmura uma oração:

— Deus, proteja Isabel. Essa menina doce e amável merece realizar seus sonhos e encontrar um bom marido que a ame e respeite.

Isabel continua sua caminhada até a casa da senhora Norma. Ao chegar, coloca a cesta no chão e chama:

— Senhora Norma! Senhora Norma!

Beijoca, entusiasmada, late sem parar. A senhora Norma aparece, bem vestida, com um sorriso no rosto.

— Já estou indo, menina. Um momento! — diz ela, trazendo o pagamento e mais roupas para serem lavadas e consertadas.

— Vou entregar na sexta-feira ou no domingo após a missa, tudo bem? — diz Isabel, pegando a cesta.

— Tudo bem, Isabel. Cuide-se e não tenha pressa.

— Até logo, senhora Norma!

— Até logo, menina. Que Deus te acompanhe!

No caminho de volta para casa, Isabel continua cantando e dançando com Beijoca.

— Um dia, Beijoca, seremos muito felizes. Moraremos em uma casa confortável, com muita comida para nos alimentarmos. — diz Isabel, abraçando a cachorrinha.

De volta ao lar, Isabel almoça, pega um livro e começa a ler. Logo, adormece e sonha com um mundo maravilhoso. Ao acordar, encontra Beijoca ao seu lado, olhando carinhosamente. Isabel sorri, levanta-se e começa a organizar a casa novamente, preparando-se para o jantar e uma noite de descanso.

Notas finais
A história enfatiza a força de caráter de Isabel, sua resiliência diante das adversidades e o papel crucial de Beijoca como sua confidente e protetora. Este capítulo estabelece as bases para o desenvolvimento dos temas de esperança, perseverança e a busca por felicidade. Espero que todos gostem e não deixe de #Curtir #Comentar e #Compartilhar.