Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro
28 Capítulo 28 - Que Comece o Jogo
Notas iniciais
To aqui no dia certo né!!
Tomei vergonha na cara, não sei se vou continuar com essa vergonha, mas hoje to com ela!!!
Esse titulo, poderia ser o do proximo capitulo, mas hoje a criatividade pra inventar titulos não esta do meu lado!! :/
MUITO OBRIGADA pelos comentarios, POREM, eu queria mais pra me empolgar!!! (sem querer pedir muito)
Então ta ai!!
Espero que gostem e boa diversão!
[Thomas NARRANDO]
Não acredito, que da maneira menos esperada, eu consegui. Eu sei que era errado, mas, cara o que importa. Naquele momento ela era só minha, ninguém podia tirar ela dali.
- Para Thomas – ela disse separando nossas bocas.
- Viu, você também queria isso – eu disse.
- Eu vou pra casa, valeu – ela começou a andar e fui atrás.
- Você não pode me ignorar o resto da semana inteira, Bia – eu disse e ela parou de repente – todos vão perceber.
- Você sabe como eu to agora? – ela disse olhando nos meus olhos – não, né. Você, não sabe. O que ia adiantar se eu te falasse que também queria isso? Você ia colocar um sorriso gigante nesse teu rosto, íamos esquecer de tudo e de todos depois fugimos pro Havaí, e viveríamos felizes pra sempre. É isso?
- Eu sei que é errado, na verdade, não é errado porque os queriam isso, então...
- Então o que? Eu vou chegar lá na casa, acordar o Lucas e dizer 'oi, Lucas eu beijei o Thomas, mas não é errado porque os dois queriam isso, agora vamos pro Havaí viver feliz para sempre' – ela dizia.
- Claro que não, ninguém viu isso, se eu ou você não contar ele não vai saber – bem não era isso que eu queria dizer. Na verdade, nem sabia o que dizer.
- Dude, como você dorme? É serio isso que você falou, você ta traindo teu amigo, eu não o Lucas pode me dar um pé na bunda e eu sumir da vida dele já você, ele vai ter que conviver contigo.
- É só fingir que nada aconteceu – eu disse. "Cassete, eu só to falando merda. Thomas se liga e fala direito" pensei.
- Ta, legal, só fingir. Agora a gente volta pra casa, vai dormir, amanhã de noite voltamos pra cá de novo, você me fala um bando de palavra bonita, cheia de sentimento, ai se beijamos de novo, esquecemos e assim sucessivamente ate morrermos. Chega uma hora que não da mais pra fungir, Thomas.
- Ate que podia ser – saiu da minha bendita boca. "Eu só to fazendo merda, Thomas cala a boca, alcool fazendo efeito agora não" pensei.
- Há é? – ela disse não acreditando no que eu tinha acabado de falar, começando a andar. E não era pra acreditar mesmo, não sei o que estava dando em mim, que só to falando merda.
- Não, não, não, não, não, não é isso. Eu não queria dizer essas coisas, por favor, espera – eu disse segurando seus braços.
- Esperar o que? – ela disse dando um sorriso. Ela era mais linda sorrindo do que com raiva de mim. "Thomas se concentra cara, porá não faz mais merda do que já ta feito" pensei. — O que disse minutos atrás, ta eu acredito, mas e agora? A grande e pequena pergunta. E agora?
- Vamos pra casa, descansar a cabeça e amanhã mais calmos resolvemos – sim era o melhor a se fazer, ou não. Naquela hora, não sei de nada que seja o melhor a se fazer.
- Não sei o que a gente vai resolver, mas talvez seja o melhor mesmo – ela disse começando a andar novamente.
Fomos o caminho todo em silencio, sem um olhar pra cara do outro, às vezes ela dava umas olhadas pra trás só pra ver se eu estava mesmo ali.
Confesso que preferia não ter beijado ela. Antes ela falava comigo normalmente e agora, nem sei se ela vai olhar pra minha cara.
Chegamos na casa e encontramos o Pe, a Fe e o Leo, que também tinham acabado de chegar.
- Fala, onde tu se meteu garota? – Leo dizia a abraçando de lado.
- Eu acabei dormindo, num banco, mas não me zoa valeu, porque se não já sabe né, conto aquelas... – Bia disse rindo lindamente, como eu queria que ela tivesse rindo daquele jeito, mas pra mim, quando Leo a interrompeu.
- Quem disse que ia te zoar maninha, te amo sabe disso – era algo comprometedor o que a Bia ia dizer.
- E ai Thomas, como tu ta? Dormiu também? – Pe disse tirando minha atenção da conversa do Leo e da Bia.
- Dormi não e to nada bem. Era pra ela ta assim comigo, não com ele. Agora nem sei quando ela vai falar comigo de novo – eu disse olhando pros amigos.
- Tu fez o que eu to pensando né, não acredito cara, tu só faz merda – Pe disse.
- Cala a boca, já basta minha consciência dizendo isso pra mim agora vem você. Boa noite que vou dormir – eu disse e entrei pra casa.
Ainda ouvi um 'boa noite Thomas' mas não era da pessoa que queria e sim do Leo.
[Bia NARRANDO]
Minha cabeça estava confusa, muito confusa, eu não sabia o que fazer. Não sabia se contava ou se ficava calada, não sabia se agia normalmente ou se metia a mão na cara do Thomas. Não sabia de nada.
Todo o caminho foi em silencio, às vezes eu olhava pra trás, pra ver se ele estava ali mesmo ou se tinha parado no caminho, sido atropelado ou algo parecido.
Quando chegamos em casa o Leo a Fe e o Pe também chegaram.
- Fala, onde tu se meteu garota? – Leo disse me abraçando de lado.
- Eu acabei dormindo, num banco, mas não me zoa valeu, porque se não já sabe né, conto aquelas...
- Quem disse que ia te zoar maninha, te amo sabe disso – ele disse me interrompendo.
- Também te amo maninho – o abracei – quero falar muito com você – eu sussurrei no ouvido dele – hoje se possível.
- Aconteceu alguma coisa né – ele disse também no meu ouvido. Apenas balanceia cabeça que sim – tudo bem.
O Leo e o Dani eram a Mary e a Miss na versão masculina. Eu contava tudo pra eles, inclusive pro Leo, que era meu maninho do coração.
- Boa noite Thomas – o Leo disse, quando me separei dele,olhei pra porta da casa e o Thomas estava a abrindo.
Ele tava mal, eu não gosto disso, não gosto quando ele fica mal ou triste, sei lá. Mesmo com vontade me bater nele, eu não gosto de vê-lo assim.
- Vamos lá pequena, me contar essa historia – Leo disse me puxando pra dentro da casa.
Entramos em casa, nos despedimos dos outros e cada um foi pro teu quarto.
- Depois passa aqui e a gente fica lá em baixo – Leo disse antes de entrar no quarto.
Fui pro meu quarto e quando entrei, dois montes em uma só cama e era a da Fe. Quando ouviram a porta se abri os dois, a fé e o... Dani. É o Dani com a Fe. "Nossa, bem provável, porque não pensei nisso antes" pensei.
- Bia? – fé disse com uma cara de 'arruma outro canto pra dormir garota'.
- Desculpa mesmo, não queria atrapalhar – eu disse. Fechei a porta e indo pro quarto do Leo – toc toc toc – fiz com a boca e Leo logo abriu.
- Rápida, sabe onde ta o Dani? – ele perguntou depois que entrei e fechei a porta.
- Ta lá no meu quarto com a Fe – eu disse.
- Mentira, não acredito, ele e a Fernanda? – ele disse com uma cara de gay.
- Para de ser gay, dude, ele tem que arrumar uma guria – eu disse – agora me empresta uma roupa.
- Minha?
- Não da minha mãe, claro que é sua.
- Pega uma ai, que vou lá pra baixo – ele disse remexendo em uma gaveta da cômoda.
Fui ate o guarda roupa e logo vi uma calça de pijama do Bob Esponja, que o Leo tinha a uns 50 anos, não era 50 mais já tinha a bastante tempo e não podia deixa esse momento em branco.
- Leonardo, você ainda tem essa calça do Bob Esponja? – eu disse pegando a calça e estendendo no ar.
- Tenho porque? É muito bom de dormir – ele disse.
- Isso tem séculos, já devia estar reciclado, e você me prometeu que ia se livrar disso – eu disse.
- É, mas não me livrei. E coloca essa calça ai que você não vai usar de jeito nenhum – ele disse ainda com a atenção na gaveta.
- Claro que não.
Leo pegou uma roupa na gaveta, depois de vários minutos, e saiu. Eu escolhi uma camisa normal lisa e uma calça que parecia nova. Sai do quarto e ao mesmo tempo o Thomas sai do dele com umas roupas na mão. O quarto dele e do Lucas é ao lado do que o Leo e o Dani estava.
Nos olhamos por um tempo e voltou aquele monte de pensamentos na minha cabeça.
Ao mesmo tempo em que queria pular no pescoço dele e arrancar aquele cabelo, eu queria abraçá-lo, beijá-lo. É confuso, eu sou confusa. Caímos na real, desviamos o olhar e cada uma foi pra seu canto, eu pro banheiro e ele desceu as escadas.
- Agora pode me contar tudo – Leo disse sentando na cama ao meu lado.
- Você parece um gay assim – eu disse e depois ri.
- Eu sou seu amigo e não bebi tanto por tua causa – ele disse.
- Por que?
- Porque eu sabia que ia ter que ouvir você à noite. A madrugada na verdade, já são quase cinco da manhã.
- E eu não to com nenhum pingo de sono.
- Também não, agora desembucha garota – ele disse impaciente.
- Aconteceu que ele disse muita coisa que eu já sei e a gente se beijou. Agora eu to com um grande peso na consciência.
- Por causa?
- Por causa... por causa do Lucas – eu disse.
- Eu não sei o que te falar num momento desse.
- Nem precisa, já to horrível.
- Err... agora, você dorme e esquece isso tudo, amanhã ou hoje é outro dia e outro pensamento, ok? – ele disse saindo do meu lado e indo pra outra cama – boa noite pequena.
- Boa noite, mas não me chama de pequena – eu disse, apagamos as luzes do lado das camas e dormimos.
Todos já estavam acordados esperando o almoço ficar pronto, ou ser colocado na mesa gigante de madeira, do lado de fora da casa. Já é tarde, mas eu to lerdinha de sono ainda.
- E ai o que a gente vai fazer, se hoje não vai ter festa na naquela rua? – Roberta disse fazendo com que todos começasse a falar junto – assim não da. Não to entendendo nada.
- Você nunca entende – a Miss disse. "Epa confusão" pensei.
- Não comecem ok – Pedro disse.
- Ela não entende mesmo – Miss disse no meu ouvido e não pude deixar de escapar a risada baixa. Ela estava sentada do meu lado.
- E ai o que a gente vai fazer? – Pe disse.
- Gente olha ao redor de vocês? – eu disse e todos olharam e voltaram a olhar pra mim confusos – aff, piscina, praia, não existe só aquela rua de noite não – eu expliquei o que tinha mais ou menos em mente.
- Pode ser, a gente fica aqui e de noite ficamos na praia, levamos o violão, algumas comidas e estamos feitos – Pe disse.
- Tu é esperto em Lanza – Lucas disse.
- Eu sei disso – ele respondeu e todos começaram a rir.
- AI ADULTOS, VEM PEGAR A COMIDA DE VOCÊS. SE QUISEREM COMER – minha irmã gritou da cozinha, que não era muito longe dali.
Se teve confusão? Claro que... teve. Uma bagunça nada organizada. Mas todos ficaram bem, colocaram seus pratos e voltaram pra mesa.
Sentaram-se nos mesmos lugares de antes? Err... não e por ironia do destino, o Thomas que estava a quilômetros de mim, agora esta na minha frente, a Miss continuava do meu lado e o Lucas, também, continuou do meu outro lado.
Desde que eu acordei não dirigimos a palavra e muito menos o olhar um ao outro, tomara que ninguém tenha percebido.
- Eu sempre digo isso, mas eu vou dizer de novo, eu amo a tua mãe Bia – Dani disse.
- Fala isso pra ela – eu disse rindo. Minha mãe tinha ido a um mercado perto dali pra abastecer o bando de leões dentro da casa.
- Eu também fiz a comida, mal agradecidos – minha irmã disse.
- Não dá pra dizer essas coisas na frente da pessoa que vai ser elogiada né – Dani disse e riu.
- Só você mesmo Daniel – minha irmã disse – só quero saber quem vai se prontificar a lavar a louça?
- Pra que existe aquela lava louça na cozinha? – eu disse.
- Acho que é pra lavar a louça – Thomas disse.
- É pra colocar esses pratos lá e ligar pra lavar – Leo disse.
- AEEEEEEEEEEEEEEEEE – todos gritaram.
- Obrigado gente – Leo disse vitorioso.
Depois de comer, colocar os benditos pratos naquela maquina (foram quebrado 3 pratos e 1 copo, só pra deixar registrado, antes de colocar na maquina) todos foram pro seus quartos e depois foram pra piscina atrás da casa.
- Quero ver quem vai ser as 3 pessoas que não vão comer amanhã, por conta dos pratos quebrados – Mary disse rindo em uma das espreguiçadeiras.
- Querida Mary, não se preocupe que ninguém vai passar fome. Pra que existe as mãos mesmo? – Pe disse se sentando do lado da Mary.
- Sai daqui menino, você ta molhado – Mary disse empurrando o Pe.
- Pra que a senhorita esta aqui? Pra se molhar né – Pe disse e ameaçou a pegar a Mary.
- Nem pense nisso – Mary disse se levantando e saindo dali.
O Pe olhou pra mim que estava na espreguiçadeira ao lado e, tipo que, pediu uma aprovação pra fazer o que estava pensando. Assenti e pisquei, e ele foi atrás da Mary, quando a alcançou, a pegou e jogou na piscina, ouviram-se risadas, gritos histéricos, xingamentos. Depois de água voar pra tudo quanto é canto, tudo voltou ao normal, a Mary já estava caindo na gargalhada com o povo que estava na piscina.
Coloquei meus óculos escuros e acabei de deitar na cadeira. Mal acabei de fechar meus olhinhos, algum santo bendito bloqueia meu lindo sol. Voltei a abri os olhos e...
- O que você quer? – eu disse me sentando.
- Sua sobrinha não é assim tão seca comigo não – ele disse rindo, logo que viu minha expressão seria, parou de rir e voltou a falar — se você continuar me ignorando o Lucas vai perceber e vai querer saber de alguma coisa. Alias, decidiu se vai contar? – Thomas dizia agora serio.
- O problema é meu se vou contar ou não. Pra que você quer saber disso? – eu disse.
- Pra me preparar pra ouvir ele. A gente dorme no mesmo quarto lembra? Vai se inevitável ele não falar – ele disse.
- Há é? Então continue pensando no que vai falar... não sei ainda se vou contar pra ele – eu disse seria – agora sai daqui, vai – voltei a deitar na cadeira e Thomas saiu.
Já era de noite e aos poucos estávamos nos ajeitando na areia, que estava bem macia. Uma leve brisa passava pelos espaços entre as pessoas sentadas em círculos.
- Bia, trouxe sua filha, ela não quer ficar lá dentro – Fe disse vindo com Julia segurando na sua mão.
- Eu não quero a Bia. Quero o tio Thomas – Julia disse se soltando da mão da Fe e indo pra perto do Thomas.
Hoje mais cedo, Julia estava BEM próxima do Thomas, mas não dei muita bola, ela é criança né, se enturma com qualquer pessoa.
- Momento totalmente rejeição por sua sobrinha hein Bia – Leo disse rindo.
- Senti isso – eu disse e ri – agora to querendo um sobrinho mais amável.
- Thomas nunca foi tão divertido pra uma criança assim, nem a Maria é assim com ele – Pe disse olhando pro Thomas.
- Julia também ajuda bastante – Mary disse rindo dos dois que tacavam areia um no outro.
- Todos já estão aqui? – eu disse tentando desviar aquele assunto.
- Bom o que vamos fazer agora? – Pedro disse.
- Vamos falar besteira – Lucas disse.
- Então vamos começar – Pedro disse.
- Dudes isso é um jogo pra começar – eu disse.
- Um jogo? É UM JOGO – Leo disse – bora jogar alguma coisa, inventar um jogo?
- Incrível sua idéia, genio – Dani disse – só não quero verdade...
- Eu disse inventar um jogo – Leo disse o interrompendo.
- Amores da minha vida não comecem – Roberta disse.
- Nossa, eu sou amor da vida de alguém – o Dani disse com um sorriso de orelha a orelha.
- Ta bom seu gay, que jogo vamos inventar? – Mary disse.
- Cirandinha – Julia disse sentada no colo do Thomas. Todos começaram a rir e ela fez uma cara emburrada.
- Eu nem sei brincar de cirandinha – Miss disse rindo.
- Desculpa Julinha só que a gente não brinca disso – Leo disse.
- Vamos fazer o seguinte, jogo de pergunta e resposta de conhecimentos gerais em dupla – Pedro disse.
- Aaaaaaaaa – Julia gritou desanimada.
- E pra julinha não ficar de fora – Pedro disse e ela abriu um sorriso – ela que vai escolher as duplas.
"Opa, mau pressentimento chegando" pensei.
- Ebaa – Julia começou a dar pulinhos.
- Acho que não sei muita coisa sobre conhecimentos gerais não, mas tamo ai – Roberta disse.
- Como eu disse, não sabe nada – Miss disse.
- Aff, garota, dispenso seus comentários – Roberta respondeu.
- Vamos lá Julia – Pedro disse, já prevendo uma discussão – primeiro grupo.
- A Miss e a... Fezinha – Julia disse apontando pras duas.
- A outro Ju – Pedro disse.
- O Koba e o Pe Lanza – ela disse – a Bia e tio Thomas.
AHHHHHHH, SABIA, SABIA, SABIA, SABIA, eu sei quando tenho um mau pressentimento.
Antes que eu pudesse falar algo o Thomas já estava do meu lado, com um sorriso enorme olhando pra Julia.
- O tio Dani e a Mary – Julia voltou a dizer – o tio Pedro e a Roberta — "Hum a Miss não gostou nada disso" pensei olhando a cara de desaprovação da Miss.
- A Miss e o tio Leo – ela acabou de falar e todos já estavam ao lado de suas duplas.
- Se controla Beatriz – o Leo que era par da Miss e estava ao meu lado sussurrou no meu ouvido.
- E EU FICO ONDE? – Julia em pé gritou no meio da roda.
- Fica aqui com a gente Ju – Thomas disse. "Ah legal, Julia sua trairá" pensei.
Ela veio e sentou na minha perna.
- Não vou dar bala pra você depois – eu sussurrei no ouvido dela.
- PORQUE? – ela gritou chorosa e todos ficaram confusos – tio Thomas a Bia disse que não vai me dar bala depois – ela disse saindo da minha perna e sentando do outro lado do Thomas.
- Deixa pra lá eu compro muita pra você, ta bom – Thomas disse.
- Eu disse pra você se controlar – Leo novamente sussurrou no meu ouvido. Inspirei todo o ar que meus pulmões agüentaram e soltei-os devagar.
Essa noite, deve ser a mais estranha que eu vou ter nessa semana e a que eu mais vou precisar ter paciência.
"Me ajuda Bob Marley." Pensei.
Notas finais
OPA...
e agora expresse sua opinião nos coments!!
Bom, Ruim, qualquer coisa, ate um 'oi'!!
Valeu por lerem e...
ATE A PROXIMAAAAA!!!
BESOS!!
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