Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro
9 Capítulo 9 - Dizendo Bye Bye
Notas iniciais
[THOMAS NARRANDO]
– Thomas, Thomas, Thomas – três garotas viram em minha direção gritando.
– Te amo muito ídolo – uma delas disse. Depois disso eu não vi mais a Bia.
– Eu também amo todas vocês – eu disse.
– Tira uma foto.
– Me da um autografo.
– Uma de cada vez. Assim eu fico louco – eu disse olhando pra frente tentando ver pra onde aquela garota se meteu. Depois que atendi as meninas elas foram embora e eu entrei no carro pra pegar a chave.
Já estava escuro e nenhum sinal da Bia.
– Onde aquela garota se meteu, velho. – disse em voz alta, sentado em uma praça – Será que ela foi pra aquela balada.
– Nossa falando sozinho, ídolo – uma voz de menina disse atrás de mim, me virei – O que houve?
– Oi, houve nada não – eu disse.
– Posso tirar uma foto?
– Claro – tiramos a foto — É melhor você sair daqui logo porque nessa rua acabo uma festa e ta cheio de meninas vindo pra cá – ela disse apontando pra rua da frente.
– Serio, valeu mesmo – dei um beijo nela e fui pra rua onde deixei o meu carro. Entrei e fui em direção aquela balada. — Fala cara, posso te perguntar uma coisa? – perguntei pro segurança.
– Claro – ele respondeu.
– Essa garota entrou aqui? – peguei meu celular e mostrei uma foto da Bia pra ele.
– Entrou sim, ta lá dentro.
– Valeu irmão, quanto é pra entrar?
– Trinta e cinco. – paguei o cara e entrei, tava lotado. Fui ate o bar e dei de cara com a Bia conversando com o barman, claro que já tinha tomado todas.
– Bia, vamos voltar agora – ela virou como se eu fosse um amigo falando normal com ela.
– Oi, ta fazendo o que aqui? – ela me disse – Rodrigo, trás uma dessa daqui pro meu amigo e outra pra mim também.
– Pode deixar Bia – o tal Rodrigo disse. E foi pegar os copos.
– Bia, vamos sair daqui agora, quando o Koba ficar sabendo que você estava aqui ele te mata.
– Senta ai, velho bebe uma – acho que ela não ouviu o que eu falei. Depois de séculos consegui tirar ela daquele lugar e colocá-la dentro do carro. – O que pessoa mais chata.
– Você ta maluca, o Koba vai me matar e te matar também.
– Você não gosta de mim? Então não conta pra ele que eu te dou um beijo – "Bem que eu queria. Não Thomas ela esta bêbada." Pensei.
– De um jeito ou de outro ele vai saber e ... – ela colocou a mão na minha boca e me puxou pra mais perto.
– Você não vai contar, ele não precisa saber – e ela me deu um beijo rápido. Mesmo com gosto de álcool foi muito bom. Ela deu aquele sorrisinho lindo dela – Você também gosta né. Que safadinho. Anda logo pisa nesse acelerador, vamos comer, to com muita fome – ela disse se encostando no banco. Liguei o carro e fomos ate um McDonald's Drive-Thru. Ela pediu um CBO com coca cola. — Velho eu tava com muita fome. – ela disse, parece que a coca cortou um pouco do efeito da bebida – Quer? – balancei a cabeça que não – Que pena esta perdendo um sonho – ela era tão linda comendo, bêbada, dormindo, sorrindo, irritada de qualquer jeito. Aquela garota chata conquistou realmente meu coração, minha cabeça, me conquistou por inteiro – Que foi? Fica ai me olhando que nem um gringo olhando uma placa de transito.
– Nada. – eu disse – Posso te perguntar uma coisa?
– De novo? Fala ai.
– Você gosta mesmo do Koba? – tinha que tirar essa duvida.
– Que pergunta é essa, é claro que gosto. Velho liga logo esse carro e vamos voltar.
– Ta – não demoramos muito e chegamos. – Boa noite.
– Boa noite. – ela disse saindo do carro. Aquela não era a resposta que eu queria.
– Pêra ai – disse pegando no braço dela.
– Que foi – ela disse se virando e voltando a sentar no banco.
– Nada, deixa pra lá – as palavras sumiram da minha cabeça e não voltaram mais.
– Deixa pra nada fez eu ficar aqui agora vai falar – ela insistia.
– Não amanhã eu falo – disse soltando o braço dela. Ela saiu e eu peguei o rumo da casa da minha mãe.
[BIA NARRANDO]
Quando entrei no elevador comecei a pensar no que eu ia falar pro Lucas.
– Chegou cedo – ele disse quando entrei.
– Nossa pai, quando chego tarde reclama, quando eu chego cedo reclama você quer o que – disse. Eu ainda estava um pouco a efeito do álcool mas não dava para perceber.
– Nada filha pensei que você ai pra balada e chegar três da manhã – Era um saco como ele lembrava daquilo.
– Também né colocando um guarda costas atrás de mim não da pra fazer nada – disse me sentando no sofá — Mas de novo, esquece esse dia, ta bom, chega ta enjoando.
– Ta bom, como foi com o Bruno?
– Ele não estava em casa, praga sua – menti né fazer o que.
– Praga minha não, se você gostasse dele saberia que estava Porto Alegre.
– Porque você não disse? Assim eu não perderia esse tempo.
– O que mais você fez?
– Eu fui comer.
– Onde?
– Drive-Thru, Mc sabe.
– Não trouxe nada pra mim.
– Eu estava bêbada, não lembrei.
– Eu disse que você não podia beber – ele começou a rir.
– Que humor em Luquinhas.
– Porque você me chama de Luquinhas?
– Porque é bonitinho – disse apertando a bochecha dele.
– Você quer ir embora mesmo? – ele disse fazendo cara de triste.
– Não e sim.
– Fica por favor? – ele juntou as mãos.
– Lucas você tem que trabalhar, pensa que a vida é assim só descanso, e também ta quase no final do mês eu tenho muita coisa pra fazer.
– Fica, fica, fica, fica – ainda com as mãos juntas. Balancei a cabeça que não – Ah, então que fazer o que?
– Sei lá, já ta de noite, acho que só baladinha mesmo – disse dando um sorrisinho sarcástico.
– Você sabe que...
– Você ainda acredita que eu vá pra algum lugar.
– Eu sei mais às vezes você surpreende.
– Serio. Não precisa responder – disse levantando – Vô lá em cima tomar um banho e pegar o computador que eu estou super desatualizada. – subi, tomei banho, quando ia pegar o computador pra descer eu vi aquele instrumento, no outro quarto sozinho, me seduzindo, me chamando "Vem menina, me toca, por favor" não resistir fui lá, o Lucas tinha o maior ciúmes daquele violão e disse que eu e ninguém podíamos tocá-lo. Não resistir, o peguei, fechei a porta do quarto de "visitas" e sentei no canto do quarto mais distante da escada, comecei a tocar baixinho e me empolguei. Quando fui ver o Lucas estava na porta parado, olhando pra mim e eu tocando e cantando, pensando que estava baixo mas não estava. Parei de tocar na hora que me ligue que o Lucas estava me olhando. — Oi – disse, "O que eu faço agora" pensei.
– Oi, você toca bem e canta também – ele disse entrando no quarto e se sentando do meu lado.
– Ele estava me seduzindo, pedindo pra eu pegar ele – disse dando o violão pra ele.
– Não pode ficar, toca mais ai – ele disse devolvendo-o.
– Agora não dá, ele ta me dando medo.
– Então vamos conversar.
– Ta – coloquei o violão encima da cama e voltei a sentar no chão – Pode perguntar juiz.
– Você toca?
– Se isso não é tocar, eu não sei – dei um sorriso — Só um pouco.
– Como isso começou? – realmente ele estava sendo um juiz.
– Com doze anos eu pedi pra minha mãe comprar um violão pra mim e ela comprou, demorou pra me adaptar com ele, passei por vários professores, e então consegui tocar as musicas que eu gosto.
– E cantar?
– Eu não canto, só vou no embalo da musica.
– Nunca pensei que você...
– Ninguém nunca pensava que eu poderia tocar.
– Toca ai pra mim – ele disse se levantando e pegando o violão na cama.
– Já toquei muito quando você estava na porta, agora é sua vez.
– Então ta. Quer o que?
– Sei lá.
– Fala ai uma musica da Restart que você gosta.
– O meu melhor – nem precisei pensar pra responder. Ele tocou perfeitamente essa musica e as outras que saíram da minha cabeça. Ficamos horas e horas tocando e cantando – Pra terminar quero uma em especial – disse quando ele acabou de tocar Charlie Brown Jr. Só os loucos sabem, clássica.
– Qual?
– Use Somebody, Kings Of Leon. Desafio né?
– É bem difícil essa. Boa escolha.
– Difícil nada, aprendi ela em três dias.
– Que coragem.
– Para de blá blá blá e toca logo – falei dando um tapinha na cabeça dele. Ele demorou um pouco pra pegar o tom da musica, mas quando o bichinho engatou ninguém mais segurou. Mais uma vez perfeito, mais que perfeito, aquele gurizinho era um sonho, lindo de mais e eu não estou exagerando. – Lindo de mais – falei com um sotaque de fortaleza.
– Fiquei com vergonha assim.
– Ah que bonitinho, um cara famoso pra burro com vergonha de um elogio qualquer.
– Qualquer não, da pessoa mais linda do mundo – assim eu fiquei com vergonha, ainda bem que eu não sou de pele clara – Agora não sou eu que estou com vergonha.
– Ta tão na cara assim, eu finjo muito ruim, tenho que aprender algumas coisas com a Letícia.
– Você gosta muito delas né.
– É.
– Você só tem elas de amigas? – "pessoa mais curiosa do mundo" pensei.
– Não, tem mais três que eu conheço desde pequena. E eu acho que conheci outra essa semana.
– Uma garota tão legal, divertida, com poucas amigas.
– Gente que se possa confiar hoje é muito raro.
– Porque você diz isso?
– Porque eu já me ferrei muito com essas coisas de amizade.
– Sem querer ser intrometido, quem é essa menina que você conheceu essa semana? – "Já esta sendo" pensei.
– O nome dela é Roberta, ela é de porto alegre e eu a conheci uns dias atrás. Agora chega de pergunta né – disse me levantando – Já ta muito tarde e eu tenho muita coisa ainda pra fazer amanhã.
– De novo sem querer ser intrometido – ele também se levantou – Você bebeu?
– Que?
– Você bebeu, cachaça, álcool? – "só o que me faltava agora, eu ainda estava com cheiro de cachaça" pensei. Disfarçadamente coloquei a mão na boca pra ver.
– Não, da onde você tirou isso? – É eu estava com cheiro de cachaça, mas não dava pra perceber direito.
– É que você esta com cheiro, sabe.
– É de nascença – Pra me salvar a campainha toca – Tem alguém na porta – disse mudando de assunto.
– Vamos lá – descemos. Uma pessoa loira, bêbada, sem camisa e parecia machucado no olho estava na porta quase caindo – Thomas o que houve cara? – o Lucas disse pegando o braço dele e colocando-o sentado no sofá.
– Nada de mais – realmente o Thomas estava trebado, três vezes bêbado.
– Como nada de mais, ta todo machucado. Tu arrumou briga bêbado de novo.
– Arrumei não, um cara veio cheio de marra pra cima de mim então não deixei barato.
– Tem que levar ele pro hospital, Lucas – eu disse fechando a porta. Nessa hora me ligue que o cara estava todo machucado, vermelho, roxo, azul.
– Segura aqui a cabeça dele que eu vou na geladeira pegar gelo – o Lucas disse levantando a cabeça dele.
– Não eu vou lá – eu não queria ficar ali, vai que ele me agarra, o cara ta bêbado.
– Você não vai saber pegar.
– Vo sim, eu não tenho três anos – nem esperei ele responder e fui pra cozinha – O que geladeira complicada – disse fazendo força pra tirar o pote de gelo. Tinha que pegar uma marreta pra tirar aqui, mas consegui. Peguei um saco plástico e um pano – Toma aqui – dei pro Lucas que colocou um no olho e outro no pulso dele.
– Ta melhor mano?
– Claro que não né Lucas, ele ta todo ferrado ai. Tem que levar ele pro hospital, ele deve estar todo quebrado – Eu e minha preocupação com pessoas machucadas, era uma mania, tudo tinha que levar pro medico, ate uma dor de cabeça.
– Não precisa, eu to bem – o Thomas disse pegando o gelo que sobrou e colocou na boca.
– Levanta velho, levanta vou te colocar no chuveiro frio – Com a maior dificuldade do mundo eles subiram as escadas. Fiquei sentada na sala esperando e pensando no Thomas sem camisa, um tempo atrás eu já tinha visto ele sem camisa, nas fotos e tal, mas ao vivo e a cores, mamãe o que era aquilo.
– Que isso Beatriz – cai na real e comecei a dar vários tapinhas de leve no meu rosto – Ta pirando. Pelo o que eu ouvi lá de baixo, foi foda colocar ele pra baixo do chuveiro – E ai como ele ta? – disse quando o Lucas desceu com os gelos na mão
– Dormindo, graças a deus, você ouviu a dificuldade pra fazer isso – ele foi à cozinha e jogou os sacos de gelo fora – Já viu que horas são? – eram três e trinta da madruga.
– Já, porque papai. Era pra eu estar chegando da noitada agora, é isso – disse encostando na geladeira.
– Amanhã você tem que fazer muita coisa.
– É eu tenho que aproveitar as matinês de amanhã – eu adorava falar sobre essas coisas perto dele, porque ele ficava todo emburrado e era muito bonitinho – Porque tu ainda fica assim, velho? – disse rindo.
– Porque eu sei que você gosta quando eu fico assim.
– Que cara mais convencido – disse franzindo a testa – Vamos dormir porque já aconteceu o que tinha pra acontecer hoje e.. e só isso – eu ia falar mais alguma coisa mas sumiu da minha mente.
– Aconteceu não.
– Velho, vo da um papo pra ti – cheguei mais perto – aconteceu sim, se acontecer mais alguma coisa eu enfarto e minha mãe vai te botar na cadeia – disse perto do ouvido dele.
– Eu não tenho medo de ser preso, porque isso que vou fazer sua mãe não vai precisar chamar a policia.
– Quero ver, irmão – ainda na mesma posição de antes. Eu já sabia o que tinha na mente daquele molequinho enxerido.
– Agora não, depois – ele voltou pra sala e fui atrás.
– Faz logo Lucas, eu tenho que dormi, amanha tenho muita coisa pra fazer ainda – sentei no sofá. Não tinha ninguém na sala, o cara se teletransportou para Marte. Depois de um tempo ele desce com um computador, que não era meu, aberto.
– Eu queria fazer uma coisa, mas eu lembrei que eu tenho que te mostrar isso – ele sentou do meu lado e me deu o note.
"Integrante da banda mais famosa do momento esta namorando uma desconhecida" estava escrito isso bem grande no site, continuei lendo. "Thomas integrante da banda Restart esta namorando. Pelo que sabemos o twitter dela é @miss_loback e seu nome é Letícia. Ela mora no Rio de Janeiro e tem 16 anos. Fonte: Ex-namorado da própria."
– Caralho Lucas, desculpa a palavra, a Miss vai matar aquele cara – disse colocando a mão na boca.
– Mais eles estão namorando mesmo, o Thomas me disse lá em cima. Ele falou assim: "Já que a Bia não me quer eu entro de verdade na brincadeira da Letícia".
– Ela ta pegando o Pelu, não tem como ela pegar o Thomas – disse fechando o note – Agora vamos dormir.
– Falta uma coisa.
– Pelo amor de Deus, Luca eu tenho que dormir eu to desesperada, morrendo de sono, — ele fez aquela cara de cachorro pidão – fala logo.
– Un besito.
– Hum, — disse batendo palmas — não faltou as aulas de espanhol – comecei a rir sem parar e ele me fez parar de rir com beijo. Subimos e eu capotei, morri praticamente.
- Dorme logo Lucas, fica perturbando ai velho – Já estava tudo escuro, só a bendita da televisão ligada e o Lucas cutucando atrás de mim – Eu tenho que acordar daqui a pouco e você fica perturbando. Você ta bêbado? – e ele ainda continuava me cutucando, já estava me estressando e quando eu ficava desse jeito só faltava entrar a coisa ruim em mim. Virei-me pra olhar pra cara dele. — Thomas, o que você ta fazendo aqui cara?
- Vim te ver pela ultima vez – Dava pra perceber que ele ainda estava bêbado – Dormindo pelo menos.
- Velho vai dormir, você já fez o que tinha pra fazer hoje.
- Você vai embora e eu não sei quando vou te ver de novo.
- Vai dormir, eu já te disse isso e não sei porque ainda repito, você não escuta – A partir desse momento eu já sabia que não ia mas dormir.
- A saudade vai me matar. Mesmo você com o Koba, eu me contento com voce perto dele – Eu não estava entendendo nada o que ele estava falando. Levantei e sai puxando ele pra descer as escadas. Chegando lá em baixo, sentamos no sofá e a madrugada seria muito longa.
- Pronta fala, desabafa, não é a Bia que esta aqui é o Papa, eu quero te benze mas você tem que falar tudo e depois dormir. Entendeu?
- Tudo bem João Paulo – "Quem é João Paulo? Deixa pra lá" pensei – Eu queria falar muitas coisas, posso me encostar?
- Pode, pode – o que mais poderia acontecer nessa vida. Ele não se encostou, ele deitou no sofá e colocou a cabeça na minha perna – Pode falar tudo agora.
- Eu to muito afim de uma garota, que liga pra mim, mas finge que não, ela ta namorando o Koba. Você conhece o Koba né, a gente é famoso e tal, voltando ao assunto... – Apaguei e ele continuou falando.
Abri meu olho devagar e vi aquela pessoa olhando pra mim, não parecia que tinha dormido muito não.
- Senhor papa você dormiu enquanto eu estava desabafando com você, como quer me benzer assim – ele disse se sentando.
- Desculpa senhor, pode continuar – disse e ele voltou a se deitar.
- Continuando, ai o Pelu, como eu te disse, foi pra praça com a Leti... – bla bla bla, tudo que entendi. Já estava amanhecendo e graças a Deus o Thomas dormiu, depois de horas falando bobeira. Levantei a cabeça dele, coloquei uma almofada embaixo e subi, pra pelo menos tentar dormir dez minutos. O Lucas estava lá esparramado na cama.
- Lucas – não mexeu um fio de cabelo – Lucas — falei mais alto.
- Oi lindinha oi – ele disse.
- Vai mais pra lá, ta ocupando a cama toda.
- Tava onde? – ele se ajeitou e eu deitei.
- No banheiro.
- Ate agora.
- Tava passando mal.
- Ta melhor?
- To, eu só preciso dormir, ta bom, bom sono — novamente morri.
Notas finais
não vou postar por tempinho breve, super breve, pois vou estar escrevendo mais capítulos para vocês.
comentários sempre são bem vindos...
bjbj
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