Inverno

12 Capítulo 12


Notas iniciais
Cansado
(Capítulo narrado por Adam)

Era noite. Não havia ninguém com quem eu pudesse trocar sequer uma palavra, — mesmo tendo minha avó e tia, porém, essas não contam — John me ligou e disse que não dormiria em casa essa noite. Mesmo achando que me engana, sei o que está acontecendo... E ainda acho que Liam e ele provavelmente estão em um motel, digamos que eu tenho certeza disso. Dizem que os mais calados costumam aprontar muito na ausência dos demais, sendo assim, Liam era um desses.

Depois de receber a ligação do meu primo, — que não fora esperto a ponto de ligar para o telefone aqui de casa e não para meu celular — eu estava certo de que eu também deveria sair um pouco, já faz tempo até que eu não me divertia.

Festa? Sim, hoje havia uma. Pela manhã recebi uma mensagem sobre isso, iria chamar John para irmos, mesmo sabendo que ele não iria querer, o que iria resultar também na minha desistência e ficaríamos em casa. Mas dessa vez não quero me prender a ele. O ruim seria fato de no dia seguinte ter aula. Então teria que voltar e dormir por pelo menos quatro horas.

Hora do banho! Hora de por a roupa! Está tudo certo para chegar à festa, usar de abraços falsos, reencontrar pessoas que vejo uma vez no mês — e isso é quase que uma obrigação —, o parabéns, a música alta e até mesmo os bêbados espalhados pelo canto da casa ou as brigas que sempre insistem em surgir e interromper a festa.

Era torcer para que ninguém me flagrasse saindo. Sempre costumam fazer um interrogatório quando resolvo sair sozinho.

E lá estava ela, deitada no sofá e ao que me parecia estava dormindo. Tentar não fazer nenhum movimento brusco para não acordá-la até chegar à porta. Fora só dá o primeiro passo quando derrubei o porta-retratos que estava ao meu lado, fazendo barulho e acordando-a. — Inferno! O mundo conspirando para minha infelicidade.

Peguei o porta-retratos e coloquei no seu devido lugar implorando para que ela não me perguntasse nada. Mas quem disse que tenho sorte?

— Aonde você vai? — Indagou minha avó, sentando-se no sofá.

Pensa numa desculpa, idiota! Pensa antes que tu tenhas que passar essa maldita noite trancado em teu quarto.

— Bom, John me ligou. Parece que está tendo uma festa lá na casa em que ele está fazendo o trabalho e me ligou urgentemente já que se sente deslocado. Qual é vó, agora que ele começou a se enturmar... — Falei fitando as flores ao seu lado, torcendo para que a mentira tenha colado.

— Não quero vômito no chão ou quando acordar encontrar dois bêbados dormindo no sofá, certo? E de qualquer forma você precisa sair, desde que John chegou parece que você não sai mais. Estou indo para o quarto, odeio dormir no sofá.

— Está bem. Boa noite. — Caminhei para que pudesse depositar um beijo em sua testa.

— Boa noite. E ah, divirta-se! — Sorriu.

Ao sair da sala e me deparar com a beleza da noite, respirei fundo e dei os primeiros passos.

Imagine você e seu irmão morando sozinhos numa casa. Phill e Nat eram irmãos, descendentes de asiáticos e moravam juntos, enquanto ela era uma estudante comum, — apesar de louca — ele era gay, assumido por sinal, trabalhava como vendedor em uma loja do shopping e cuidava dela, porém, ambos costumavam fazer festas particulares com amigos mais íntimos. Eu os conheci na época em que Henry era meu amigo. Éramos um trio — Henry, Nat e eu —, pelo menos até Nat ser expulsa após discutir em pleno público com a diretora, difamando-a — o que para mim não era difamação e sim a mais pura realidade — depois de uma longa briga com Anna e ter que tomar toda a culpa. Pois é, até mesmo Anna tinha outras rivais.

Nat tinha um pequeno desejo por Liam desde que o garoto chegara aqui. Imagina quando ela soubesse do que houve hoje pela manhã? Provavelmente estaria rindo de Anna.

Sua casa não era tão longe da minha, lembro-me de que sempre íamos juntos à escola. Mas com o tempo nos afastamos, ela conheceu novos amigos. E foi ai que Henry também se afastou de mim e assim surgiu o velho e solitário Adam. Vida triste não é? Eu sei que não.

Por sorte, ainda havia algum movimento na rua já que não era tão tarde.

As festas de Nat costumava acontecer uma vez por mim e nos dias em que Phill tinha folga na manhã seguinte, sabendo que não teria que se preocupar. Quem dera eu tivesse um irmão como ele? Nessas mesmas festas, costumava ir cerca de vinte pessoas no máximo, já que eram apenas amigos mais próximos. E dentre esses advinha quem poderia estar lá? Pois é... Henry.

Durante todo o caminho eu pensava positivo para que ele não estivesse lá, não fosse convidado, estivesse com sua turma — que não era inclusa nessas festas, graças aos céus —, estivesse doente ou até mesmo sofresse algum infarto. Está bem, exagerei. Mas queria que ele não estivesse lá. Já que realmente minha vontade era somente a diversão.

Fora apenas algumas quadras longe dali, até encontrar a casa aparentemente sem nenhum indicio de festa. Antes mesmo de abrir a porta, lá estava eu preparando-me para sorrir. Sorrisos falsos para muitos que não fazia ideia da existência, e eu também receberia o mesmo sorriso em troca, falsidade se paga com falsidade. Talvez não. Mas para alguns momentos seria necessário.

Nem fora necessário chamar a atenção pela campainha ou batendo na porta, parece que notaram a minha presença. E a descendente de asiáticos abrira a porta, dona de olhos apertadinhos e de um sorriso encantador mesmo que não exibisse os dentes, cabelos curtos — já quero mata-la por isso — e negros, segurando em sua mão uma garrafa de bebida qualquer, lá estava ela preparando-me para abraçar-me.

— Lindão! — Dissera.

Ai que saudades de ouvi-la chamar-me dessa forma. Nostalgia.

— Talvez agora possa me chamar de lindinho. — Sorri, abraçando-a.

— Nossa, Adam, como... Ok, nós mudamos, não sei se você reparou, mas cortei meu cabelo e passei a usar saias, coisas que sempre julguei. — Nat brincava mostrando sua roupa e seus cabelos curtos. — E você, está um gato!

— Modéstia a parte, mas concordo com você.

— Vamos, entre, quero te apresentar aos meus novos amigos. — Nat segurou-me pelo braço esquerdo, puxando-me para dentro de casa.

Primeiro me apresentou a sua, considerada agora, melhor amiga que estava com seu namorado. Depois a três amigos que já estavam praticamente bêbados e dançando, me levou a cozinha onde se encontrava Phill terminando de preparar mais bebidas, teve outros que fora esses aqueles que tinham o sorriso falso. Felizes foram eles que chegaram a receber um abraço meu.

— Eu sei que você e Henry não se falam mais, porém, não pude deixar de convidá-lo. — Apontou para a outra extremidade da casa.

E lá estava ele, com os braços cruzados olhando para mim. Não sorriu, mas o seu olhar denunciou o seu interesse de me ver aqui. Péssima notícia.

— Não tem problema. — Menti.

Claro que tinha problema. Concentrar-me seria difícil.

— Mas problemas a parte, segura essa bebida, pegarei outra pra mim — entregou a garra de sua mão — e vamos dançar! — Gritou, puxando-me para a pequena “pista de dança”.

Ignorei o ser que estava observando-me e dancei. Entrei no clima na tentativa de esquecer os problemas, bebi para apagar as mágoas e más lembranças. Meu objetivo ali era me divertir. E eu estava conseguindo, apesar de que em alguns momentos a sua imagem invadisse meus pensamentos.

— Eu já estou bêbada! — Gritou Nat, subindo em cima da mesa.

— E depois sou eu que tenho que leva-la para cama. — Dissera Phill, atrás de mim.

Virei-me para sorrir da piadinha.

— Te entendo, lembro-me de trazê-la para casa, só não lembro de qual festa.

— Mas no mesmo dia quem tomou banho de vômito foi eu.

— Claro, eu acho que se isso acontecesse comigo, eu a deixaria na rua.

Phill gargalhou.

— Mas então, como anda a vida, Adam? Você nunca mais apareceu aqui. Henry aparece bem mais que você.

— Eu apareço, pouco mas apareço. A vida vai indo, cheia de seus altos e baixos. E bom, meu primo está agora morando comigo, isso de alguma forma acabou influenciando nos meus poucos momentos vindo aqui.

— Às vezes acho que é pelo fato de bom... Você sabe.

— Estávamos bêbados. E eu não curto cara mais velho, Phill, você foi a exceção. — Sorri, sabendo que Phill estava jogando mais uma de suas investidas. — Vou pegar no pé da Nat, ates que esta fique sem calcinha. Foi bom te reencontrar, Phill.

— Qualquer coisa é só ligar, Adam. — O vi sorri maliciosamente.

Phill tinha seus 26 anos, tinha barba pra fazer, olhos negros e cabelos caídos sobre a testa e seus olhos, mesmo que apertados chamavam a atenção.

— Você sempre fala isso, vai esperar e nunca irá receber uma ligação minha.

— Ora essa, as moças estão com um bom diálogo.

A voz, a pronuncia, o sorriso e o pacote completo. Puta que pariu!

— O velho e sarcástico Henry. — Phill também abusara da provocação, usando o mesmo tom de voz do moreno.

— Eu realmente vou indo atrás de Nat. — E com um breve sorriso, afastei-me.

— Fugindo de mim, como sempre. — O desgraçado provocou, recebendo em troca o meu silêncio.

Quando encontrei a garota, fui puxado mais uma vez para dançar. Que mal tinha? Aceitei!

Voltamos mais uma vez a dançar, pulando ao som da batida enquanto ela jogava seus cabelos para o lado.

— E aí, não vai ficar com ninguém essa noite? —Ela indagou.

— Bom, até agora não consegui encontrar ninguém interessante. — Apenas um. Mas esse eu preferiria ignorar a sua mísera existência.

— Adam, não mente...

— Posso ir ao banheiro? — Indaguei, fugindo do assunto. — E sim, eu prefiro usar o seu, não sei o que me espera no banheiro aqui debaixo. Da última vez, estava todo sujo e fedido.

Nat sorriu ao perceber que eu estava fugindo, mas logo assentiu.

Dei de costas distribuindo alguns sorrisos para as demais pessoas da festa e rapidamente subi as escadas. Está certo de que usei a indagação para fugir do assunto, mas eu realmente estava precisando usar o banheiro.

O quarto de Nat era distante do quarto do seu irmão e ao final do corredor, a porta era branca e quase tudo era na cor rosa e branco, — típica menina que paga de virgem. — A porta que dava em direção ao banheiro também era branca.

Abri o zíper e coloquei para fora aquilo que estava me matando. Fora um alívio imediato, estava tão apertado que me surpreendi até com o tempo em que fiquei de pé. Quando terminei, fui lavar as mãos, e encontrei todo tipo de cosmético feminino que se encontrava em cima da pia. Sorri para o espelho — e me senti idiota por isso —, até a porta ser aberta e a imagem do moreno surgir atrás de mim desfazendo assim o meu sorriso.

Não falei nada. Apenas o observei aproximando-se de mim com o sorriso, que dilacerava-me a alma, estampado em seu rosto. Suas mãos tocaram meu ombro tentando massageá-los, mas afastei-me indo em direção a porta, até se interrompido.

— Não foge, Adam. — Provocou sussurrando em meu ouvido.

— Não estou fugindo. — Disse de maneira calma.

— É claro que está, nem consegue olhar para mim.

— E por que eu teria de olhar? — E indaguei olhando diretamente em seus olhos.

— Prefere fitar o chão? Olha só a beleza que você está perdendo. — Henry segurou em minha mão e levou para seu rosto. O toquei e pretendia ficar tocando-o, admirando a real beleza que ele dizia ter. Mas estava cansado de ser idiota.

— Deixe-me sair, Henry. — Tentei abrir a porta, porém, suas mãos voltaram a impedir minha passagem.

— Não antes de me beijar.

Suas mãos envolveram minha cintura, jogando-me contra a porta e causando em mim certos arrepios. Eu estava prestes a ceder mais uma vez, a me entregar e a arrepender-me no dia seguinte. Por que não deixar de ser idiota?

— Eu sei que você me quer, Adam. Que você me deseja e que, você sabe... Me ama. Basta apenas me ver por perto, que percebo sua inquietação. — Dizia aproximando-se a ponto de fazer-me senti seu hálito de conhaque invadir minhas narinas.

Amor? Minhas emoções, desejos, aflições e vida chegavam a girar em torno desse maldito idiota. Quem era ele pra provocar e abusar dessas palavras? E jogar na minha cara o que eu sentia por ele? Talvez, o estúpido que sempre aceita as suas provocações simplesmente para ter o pouco contato e troca de palavras. Chega, Adam! Chega de ser idiota!

— Me larga, Henry! — Gritei, afastando-o de mim para o mais longe possível, assustando o moreno por tamanha reação. — Você sabe que tudo o que disse é verdade — confessei —, agora me responde, o que tu ganha provocando-me dessa forma? Acho que minhas reações antes alimentavam esse teu ego. No final, percebemos juntos o quão idiota sou. Mas se for pra destruir esse teu maldito ego e vou ser do jeito que tu está imaginando. Está na hora de colocar na cabeça que você não existe. — Cuspi as palavras em sua face despejando junto com elas todo o sentimento ruim guardado dentro de mim.

E finalmente abri a porta, deixando para trás o que poderia ser meu por mais uma noite. E depois de muito tempo, finalmente consegui dizer “não” para seus beijos e toques. Consegui dizer não para mim mesmo e estupidez. Consegui dizer “sim” para minha razão e coragem. E até mesmo, surpreender-me com o tempo que estava, agora, moldando um novo Adam.

Mas por quanto tempo eu conseguiria resistir a estas provocações?

Está bem. Tempo, tome conta de mim.

Voltei para a festa como se nada tivesse acontecido. E dancei, dancei até o mundo se acabar, até a tristeza ir embora e a felicidade invadir meu corpo. Dancei para por no rosto um sorriso. Bebi esperando ficar bêbado, mesmo que não querendo.

Até olhar para o lado e observá-lo beijar uma garota.

Garota esta que nunca vi em toda minha vida, que desejei a morte a partir daquele momento. E o pior era vê-lo beijá-la enquanto, ainda aos beijos, olhava para mim.

O que pude fazer fora apenas sorrir e fingir aceitar aquilo. Mas nós dois sabíamos que eu não aceitava, principalmente ele sabia que aquilo doía em mim.

— Nat, tenho que ir. — Disse para a asiática.

— Mas já? Está cedo e ainda nem batemos os parabéns.

— Eu tenho aula no dia seguinte e antes de vir, prometi a minha avó que voltaria cedo alegando que você ficaria com raiva caso eu não comparecesse. — Mentir era algo que eu sabia fazer perfeitamente.

— Poxa, Adam, você quase nunca vem aqui. E tem que ir logo agora?

— Desculpe-me. Farei uma visita logo em breve.

Não esperei resposta, apenas beijei sua testa e dei de costas, passando ao lado de Adam para que este notasse minha presença. — e me arrependi por ter passar por ali — Difícil entender a dor do coração? Mesmo sabendo o motivo e mesmo querendo, com todas as forças, ignorar o fato de que eu estava sofrendo por... Amor? Que tipo de idiota sou eu?

Torcia para que as lágrimas não desmoronassem de meus olhos e até estava resistindo. Apenas enfrentei a noite e a solidão das ruas, caminhando em passos acelerados para que logo chegasse em casa. Não queria mais saber de nada pelo menos até ao amanhecer, e acordar como se nada estivesse acontecido.

Por aquelas ruas vazias eu despejava minha tristeza.

Que se exploda Henry.

— Não está tarde para andar sozinho? — Indagou um rapaz estranho de sorriso amarelo, ao seu lado esquerdo estava outro homem um pouco acima do peso e careca, enquanto o do lado direito era magro, alto e sem um dos dentes incisivo.

Eu os ignorei, tentando passar por eles até ser lançado contra o chão.

— Aonde pensa que vai? Vejamos... Você encontra três homens nesta rua deserta que te lançam contra o chão, o que você acha que está prestes a acontecer? E pelo que parece você carrega coisas de valores no bolso.

— Eu não tenho nada. Deixem-me ir. — Falei levantando-me.

— Como não tem? Deixa de mentira, garoto! Passa logo tudo o que tem aí.

— E-eu sou tenho esse celular.

O que parecia ser o líder deles me dera um soco quando tomou o celular da minha mão.

— Como pessoas desse tipo carregam apenas o celular no bolso?

O mesmo homem me ergueu pelos cabelos.

— Viadinho! — Provocou. — Quanto você tem no bolso?

Eu teria que sair dali. O desespero havia tomado conta de mim e eu estava temendo a morte. Não havia sinal de alguém que pudesse me ajudar. Minha única solução fora somente cuspir na cara daquele que me segurava para poder escapar quando este me soltasse.

Falhei ao ser pego pelo outro, que depositou em meu estômago um soco, deixando-me ser ar e jogando-me mais uma vez contra o chão.

Cai. E então, iniciou-se a sessão de socos e chutes e pauladas.

Está certo que eu não fui um bom garoto. Que pouco fiz por aqueles que um dia precisaram de mim. Está certo que eu era um completo idiota ao sofrer de amor. Era verdade quando diziam que eu era retardado e acusavam-me de gay, mesmo tendo que negar para não virar alvo de piadas.

Perdi minha mãe muito cedo, e até hoje sinto sua falta. Perdi o direito de ser criança e passar a viver carregando na memória a sua imagem tendo que ser forte e fingir para todos que eu estava suportando tudo aquilo. É a vida, que costuma aprontar com aqueles que procuram de algum modo viver feliz.

Sempre achei que um dia teria que partir, não dessa forma, levando socos e chutes.

A grande ironia de tudo isso era que a dor era suportável comparada a dor que eu sentia por conta de um desgraçado.

A única imagem que eu tive antes da escuridão tomar conta de mim, fora o olhar de preocupação do moreno. Do mesmo desgraçado que causou-me a dor no coração.

E gritou pelo meu nome três vezes.

Notas finais
Eu sei que mereço milhares de xingamentos e vocês tem toda a razão. Então, podem xingar. Mas para muitos, é a última semana de férias (mesmo eu estado de férias há um ano), porém eu resolvi sair esses dias já que estava muito preso, e acabou atrasando o capítulo e também entrei na crise do escritor, quando sabia o que escrever mas não sabia como ligar uma parte à outra.
Eu quis muito trazer a realidade para esse capítulo, coisa que vejo acontecendo nos noticiários de muita gente sendo espancada sem o menor motivo. E acho que muitos perceberam que a fic está abordando assuntos até então polêmicos e me perdoem se isso não venha a agradar, apenas quero passar o pouco que aprendi e vivi.
Então eu agradeço aos revs, ao carinho de vocês e a cada leitor um beijo enorme no coração.
GENTE, MAIS TARDE EU RESPONDO OS REVS DO CAPÍTULO 11 TÁ? EU NÃO ESQUECI! É QUE ESTOU INDO DORMIR AGORA, JÁ QUE TRABALHEI A MADRUGADA NESSE CAPÍTULO, NÃO DEIXEM DE MANDAR REVIEWS E EU NÃO ESQUECI DE VOCÊS!!!!