Notas iniciais
Bella está correndo perigo de vida, Shura irá salva-la ou deixar que o destino se vingue por ele? Boa leitura!

Shura sentiu o sangue gelar ao vê-la no chão. Por uma fração de segundos esqueceu tudo o que havia acontecido entre eles, de como se sentia humilhado e de como a raiva o havia consumado. Sentiu só medo do pior, de perde-la!

Curtiss foi o primeiro a avistar o Cavaleiro de Capricórnio que corria na direção deles.

– Mas que droga! Vamos embora! – Blériot também o havia visto.

– Fiquem onde estão e os matarei rapidamente! Se tentarem fugir vou faze-los sofrer cada segundo da agonia da morte! – Shura já em posição de ataque.

– Você nem está usando sua Armadura e nós estamos em três. – Douglas passou na frente dos outros dois amigos e cruzou os braços.

Shura deu um meio sorriso. – Que cretinos! – E disparou um soco no estômago de Douglas que acabou derrubando Curtiss. Shura se virou e olhou para Blériot.

– Eu não tenho nada a ver com isso, eu juro! – Disse andando para trás até sair correndo, Shura o alcançou antes e o agarrou com uma chave de braço. – Por favor eu te imploro, não fiz nada... – Blériot com a voz estrangulada. O Cavaleiro de Capricórnio não conseguia sentir piedade de ninguém, apertou o pescoço do Aspirante até faze-lo perder a consciência. Largou o corpo no chão e foi em direção aos outros dois que já haviam se levantado e tentavam fugir sem que ele percebesse.

A raiva fez com que Shura elevasse ainda mais o cosmo, de uma forma aterradora fazendo tremer até o chão. – Excalibur! – E lança o golpe certeiro derrubando os dois Aspirantes no chão desacordados. Correu em direção ao seu amor inerte no chão, se ajoelhou, tirou os cabelos ruivos do rosto dela. – Bella? Bella você consegue me ouvir? – Ela estava gelada, ele quase não teve coragem de tomar a pulsação, respirou fundo e apoiou dois dedos no pescoço dela. – Oh obrigado Atena! Está viva, preciso tira-la daqui o mais rápido possível. – Com alívio e preocupação, a pegou no colo e correu de volta, deixando os corpos dos três aspirantes jogados na floresta.

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Mú voltou para casa de Áries e percebeu que haviam arrumado tudo, cada objeto estava em seu lugar, só poderia ter sido ela. Fechou os olhos e sentiu a presença de San. Se direcionou ao quarto com a intenção de manda-la de volta para casa mas se deparou com uma imagem que o fez mudar de ideia. Ela estava deitada em sua cama de bruços, dormindo abraçada em seu travesseiro tão profundamente, tão angelical e absurdamente linda. Mú passou a mão pelos cabelos, não sabia o que fazer. Se aproximou e se ajoelhou em uma perna só. Afastou uma mecha do cabelo rosa do rosto dela e o colocou atrás da orelha.

– San... a que ponto chegaram as coisas! Como você pode se envolver com ele, logo ele! – E se levantou mas foi detido por ela que segurou seu pulso.

– Me ajude a tirar esse homem da cabeça Mú! – E depositou um beijo em sua mão.

Sentir o contato dos lábios dela em sua pele o fez se ressentir ainda mais. Voltou-se na direção de San e segurou o rosto dela entre as mãos. – Como tem coragem de me pedir um absurdo desses Sangmu?

– Absurdo? Você é meu melhor amigo. Não confio em ninguém como confio em você Mú! Me ajude... por favor! – Disse agarrando-o pelos pulsos.

– Não seja ingênua San! Será que não sabe que para esquecer um amor, somente um outro amor. E não é isso o que está procurando em mim. – A soltou e se levantou.

Ela sentou na cama, não sabia o que dizer. – Desculpe a intromissão, acabei arrumando suas coisas.

– Realmente não havia necessidade San, mas agradeço mesmo assim, agora é melhor ir embora, deve estar cansada. A noite foi longa para todos nós. – Disse se retirando.

– Mú espere! – Em um salto ela já estava próxima à ele. – Vai continuar me tratando assim?

Ele parou e se virou de frente à ela. – O que você quer de mim afinal?

Ela baixou o olhar envergonhada. – Só queria que as coisas voltassem a ser como antes. Será que é pedir muito?

– Se as coisas voltassem a ser como antes eu estaria mentindo para mim mesmo! É tão difícil de entender San, que eu não te vejo mais como uma irmã ou uma simples amiga? Sinto muito mas não posso fazer o que me pede. – E partiu deixando-a ali parada com as mãos cobrindo a boca.

´´Por que Atena? Por que isso está acontecendo comigo?`` enxugou as lágrimas que escorriam por debaixo da máscara e foi embora.

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Mia passou pela casa de Câncer e encontrou Máscara da Morte que continuava parado na sala.

– Onde está Bella? – Disparou.

– Foi para casa! – Respondeu sem olhar.

– Não foi não! O que você fez para ela? – Disse dando um passo na direção dele.

– Fique onde está ou arranco sua cabecinha azul e coloco de decoração na minha parede. – Ameaçou encarando-a.

Mia sentiu um calafrio só de imaginar. – Ei pega leve, eu só estou preocupada com a minha amiga! Se ela não está aqui, não está em casa, onde pode ter ido?

Máscara da Morte franziu o cenho pensativo. – Ela deve ter ido treinar, afinal não foi para isso que ela veio até aqui, para melhorar suas habilidades em combate, para vingar os pais dela!

Mia pode sentir a amargura na maneira com ele havia dito aquilo. – É pode ser! Ela tem seus motivos para isso e Bella sempre foi muito determinada quanto aos seus objetivos. Mas é inútil que eu diga isso afinal você também a conhece não é mesmo?

– Hunf! É, eu a conheço! – E subiu as escadas para o seu quarto. Mia seguiu em frente ao encontro de Aiólia.

Máscara chegando ao quarto arrancou os lençóis de seda negro da cama, rasgou e os atirou longe. A raiva o estava consumindo. Bella o havia tratado como se no final das contas o que tinha acontecido entre eles nada importasse. No fundo ele sabia que aquilo não era verdade, lembrava muito bem do olhar dela, de cada suspiro naquela cama, de como ela havia se declarado, do seu rosto... mas por outro lado não poderia dar o braço a torcer e correr o risco de ser humilhado por uma mulher com seu desprezo. Foi até o banheiro e entrou no chuveiro gelado para esfriar as ideias.

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Kat, Dona e Shiva terminaram de treinar e voltaram para a casa, ao chegar encontraram Lizzy.

– Um dia desses voltará aqui somente para fazer sua mala e ir embora de vez para 13ª casa Lizzy! – Brincou Shiva.

– Ou não! – A Amazona de Castor somente disse.

– Então tá! Se você diz... – Respondeu Shiva não acreditando nem um pouco na amiga.

– Sim eu digo e afirmo, isso nunca irá acontecer. – Lizzy mais séria que nunca.

As outras três sem suas máscaras trocaram olhares quando a porta foi escancarada fazendo-as saltar e San passou correndo para o quarto e bateu a porta.

– Por que tenho a sensação que esta festa foi uma desgraça? – Shiva negou com a cabeça.

– Não para todos ouso dizer. – Lizzy levantou uma sobrancelha.

– Quem? A Bella? Hum pode ser... para Mia talvez e você também não é Dona? – Shiva quis saber.

– Isso quer dizer que só os italianos sabem se divertir de verdade! Mas espere um pouco e você Kat? – Lizzy mediu a russa de cima a baixo.

– Eu o quê? Ora mas que pergunta... – Se levantou e foi para a cozinha.

– Disse alguma coisa de errado? – Lizzy sem entender.

– Vamos meninas, vocês sabem melhor do que eu que ela é muito reservada, deixem a pobre em paz. – Dona disse com um sorriso no rosto.

– Pode te fazer uma pergunta? Aproveitando que você não é tão reservada. – Shiva curiosa. – Quem colocou esse sorriso lindo no seu rosto Dona?

– Nossa é verdade, você está radiante, até a sua pele está mais bonita. – Concordou Lizzy.

– Aaahhh meninas... – Suspirou Dona. – Só acho que os Deuses finalmente resolveram olhar para mim. E não me perguntem mais nada por favor.

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Cynthia voltou da cidade e subiu até Câncer onde seria seu novo lar. Entrou e foi direto para o quarto.

– Máscara? – Procurava por ele quando a porta do banheiro se abriu e ele apareceu nu enxugando os cabelos com uma toalha negra. Fazia já um bom tempo que não tinha relações com seu marido e vê-lo assim a fez suspirar.

– O que foi? – Ele quis saber.

– Nada... nada. – Ela ficou toda vermelha.

– Então por que está me olhando assim? – Ele passou por ela e começou a se vestir.

Ela se aproximou, o tocou nas costas e foi descendo a mão. Ele paralisou.

– Enlouqueceu? – Deu meia volta e a olhou nos olhos.

Ela retirou a mão imediatamente mediante ao olhar chocado dele. – Me desculpe! É que sinto muito sua falta!

– Pois acostume-se com ela, onde já se viu! Acabou de perder meu filho... Eu não encostarei um dedo sequer em você até que se cure. – Disse apontando para ela.

Cynthia encheu os olhos de lágrimas. – Você nunca vai me perdoar não é mesmo?

– Aaahhh não comece a fazer drama! Estou fazendo isso por você! Agora venha, vou te levar até o Grande Mestre. – Saiu na frente e ela logo o seguiu.

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– Leãozinho? – Chamou Mia.

– Ei Mia! Mas que cara é essa? Aconteceu alguma coisa? – Aiólia perguntou preocupado.

– É a Bella! Não sei onde ela foi parar, estou com medo que algo ruim possa ter acontecido. – Disse abraçando-o.

– Como não sabe onde ela foi parar? – Disse acariciando os cabelos azuis de Mia quando a entrada de alguém chamou a atenção dos dois, era Máscara da Morte acompanhado por Cynthia.

– Ei! Vai passar por minha casa sem ao menos me apresentar a sua esposa? – Aiólia disse o encarando.

Máscara bufou e se virou. – Cynthia, Aiólia, Aiólia, Cynthia.

Ela sorriu sem graça com a grosseria do marido e foi puxada para fora da casa.

Mia estava em choque. – Mas que diabos está acontecendo aqui?

– É isso mesmo que você ouviu! Ele é casado e ela chegou hoje, vai morar aqui pelo que parece. O Grande Mestre achou melhor, não faz nem um mês, ela perdeu o bebê que estava esperando. Mas eu te explico melhor pelo caminho, agora vamos procurar sua amiga! – E saíram juntos da casa.

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Shura corria com Bella nos braços quando Mú o viu passar por sua casa.

– Shura o que aconteceu? – Se preocupou o ariano que mal conseguia sentir o cosmo da Amazona.

– Depois te explico Mú, preciso me apreçar, ela não está bem! – E seguiu em frente.

Quando chegou em Câncer sentiu uma pontada no coração, como se as lembranças da noite anterior voltassem a assombra-lo. Balançou a cabeça para não se deixar levar pela amargura e entrou. Felizmente não encontrou ninguém mas quando estava saindo se assustou com o grito de Mia.

– Por todos os Deuses! O que você fez seu desgraçado? Bellaaaaa!!! – Mia correu na direção dos dois mas foi detida por Aiólia que a manteve firme pela cintura.

– Mia se controle! – Gritou o leonino.

– Se tem alguém que não fez nada aqui, esse alguém sou eu! Você não acha garota? Agora se me der licença vou para minha casa cuidar da sua amiga que estava sozinha jogada no meio da floresta. – Preferiu omitir sobre os três Aspirantes e passou pelos dois correndo.

– Eu não confio nele Aiólia! Me solte! – Se debatia Mia.

– Mia se acalme! – Aiólia ainda a mantinha presa.

– Mas ele pode fazer alguma coisa com ela, será que não vê? Ele pode se vingar pelo que aconteceu ontem! – Ela o empurrou.

– Não diga bobagens! – Se irritou o Cavaleiro de Leão. – Shura seria incapaz de uma atrocidade dessas, e além do mais não está claro que ele é completamente apaixonado por ela? Não tem com que se preocupar, ela não poderia estar em mãos melhores. Agora vamos voltar para minha casa e almoçar juntos já que os problemas acabaram.

– Acho que perdi a fome depois de tanta emoção! – Mia cobriu o rosto com as mãos.

– Ei! Mas onde está a minha guerreira que não se deixa abater por nada? Vem que eu cozinho para você, mas não se acostume que quando for minha mulher será você quem irá cozinhar. – E a beijou.

Ela suspirou. – Está pedindo minha mão em casamento sem nem me pedir em namoro?

– A ordem dos fatores não altera o produto. E não, ainda não estou pedindo sua mão em casamento. – Disse beijando de leve a mão dela.

´´Ainda?``, pensou Mia e partiram juntos.

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Milo estava de saída quando Máscara da Morte entrou com Cynthia.

– Temos uma serva nova e você nem me avisa. Egoísta como sempre não é crustáceo? – Milo medindo Cynthia de cima a baixo.

– Serva? Que serva idiota? Essa é a minha esposa imbecil! – Máscara sem paciência.

– Crustáceo? – Cynthia sem entender.

– Não liga não, é só um modo carinhoso de tratar os amigos mais chegados. E como assim esposa? Desde quando você é casado siri? – Milo com as mãos na cintura.

Cynthia ria da maneira como Milo se expressava, simpatizou de cara com o Cavaleiro.

– Desde sempre imbecil! Agora saia da minha frente aranha do deserto! – E começou a puxar Cynthia pelo braço outra vez.

– kkkkk melhor assim! Sobra mais! – Se divertiu Milo.

– O que ele quis dizer com isso? – Cynthia sem entender.

– Ele é fanático por trabalho! Você sabe, aqueles caras que gostam de se aparecer. Sobrará mais trabalho para ele poder mostrar serviço. Resumindo, não passa de um completo idiota! – Tentou arrumar Máscara.

– Máscara! Fale baixo, ele pode ouvir, fica chato. Eu gostei dele, parece ser uma boa pessoa. – Ela simpatizando com Milo.

– Hunf! Não você não gostou, acredite! – E seguiram em frente. Milo Sorriu e também seguiu seu caminho, só que em sentido contrário, precisava ocupar a mente com alguma coisa.

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Saga havia mandado Larissa se retirar e se encontrava na biblioteca a olhar a escrivaninha onde tinha feito amor com Lizzy quase a festa inteira. Ela havia partido tão magoada, com certeza não irá querer vê-lo novamente por muito tempo. Não sabia se era melhor deixar as coisas como estavam ou tentar resolver aquela situação indo falar com ela. Batidas na porta o fizeram voltar a realidade.

– Sim? – Respondeu ele.

– Com licença Grande Mestre, era só para avisar que conseguimos recuperar o vestido da senhorita Elizabeth. – A serva informou.

– Ótimo! Peça a alguém que desça e entregue o vestido na casa dela. Mas antes diga que passe por aqui. – E dispensou a serva com a mão, se sentou atrás da escrivaninha, agarrou papel e caneta e começou a escrever uma carta.

´´Querida Lizzy

Gostaria de poder dizer tudo o que escreverei nesta carta olhando nos seus olhos. E quando digo olhando nos seus olhos, entendo ter o prazer e o privilégio de poder faze-lo realmente, sempre com sua autorização é claro. O que aconteceu esta manhã só me fez acordar ainda mais e aceitar a realidade. Ver você partir, partiu o meu coração, não por sentir culpa, pois nada aconteceu além de um mal entendido, mas por ver seu sofrimento. Sua dor é minha dor, assim como sua carne foi minha carne. Eu sei que é errado, mas é mais forte do que eu. Me perdi em seus beijos, enlouqueci em seu corpo e quero mais. Me desculpe a ousadia mas só de pensar em ficar longe de você me dói a alma. Me perdoe por não te entender antes, me perdoe por demorar tanto a ceder, me perdoe por te magoar, me perdoe por te amar...

Saga.``

Ficou uns bons minutos olhando para aquele pedaço de papel que talvez mudaria sua vida para sempre. O selou em um envelope e esperou até a serva que entregaria o vestido à Lizzy viesse até ele.

– Entregue essa mensagem junto com o vestido por favor. – Respirou fundo e entregou a carta.

– Sim Senhor! Com licença. – A serva se retirou em seguida. Mas foi detida no corredor. – Ei? – Larissa a segurou pelo braço.

– Electra pediu que te chamasse! – Mentiu.

– Será que você poderia informa-la que tenho que entregar este vestido para a Amazona de Castor a mando do Grande Mestre. – A serva pediu.

– Não seja tola! É urgente! Deixe que eu mesma entrego. – E arrancou o vestido das mãos da serva.

– Mas não foi você quem brigou com ela? O Mestre não vai gostar nada disso! – A serva tentou pegar o vestido de volta.

– Ora mas que intrometida! Será que não sabe cuidar da sua própria vida! Agora vá ver o que Electra quer. Anda! Vá! – Praticamente a expulsou.

– Tá mas eu não me responsabilizo! Ah já estava esquecendo, essa carta deve ser entregue junto. – E lhe passou o envelope com o selo do Santuário.

Larissa agarrou a carta e partiu.

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Máscara da Morte esperava pelo Grande Mestre no salão principal ao lado de Cynthia.

– Que lugar maravilhoso! – Cynthia estava encantada.

– É! – Foi só o que o humor dele permitiu responder.

– Boa tarde! – Os dois se viraram, Máscara se ajoelhou e Cynthia ficou sem saber o que fazer diante da figura daquela bela mulher de longos cabelos lilás.

– Atena! – Ele a cumprimentou e voltou a sua posição normal. – Esta é Cynthia... eeeee minha esposa.

– Muito prazer, seja bem vinda! Fui informada sobre o que aconteceu e gostaria que soubesse que sinto muito. Se precisar de qualquer coisa é só dizer. – Saori desceu as escadas e veio ao encontro dela.

– Atena? A Deusa? – Cynthia olhava para ela maravilhada.

– Sim sou eu, por incrível que pareça! – Brincou. – Mas pode me chamar de Saori.

Saga entrou no salão e se juntou a Saori.

– Saga esta é a Cynthia. – Máscara não estava suportando mais aquilo.

– Finalmente nos conhecemos. Seja bem vinda. Eu sou Saga o Grande Mestre deste Santuário. Espero que se recupere o mais rápido possível e possa dar um filho a este Cavaleiro que sofreu tanto pela perda. – Máscara da Morte o fuzilou com o olhar enquanto Cynthia baixou a cabeça.

– Ok já chega. Missão cumprida! Vamos voltar para casa. – Com uma reverência à Atena se virou e puxou Cynthia para fora da 13ª casa mas deu de cara com Electra. – Era só o que me faltava! – Reclamou em voz baixa.

– Boa tarde Cavaleiro! Não vai me apresentar a sua... esposa? – Electra séria.

– Não! – Deu as costas e foi embora com Cynthia deixando a serva furiosa.

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Shura entrou correndo e colocou Bella em sua cama, ela estava com a temperatura corporal muito baixa. Ele terminou de rasgar o vestido dela e cobriu o corpo com uma coberta bem pesada. Foi até a banheira e abriu a água quente. Voltou para o quarto e começou a limpar a pele dela manchada de sangue.

– Bella? Você pode me ouvir? Responde pelo amor de Deus! – Temeu o pior.

– Cof cof cof. – Ela começou a tossir, virou o corpo para o lado e vomitou sangue.

– Nããããooooo! Bella? Bella não faça isso comigo! Bellaaaaa! – Shura gritou desesperado, sem saber o que fazer, escutou um barulho, olhou para trás e deu de cara com Cynthia e Máscara da Morte que parou chocado ao vê-la naquele estado terminal.

Notas finais
Máscara e Shura vão se unir para salva-la? Espero que tenham gostado. Até a próxima!