Intrigas De Uma Vida Sem Roteiro
15 Capítulo 15 - Começa a Tortura
Notas iniciais
mudando de assunto, na historia o Pe é o Lanza e o Pedro é o Pedro Lucas..
valeu muito por lerem e espero que gostem.
- Beatriz acorda, teu peguete ta lá em baixo – aquela voz invadiu o meu quarto, fazendo ate eco.
- Ham? Ta fazendo o que aqui? – disse sonolenta quando vi Diogo quase em cima de mim.
- Eu ia te chamar pra da uma volta na praia, mas vi que já tem compromisso – "Compromisso? Ai meu Deus, o Lucas, como eu esqueci? Claro desliguei o despertador" pensei me levantando rapidamente e indo ate o banheiro.
- Bia o teu...
- Eu já to indo – disse o interrompendo.
- Ta legal, só pra você ficar sabendo são sete da MANHÃ, você ainda não se despertou totalmente. Qual é a loucura que vai fazer? – "Quem ele pensa que é? Meu irmão? Podia ser" sorri com o meu pensamento. Tomei um banho, o mais rápido da minha vida e coloquei um short jeans, uma blusa branca e uma sapatilha que eu encontrei no caminho.
- Você ainda ta aqui, senhor folgado? – disse vendo Diogo deitado na minha cama.
- Já de manhã com essas piadinhas sem graça – ele deu aquela risada que eu adorava, me destruía – Teu namorado ta te esperando...
- Você já falou, se lembra? – disse em frente a uma gaveta onde tinha maquiagem.
- Não eu disse teu peguete, agora descobri que ele é teu namorado.
- Ta bom, você tem desculpa pra tudo – disse passando lápis de olho.
- Nossa que grossa.
- Como você disse, eu não estou completamente acordada – dei um sorriso sem graça pra ele. Fui ate o guarda roupa peguei minha bolsa depois peguei o celular que estava no criado mudo.
- Celular novo é? – Diogo disse.
- Sim – claro que eu não ia falar que era do Thomas. Sai do quarto e Diogo continuou lá. "Tomara que ele não mexa em nada, do jeito que é intrometido,tem que trancar tudo a oito chaves" pensei descendo as escadas.
- Bom dia pessoas – disse chegando na sala e vendo o Lucas e meu pai, sozinhos. "Tomara que meu pai não tenho botado medo no garoto" pensei.
- Bom dia filha, já vai sair? Pra onde? – meu pai disse.
- É vou no aeroporto com ele. Não se preocupe, eu não vou fugir – disse rindo – Então luquinhas vamos?
- Não vai comer nada? – Lucas disse apontando pra mesa que estava cheia comidas de café da manhã.
- Não, depois eu como – disse depois que quase comi a mesa com os olhos, queria sair logo dali.
- Então vamos.
Saímos de casa e já tinha um táxi esperando.
- Vamos encontrar os garotos no aeroporto, tudo bem? – o Lucas disse.
- Claro – eu disse.
- Ontem... você e o Thomas... conversaram o que? – eu percebi um pouco de nervosismo na voz dele.
- Foi o que eu te falei. Sobre a Mary e...
- Mas ele não tentou nada com você, né? – ele me interrompeu olhando fixamente pra frente.
Coloquei minha mão em seu queixo e virei delicadamente seu rosto para que ele me olhasse.
- Não – disse seria – e nunca mais vai acontecer de novo, eu já te disse isso. Ele me disse ontem porque fez aquelas coisas e somos só amigos, igual com os outros.
- Bia, mas se ele fez uma vez pode...
- pode nada – tirei minha mão que ainda estava em seu queixo e coloquei em seu pescoço – Eu não vou fazer isso com você de novo.
- Descul...
- Desculpa o que cara, ta ficando maluco – disse rindo e dei um selinho nele.
Encostei minha cabeça em seu ombro e ele passou seu braço pela minha cintura. Ficamos assim o caminho inteiro.
Conversamos sobre alguns assuntos bobos, só que um me chamou atenção.
- Como assim o Pelu vai vim aqui semana que vem? – perguntei.
- Ele quer ver a Letícia e perguntar porque ela saiu daquele jeito – ele respondeu.
- Ele vai a casa dela e tal?
- É, ele vai te pedir o endereço hoje e você não pode contar pra ela.
- Tudo bem.
- Chegamos, senhor – o taxista disse.
Como de costume tinham varias fãs dentro e fora do aeroporto.
- Pode nos deixar na porta 59? – o Lucas disse e o taxista assentiu.
A porta 59 era uma das ultimas portas e quase ninguém passava por lá, foi lá que eu tirei a minha primeira foto com o Jack do All Iime Low. Como minha mãe já trabalhou lá ela conhecia muito bem o aeroporto e era ela que levava as pessoas pra pegar um táxi ou alguma já que já o esperava, então um dia o chefe delas disse que uma banda ia sair pela aquela porta, porque não era movimentada. Minha mãe me ligou na mesma hora dizendo pra eu ir lá que a banda que eu gosto ia passar por lá e tal.
- E ai garotos? – disse atrás do Pe que deu um pulo que me fez cair na gargalhada – Eu sabia que esse poder ainda existia em mim – disse ainda rindo.
- Se você me matasse minhas fãs a matariam – o Pe disse depois me abraçou.
- Ta bom, já chega eu já estou sufocada – disse tirando seus braços do meu pescoço.
- Bia, grande amiga – o Pelu disse tirando o Pe da frente dele.
- Tudo bem eu dou o que você precisa – disse rindo – Acho que ela ta na tua – sussurrei no ouvido dele enquanto nos abraçávamos.
- E eu também – nos separamos e ele piscou pra mim.
- E ai novo amigo? – disse dando umas batidas nas costas do Thomas que ate agora não dera nenhuma palavra.
- E ai – ele disse meio cabisbaixo.
- E que houve com ele? – perguntei pro pe do meu lado.
- Perdeu o Iphone, de novo – ele respondeu.
- Então amigo, acho que resolvi seu problema – disse um pouco alto para que todos ouvissem.
- Compro outro pra mim? – ele disse levantando a cabeça.
- Não, mais eu achei esse daqui.
Tirei o celular do meu bolso e o levantei.
- Meu bebe, você ta bem? – Thomas tirou o celular da minha mão em fração de segundos me deixando com as mãos vazias levantadas por um tempo – Como você achou ele? – ele perguntou.
- Eu estava voltando e vi um celular em baixo da mesa onde nos estávamos, pensei um pouco e cheguei uma conclusão que era seu – disse. "Falei bonito agora" pensei dando um sorriso.
- Valeu, valeu mesmo você me salvou – ele me abraçou – Você não mexeu nele né? – sussurrou no meu ouvido.
- Claro que não – respondi na mesma altura da sua voz.
- Então já chega de abraços né? – o Lucas disse me puxando pra perto dele.
- Ui ficou com ciúmes – o Pedro disse.
- Vocês precisam arrumar alguém, porque uma pra 4 não é fácil – eu disse e todos riram.
Não passou muito tempo e o horário do vôo deles chegou. Nos despedimos, o Pe fez uma cena de choro e eu dei o endereço da Miss pro Pedro. Logo eles entraram na parta de embarque e foram embora.
Fui ate a praça de alimentação pra comer alguma coisa, pedi um pão de queijo com suco de laranja. Andei uma das portas de saída e me deparei com umas 7 garotas que quando abri a porta, uma delas veio ate mim.
- Oi – a mais baixa que estava com uma blusa "Choose Koba" disse.
- Oi – disse dando um sorriso simpático.
- Amiga, ela é a namorada do Lucas – uma loira disse depois de se juntar a menina.
- Eu sei por isso eu vim falar com ela – a menina disse seria pra amiga.
- Err... Se vocês não se importarem eu preciso ir – disse tentando sair dali.
- Pêra, só que te falar uma coisa – a menina disse com um lindo sorriso se colocando na minha frente.
- Pode falar – dei um sorriso fraco.
Do nada a expressão da menina ficou seria e eu senti um arrepio na minha espinha.
- De você magoar o meu choose, fizer ele chorar ou algo que o deixe triste, a gente te pega – a menina disse. Primeiramente eu senti um pequeno medo, mas depois eu pensei "Que marrenta".
- Tudo bem – disse sorrindo – Então tchau – desviei dela e segui ate um ponto de táxi mais próximo. Entrei em um dos táxis e respirei pesadamente por um tempo.
- Você esta bem? – o taxista perguntou. Assenti – Qual destino?
Passei o endereço e me encostei no banco e a partir daquele momento pensei em como agir, se acontecesse aquilo de novo. Pensei que todo dia que eu entrasse na Internet iria presenciar algo parecido. "Coisa boa ou coisa ruim, eu agüento, tenho que agüentar, eu que escolhi isso e to muito feliz assim" pensei dando um sorriso.
...
[PELU NARRANDO]
Dei uma fugidinha de um dia do roteiro do produtor pra ter algumas explicações da Letícia. Porque ela saiu daquele jeito? Porque ela não me ligou mas? Porque eu to louco por ela? Bom essa ultima não precisa.
Estava na frente do portão da casa dela, toquei o interfone e uma voz de homem falou.
- Pode falar – o cara disse.
- A Letícia esta em casa? – disse.
- Não mas daqui alguns minutos ela esta chegando. Quem é? – eu não tinha noção se o cara sabia, ou não, de mim mas resolvi dizer.
- O Pedro Lucas.
- Ah sim, sei que é – ele sabia de mim, então quer dizer que ela falou de mim esses dias – Quer esperar ela aqui dentro, a gente aproveita e conversa um pouco.
- Claro senhor – no mesmo instante o portão abriu e entrei. "Seja o que deus quiser" pensei. Meio neurótico, né? Mas ficar sozinho com o cara, devia ser o pai dela e eu to aqui com essa calça rosa pink, não deve ajudar muito.
O homem abriu a porta, ele era meio novo, devia ter uns 46 anos ou menos.
- Ola senhor – dei o melhor sorriso que eu tinha.
Ele me olhou de cima a baixo e parou com a sobrancelha arqueada na minha calça. "Sabia que essa calça não ia dar certo" pensei.
- Pode entrar – ele deu passagem para que eu entrasse – Pode se sentar.
Sentei-me em um sofá que estava virado pra teve, que passava um jogo qualquer de futebol.
- Então você é o tão falado Pelu, ou melhor Pedro – ele disse se sentando do meu lado, não muito perto.
- Acho que sim – disse ainda com sorriso no rosto.
- As meninas falam muito de você e sua banda aqui em casa.
- Bem ou mal?
- Bem claro, inclusive minha filha. Agora eu quero falar sobre outra coisa com você – ele ficou serio e o clima tenso se espalhou pela casa.
- Pode falar – aquele meu sorriso sumiu e fiquei serio.
- Quais são suas reais intenções com minha filha? – "Pergunta típica de pai, como eu não pensei nisso" pensei.
Quando ia responder, não sei o que mas ia sair alguma coisa da minha boca, a minha salvadora entra, Letícia.
- CHEGUE PAI!! – ela disse ainda sem reparar que estávamos praticamente na frente dela.
Ela fechou a porta e virou pra onde estávamos. Seu rosto era uma mistura de sentimentos, surpresa, duvida, felicidade entre outros. Ela deu um leve sorriso de lado e colocou sua bolsa em uma cadeira do lado da porta.
- Oi, cheguei – ela disse sem jeito.
- Err... Eu vou fazer algo pra comer – o pai dela disse e logo saiu da sala.
- Vem, vamos subir – ela pegou minha mão e me guiou ate a escada e fomos pro seu quarto – Você só pode ta louco. Que você ta fazendo aqui? – ela fechou a porta do quarto e ficou parada na minha frente.
- Eu vim falar com você. Porque eu só posso estar louco? – disse.
- Meu pai e você, sozinhos, ele fez aquela pergunta? Quais são suas reais intenções com minha filha? Não fez? – ela perguntou me empurrando pra sentar na cama.
- É, fez. E você me salvou chegando nessa hora.
- Ta. O que você veio falar?
Ela pegou uma cadeira e sentou na minha frente.
- Porque você saiu daquele jeito naquele dia? – fui direto.
- Err... Não sei – ela abaixou a cabeça.
- Como não sabe?
- Foi por impulso, — ela disse um pouco irritada – desculpa.
Dei um sorriso – Não foi isso.
- Como assim 'não foi isso'. Agora você sabe o que eu sinto? – ela arqueou a sobrancelha.
Não respondi e o silencio se formou no lugar.
- Ta você, quer saber, eu te conto – ela respirou fundo – Eu acho que...
- Eu também, acho que to gostando de você – a interrompi.
- Você acha que eu ia falar isso?
- E não ia? – perguntei chegando mais perto dela.
- Ta, era isso mesmo – ela se encostou na cadeira se distanciando de mim.
- E agora? – me sentei mais na ponta da cama e fiquei mais perto de seu rosto.
- E agora o que?
- O que a gente faz?
- Como eu posso saber?
- Acho que.. Hum.. Parando de se espremer nessa cadeira pra não me beijar.
Ela estava quase saindo pelas brechas das costas da cadeira.
Já estávamos sentindo a respiração um do outros em nossos lábios.
- Anda logo e para de me torturar – ela disse e eu mordi seu lábio inferior.
- Não se lembra, — disse quase encostando nossos lábios. Ela negou com a cabeça – Daquele dia? Você me torturando.
- Serio, você ta dando o troco? – assenti – Então, vai se em vão seu troco.
Ela me empurrou e saiu da cadeira indo pro outro lado do quarto, onde tinha uma janela.
- Não, você não fez isso – disse. Levantei-me e fui ate ela.
- É Pedrinho, perdeu – ela disse e se virou e se debruçou na janela.
Debrucei-me na janela ao lado dela – Acho que não.
- Porque você não perderia? – ela se levantou.
Fiz o mesmo e cheguei mais perto dela fazendo com que nossos narizes se tocassem.
- E agora? – perguntei.
- Ai, não dá – ela pegou na minha nuca e encostou sua boca na minha.
Ficamos um tempo naquele mesmo lugar, em frente à janela, ate baterem na porta.
- TITA, a almoço ta pronto – o pai dela gritou e logo nos separamos – Seu amigo pode comer com a gente.
- Ta bom pai, estamos descendo – ela disse – Vai querer comer?
Assenti e ela caminhou ate a porta, fui atrás dela e peguei seu braço.
- E como fica nossa situação? – eu disse.
Ela se virou – Que situação?
- Isso que acabou de acontecer.
- Um beijo?
- Ta bom, Tita, já que você demora pra raciocinar eu digo o que eu quero.
- Só quem me chama de Tita é meu pai.
- Tanto faz. Eu to louco por você se não percebeu e eu quero namorar contigo.
- Err... vamos comer, depois fal...
- Não tem depois Letícia, eu tenho que voltar pra Curitiba o mais rápido possível, eu vim aqui pra fazer isso.
- Você quer que eu fale o que? – ela disse confusa.
- Que sim, que quer ficar comigo, eu sei que quer, seu pai disse que você não parava de falar de mim com suas amigas.
- Sabia que não era bom ficar com meu pai.
- Não muda de assunto, diz – sei que estava pressionando ela, mas ela muda de assunto muito fácil, tinha que ser assim.
- Ta – ela riu, não entendi – pode parecer estranho mais agora eu vou ser um pouco romântica, não que não sou romântica, mas eu só fico assim quando eu gosto mesmo de alguém. Eu já disse né, eu acho que gosto de você. Agora que fiquei sabendo que veio de Curitiba pra falar comigo, sei lá, eu.. gosto de você ainda mais....
- LETÍCIA, A COMIDA VAI ESFRIAR – o pai dela de novo batendo e gritando na porta.
- JÁ TO INDO – ela disse nervosa.
- Isso quer dizer que...
- É, ta, eu deixo meu orgulho de lado e fico com você – ela disse meio enrolado e rápido.
- Então, vamos – disse
- Aonde?
- Comer, se não daqui a pouco seu pai vai arrombar a porta – ela riu e saímos do quarto.
...
[BIA NARRANDO]
A moleza acabou, a partir de hoje era meter cara nos livros e estudar. Eu sempre falo isso no primeiro dia de aula e sabe o que acontece, eu fico muito relaxada no inicio do ano e meto brasa nos estudos, quando já to na forca, no final do ano. Era pra ser ao contrario, minha mãe sempre diz isso.
Acordei com toda a dificuldade do mundo, desde ou 9 anos estudei na parte da tarde e agora to na parte da manha. Minha mãe já havia me chamado umas cinco vezes e eu nada.
Não ia me atrasar no primeiro dia de aula, estava cedo demais. Tive que acordar porque meu telefone tocou e tenho quase certeza que era a mary com o ataque de nervosismo pré-estudo.
~~telefoneon~~
- Pode falar – disse sonolenta.
- Biaaaaaaa – ela gritou. "Sabia" pensei – Ainda ta dormindo?
- Estava né.
- Então acorda logo, se arruma e me espera no portão da escola, ta – ela disse.
- É claro que vou te esperar lá, onde mais?
- Sei lá ne, tem que prevenir. Agora não vou mais te enche o saco, acorda logo – ela desligou.
~~telefoneoff~~
Da onde ela tira tanta energia de manhã?
Levantei, tomei banho, pus o uniforme. Em pleno século 21 ainda existe uniforme. Arrumei o cabelo, passei um make bem preto e desci pra tomar café.
- Bom dia, preparada pra hoje? – uma pessoa que sempre estava na minha casa, esta agora e sempre vai estar nela. Diogo. Que esse cara faz de manhã, na mesa da minha casa, tomando café?
- Bom dia, o que você esta fazendo aqui? – disse sentando do seu lado.
- Qassei aqui antes do trabalho, porque SUA TIA não deixou café pra mim hoje, ta revoltada ela – ele disse.
- E você não sabe fazer?
- Sei, só que o meu não é igual o da sua mãe.
- Muito obrigado, mas não vai se acostumando – minha mãe disse depois de sair da cozinha – Anda logo beatriz, não vai se atrasar. Aproveita a carona com teu primo, ele trabalha lá perto.
- Eu sei – disse.
- Bora bia, se não nós dois chegaremos atrasados – Diogo se levantou da mesa e foi indo pra porta.
- Pêra men, vo colocar o tênis – me levantei e fui pra perto do sofá onde se encontrava meu mais perfeito All Star branco e azul.
- Coloca no carro – ele disse já com a porta aberta.
Peguei o tênis, a mochila, me despedi da minha mãe e sai.
- Você é apressado em men – eu disse colocando o tênis.
- Você que é lerda demais – ele disse.
- WHAT? – gritei.
Ele aumentou o volume do carro e não disse mais nada.
Não demorou muito e chegamos ao hospício (lê-se: escola).
- Pronto, desculpa ai ta? – Diogo disse depois de estacionar o carro não muito longe do portão.
- Que nada men, tu é meu mano velho – eu disse rindo.
- Virou paulista agora? – ela disse – viu fica namorando esses caras e fica assim com essas gírias de lá.
- Nada haver, eu já tinha isso antes, é tipo de nascença, entende – disse gargalhando mias ainda – agora deixa eu me recompor pra agüenta o trampo de hoje.
- Tchau mulher, boa aula – ele disse e sai do carro.
Olhei no relógio já tinha dado o horário do sinal e ainda tinha uns grupinhos do lado de fora. A Mary nem a Miss estavam no portão então resolvi entrar e esperar elas lá dentro mesmo. Entrei pelo portão e tinha muita confusão, não de briga, de primeiro dia. Muita gente, criança, adulto, professor, mas uma pessoa se destacou no meio dessa multidão.
Notas finais
Quem sera essa pessoa que se destacou na multidão? Aceito opiniões, mas pra ver quem vocês acham que é tem que comentar...
valeu de novo por lerem, e logo tem mais...
Fale com o autor