Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro
29 Capítulo 29 - É Tão Difícil!
Notas iniciais
NÃO ME MATEM, EU NÃO MEREÇO...
Desculpe, pessoas linda do meu esse dois..
Foi dificil sair, mais saiu isso que interessa né!!
Espero que gostem!!!
(leiam as notas finais que tenho uma coisa "importante" pra dizer)
Fazia uns trinta minutos que esse bendito jogo tinha começado e o clima estava BEM tenso entre eu, Thomas e Julia.
- Não ta na hora de trocar de duplas? – eu disse — Duas pessoas sem conhecimentos em um jogo de conhecimentos gerais é uma coisa meio injusta, não – eu disse me referindo a incrivelmente dupla, Beatriz e Thomas, que acertavam todas as perguntas que lhes faziam, pra não dizer ao contrario. O contrario era o certo naquele momento.
- Essa é a décima vez, em dez minutos, que você diz isso Bia. Algum problema com sua dupla? – dani disse.
- Sim muitos problemas, não tem como raciocinar com essa pessoa do meu lado e ainda mais tentar pensar como dupla – eu disse nada irritada.
- Você anda bem estressada desde que começou esse jogo – Mary disse.
- Serio? Será porque eu não vou ganhar ele, com esse incrível companheiro? – eu disse dando um grande sorriso.
- Para menos intrigas, só mais uma rodada e acabamos a jogo – o Pedro disse irônico.
- Bem melhor, amigos. Então como agora não tem como eu ganhar esse jogo mais, eu vou comer alguma coisa lá dentro. Dupla, você tem a capacidade de formar uma pergunta sozinho, né? Ótimo – disse olhando pro Thomas e levantei e segui pra porta da cozinha sem dar chance de resposta pra ele e pros outros.
Entrei na cozinha e logo ouvi uma gritaria que vinha do lado de fora. "Finalmente acabou esse jogo e não preciso mais ficar ouvindo o Thomas sussurrando no meu ouvido tipo de perguntas sobre a historia de Pedro Álvares Cabral" pensei e abri a geladeira em busca de algum suco ou refrigerante.
- Percebi que você ta dando uma dura no Thomas desde cedo – Lucas disse sentando do meu lado na areia.
- Impressão sua – eu disse olhando pra ele.
- Tem certeza? Ele também ta muito quieto desde cedo – ele disse.
- Isso daí você pergunta pra ele, eu não to dando dura em ninguém e vamos mudar de assunto – eu disse rápido.
- Ok. Então, mudando de assunto agora você vai me falar tudo que você fez ontem na minha ausência – ele disse e eu ri.
- Ate parece que vou te falar alguma coisa, pai – eu disse ainda rindo.
- Porque não? Anda pode desembuchando, que besteira tu fez – ele disse e riu.
- Eu? Eu não fiz nada, porque alguém te falou alguma coisa? – eu disse e só depois percebi que quase entreguei que tinha feito besteira.
- Era pra falar? – "Meu deus, esse Lucas ta me pressionando ou pelo menos estou me sentindo assim" pensei.
- Não, não era – eu não sei porque, mas entrei em desespero.
- Bia... você ta estranha desde de manhã e o... Thomas ta estranho desde ontem quando chegou, aconteceu alguma coisa? – ele disse me olhando.
- Você estava acordado quando ele chegou? – desviei o olhar e disse.
- Não, ele quando entrou no quarto bateu a porta bem forte e me acordou, mas que ele não percebeu que eu tinha acordado e começou a dizer um bando de coisa enrolada e não entendi muito, só quando disse seu nome – ele explicava olhando pra mim.
- Meu nome? – ele assentiu – não sei, quase não vi ele ontem – menti, ainda sem olhar pra ele.
- Bia, olha pra mim – ele disse da forma mais doce possível – o que teve ontem que eu não sei? – continuei em silencio e olhando pro mar. Queria adiar aquilo o mais tempo possível, mas o tempo estava se esgotando e eu sabia disso – Beatriz olha pra mim – ele disse pela ultima vez e virou devagar meu rosto em sua direção – Fala.
Subi devagar meu olhar ate encontrar o dele que, sinceramente, me destruiu. Ele me olhava como se já soubesse o que tinha acontecido e se ele já não sabia. Pra que eu contar de novo.
- Errr... e-eu...
- Já vamos começar a tocar crianças, bora lá – o Pedro disse aparecendo atrás da gente e me interrompendo.
- Já tamo indo Pedro – Lucas disse olhando rapidamente pra ele e voltou a me olhar. O Pedro voltou pra onde o pessoal estava.
- Err... não.. aconteceu nada – porque era TÃO difícil falar aquilo?
- Eu não vou ficar te perguntando isso toda hora. Te pressionando. Quando você quiser falar você fala. Qualquer hora – ele disse meio magoado. "Ai como eu sou horrível" pensei. Nisso ele já tinha se levantado e indo em direção aos outros.
"O que eu faço agora? Eu menti pro Lucas de novo" pensei totalmente destruída. Claro que ele sabia que eu não estava falando a verdade e também sabia o que tinha acontecido ontem, mas ele queria ouvir da minha boca, não da mente dele.
Levantei-me e andei, meio rápido, ate chegar perto do Lucas e segurar sua mão o fazendo parar.
- Desculpa, eu não sabia como falar isso, é muito difícil, é horrível, eu me sinto mal, quase a pior pessoa do mundo – eu dizia olhando pra baixo – e você ainda fica me olhando daquele jeito, que eu me sinto pior ainda por ter feito isso. E não te contar eu acho que é, ou era, o melhor a se fazer....
- Bia, Bia, Bia, você sabe que pode me contar tudo, da coisa mais banal as coisas mais importantes da sua vida, boa ou ruim, você sabe disso – ele disse com cada mão em cada lado do meu rosto.
- Eu sei, só que, é horrível falar isso. O pior é que eu sei que não aconteceu só ontem e eu não to te contendo isso pela primeira vez, isso que acaba mais ainda comigo – eu disse segurando suas mãos que estavam no meu rosto.
- E AI POVO, VAMOS COMEÇAR SEM VOCÊS HEIN – Pe gritava pra gente sentado na mesma roda de antes.
- PODEM COMEÇAR, VAMOS DA UMA VOLTA – Lucas se virou pra ele e gritou de volta.
- OK – Pe disse e se virou pros outros.
- Vamos – Lucas disse depois de voltar a me olhar.
Começamos a andar em silencio e aos poucos o som dos violões comecei a diminuir ate sumir por completo dos nossos ouvidos.
- Errr... que ainda preciso falar o que aconteceu ontem? – eu disse depois de estarmos andando há uns minutos.
- Não. Não quero que você fique triste, magoada ou com raiva de você mesmo por causa disso – ele disse e me abraçou de lado, ainda meio inseguro.
- Então porque ainda ta assim? – eu disse.
Ele parou de andar e automaticamente eu também, ficamos de frente um pro outro e ele segurou minhas mão.
- Eu só quero que você... fale comigo o que ta acontecendo, a qualquer hora, em qualquer lugar, mesmo se você tiver na Espanha e eu aqui. Eu quero que você confie em mim pra dizer essas coisas que te deixa triste. Ok? – ele disse.
Eu assenti e o abracei. Não sei se eu estava me sentindo melhor ou se ainda me sentia horrível, só sei que aquele abraço me deixou mais leve.
O Lucas me deixava mais calma, me fazia bem. Não sei porque toda vez que o Thomas estar por perto, ou fala comigo eu fico fora de mim. É estranho, confuso e estranho.
- Eu não sei porqu...
- Shiiiiiii, esquece isso e vamos voltar pra lá – ele me interrompeu e começamos a andar o caminho de volta.
Ficamos mais umas três horas tocando algumas musica e conversando sobre... musica.
Julia estava dormindo no colo do Leo que estava quase indo no mesmo caminha do dela. a Miss estava quase dormindo encostada no ombro do Pedro. A Mary estava super elétrica, parecia que tinha uma pilha duracel de longuíssima duração nela. O Dani estava acordado só de olho na fé que estava normal. Roberta entre uma musica e outra trocava um papo com o Pe ou com o Thomas. Eu acho que cochilei um pouco, a cada vento frio que passava pelo meu cabelo me dava um choque que ou eu acordava ou voltava pro mundo.
Estava calor, mas os ventos que passavam de vez em quando eram bem geladinhos.
Aos poucos o pessoal foi dando boa noite e entrando pra casa, rumo a sua cama. Foi o que eu fiz depois de dar boa noite a todos.
Entrei em casa, fui ao meu quarto peguei uma roupa qualquer e fui em direção ao banheiro.
- Bia... – alguém disse atrás de mim e me virei.
- Oi tio Lanza, pensei que já estava dormindo – eu disse me encostando-se à porta do banheiro.
- É, não tava – ele disse e encarou o chão.
- Algum problema Pe? – eu disse.
- Comigo não – ele disse.
- Problema com quem então?
- Com o Thomas – ele disse.
- Pe, por favor, eu não quero falar do Thomas, e nem saber dele, pelo menos hoje. Por favor – eu disse. O dia inteiro ouvindo e pensando no Thomas era muita coisa pra mim, pelo menos antes de dormir ele ser poderia não aparecer nos meus vocabulários.
- Eu sei, que você passou o dia inteiro tendo que agüentar ele, ou tendo que agüentar o pessoal falando nele, mas...
- Mas não Pe, eu tenho que dormir sem peso na consciência, ou mais tranqüila – eu disse o cortando – graças a deus, eu acho que resolvi isso e não quero, nunca mais que eu tenho que fazer aquilo.
- Você sabe o que faz, então... boa noite – ele disse e foi pro quarto onde dividia com o Pedro. Esperei ele fechar a porta e entrei no banheiro deixando as roupas em cima da bancada da pia.
Deixei que a água quase gelada molhasse meu cabelo por completo. Geralmente água quem que acalma as pessoas, mas eu não, água gelada (não tão gelada) me fazia ficar bem mais tranqüila.
[Lucas NARRANDO]
Estava deitado na 'minha' cama esperando o Thomas entrar no quarto pra poder falar com ele.
O sono estava quase me vencendo, quando vi a porta abrir devagar e Thomas entrar tentando não fazer barulho, me sentei, pra que não dormisse antes de falar com ele.
- Ainda ta acordado? – ele disse depois que me viu sentado na cama. Jogou um atoalha no canto do quarto e foi em direção a um pequeno espelho que tinha entre as duas camas no quarto.
- Você não vai me dizer nada? – eu disse tentando lembrar algo a ele em relação a ontem.
- Dizer o que? – ele disse desentendido.
- Ontem, beijo, Bia, você – eu ia enumerando as palavras nos dedos.
- Ela te falou né – ele disse me olhando – olha, Lucas, com toda sinceridade do mundo eu não me arrependo do que fiz e não sei o que falar sobre isso – ele disse. Parecia bem sincero, mas... não da pra continuar assim.
O Thomas era meu amigo/irmão e eu não ia brigar, ou algo do tipo, com ele, só queria que aquilo parasse e não acontecesse nunca mais.
- Bom se você não tem nada a falar, eu tenho e espero que seja pela ultima vez – eu disse.
- Diga.
- Eu sou seu amigo e não to nem um pouco a fim de ficar brigado com tigo e você sabe disso – eu disse e ele assentiu – só quero que você não faça mas isso, eu não sei se...
- Lucas, eu sei que não podia fazer isso mas eu não consigo, eu não posso mais ficar perto da Bia por causa disso. Eu realmente nunca fui tão sincero com alguém assim, nem com o Pe – ele disse – 24 horas do meu dia é pensando num jeito de ficar mais perto da sua namorada e isso acaba comigo, porque eu sei que é errado, mas eu não posso evitar.
- Thomas eu não to te pedindo pra você ficar longe da Bia, ou coisa parecida. Eu só quero que você não tente beijá-la de novo, só isso – eu disse.
- Ok, eu já pensei nisso o dia inteiro e cheguei à conclusão que a Bia te ama e eu não vou poder mudar isso. Realmente vocês se gostam e eu não vou poder mudar isso, só com um beijo. Eu vou deixar vocês dois em paz e nunca mais vou fazer isso, prometo pro senhor Lucas – ele disse.
- Eu não to te pedindo pra prometer nada, só quero que não faça mais ok – eu disse me deitando na cama e encarando o teto.
- Ok, mas mesmo assim eu prometo – ele disse também se deitando na cama e eu ri.
- Ta, boa noite – eu disse e fechei os olhos, pegando rapidamente no sono.
[Dani NARRANDO]
Acordei com o sol invadindo o quarto inteiro.
"Filho da mãe do Leo que deixou a cortina aberta" eu pensei me levantando lentamente. Também quem manda escolher o 'quarto com janela', culpa minha essa parte. O Leo não estava no quarto então deduzi que já não era manhã. Olhei no relógio na cômoda que marcava 11:35. "Hum não acordei tão tarde, e ainda é manhã" pensei. Peguei minha escova de dente e sai do quarto, em direção as escadas. "Porque o banheiro da gente é no andar de baixo, injusto uma coisa dessas" pensei descendo com toda a preguiça do mundo aquelas escadas.
- Bom dia senhor Dani – Miss disse. Ela estava sentada no sofá com o Pedro, obvio.
- Bom dia, cadê o resto do povo? – eu disse parando no final da escada.
- Tem uns que estão dormindo e outros que estão na praia – ela disse.
- E vocês dois que estão aqui né – eu disse.
- É – o Pedro se pronunciou e a Miss riu.
- Então, vou rumo ao banheiro e depois rumo a praia, valeu, bom dia pra vocês – eu disse e fui pra um dos dois banheiros que havia naquele andar. Antes de ir pra lá passei em frente à cozinha e tinha um cheiro incrível de comida. Eu não era uma pessoa comilona mas amava comida. Quem não ama?
Quando voltei pra sala a Miss e o Pedro ainda estavam lá vendo algo qualquer na tv, estavam tão entretidos que nem perceberam eu subir e descer as escadas depois que sai do banheiro.
- EPA PESSOAL JÁ ESTÃO APROVEITANDO SEM MIM – eu dizia enquanto caminhava pela areia pra onde tinha um povo conversando.
- Quem manda dormir tanto – Leo disse.
- Vê se eu to esquina cara – eu disse ainda de pé olhando pra ele.
- Se você tivesse lá não estaria aqui né – ele disse.
- Porque vocês não se casam logo e acabam com essa troca de gentileza logo de manha – Roberta disse.
- É verdade, vocês se elogiam há tanto tempo que já era pra estar casados a anos – Bia disse com um sorriso.
- Bia, querida se você homem eu não deixaria isso barato, o mesmo pra você Robertinha – eu disse.
- Que isso garoto? – Lucas disse.
- Que isso o que? – perguntei confuso.
- Como pode falar uma coisa dessas pra essas meninas? – ele disse num tom divertido.
- Falando, com palavra, simples – eu disse rindo – agora se vocês não sentirem minha falta vou cair no mar e quando voltar vamos falar do aniversário da Miss, valeu.
- Falou o surfista profissional – Bia disse quando já estava andando em direção a água. Virei-me e mandei um dedo do meio para a mesma – Que ofensa hein, surfista – ela disse rindo.
- E ai já ta tudo certo, Mary e Bia compram os ingressos, eu e a Roberta falamos com o primo entregador dela, o Leo conta pra ela e compra as coisas da festa e... vocês fomosinhos? – eu disse. No final foi, bem... uma pergunta, porque me esqueci do que eles iam fazer.
- A gente comparece na casa do primo dela com o resto do que falta, que ainda não sei o que é – Lucas disse.
- Isso, é verdade – eu disse me lembrando do que eles iam fazer, claro.
- A gente tem que fazer essas coisas o mais rápido possível, né pra sair como planejado – Bia disse.
- Claro, vamos começar hoje à noite – eu disse disse.
- O que vamos fazer hoje à noite? – a Mary disse se juntando a gente.
- Começar a preparar as coisas da Miss – eu disse.
- Ah, claro. E o que vou fazer mesmo? – ela perguntou.
- Você vai comprar os ingressos junto com a Bia – Leo disse.
- Ótimo, e vão fazer o que hoje à noite – Bia disse.
- Eu vou ligar pro primo dela e explicar tudo, e amanhã mãos a obra – eu disse rindo.
- Isso vai se muito emocionante – Leo disse.
- O que vai ser emocionante pessoas? – a Miss apareceu atrás da gente, com o Pedro.
- Que? – Leo se fingiu de desentendido.
- Algo emocionante que vocês estavam falando? – ela tentava explicar.
- Emocionante? Não, a gente não estava falando nada de emocionante – "O meu deus daqui a pouco o Leo ta falando tudo" pensei e também acho que não foi só eu que pensei isso.
- Sim Leo, a gente estava falando do filme emocionante que você vai ver com uma mina semana que vem – Lucas disse.
- Ah claro, bem emocionante – Miss disse dando de ombros. "Salve a pátria e ao Lucas" pensei
[Bia NARRANDO]
Eu e a Mary estávamos na cozinha conversando há horas, sobre tudo que vinha na nossa cabeça.
Já tínhamos passado o resto da manhã ate a hora do almoço na praia. Depois que comemos voltamos pra lá e ficamos lá ate que o céu começou a ficar com uma nuvens um pouco escuras, então resolvemos entrar e deixar o resto do pessoal lá mesmo.
Quando a Miss entra.
- Vocês estão escondendo alguma coisa sobre a minha pessoa. Anda logo pode colocando tudo pra fora – ela dizia enquanto puxava uma cadeira e sentava entre nos duas.
- A gente não esta escondendo nada não – eu disse rindo do jeito que ela falou.
- Estão sim, mas cedo o Leo estava falando com o Dani algo sobre eu e eu não consegui escutar porque a porta do quarto deles estava aberta e eles poderiam me ver. Agora vocês duas estão de papinho com eles e com o resto do povo dessa casa e estão me escondendo alguma coisa – ela dizia rápido, parecia nervosa e impaciente.
- Calma, respira – Mary disse.
- Estou calma e respirando, agora me falem o que vocês estão falando – ela disse e nós (eu e a Mary) rimos.
- Você ta biruta das idéias. A gente não esta fazendo ou escondendo nada – eu disse. Sou muito boa em menti, tirando que depois que a pessoa sai de perto de mim eu começo a rir.
- Muito menos o pessoal dessa casa. Eles são horríveis em menti e você descobriria o que é fácil. O Leo e o Dani deviam estar falando sobre esses dias aqui e citou teu nome na hora que você tava passando – Mary disse.
- Pode ser, mas eu ainda sinto que vocês estão mentindo no ar – ela disse, se levantou da cadeira e saiu da cozinha.
- O Leo e o Dani são uns toperas. Como eles conversam com a porta aberta? – Mary disse.
- São seus amigos gata, aprenderam com quem? – eu disse e ri.
- Sabia que você tinha haver com eles estarem toperas. Aprenderam contigo obvio. Como não desconfiei – ela disse e caímos na gargalhada.
- Posso saber o que tanto as donzelas riem? – Pedro entrou na cozinha.
- Do Dani e do Leo. Você sabia que foi a Bia que deixou eles toperas como estão ultimamente? – Mary disse com uma cara de quem descobriu um pote de ouro no fim do arco íris.
- Serio? Eu sempre soube que eles eram assim, mas não sabia que foi a Bia que deixou eles assim – Pedro disse se sentando na mesma cadeira da Miss.
- Hey, eu to aqui e não vou deixar barato essas coisas que estão falando. Eu sei que sou uma boa professora mas não precisa de tanta aglomeração assim – eu disse e depois ri.
- Ta vendo ela mesma se entregou – Mary disse.
- Ai não agüento essa pressão. Se quiserem aulas particulares vou estar na sala vendo algo que me de cultura – eu disse, me levantei e deixei os dois loucos conversando ainda das minhas aulas super úteis pra vida da humanidade.
Notas finais
Agora vamos ao que interessa.
Eu tenho dois futuros pra essa fic. Acabar ela em uma parte só, ou fazer uma segunda parte, então PRECISO MUITO, da opinião de ustedes.
Se vcs querem que ela continue ou não, ja chega de vc Beatriz. kk então comentem esse cap e falem se querem segunda parte ou não.
Se vocês não sabem, eu tenho uma outra fic, que ta super hiper atrasada e eu quero colocar ela em dia, o mais rápido possível. então preciso de um tempo pra isso.
Também quero adiantar essa fic que ainda ta faltando muita coisa e o que eu preciso... de tempo.
Eu to com varias ideias na cabeça, não só dessa fic mas como de outras que estão em pre-produção. E isso ta me enrolando demais, eu to ficando meia birutinha, to confundindo muito os roteiros.
E isso tudo é pra dizer que vou, infelizmente, ou felizmente pra vcs, ficar um tempinho longe, coisa de um mês, ou ate menos. Então não fiquem triste quando vierem aqui e não verem atualizações, ok. Eu não abandonei essa fic e nem vou abandonar. Só quero um tempo pra organizar as ideias, ok.
Então é isso..
Não fiquem com saudades de mim (olha eu me sentindo)
Bejinho :**
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