Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro
27 Capítulo 27 - Não Isso Não Pode
Notas iniciais
Tudo bem com vocês?
Eu não to muito não, porque to meia doente!!!
Mas ta ai pro cês esse capitulo!!!
Ate o próximo e BOA LEITURA!!!
BESOS
[Bia NARRANDO]
Acordei já de noite e... "pera ai... esse não é meu quarto" pensei me levantado da cama. Logo veio a minha cabeça tudo que aconteceu ate eu chegar ali.
O Leo ainda estava dormindo e o Dani... sei lá onde ele tava.
Sai do quarto, passei pelo corredor e fui pro meu quarto.
Abri a porta e dei de cara com o Lucas, na minha cama, dormindo. "Que isso, agora entram no meu quarto assim, sem falar nada" pensei indo pro banheiro do quarto.
Ele já devia ta no oitavo sono, coitado.
Entrei no banheiro, tomei um banho, vesti uma roupa pra sair, não muito carnavalesca, mas dava pro gasto, fiz um rabo de cavalo alto deixando a franja bagunçado caindo no olho. Sai do banheiro e o Lucas estava.. dormindo sentado? É isso mesmo produção?
- Nossa você sumiu – ele disse levantando a cabeça – tava onde?
- Tava dormindo – eu disse obvia.
- Onde?
- No quarto do Leo. O Dani me chamou pra falar algumas coisas sobre o aniversario da Miss e eu acabei dormindo lá – eu disse procurando meu celular e minha carteira no guarda roupa.
- O aniversário da Letícia? O Pedro sabe?
- Deve saber, o Dani disse que ia falar com ele hoje. Vai ser meio que surpresa.
- O Daniel falando com o Pedro? Ta mais pra uma briga – ele riu.
- Vai sair hoje?– eu disse.
- Não preciso dormir mais que demais, mas a senhorita, não vai me chegar bêbada e nem muito tarde, ta – Lucas disse com tom de autoridade.
- Ok papai, eu não vou chegar tarde e nem TÃO bêbada, ta — eu disse rindo – enquanto eu tiver fora, você ainda vai continuar explorando minha cama? – disse arqueando a sobrancelha.
- Essa é sua? Bem que percebi – ele disse tirando um caderno debaixo do travesseiro.
- Você leu isso? – eu perguntei deixando a carteira cair e quase o celular.
- Não, fica tranqüila, não invado a privacidade das pessoas. Toma aqui é seu – ele disse levantado da cama e me entregando o caderno – se um dia quiser compartilhar, eu to aqui – ele abriu os braços.
- Vou pensar no seu caso – eu disse o abraçando.
- Agora quer saber qual a pior coisa do mundo? – ele disse sussurrando perto do meu ouvido.
- Vinte segundos – eu disse, me separei dele, fui ate a porta, abri a mesma, vi se tinha alguém no corredor, ninguém a vista, voltei a fechar a porta, fui ate o Lucas e o abracei novamente – pode falar.
- Bom, não entendi essa parte mas voltando – ele disse e eu ri – a pior coisa err...
- Ai fala logo – eu disse sem paciência.
- Err... ficar longe de ti – ele disse baixo.
Para mundo, eu preciso voltar pro planeta Terra.
- Também não é nada bom ficar longe de você – eu disse o abraçando mais forte ainda – mas agora eu tenho que ir, porque se não o povo me deixa pra trás – eu disse me separando dele e dando um beijo em sua testa.
- Não é pra entornar em garota – ele disse.
- Ta bom. Não dorme no meu quarto em garoto – eu disse rindo já na porta.
- FALA GALERA CHEGUEI – eu disse já no ultimo degrau da escada. Nem todos estavam dispostos a sair hoje de novo, então a sala não estava com muita gente.
"Povo fraco" pensei me referindo a Miss, a Roberta, a Mary, ao Pedro e ao Dani. Eles não iam com a gente hoje. Então só estavam na sala eu, o Pe, minha irmã, minha sobrinha, a Fe, Diogo e Moniza. O Thomas ainda não tinha descido. A Karla, minha amiga de infância teve um problema de família serio e não ia poder ficar toda a semana com a gente, hoje mais cedo ela tinha ido embora. E o Leo vem depois porque vai resolver as coisas do aniversário da Miss com o Dani.
Fui ate a cozinha pegar um copo de água, enquanto a donzela do Thomas não descia.
- Beatriz, você também vai – minha mãe disse atrás de mim.
- Claro, não perco isso por nada – eu disse. Abri a geladeira e peguei uma garrafa.
- Vai entornar hoje não, né?
- Porque todos estão falando que eu não posso "entornar" hoje? – disse fazendo aspas com os dedos.
- Quem mais falou?
- O Lucas. Vocês combinaram né? – eu disse rindo.
- Menino com juízo – "Você tinha que ver ontem" pensei e ri do pensamento.
- É verdade agora tenho que ir, a donzela já deve ter descido – eu disse guardando a garrafa.
- E você e o Thomas? – já estava perto da porta da cozinha e meu corpo congelou quando minha mãe disse.
- E-eu to aqui e o Thomas deve ta lá em cima – eu disse quase gaguejando.
- Eu não quis dizer isso – ela disse.
- Então quis dizer o que? Mãe, não tem mais nada com ele e não vai ter, eu tenho juízo – "Pelo menos eu acho" pensei – agora vou indo que a donzela já ta gritando lá na sala.
- Boa noite pra vocês e dobre seu juízo hoje – ela disse e eu dei de ombros.
Meio estranho minha mãe perguntar aquilo, mas mãe é mãe e elas tiram coisas do baú e começam a falar do nada.
[Miss NARRANDO]
Estava no quarto conversando com a Mary e a Roberta (é, Roberta, nesses dias não estávamos nos estranhando tanto, então dava pra conversar) sobre meu aniversário que estava próximo e tava querendo fazer algo não tão grande, como festa, com bola, bolo e enfeites, deixa isso pro aniversário da Bia, queria uma coisa mais "caseira", uma comemoraçãozinha no apê de alguém e tal.
Quando alguém bate na porta e a Roberta, que estava mais próximo da mesma, vai abri-la.
- Miss, seu parceiro quer sair com você e pediu pra se arrumar em 10 minutos que ele ta te esperando lá em baixo – Roberta disse depois de fechar a porta.
- O Pedro? – eu perguntei.
- Não, o Obama, líder da Al-Qaeda — ela disse e se sentou na cadeira. "O nível de burrice é grande" pensei.
- Pra seu governo o Obama é presidente dos Estados Unidos e o Osama é o líder da Al-Qaeda – eu disse me levantando. Peguei uma roupa, sai do quarto e fui pra um dos banheiros de cima, que eram o das garotas. "Sorte da Bia e da Fe que tem um banheiro no quarto, acho regalia demais" pensei.
- Só porque são da família? – eu disse pra mim mesma no espelho.
Tomei um banho, vesti a roupa que tinha pegado, um short Jean desfiado, uma blusa rosa da minha mãe, que "roubei" dela há muito tempo, e uma sapatilha preta. Era de noite e não estava frio, então dava pra usar roupas leves e também estávamos na praia, não tem como não usar roupa leve.
[Mary NARRANDO]
Logo depois da aula que a Miss deu pra Roberta, a mesma saiu e ficamos só eu e Roberta no quarto, não por muito tempo, porque o Dani e o Leo o invadiram.
- O que vocês querem aqui? – eu disse deitada na cama.
- Sobre o aniversário da Miss, se querem saber? – o Leo disse baixo fechando a porta.
- Leo o que você ta fazendo aqui? Não era pra ta com os outros? – perguntei.
- Eu vou, só que o Dani ama minha companhia e disse que depois de falar isso eu to livre – ele disse.
- Você também me ama né lindo? – Dani disse. A troca de carinhos entre eles é tão contagiante que eu vomito — a gente queria fazer uma surpresa, algo que ela queira e não fosse na praia.
- Qual seu problema com a praia? – o Leo disse meio bravo. "Eles já deviam ter discutido sobre isso" pensei.
- Cala a boca, Bia na versão masculina – Dani disse.
- Bom o que a gente pode fazer? – a Roberta perguntou. Sabia que, tirando essa situação minutos atrás, a Miss e a Roberta não discutiram durante todos os dias que ficamos aqui? É, cara, surpreendente. Talvez seja esse clima de praia e harmonia.
- Sugerir o que podemos fazer? – o Dani disse.
- Antes de o Pedro chamar ela pra sair, ela disse que não queria festa de arromba, queria mais uma comemoraçãozinha no apê de algum amigo, só pros íntimos – Roberta disse.
- Interessante, conte-me mais – Dani disse enquanto Leo mexia em algum livro que tinha em cima da cômoda.
- E também que talvez antes de ir pra casa de alguém, podia rolar um daqueles shows que rola no Planet Music – eu disse completando o que Roberta disse antes.
- Já tenho tudo em mente, pêra só deixa-me organizar – Dani disse e eu ri e lembrei de como ele era lerdinho pra pensar.
Cinco minutos de puro silencio no quarto.
- Bom, é o seguinte, dia do aniversário dela, vai ter um desses shows no Planet e a gente pode levar ela pra lá, dizendo que vamos comprar alguma coisa, chegando lá, vemos o show e depois a levamos pro apartamento do primo dela, o entregador de pizza e a "comemoraçãozinha" – Dani disse fazendo aspas com os dedos – começa. Que tal?
- Ótimo, beleza. Agora você se encarrega do primo dela e deixa que a gente cuida dos ingressos, valeu? – eu disse.
- Muito bem pessoas do bem, posso ir agora né? – Leo disse.
- Vai logo antes que você invente de colocar uma praia no meio do Planet Music – Dani disse fazendo eu e Roberta rirem.
- Boa noite e aproveitem – Leo disse ignorando o Dani e saiu do quarto.
- Tudo resolvido né meninas? – Dani disse.
- Tudinho, pode deixar com a gente – Roberta disse.
- Então vou dormir, boa noite – ele disse e seguiu o mesmo caminho do Leo ate a porta e a fechou.
[Pelu NARRANDO]
Estava na sala esperando a Lê descer. Não fui com a galera porque tinha planos em mente com a Lê. Nada malicio, só uma volta na praia, perto de umas pedras que tinha visto mais cedo que tinha uma vista maravilhosa de todo o mar.
- Hum vejo que tem planos pra hoje – ouvi a Lê dizer perto do meu ouvi.
- Deixa eu ver... só se for contigo – eu disse e dei um selinho na mesma.
- Então pra onde vamos? – ela disse.
- Ta apressada. Calma que é surpresa, você não vai saber ate chegar lá – eu disse.
- Sorte que hoje não to nos meus dias de pessoa curiosa – ela disse rindo.
Estávamos andando uns cinco minutos tranqüilamente pela areia, e a cada dez segundos a Lê reclamando da mesma que estava pinicando na sua perna.
Es que surge uma menina, não sei da onde, que devia ter seus 14 anos, pelo que aparentava, loira, de olhos claros e com pouca roupa.
- PELU, NÃO ACREDITO QUE VOCÊ TA NA MINHA FRENTE, MEU DEUS ME ABANA – ela gritava desesperadamente se jogando em cima de mim.
- Por favor, não precisa gritar, eu dou autografo, tiro foto, faço qualquer coisa mas não grita – eu disse calmo.
- NÃO, NÃO, NÃO, É SERIO VOCÊ FAZ QUALQUER COISA PRA MIM? EU TE AMO DEMAIS, MUITO MUITO MUITO MESMO, NÃO TEM NOÇÃO DO MEU AMOR – ela ainda gritava. A Lê só ficava de olho, queria ver ate quando, porque acho que ela já estava explodindo por dentro, pois a garota não parava de se jogar em mim.
- Muito obrigada, mas não grita ta, sem tem necessidade pra gritar, eu to aqui do teu lado – eu disse tentando me equilibrar a cada pulo que ela dava me abraçando.
- Então ta, só quero uma coisa, pode ser? – FINALMENTE MEU DEUS ELA NÃO GRITOU.
- Pode, claro – eu disse sorrindo.
- Quero que você mande um beijo da Nati pro guitarrista da banda, o Pe Lanza – ela disse e a Lê colocou a mão na boca.
Bom, não tenho comentários pra isso, já aconteceu algumas vezes, ou varias, e o que a gente faz era dizer que "claro, pode deixar" e explicar o instrumento de quem a pessoa falou.
- Claro pode deixar, mas o Pe Lanza ele toca baixo – eu disse sorrindo delicadamente.
Ela me abraçou mais uma vez não ligando pro que eu disse, mas quando foi me dar um beijo na bochecha... acho que ela ate fez de propósito, porque não fiz nenhum movimento brusco pra que isso aconteça. Ela quase me beija na boca, sorte que meu super-reflexo fez com que fosse no canto da boca, mas na adiantou só vi a menina sendo puxada pra trás e levando um belo e estalado tapa na cara que em segundos já estava roxo e adivinha quem foi? Leticia loback, é não esperava por isso mas ela estava quase estourando pro dentro minutos atrás.
- ANTES DE FAZER ISSO SUA POSER RIDÍCULA, VAI PESQUISAR NO GOOGLE INFORMAÇÕES – Lê gritava enquanto a menina esta com a mão na bochecha e caída sentada no chão.
A peguei pelo braço e antes de sair com ela dali disse umas desculpas pra menina. Ela não tem culpa. Nunca entendi essas coisas de poser, mas o que podemos fazer, só aceitar como é a vida.
- Porque você fez isso? – eu disse quando já estávamos longe daquele lugar.
- Você não viu o que ela fez? – ela disse ainda nervosa.
- Já passou, agora se acalma, só não precisava daquilo – eu disse a abraçando.
- Ta bom, desculpas. Vamos logo pra esse tal lugar que você disse?
- Claro — disse sorrindo.
[Bia NARRANDO]
Leo já tinha chegado e contado tudo o que estava resolvido sobre a "comemoraçãozinha" da Miss.
E vocês sabem que pra mim quando o Leo chega e sinônimo de... diversão garantida.
Já tinha tomado alguns drinks nada leves e alguém que eu não sabia quem era e estava na nossa mesa deu a grande sugestão de brincamos de verdade ou conseqüência.
- Vocês brinquem ai, porque eu não brinco disso – eu disse.
- Poxa Bia é tão divertido, vai brinca – Pe disse.
- Lindinho, não quero, não gosto e não brinco, vo dar uma andada por ai – eu disse primeiramente olhando pro Pe e depois pro resto do pessoal. Levantei-me, quase cai, mas graças a quem estava do meu lado que eu não vi, isso não aconteceu.
- Valeu – disse pro alto e sai dali.
Saber pra onde ir não sabia, mas pra onde não ir, isso sim sabia. Veio-me a mente a mãe da Mary dizendo que se alguém tivesse bebido demais não ir pra nenhum lugar com água, praia, piscina, banheira, nadinha com água. Então pra lá que eu não ia
Sentei-me em um banco perto de uma parede e encostei minha cabeça na mesma.
Passou um tempo e eu ate que dormi. Abri os olhos e minha cabeça agora em um lugar macio e latejando muito, por causa do som da musica alto.
Pêra ai... eu tinha minha cabeça encostada numa parede que não era nada macia e agora...
Ergui minha cabeça e na mesma hora coloquei a mão na lateral da mesma, parecia que me cérebro estava pulando pra fora do crânio. Olhei devagar pro meu lado e... sabia que não era uma parede... era o Thomas. Eu estava encostada no ombro do Thomas. Ainda não processava isso na minha cabeça.
- O-o-o que ta fazendo aqui? – eu tentei dizer alto mas não saia. Sorte que ele ouviu.
- Você sumiu há horas, então nos separamos pra te encontrar – ele disse.
- Então vamos encontrar logo eles, devem ta ainda me procurando – eu disse me levantando. Fiquei tanta um pouco e voltei a me sentar.
- Calma, já avisei pra eles já estão indo pra casa – ele disse com calma.
- Como assim já estão indo pra casa, que horas são? – eu disse rápido me levantando
- São três e trinta da madrugada – ele disse depois de olhar no relógio.
- Mas se eles chegarem lá sem eu e você e o Lucas tiver acorda...
- Calma, calma, calma – ele interrompeu a minha agitação – eles ainda iam para em um bar antes, devem demorar pra chegar lá – ele disse pegando minha mão.
- Não sei você, mas eu vou embora – eu disse puxando minha mão da dele – porque não to agüentando essa cabeça explodindo
- Então espera, também vou – ele disse tentando se levantar. "Um bêbado carregando o outro não dá Deus" pensei o segurando pra ele não cair.
- Agora você retribuiu o favor – ele disse rindo.
- Foi você que me segurou mais cedo? – eu disse.
- Foi, seu anjo protetor estava ali pra te segurar – ele disse e depois riu – agora ele ta bem aqui e pode fazer muitas coisas – ele abriu os braços e riu maliciosamente.
- Hei, hei, hei por favor, se sintonize na terra, porque você não ta no céu – eu disse.
- Já cansei, Beatriz – ele disse voltando a se sentar.
- Então porque não vai pra casa e dorme? – eu disse com um sorriso no rosto.
- Não é isso – ficamos em silencio um encarando o outro — você sabe o que eu quero? – ele disse se levantando.
- Não – eu disse.
- Eu quero... – ele chegou mais perto de mim – eu... quero – já estávamos tão perto que sentíamos a respiração um do outro.
Meu corpo não estava querendo obedecer meu celebro e isso estava me deixando muito nervosa. Não consegui mexer minhas pernas, não conseguia mexer meus braços, meu rosto, nada é eu estava nervosa.
- Tho-thomas, por fa-favor, vamos embora – eu conseguir pronunciar algumas palavras depois de uns minutos em silencio só com nossas testas coladas.
Já não tinha quase ninguém na rua, só uns beberrões, mas BEM longe.
- Eu sei que você quer isso, Bia. Não pode negar, eu também quero demais, não é só por desejo é necessidade... você não sabe a agonia de ficar perto de você e não poder te seqüestrar e ficar contigo só pra mim – ele falava baixo – eu sei o que vai dizer. Eu não posso, eu to com o seu melhor amigo, não vou fazer isso com ele. Isso só me faz ficar mais louco por ti.
- Thomas...
- Deixa eu falar tudo, depois você resolve – ele disse colocando cada uma de suas mão em cada lado do meu rosto.
- Resolver o que?
- Por favor – ele pediu tão... sei lá... que não tinha como não deixá-lo falar, apenas assenti – eu também não quero fazer isso, por causa do meu melhor amigo, mas não sou eu que to mais no comando, não é mais o meu cérebro que diz o que certo ou errado. Você também sente isso... e não tente negar, porque olha como você fica, gelada – ele disse pegando minhas mãos, realmente eu estava gelada – eu quero isso agora, hoje, nesse estante, você também. Pode?
- Sim – "NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, SIM" meu cérebro gritava, esgoelava isso a cada momento, mas era tarde pra parar alguma coisa.
Nossos lábios já tinham se encontrado e... de novo não... a culpa se formou numa rapidez incrível dentro de mim, mas o desejo e a necessidade era mais forte, e não impediu que ficássemos, pelo menos, por alguns segundos juntos.
Notas finais
Então gostaram?
Se sim, comentem e se não comentem pra eu melhorar, valeu!!!
Besos
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